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Artigo - Introdução ao novo MySQL Workbench

Neste artigo será feita uma apresentação rápida da nova versão do MySQL Workbench, ferramenta de gerenciamento da nova versão do banco de dados MySQL.

O Workbench conta com algumas melhorias, principalmente visuais, com relação a outras ferramentas de gerenciamento desse mesmo banco. Aqui será mostrado o processo de conexão e criação de bancos de dados e tabelas pelo modo visual (sem scripts).

Inicie o MySQL, vá até o menu iniciar, clique na pasta MySQL em seguida clique em MySQL Workbench 5.2 CE, de acordo com a figura 1:

Menu iniciar, iniciando o MySQL

Figura 1: Menu iniciar, iniciando o MySQL

Após clicar em MySQL Workbench 5.2 CE, o MySQL será inicializado, em seguida aparecerá em execução, como mostra a figura 2:

Janela inicial do MySQL

Figura 2: Janela inicial do MySQL

Após clicar duas vezes na instância, na parte SQL Development, em alguns casos aparecerá uma mensagem de erro(figura 3), informando que não é possível se conectar no banco de dados do servidor, isso ocorre porque geralmente na instalação não foi feita uma escolha de startar com o sistema operacional.

Mensagem de erro

Figura 3: Mensagem de erro

Para solucionar o problema mostrado na figura 3, vá até opção Server Administration e clique em Local MySQL 55, como mostra a figura 4:

Janela incial do MySQL

Figura 4: Janela incial do MySQL

Após clicar duas vezes na parte MySQL 55 localizada na parte Server Administration, aparecerá uma janela para se logar, veja na figura 5:

Janela para logar no MySQL Server Administration

Figura 5: Janela para logar no MySQL Server Administration

Após este passo você entrará na parte administrativa, mas apenas vamos startar o serviço para que seja possível a entrada na parte de desenvolver, veja abaixo a figura 6:

Janela, Admin do MySQL

Figura 6: Janela, Admin do MySQL

Verifique que há na parte esquerda da tela uma lista de opções. Clique em Startup/Shutdown, em seguida clique no botão Start Server e aguarde, como mostra a figura 7:

Iniciando o service do MySQL

Figura 7: Iniciando o service do MySQL

Após alguns instantes, o serviço estará iniciado, veja na figura 8:

Serviço iniciado do MySQL

Figura 8: Serviço iniciado do MySQL

Após este processo feche a janela administrativa e retorne à janela inicial do MySQL, de acordo com a figura 9:

Janela inicial do MySQL

Figura 9: Janela inicial do MySQL

Novamente clique duas vezes na instância, localizada na parte SQL Development da janela inicial do MySQL. Mais uma vez a janela de login aparecerá (figura 5), coloque a senha e entre no ambiente de desenvolvimento

Finalmente será aberta a janela de desenvolvimento do MySQL, como pode ser visualizado, melhorou e muito o aspecto visual, como mostra a figura 10:

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03/10/2012 15:22:00





Artigo - Instalação do WampServer

Para desevnolver aplicações utilizando PHP geralmente se utiliza três ferramentas básicas: o compilador da linguagem, um servidor e um banco de dados que geralmente é o MySQL (principalmente para quem está começando). Assim, para se preparar o ambiente de trabalho seriam necessários pelo menos três downloads e instalações.

Para facilitar essa preparação inicial, existem "pacotes" que incluem essas e outras ferramentas em um único instalador, entre eles estão o Xampp, Wamp, Vertrigo, entre outros. Nesse artigo será ensinado como instalar o Wamp Server, um dos "ambientes" mais utilizados por programadores PHP.

O WampServer é um pacotão completo, nele obtemos: Apache 2.2.22, MySQL 5.5.24, PHP 5.3.13 e o PHPMyAdmin 3.4.10.1. Vamos iniciar, entrando no site oficial do WampServer: http://www.wampserver.com/.

Lembrando que ele é totalmente gratuito. Após acessar o link citado acima, você estará no site oficial do WampServer para fazer o download, veja a figura 1 abaixo:

Página inicial do site oficial do WampServer

Figura 1:Página inicial do site oficial do WampServer

Após o acesso, note que a pagina é bastante extensa, utilizando a barra de rolagem a sua direita, verifique algumas opções para download, como mostra a figura 2:

Parte da pagina, mostrando as opções de downloads

Figura 2: Parte da pagina, mostrando as opções de downloads

Após a escolha de acordo com as configurações do seu S.O e baixar o WampServer, execute o instalador de acordo com a figura 3:

Janela de boas vindas do instalador

Figura 3: Janela de boas vindas do instalador

Após clicar em NEXT, aparecerá uma janela informando os termos de licença de uso do programa, veja na figura 4 abaixo:

Janela sobre os termos de licença de uso

Figura 4: Janela sobre os termos de licença de uso

Marque a primeira opção “I ACCEPT THE AGREEMENT” e clique em NEXT para dar continuidade ao processo de instalação, em seguida aparecerá mais uma janela do assistente informando o local de instalação do WampServer. Por padrão fica em “C:\wamp”, caso seja de sua escolha pode haver uma mudança, mas no nosso caso deixaremos da forma padrão, como mostra a figura 5:

Definindo o local de instalação do WampServer

Figura 5: Definindo o local de instalação do WampServer

Mais uma vez clique em NEXT, a próxima janela do assistente é para a criação de ícones de acesso, cabe ao próprio usuário a escolha deste passo, segue abaixo a figura 6 demonstrando:

Criação de icons de acesso do WampServer

Figura 6: Criação de icons de acesso do WampServer

Após a escolha sobre a criação dos ícones de acesso, clique em NEXT, uma nova janela do assistente aparecerá, READY TO INSTALL que significa “pronto para instalar”, clique em INSTALL para iniciar o processo, veja na figura 7:

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25/09/2012 17:55:00





Artigo - Instalando e configurando a nova versão do MySQL

Neste artigo será apresentado o processo de instalação da nova versão do MySQL, um dos bancos de dados gratuitos mais utilizados da atualidade.

