Gerenciar ambientes atualmente se tornou um desafio em razão
da complexidade apresentada. Quando trabalhávamos no início da informática no
Brasil, a linguagem de programação era Clipper, o sistema operacional era COM
ou DOS e a plataforma de redes era Novell. Podíamos visitar dezenas de empresas
que encontraríamos sempre os mesmos ambientes.
Hoje em dia, ao questionar ou visitar ambientes de clientes, frequentemente
nos deparamos com os sistemas operacionais Windows e Linux, linguagens de
programação como .NET, Java ou PHP, gerenciadores de banco de dados como SQL
Server, Oracle, Firebird, dentre outros. Conhecer o ambiente do cliente,
portanto, está mais difícil, não sendo à toa que levantamentos de ambiente para
execução de projetos de reestrutura sejam tão comuns.
Agora imagine gerenciar estes ambientes, com dezenas de
produtos diferentes, que vão desde o sistema operacional das estações até
gerenciadores de documentos (GED) e de impressão customizados, além de
aplicações web.
Somado a isto, ainda temos a necessidade e requisito de alta
disponibilidade, não só do sistema operacional, mas de cada parte das
aplicações e serviços individuais de rede.
Complexidade dos ambientes atuais
Quais seriam os problemas que a falta de ferramentas automatizadas
para gerenciamento poderia trazer? Vejamos alguns deles e com certeza
encontrará similaridades com situações já vivenciadas:
·
Paradas de produção não planejadas: Ao não
perceber erros e problemas quando estes começam a ocorrer, deixamos que o
ambiente chegue ao estado crítico de parada do serviço;
·
TI reativa e não proativa: Em ambientes não
gerenciados os problemas são descobertos pelos usuários, quando não conseguem
usar algum recurso, fazendo com que o seu sist
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