Por muitos anos certamente administradores gerenciaram seus servidores e produtos Microsoft utilizando GUI (Graphical User Interface – Interface Gráfica de Usuário), cmd.exe, VBScript e talvez outras tecnologias complementares.
Em função de maior flexibilidade e extensão, a Microsoft vem tentando fazer com que o Microsoft Windows PowerShell seja a ferramenta de gerenciamento de melhor escolha. Para isso, os novos produtos de servidores requerem Windows PowerShell para administração em função da sua facilidade no gerenciamento e na manutenção.
O Microsoft Windows PowerShell é um novo prompt de comando do Windows que comparado ao antigo cmd.exe é muito mais poderoso. É voltado ao uso de scripts para manutenção de sistemas por parte de administradores, oferecendo maior controle do sistema e agilidade na automatização de tarefas como backup, transferência de arquivos, parametrização de aplicações como Microsoft Exchange, entre outras.
Criado em uma estrutura do Framework .NET, o Windows PowerShell ajuda os profissionais de Tecnologia da Informação (TI) e usuários a controlar e automatizar a administração do Sistema Operacional Windows e os aplicativos que são executados no mesmo. É sobre este tema que o conteúdo deste artigo é baseado.
Windows PowerShell Versão 2.0
Até o momento da escrita deste artigo, o Windows PowerShell encontrava-se na versão 2.0, que oferece diversas melhorias, a saber:
1. Comunicação remota: Permite executar comandos em um ou mais computadores remotamente, a partir de um computador que esteja executando o Windows PowerShell;
2. ISE (Integrated Scripting Environment – Ambiente de Script Integrado): Permite executar comandos interativos, editar e depurar scripts em um ambiente gráfico, incluindo ao ambiente sintaxe realçada por cor, depuração gráfica, suporte a Unicode e ajuda contextual do código;
3. Módulos: Permite ao desenvolvedor e ao administrador dividir e organizar o código escrito em Windows PowerShell em unidades reutilizáveis e independentes;
4. Trabalhos em background: Permite a execução de comandos PowerShell em segundo plano, sem interação com o console;
5. Novos cmdlets
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