Primeiramente vamos acesso o site oficial do MySQL, através do seguinte link: http://www.mysql.com/

Site oficial do MySQL

Figura 1: Site oficial do MySQL

Após o acesso a página, clique na aba DOWNLOADS(GA), para ter acesso a uma outra página, como mostra a figura 2:

Site oficial do MySQL mostrando a opção de download

Figura 2: Site oficial do MySQL mostrando a opção de download

Clique no botão DOWNLOAD, como está sendo mostrado na figura 2, em seguida aguarde ser redirecionado para outro passo, como mostra a figura 3:

Site oficial do MySQL mostrando o botão de download

Figura 3: Site oficial do MySQL mostrando o botão de download

Após o clique no botão DOWNLOAD mostrado na figura 3, aparecerá uma nova janela, caso não tenha se cadastrado no site do MySQL não será possível fazer o download do mesmo, veja na figura 4 a janela que aparecerá em seguida:

Site oficial do MySQL, fazer login ou cadastro

Figura 4: Site oficial do MySQL, fazer login ou cadastro

Como mostrado na figura 4, a primeira opção (esquerda) é para quem já é cadastrado no site, a segunda opção (direita) é para fazer um novo cadastro. Não se preocupem o processo é rápido e fácil, basta clicar em PROCEED e uma nova janela surgirá, no caso apresentado na figura 5:

Site oficial do MySQL, cadastro de novos usuários

Figura 5: Site oficial do MySQL, cadastro de novos usuários

Depois deste processo faça o download, geralmente, dependendo da sua conexão com a internet pode demorar alguns minutos.

Depois de baixar o arquivo de instalação do MySQL, vamos iniciar o processo de instalação. Dê um duplo clique no arquivo, e aparecerá uma nova janela, como mostra a figura 6:

Windows Configurando o MySQL Installer

Figura 6: Windows Configurando o MySQL Installer

O processo acima dependendo da configuração do seu computador pode demorar alguns minutos, e aparecerá sempre uma janela muito comum no Windows Seven e Windows Vista, sempre permita a execução dos arquivos na nossa instalação.

Finalmente chegamos a tela de boas vindas da instalação do MySQL, apresentada na figura 7:

Janela de boas vindas da instalação do MySQL

Figura 7: Janela de boas vindas da instalação do MySQL

Sobre a figura 7, temos três opções, sendo que uma delas é para instalação, vamos seguir adiante clicando em INSTALL MYSQL PRODUCTS, aparecerá a tela de acordo de licença do produto, apresentada na figura 8:

Janela de acordo de licença do produto

Figura 8: Janela de acordo de licença do produto

Sobre a janela acima, clique em I ACCEPT THE LICENSE TERMS e clique em NEXT, e a janela para atualizar ou encontrar produtos recentes aparecerá, como mostra a figura 9:

Janela para atualizar encontrar os produtos mais recentes

Figura 9: Janela para atualizar encontrar os produtos mais recentes

Na figura 9, temos as seguintes opções:

  • Conectar a internet;
  • Buscar informações de atualização de produto.

Estas duas opções servem para o momento da instalação, o próprio instalador do MySQL verifica se há versões mais recentes do produto, caso não ache necessário esta opção, simplesmente marque SKIP THE CHECK FOR UPDATES, ou se preferir, clique no botão EXECUTE.

Após clicar no botão EXECUTE aparecerá uma nova janela, com essa devemos ter um cer

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18/09/2012 19:50:00





Artigo - Instalando e configurando o Virtual PC

O Microsoft Virtual PC é um dos principais aplicativos de virtualização grátis da atualidade. Existem outros no mercado como: VirtualBox e VMWare Workstation, mas o Virtual PC chega a ter melhor desempenho ao executar produtos Microsoft.

Instalação

Nosso primeiro passo é acessar o site oficial do Microsoft Virtual PC. A partir de seu navegador acesse o endereço: http://www.microsoft.com/windows/virtual-pc/, como mostra a figura 1:

Página oficial do Microsoft Virtual PC

Figura 1: Página oficial do Microsoft Virtual PC

Em seguida procure a opção de download, baixe o aplicativo e aguarde alguns minutos até concluir esta etapa.

Após concluir o download, execute o arquivo baixado, dando início ao processo de instalação do Virtual PC, como mostra a figura 2:

Janela de boas vindas da instalação do Virtual PC

Figura 2: Janela de boas vindas da instalação do Virtual PC

Após aparecer essa janela de boas vindas da instalação, clique em NEXT para dar continuidade ao processo de instalação, em seguida aparecerá uma nova janela, como mostra a figura 3:

Janela informando sobre os termos de licença

Figura 3: Janela informando sobre os termos de licença

A janela acima é bastante conhecida, apesar de muitas pessoas não darem muita atenção a ela, deve-se tomar cuidado com os termos apresentados por certos produtos. Continuando nosso processo, marque a opção I ACCEPT THE TERMS IN THE LICENSE AGREEMENT e novamente clique em NEXT.

Após clicar em NEXT uma nova janela surgirá (CUSTOMER INFORMATION), nele devemos colocar USERNAME, ORGANIZATION e marcar uma opção, caso seja necessário sobre quem deve e quem não deve executar (no caso de existem vários usuários na maquina), veja na figura 4:

Janela CUSTOMER INFORMATION

Figura 4: Janela CUSTOMER INFORMATION

Depois de preencher os campos, clique em NEXT mais uma vez para iniciar a instalação propriamente dita, quando aparecerá mais uma janela: READY TO INSTALL THE PROGRAM, como mostra a figura 5:

Janela para iniciar o processo de instalação do Virtual PC

Figura 5: Janela para iniciar o processo de instalação do Virtual PC

Depois destes passos finalmente inicia-se a instalação em si. Clique em INSTALL e aguarde alguns segundos, como mostra a figura 7:

Processo de instalação em andamento

Figura 6: Processo de instalação em andamento

E para concluir, aparecerá uma janela de “instalação completa”, como mostra a figura 8:

Janela de finalização da instalação do Virtual PC

Figura 7: Janela de finalização da instalação do Virtual PC

Finalmente instalamos o Virtual PC, depois deste processo bem simples, vamos dar inicio as configurações, que também são bem fáceis de entender e praticar.

Para começar, siga os passos: clique no botão INICIAR, e note que o ícone do Virtual PC e

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13/09/2012 14:43:00





Artigo - Estruturas de controle no PHP

Um dos passos mais importante para se aprender a programar além de estudar, é ter uma base bem solidificada em cada assunto inerente a linguagem de programação em que se deseja realmente programar, iremos neste artigo falar especificamente sobre: IF, SWITCH, WHILE, DO..WHILE, FOR EACH além de outros comandos que fazem parte da estrutura de controle no PHP.

A estrutura de controle no PHP é divida em duas partes: comandos de seleção e comandos de repetição, veja abaixo, com mais detalhe essa divisão e seus respectivos comandos:

Comandos de seleção: são também conhecidos como comandos condicionais, neles é possível executar comandos ou bloco de comandos com base em testes feitos durante a execução, o comandos são: IF e SWITCH.

Comandos de Repetição: São comandos utilizados para que um conjunto de instruções seja executado repetidamente por um determinado número de vezes ou até que uma condição seja atingida, os comandos são: WHILE, DO..WHILE, FOR e FOR EACH.

IF - ELSE

Para darmos inicio vamos mostrar um exemplo, como mostra a listagem 1:

Listagem 1: Exemplo de uma estrutura IF básica


  <?php
        if ($AA == $BB){
            comando1;
            comando2;
        }
        ?>

Um dos comandos mais fáceis de entender entre os que serão apresentados, com certeza é o IF, com ou sem o ELSE, o que ele faz? Ele verifica a condição e executa o comando indicado se o valor for TRUE (valor diferente de zero). Veja abaixo o exemplo:

Listagem 2: Exemplo de estrutura utilizando IF-ELSE


<?php
            if (expressão) {
                comandos;
            } else {
                comandos;
            }
?> 

Vejamos um exemplo prático em que podemos utilizar uma estrutura de controle de seleção, na listagem 3:

Listagem 3: Exemplo prático de estrutura utilizando IF-ELSE.


<!DOCTYPE html>
<html>
    <head>
        <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8">
        <title></title>
    </head>
    <body>
        <?php
            $nota1 = 5;
            $nota2 = 5;
            
            $notaTotal = ($nota1 + $nota2) / 2;
            
            if ($notaTotal < 6){
                echo ("Aluno Reprovado");
            } else {
                echo "Aluno Aprovado";
            }
        ?>
    </body>
</html>

Usamos um exemplo bem simples e fácil de entender, nele contem código HTML para ser visualizado no seu navegador.

SWITCH

De modo simples podemos comparar uma variável com diversos valores, por exemplo, um usuário digita algo e o programa informa o que foi digitado, quando o mesmo é declarado no programa. Veja abaixo o exemplo:

Listagem 4: Exemplo de uma estrutura SWITCH.


<?php
            switch (expressão){
                case num1:
                    comandos;
                    break;
                case num2:
                    comandos;
                    break;
                case num3:
                    comandos;
                    break;
                case num4:
                    comandos;
                    break;
            }
        ?>

Vejamos um exemplo prático de utilização do SWITCH:

Listagem 5: Exemplo utilizando o SWITCH


<!DOCTYPE html>
<html>
    
...
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11/09/2012 10:52:00





Artigo - Operadores lógicos, aritméticos e de atribuição do PHP

Operadores Aritmeticos

Operadores aritméticos são aqueles que estudamos na escola, aquelas funções básicas de somar, subtrair, multiplicar, dividir e etc.

Neste caso se os operandos são números(INTEGER e FLOAT) podem ser usados normalmente, se forem de outro tipo, seus valores serão convertidos antes da realização da operação. Com estes operadores podemos fazer qualquer operação matemática com tipo de dados numéricos, veja abaixo, os operadores aritméticos no PHP são:

  • adição (+)
  • subtração (-)
  • multiplicação (*)
  • divisão (/)
  • módulo - resto da divisão - (%)

O PHP também possui outros operadores aritméticos que trabalham apenas com um operando, são os chamados operadores unários e que servem para: trocar sinais, incrementar ou decrementar valor. Veja abaixo os exemplos:

  • -operando: troca o sinal do operando.
  • ++operando: conhecido como pré-incremento, primeiro incrementa depois realiza a operação.
  • --operando: conhecido como pré-decremento, primeiro decrementa depois realiza a operação.
  • operando++: conhecido como pós-incremento, primeiro faz a operação depois incrementa.
  • operando--: conhecido como pós-decremento, primeiro faz a operação depois decrementa.

Vamos mostrar um exemplo simples, para ser mostrado no seu navegador, como mostra a listagem 1:

Listagem 1:Exemplo de operadores aritmeticos

<!DOCTYPE html>
<html>
    <head>
        <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8">
        <title></title>
    </head>
    <body>
        <?php
            $num1 = 2;
            $num2 = 4;
            $num3 = 6;
            
            $resposta1 = ++$num2 - $num1;
            $resposta2 = $num3-- + $num1;
            $resposta3 = --$num1 + $num3;
            
            echo "num1 = $num1<br> num2 = $num2<br> num3 = $num3<b><br>";
            echo "resposta1 = $resposta1<br> resposta2 = $resposta2<br> resposta3 = $resposta3<br>";
            
        ?>
    </body>
</html>

Depois de executar o código o resultado será mostrado na figura 1:

Resultado do codigo de operadores aritméticos

Figura 1:Resultado do codigo de operadores aritméticos

No caso acima apresentamos os operadores aritméticos assim como as operações que incrementam e decrementam de forma simples.

Operadores de atribuição

No caso de operadores de atribuição, o PHP fornece um operador básico e diversos derivados, estes sempre retornam um valor atribuído. Nos operadores derivados de atribuição, a operação é feita entre os dois operandos, sendo atribuído o resultado ao primeiro. Veja abaixo os operadores de atribuição:

  • (=) atribuição simples
  • (+=) atribuição com adição
  • (-=) atribuição com subtração
  • (*=) atribuição com multiplicação
  • (/=) atribuição com divisão
  • (%*) atribuição com modulo
  • (.=) atribuição com concatenação

Vejamos um exemplo na listagem 2:

Listagem 2:Exemplo de operador de atribuição

<!DOCTYPE html>
<html>
    <head>
        <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8">
        <title></title>
    </hea
...
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05/09/2012 07:58:00





Artigo - Tipos de dados do PHP

Para que possamos dar maior ênfase ao assunto foco deste artigo, não levaremos em consideração nenhuma ferramenta específica para edição e criação de arquivos PHP, iremos focar somente na linguagem.

Antes de mais nada, vamos dar inicio com um conceito bem básico sobre a linguage,, a delimitação do código, como mostra a listagem 1. Conhecer esta sintaxe é de fundamental importância para aqueles que estão começando a trabalhar com PHP.

Listagem 1:Delimitadores de código PHP

<?php
    codigo php
?>

<script language="php">
    codigo php
</script>

<?
    codigo php
?>

<%
    codigo php
%>

Como se pode ver no código acima, existem várias formas de executar um código PHP em uma página HTML, a mais utilizada é terceira que nada mais é que a abreviação da primeira, porém, para poder utiliza-lo é necessário habilitar a opção SHORT TAGS na configuração do próprio PHP. Eu particularmente uso a primeira opção, pois se torna mais legível e mais fácil de entender, principalmente para quem está começando. Com relação ao ultimo tipo, ele serve para facilitar o uso por programadores acostumados com a sintaxe ASP, neste caso também é necessário habilitá-lo no arquivo de configuração do PHP(php.ini).

Outro ponto importante é a utilização do separador de instruções, em outras palavras, o famoso ponto e virgula, como mostra a listagem 2.

Listagem 2:Código PHP com ponto e virgula

<?php
    echo "ola mundo";
?>

Bom, creio que isso seja o suficiente para termos um conceito bem básico sobre a linguagem, vamos iniciar o ponto principal deste artigo, tipos de dados.

O PHP utiliza checagem de tipos dinâmica, em outras palavras, uma variável pode conter valores de diferentes tipos em diferentes momentos da execução do script.

Os tipos de dados suportados por esta linguagem são:

  • Inteiro
  • Ponto flutuante
  • String
  • Array
  • Objeto
  • Booleanos

Inteiros (integer ou long)

Vamos começar a entender o tipo de dado INTEIRO, que no caso do PHP pode ser INTEGER ou LONG. A seguir temos alguns exemplos:

  • 1234 – Inteiro positivo da base decimal.
  • -2345 – Inteiro negativo na base decimal.
  • 0234 – Inteiro na base octal-simbolizado pelo 0# equivale a 156 decimal.
  • 0x34 – Inteiro na base hexadecimal (simbolizado # pelo 0x) – equivale a 52 decimal.

Veja na listagem 3, os exemplos mostrados

acima:

Listagem 3:Exemplos de tipo de dados inteiros

<?php
$tipo = 1234;
$tipo = -2345;
$tipo = 0234;
$tipo = 0x34
...
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28/08/2012 17:22:00





Artigo - Configurando uma máquina virtual no VMWare Workstation

Neste artigo vamos dar ênfase a configuração das funcionalidades de hardwares reconhecidos pela máquina virtual.

Vamos supor que você já tenha montado seu ambiente virtual, não importando qual sistema operacional utilizado, vamos focar apenas no VMWare Workstation.

Vamos então dar início. Primeiramente abra o seu VMWare Workstation (botão INICIAR, TODOS OS PROGRAMAS, VMWARE e WMWARE WORKSTATION), após este processo abrirá o programa, com a seguinte tela inicial, como mostra a figura 1:

Tela inicial do VMWare Workstation

Figura 1:Tela inicial do VMWare Workstation

A figura acima mostra o VMWare em execução, note que temos a configuração da nossa máquina virtual; o sistema operacional, nome, memória, processador, HD virtual e etc.

Vamos ao próximo passo, clique na opção EDIT VIRTUAL MACHINE SETTINGS, como mostra a figura 2:

Tela inicial mostra a opção Edit Virtual Machine Settings

Figura 2: Tela inicial mostra a opção Edit Virtual Machine Settings

Após clicar na opção citada acima, abrirá uma nova janela. Podemos chamar de definições da máquina virtual ou simplesmente virtual machine settings, como mostra a figura 3:

Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção memória

Figura 3: Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção memória

Chegamos à primeira parte em que podemos configurar, no momento desta tela, como pode ser verificado, estamos na opção memória. Podemos simplesmente: aumentar ou diminuir a quantidade de memória utilizada pela máquina virtual, mas isso somente pode ser feito, quando o sistema operacional da VM estiver desligado.

Para fazer a mudança basta arrastar o ponto na opção: MEMORY FOR THIS VIRTUAL MACHINE ou simplesmente digitar a quantidade memória de sua preferência.

Note que as informações são bem claras e ainda o VMWare orienta a quantidade mínima, a recomendável e a máxima que você deve utilizar, ou seja, com relação a esta parte da configuração fica bastante simples, caso seja necessário fazer essas modificações.

Nosso segundo passo é verificar a opção de processadores, na mesma janela clique na opção PROCESSORS, como mostra a figura 4:

Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção processors

Figura 4: Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção processors

Na figura acima, podemos modificar a quantidade de processadores, núecleos do processador, isso vai depender de cada necessidade.

Nosso próximo passo será verificar as opções de HD virtual, na mesma janela clique na opção HARD DISK (SCSI), como mostra a figura 5:

Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção hard disk

Figura 5: Janela Virtual Machine Settings – aba hardware – opção hard disk

Na janela acima são mostrados: tamanho atual (Current size), sistema livre (System free) e tamanho máximo (Maximum size).

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23/08/2012 14:24:00





Artigo - Criando maquinas virtuais com VMWare Workstation

O uso de máquinas virtuais é cada vez mais comum entres os usuários finais, mas isso não significa que ele seja apenas um emulador de máquinas físicas, o mesmo serve para testes de softwares dos mais diversos tipos e sistemas operacionais.

Neste contexto, temos a VMWare, um dos softwares mais tradicionais e completos da atualidade para realizar esse tipo de emulação.

Neste artigo vamos ver um passo a passo de uma criação de uma máquina virtual, não importa qual sistema operacional você deseja criar, ele vai servir para os principais S.O´s do mercado.

No site da VMware (www.vmware.com), você poderá obter várias informações sobre o VMware Workstation e sobre outros produtos da VMware O site exige um cadastro (com e-mail válido) para baixar o VMware Workstation – versão mais atual, você terá acesso ao VMWare por 30 dias.

Após a instalação um pouco demorada, mas simples, você deverá inserir o número serial recebido em seu e-mail cadastrado na VMware. Depois clique em ENTER para confirmar, como mostra a figura 1, A instalação estará completa e você deverá reiniciar seu computador.

Janela de ativação do VMWare Workstation

Figura 1: Janela de ativação do VMWare Workstation

Após reiniciar o micro, abra o VMWare Workstation, no menu INICIAR, TODOS OS PROGRAMAS, VMWARE, logo após abrirá o janela inicial do programa, como mostra a figura 2:

Janela inicial do VMWare Workstation

Figura 2: Janela inicial do VMWare Workstation

O VMWare apresenta três opções:

New Virtual Machine: Criação de novas máquinas virtuais.

New Team: Permite reunir varias máquinas virtuais para criação de redes virtuais entre elas.

Open Existing VM or Team: abre máquinas virtuais já feitas.

Agora vamos dar início ao processo de criação da máquina virtual, siga os passos.

Clique na opção NEW VIRTUAL MACHINE, em seguida aparecerá uma nova janela, como mostra a figura 3:

Janela de definição da configuração

Figura 3: Janela de definição da configuração

Na janela acima temos duas opções, TYPICAL(típica) e CUSTOM(personalizada), vamos escolher a segunda opção, pois teremos configurações bem definidas para nossa necessidade.

Em seguida clique em NEXT, mais uma janela aparecerá, como mostra a figura 4:

Janela de compatibilidade do VMWare

Figura 4: Janela de compatibilidade do VMWare

Na janela acima deve-se tomar bastante cuidado. No nosso caso, como é nossa primeira maquina virtual devemos deixar na opção de WORKSTATION 6.5-7.0, essa é a versão que estamos trabalhando no momento, mas caso já tenha máquinas virtuais com versões anteriores do VMWare, muito cuidado com esta opção.

Clique em NEXT para continuar, uma nova janela surgirá, como mostra a figura 5:

Escolha do local onde está o sistema operacional

Figura 5: Escolha do local onde está o sistema operacional

Na figura acima temos três opções: instalar a máquina virtual com um disco no seu driver de cd/dvd, instalar com uma imagem de disco (iso), ou apenas criar um hd em branco, para depois utilizá-lo.

Clique em NEXT, a nossa próxima janela é bem simples de entender, veja a abaixo a figura 6:

...
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21/08/2012 14:06:00





Artigo - Conhecendo um pouco sobre o Management Studio no SQL Server 2008

Com o passar das versões do SQL Server, o que pudemos notar foi uma melhoria bastante considerável em termos administrativos, com isso o SQL Server 2008 é uma das melhores ferramentas de administração de dados do mercado, não deixando a desejar em nada para outras tecnologias.

Vamos supor que você fez uma instalação completa do seu SQL Server, então temos as seguintes opções:

Import And Export Data

SQL Server Business Intelligence Studio

SQL Server Management Studio

Analysis Services

  • Deployment Wizard

Configuration Tools

  • Reporting Services Configuration Manager
  • SQL Server Configuration Manager
  • SQL Server Error And Usage Reporting
  • SQL Server Installation Center

Documentation And Tutorials

  • Microsoft SQL Server Samples Online
  • SQL Server Books Online
  • SQL Server Tutorials

Integration Services

  • Data Profile Viewer
  • Execute Package Utility

Performance Tools

  • Database Engine Tuning Advisor
  • SQL Server Profiler

A intenção deste artigo não é mostrar todos com detalhes, mas mostrar uma grande variedade de ferramentas úteis para seu servidor de banco de dados. No caso do nosso artigo, vamos dar ênfase ao SQL Server Management Studio, pois esta ferramenta é mais utilizada em termos de administração de dados.

Vamos iniciar o SQL Server Management Studio, vá até o menu INICIAR, TODOS OS PROGRAMAS, MICROSOFT SQL SERVER 2008 e clique em SQL SERVER MANAGEMENT STUDIO, como mostra a figura 1:

Janela inicial do SQL Server Management Studio

Figura 1: Janela inicial do SQL Server Management Studio

Vamos começar a entender um pouco sobre essa ferramenta. Clique em CONNECT, aguarde poucos segundos para realmente você entrar no Management Studio, como mostra a figura 2:

Janela do SQL Server Managemente Studio conectado

Figura 2: Janela do SQL Server Managemente Studio conectado

Vamos ao passo seguinte, acima da opção OBJECT EXPLORER, existe um botão chamado de NEW QUERY, clique nele para abrir u

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17/08/2012 15:55:00





Artigo - Modificando a instalação do SQL Server 2008

Primeiramente, coloque o cd do SQL Server 2008 no drive ou caso você tenha os arquivos na sua maquina, clique duas vezes no arquivo com nome de “setup”, como mostra a figura 1:

Arquivos do SQL Server 2008

Figura 1: Arquivos do SQL Server 2008

Em seguida aparecerá a janela do SQL Server Installation Center, como mostra a figura 2:

Janela do SQL Server Installation Cente

Figura 2: Janela do SQL Server Installation Cente

Antes de iniciarmos vamos comentar um pouco sobre as opções dessa janela:


Planning: Fornece links para planejar documentação e ferramentas de planejamentos uteis.

Installation: Contém opções para instalar instâncias do SQL Server, atualizar a partir de versões anteriores e adicionar recursos.

Maintenance: Contém opções para atualizar sua edição de SQL Server, reparar sua instalação e remover nós de cluster.

Tools: Contém opções para verificar a configuração do sistema antes da instalação, relatar a configuração atual dos produtos SQL Server e atualizar pacotes de Integration Services.

Resources: Fornece links para documentação adicional que pode ser útil.

Advanced: Contem uma opção para instalar o SQL Server usando um arquivo de configuração, assim como opções de cluster avançadas.

Options: Permite especificar o diretório-raiz da mídia de SQL Server , como seria necessário se você quisesse instalar a partir de uma pasta compartilhada.

O que nós podemos fazer com o SQL Server Installation Center?

Podemos atualizar o SQL Server a partir da versão 2000.

Determinar os requisitos de: hardware e software para a versão 2008.

Atualizar a edição do SQL Server 2008

Para modificar sua instalação do SQL Server 2008, vá até a opção INSTALLATION e em seguida NEW INSTALLATION OR ADD FEATURES TO AN EXISTING INSTALLATION, como mostra a figura 3:

Janela do SQL Server Installation Center mostrando as opções em destaque

Figura 3: Janela do SQL Server Installation Center mostrando as opções em destaque

Depois de clicar na opção informada acima, aparecerá uma nova janela SETUP SUPPORT RULES, nela é verificada a maquina onde o SQL Server será instalado ou modificado, como mostra a figura 4:

Janela Setup Support Rules

Figura 4: Janela Setup Support Rules

Depois deste passo (janela), clique em OK, aguarde alguns segundos e aparecerá uma nova janela SETUP SUPPORT FILES, como mostra a figura 5:

Janela Setup Support Files

Figura 5: Janela Setup Support File

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16/08/2012 10:32:00





Artigo - Operações com conjuntos no SQL Server

Operações de conjuntos são operações entre dois ou mais conjuntos de entrada (SELECT), ou seja, uma seleção para juntar ou comparar esses conjuntos (tabelas ou campos).

A T-SQL dá suporte aos três conjuntos: UNION (união), INTERSECT (interseção) e EXCEPT (exceção), os dois últimos foram introduzidos a partir do SQL Server 2005.

Veja o modelo da operação de conjuntos como mostra a Listagem 1:

Listagem 1:Modelo de operação de conjuntos

SELEÇÃO1 (SELECT)
<OPERAÇÃO_DE_CONJUNTO>
SELEÇÃO2 (SELECT)
[ORDER BY...] 

Operações de conjuntos UNION

Vamos pensar de acordo com a teoria dos conjuntos, aquele que estudamos na escola. Vamos imaginar os conjuntos A e B, o que a operação UNION faz? Vomo o próprio nome diz, a união desses dois conjuntos, no nosso caso, a união das informações entre duas tabelas. Na T-SQL há suporte a dois tipos de união: UNION ALL e UNION, este ultimo com DISTINCT implícito.

Vamos dar inicio a parte prática do nosso artigo, vou utilizar um banco chamado EXEMPLO_SCHEMA e fazer o seguinte SELECT (UNION ALL), como mostra a Listagem 2:

Listagem 2: Código utilizando o UNION ALL

SELECT COD, NOME  FROM CONTABILIDADE
UNION ALL
SELECT COD, NOME FROM FUNCIONARIO.CONTABILIDADE 

Veja o resultado do UNION ALL, como mostra a Figura 1:

Resultado da utilização do UNION ALL

Figura 1: Resultado da utilização do UNION ALL

O UNION ALL retorna todas as linhas sem comparar e sem eliminar duplicatas, ou seja, simplesmente puxa todas as informações do select.

Agora vam

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07/08/2012 11:51:00





Artigo - Criando um cubo no Analysis Services

O que é um Data Warehouse?

“Um data warehouse ou armazém de dados, ou ainda depósito de dados, é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.”
Wikipedia.

Primeiramente, gostaria de informar, que eu não sou nenhum especialista em B.I.

Nosso primeiro passo será abrir o Microsoft Visual Studio 2008, como mostra a Figura 1:

Janela do Visual Studio 2008

Figura 1: Janela do Visual Studio 2008

Como o Visual Studio aberto, clique em FILE, NEW e clique em PROJECT, como mostra a Figura 2:

Janela do Visual Studio 2008 iniciando a criação de um projeto

Figura 2: Janela do Visual Studio 2008 iniciando a criação de um projeto

Em seguida, aparecerá uma janela para você dar inicio a criação do seu projeto, como mostra a Figura 3:

Janela para criação do projeto

Figura 3: Janela para criação do projeto

Na parte superior da Figura 3, escolha a opção Analysis Services Project, na opção NAME, no meu caso, vou definir como DW_MEGASTORE, em seguida clique em OK e pronto.

Depois de clicar em OK, veja o SOLUTION EXPLORER com as pastas do seu projeto, como mostra a Figura 4:

Janela do Visual Studio mostrando parte do projeto

Figura 4: Janela do Visual Studio mostrando parte do projeto

Agora, na próxima etapa vamos criar um DATA SOURCES (criar uma conexão), clique com o botão direito do mouse sobre a pasta, clique em NEW DATA SOURCE..., em seguida aparecerá uma janela (assistente) como mostra a figura 5:

Assistente de criação do DATA SOURCE

Figura 5: Assistente de criação do DATA SOURCE

Em seguida clique em NEXT como mostra a Figura 5, após clicar no botão NEXT, aparecerá uma nova janela, como mostra a Figura 6:

Criação de um novo DATA SOURCE

Figura 6: Criação de um novo DATA SOURCE

Clique em NEW, em seguida aparecerá uma nova janela para a criação um novo DATA SOURCE (conexão), como mostra a Figura 7:

Janela CONECTION MANAGER

Figura 7: Janela CONECTION MANAGER

Na Figura 7, note que a opção SERVER NAME é o nome da instância, abaixo, o nome do banco que você irá trabalhar, em seguida clique em OK, ele retornará a Figura 6, clique em NEXT, após estes passos, aparecerá mais uma janela, como mostra a Figura 8:

janela para especificar qual usuário vai conectar

Figura 8: Janela para especificar qual usuário vai conectar

No nosso caso, vamos utilizar a opção USE THE SERVICE ACCOUNT (conta do serviço do Analysis Services), clique em NEXT e aparecerá uma nova janela como mostra a Figura 9:

Janela para definir o nome para o DATA SOURCE

Figura 9: Janela para definir o nome para o DATA SOURCE

Para finalizar a parte sobre a criação do DATA SOURCE, a Figura 9 mostra os parâmetros de conexão e acima você define um nome para ele, no nosso caso vou deixar como está, para concluir esta parte, clique em FINISH.

Agora vamos criar um DATA SOURCE VIEW, ou seja, criar uma visualização em cima do DATE WAREHOUSE, na SOLUTION EXPLORER, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta DATA SOURCE VIEW, em seguida clique em NEW DATA SOURCE VIEW, como mostra a Figura 10:

SOLUTION EXPLORER, criando um DATA SOURCE VIEW

Figura 10: SOLUTION EXPLORER, criando um DATA SOURCE VIEW

Em seguida aparecerá um assistente para dar inicio ao processo de criação do DATA SOURCE VIEW, como mostra a Figura 11:

Assistente para iniciar a criar um DATA SOURCE VIEW

Como mostra a Figura 11, clique em NEXT para dar continuidade ao processo de criação do DATA SOURCE VIEW, logo após clicar no botão NEXT, uma nova janela surgirá, como mostra a Figura 12:

Selecionando um DATA SOURCE

Figura 12: Selecionando um DATA SOURCE

Depois da escolha do DATA SOURCE (DW_MEGASTORE), clique em NEXT, após esse processo aparecerá uma nova janela, como mostra a Figura 13:

Janela para escolha das tabelas que voçê irá trabalhar

Figura 13: Janela para escolha das tabelas que voçê irá trabalhar

No nosso caso em especifico, vamos adicionar todas as tabelas, mas não são todos projetos que

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01/08/2012 14:23:00





Artigo - Data e hora no SQL Server 2008

Sabemos que trabalhar com data e hora no SQL Server não é tão simples quanto parece, iremos ver neste artigo como trabalhar com estes tipos de dados e em seguida abordaremos funções relacionadas a data e hora.

Antes do SQL Server 2008, o SQL Server apenas dava suporte a dois tipos de dados relacionados a data e a hora: DATETIME e SMALLDATETIME, os mesmo trabalham com data e hora em conjunto, com o surgimento do SQL Server 2008 temos os tipos de dados: DATE e TIME separados, DATETIME2 que tem um intervalo de dados maior e uma precisão melhor que DATETIME e DATETIMEOFFSET, este ultimo tem um componente de fuso horário. Veja abaixo com mais detalhes uma tabela informativa dos tipos de dados de data e hora:

Tipos de dados Armazenamento (Bytes) Intervalo de datas Precisão Formato de entrada recomendado e exemplo
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13/07/2012 14:47:00





Artigo - Banco de dados dedutivo

Um banco de dados dedutivo é capaz de definir regras (dedutivas) que permitem derivar dados a partir das relações básicas, podendo deduzir ou inferir informação adicional à partir de fatos que estão armazenados.

Existem um grande numero de pesquisas com relação ao banco de dados dedutivo, mas não são muito utilizados no desenvolvimento de aplicações do mundo real, infelizmente podemos dizer que é uma tecnologia mais teórica do que pratica.

O que é um banco de dados dedutivo?

É um sistema de banco de dados que inclui capacidades para definir regras que possam deduzir ou inferir informações adicionais a partir de fatos que estão armazenados no banco de dados.

Conceitos

  • Linguagem declarativa: define os objetivos do programa
  • Máquina de Inferência: deduz novos fatos a partir de interpretações das regras no banco de dados

O banco de dados dedutivo pode ser dividido em duas partes:

  • Banco de Dados Extensional (BDE): formado pelo conjunto de fatos básicos, contidos nas relações base, que forma explicitamente inseridos.
  • Banco de Dados Intensional (BDI): formado pelas informações contidas nas relações derivadas, deduzidas pela aplicação das regras dedutivas sobre o BDE.

Especificações

Fatos

São especificados de forma similar às relações, exceto pelos atributos que não precisam ser especificados

Regras

São similares às visões das relações. Elas especificam relações virtuais que não são atualmente armazenadas mas podem ser formadas por fatos aplicando mecanismos de inferência baseados nas especificações das regras.

Interpretação de regras

Define uma interpretação exata que pode não coincidir com a interpretação teórica.

É um pro

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21/06/2012 16:52:00





Artigo - Entendendo sobre banco de dados temporais

Como o próprio nome informa, banco de dados temporal está relacionado ao tempo, oferecem a possibilidade de armazenar informações históricas a respeito de um determinado objeto que nele está sendo mantido (EDELWEISS, 1998, TANSEL, 1997).

Os banco de dados relacionais atuais (alguns), apenas são para armazenamento de um instante de tempo dos registros nele guardados, ou seja, apenas armazenam informações do estado presente do registro.

Para que serve o banco de dados Temporal?

Para a maioria dos sistemas comerciais isso não é importante, mas podemos citar áreas em que este conceito é extremamente valido:

  • Área médica: Quadro clinico de pacientes, diagnósticos, histórico do paciente.
  • Área empresarial: Tomadas de decisão, planejamento de orçamentos.
  • Sistemas de informação geográfica: Crescimento demográfico, desmatamento.
  • Controle acadêmico: Alunos graduados, histórico.
  • Sistema de reservas: Empresas aéreas, hotéis.
As principais diferenças entre banco de dados Convencional e banco de dados Temporal são as seguintes:

Banco de dados Convencional:

  • Representação do estado presente de um dado
  • Gerenciamento temporal a cargo da aplicação

Banco de dados Temporal:

  • Representação dos estados passados, presente e futuros de dado
  • Gerenciamento temporal é controlado pelo banco de dados.

Para entender melhor ainda vamos ver os seguintes pontos:

  • Tipo de tempo
  • Ordem do tempo
  • Rótulos temporais

Tipos de Tempo

Classificação: Instantâneo, transação, validade, bitemporal.

Tempo Instantâneo:

Característico do banco de dados convencional, registra apenas o dado valido no momento atual, veja a figura 1:

Demonstração do tempo instantâneo

Figura 1: Demonstração do tempo instantâneo.

Tempo de uma transação:

Tempo de definição de um dado no banco de dados por uma transação.

  • Tempo fornecido pelo SGBD (timestamp)
  • Características de ...
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14/06/2012 17:47:00





Artigo - O que é um Banco de Dados distribuído?

Um sistema de banco de dados distribuído (BDD) consiste em um relação de nós, cada qual podendo participar na execução de transações que acessam dados em um ou mais nós. Em um sistema de banco de dados distribuído, o banco de dados é armazenadoem diversos computadores (nós). Os computadores, em um sistema distribuído, comunicam-se uns com os outros por intermédio de vários meios de comunicação, tais como: redes de alta velocidade, redes sem fio ou linhas telefônicas, eles não compartilham a memoria principal e o relógio.

A diferença principal entre sistemas de banco de dados centralizados e distribuídos é que no primeiro os dados estão localizados em um único lugar, enquanto que no outro os dados residem em diversos locais. Esta distribuição de dados é motivo de muitas preocupações e dificuldades.

Os processadores em um sistema distribuído podem variar em tamanho e função, podendo incluir microcomputadores, estações de trabalho, minicomputadores e sistemas de computadores de uso em geral. Estes processadores são geralmente chamados de nós, dependendo do contexto no qual eles estejam mencionados. Usa-se principalmente o termo nó (lugar, posição), a fim de enfatizar a distribuição física destes sistemas. Veja o exemplo na Figura 1:

Figura demonstrando o sistema de banco de dados distribuído

Figura 1: Figura demonstrando o sistema de banco de dados distribuído.

Armazenamento Distribuído dos Dados

Uma relação r (ou tabela) possui diversos enfoques para o armazenamento em um banco de dados distribuído (BDD):

  • Replicação: o sistema mantém réplicas idênticas da relação, onde cada réplica é armazenada em sites diferentes, resultando na replicação dos dados
  • Fragmentação: a relação é particionada em vários fragmentos, onde cada fragmento é armazenado em um site diferente
  • Replicação e fragmentação: a relação é particionada em vários segmentos, e o sistema mantém diversas réplicas de cada fragmento

Replicação de dados

A replicação de dados significa que um determinado objeto de dados logico pode possuir diversos representantes armazenados, em nós. O grau de suporte para a replicação é um pre-requisito para atingir o verdadeiro potencial de um sistema distribuído.

Fragmentação de dados

Uma relação é dividida em fragmentos, onde cada fragmento contem informação suficiente para permitir a reconstrução da relação original.

Existem duas for

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08/06/2012 01:01:00





Artigo - Criando agendamento de backup no SQL Server R2

Agendamento de backup é muito útil para o DBA, pois o mesmo deve ter outras questões a resolver com relação ao banco de dados, neste caso ele pode automatizar o processo de backup do banco, o artigo em questão vai demonstrar apenas como faze-lo, mas essa questão deve ser verificado pelo profissional de dados, isso vai depender bastante do ambiente, do banco e do profissional.

Primeiramente verifique se o SQL Server Agent está ativo, caso não esteja em execução execute-o, na pasta JOBS, abaixo do SQL Server Agent, clique com o botão direito do mouse e selecione a opção NEW JOB, como mostra a Figura 1:

OBJECT EXPLORER, mostrando a criação de um NEW JOB

Figura 1: OBJECT EXPLORER, mostrando a criação de um NEW JOB.

Logo após clicar em NEW JOB, aparecerá uma janela para você configurar o processo, como mostra a Figura 2:

Janela de criação de uma NEW JOB

Figura 2: Janela de criação de uma NEW JOB.

Na figura acima, entre apenas com o nome do NEW JOB, neste caso coloquei o nome de Backup Full.

Na janela NEW JOB, na guia General, em Name, escreva o nome qu

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31/05/2012 13:20:00





Artigo - SQL Server Agent

O SQL Server Agent é bastante importante para o profissional que trabalha diretamente com administração de dados usando o SQL Server. O mesmo existe desde a versão do SQL Server 2005.

O SQL Server Agent é o responsável pela automação do SQL Server, trabalhando em cima de processamento de tarefas, executar jobs agendados e alertas. O SQL Server Agent é executado como um serviço do Windows.

Existem muitos benefícios da utilização do SQL Server Agent, dos quais podemos citar:

  • Carga de trabalho administrativa reduzida.
  • O risco reduzido de esquecer certas tarefas.
  • Risco reduzido de erro humano.

Agora vamos acessar alertas, operadores e Jobs, ter uma visão no SQL Server Management Studio, como mostra a figura 1:

Janela Management Studio, OBJECT EXPLORER, mostrando o SQL Server Agent

Figura 1: Janela Management Studio, OBJECT EXPLORER, mostrando o SQL Server Agent.

No caso acima, o SQL Server Agent está parado, para iniciar, clique com o botão direito do mouse sobre o SQL Server Agent e escolha a opção START, como mostra a Figura 2:

Iniciando o SQL Serv ...
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28/05/2012 12:07:00





Artigo - Banco de dados distribuido: Adabas

Um pouco de historia:


  • Primeiro lançamento na década de 70
  • Adabas é um sistema gerenciador de banco de dados produzido pela Software AG
  • Considerado por alguns um dos primeiros SGBD´s comerciais
  • Inicialmente apenas em Mainframes IBM

Informações Técnicas


Adabas é um banco de dados baseado em Listas Invertidas . Ele foi descrito como Não-relacional, mas pode ser comparado como um “Quase Relacional” pelas suas características. Algumas diferenças entre o Adabas e um SGBD tradicional:

  • Arquivos, e não tabelas, como o principais unidades de organização
  • Records, e não células, como menores unidades de organização
  • Campos, e não colunas, como componentes de uma unidade
  • Não baseado no sistema SQL, precisando de um mecanismo de busca externo
  • Dirty Read como modo de operação
  • Suporta “Tabelas Encaixadas”

Suporte a Fragmentação


  • Horizontal, em função de valores de determinadas colunas ( Ex.: Separar dados de acordo com a região: Clientes do RJ, clientes de SP etc)
  • Vertical, em função das colunas mais acessadas em um determinado site
  • Híbrida

Processamento Distribuido de Consulta


  • Suporte ao processamento distribuído de consulta: Quando as consultas não são direcionadas para uma determinadapartição, elas são enviadas para todas as partições e o Adabas Vista se encarrega de agrupar os resultados.

Suporte a acesso a dados de SGBD Heterogêneo


  • Através do Adabas 7.1 para mainframes e do Adabas Transaction Manager para mainframes, é possível sincronizar as transações envolvidas em múltiplos sistemas de banco de dados. ATM 1.2 suporta a sincronização entre Adabas e:DB2, IMS e VSAM.
  • O Adabas pode comunicar-se com outros SGBDs também através do driver ODBC. O driver ODBC executa dentro do contexto da aplicação, na máquina do cliente se necessário. O driver ODBC fornece as funções definidas para o ODBC e converte o pedido de SQL antes de passá-lo para o Kernel.

Considerações finais


Ele provou ser muito bem-sucedido em fornecer o acesso eficiente aos dados e em manter a integridade da base de dados. Adabas é agora usado extensamente nas aplicações que requerem um grande volume de processamento de dados, ou com grandes transações de processamento analítico on-line (OLAP ).

Com isso finalizo este artigo, apenas apresentando informações sobre o banco de dados distribuído Adabas.

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24/05/2012 09:19:00





 

Formado em Analise e Dsenvolvimento de Sistemas pela Estacio-FIC, possui certificação Microsoft Technology Associate (MTA) em banco de dados.
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