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Artigo - Redescobrindo o Swing toolkit - Parte 2 - Revista Easy Java Magazine 28

[links] Redescobrindo o Swing Toolkit – Parte 1
[/links] [rotulo] Artigo do tipo Tutorial
Recursos especiais neste artigo:
Artigo no estilo Solução completa. [/rotulo] [lead]Redescobrindo o Swing Toolkit
Este artigo apresenta a continuação do desenvolvimento de um jogo utilizando a tecnologia Swing, que permite a construção de aplicações Desktop em Java. Nesta etapa ensinaremos a implementar a parte visual do jogo, que é composta pelas opções de menu e pelo campo minado.

Em que situação o tema é útil
Este tema é útil para desenvolvedores que precisam oferecer aos usuários aplicações desktop que forneçam uma boa usabilidade em uma interface rica e dinâmica.[/lead]

Na primeira parte do artigo, publicada na edição 20 da Easy Java Magazine, aprendemos os principais conceitos acerca do desenvolvimento de aplicações utilizando o Swing. Vimos que ele trouxe para a plataforma Java recursos de alto nível para a criação de aplicações desktop através de um conjunto de elementos gráficos e comportamentais focados na interação com o usuário.

Na arquitetura proposta pelo Swing, seus componentes possuem duas funções principais: a apresentação do conteúdo (layout da aplicação) e a interação com o usuário (através do seu modelo de eventos).

Nesta segunda parte, daremos continuidade ao nosso estudo através de uma abordagem prática sobre o tema. Teremos a oportunidade de construir uma aplicação exemplo empregando os conceitos vistos no primeiro artigo. Vale ressaltar que a leitura da parte inicial se faz essencial para uma melhor compreensão do conteúdo que será apresentado. Para tornar o estudo mais dinâmico, vamos fugir dos exemplos tradicionais e desenvolveremos um clássico jogo de computador: o Campo Minado.

Por ser um jogo bastante conhecido, esse contato prévio nos oferece uma ideia sobre as características da interface. Dessa forma, poderemos entender como as diferentes partes de uma aplicação Swing se encaixam para oferecer as funcionalidades necessárias ao jogo. Veremos como os conceitos são empregados durante a implementação, como ocorre a organização dos componentes e qual o papel de cada componente Swing na composição da aplicação. Com essa abordagem, o leitor poderá compreender em detalhes o desenvolvimento de aplicativos para desktop com Swing, além de criar um jogo de computador utilizando essa API.

[subtitulo]Preparando o ambiente e o projeto[/subtitulo]

Para o desenvolvimento da aplicação, pode ser utilizada a IDE de sua preferência. Como vimos na primeira parte, o NetBeans oferece um rico suporte ao desenvolvimento de aplicações baseadas em GUI; porém, para esse exemplo, não utilizaremos nenhuma ferramenta gráfica para a construção das telas, apenas o editor de código da IDE Eclipse.

Então vamos iniciar o nosso projeto. Com a IDE aberta, o primeiro passo é criar um projeto Java normal acessando File > New > Java Project (Figura 1). O wizard do Eclipse nos auxiliará nesta etapa, conforme ilustra a

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22/04/2013 00:00:00





Artigo - Redescobrindo o Swing toolkit - Revista easy Java Magazine 20 - Parte 1

A interface do usuário precursora das GUIs foi o interpretador de comandos de texto, também conhecido como “modo-texto”, console de comandos ou shell. Essa interface textual é responsável por capturar os comandos digitados pelo usuário, interpretá-los e imprimir as informações resultantes na tela (ou terminal). Apesar do ambiente textual (não dependente do ambiente gráfico) oferecer vantagens como redução na ocorrência de erros e falhas durante a execução de programas, e diminuição do consumo dos recursos de hardware da máquina, ou seja, deixando a performance do computador mais “leve”, a utilização desse tipo de interface acaba exigindo dos usuários o conhecimento de tais comandos e seus parâmetros, além da sintaxe da linguagem interpretada.

O advento das GUIs permitiu a criação de uma interface que torna amigável a utilização ou interação do usuário com o computador por meio de elementos gráficos. O surgimento desse tipo de interface revolucionou o uso do computador por eliminar a curva de aprendizado (em conhecer uma lista de comandos para fazer o computador desempenhar uma tarefa por mais simples que seja) da interface textual, e, ao invés disso, substituir o uso dos comandos por ícones que executam os mesmos procedimentos.

A grande vantagem das GUIs é justamente proporcionar um aumento significativo na usabilidade de sistemas e programas, difundindo seu uso e reduzindo a curva de aprendizado necessária para utilizá-los, sem restringir seu acesso pela necessidade de um conhecimento específico.

Dentro deste contexto, apresentaremos nesse artigo o estudo da principal API Java para criação de GUIs na plataforma: o Java Swing toolkit. Mesmo não sendo um assunto recente, o conhecimento desta API é fundamental para o programador Java que não deseja ficar limitado a um único ambiente (web, por exemplo). É importante ter em mente que um estudo correto sobre o Swing (assim como sobre qualquer API) possibilita um bom aproveitamento de todo o potencial oferecido pela API.

Assim, o objetivo desse artigo é oferecer ao leitor uma visão geral dessa tecnologia, mostrando os principais componentes, conceitos e arquitetura. Para tanto, vamos explorar detalhes essenciais para a compreensão do modelo oferecido pelas aplicações Swing. Ao final dessa primeira parte, teremos o embasamento necessário para compreender e desenvolver a parte prática.


O que é Swing?
O Swing pertence a um conjunto de tecnologias conhecido como Java SE Desktop. Essas tecnologias convergem para a criação de apl ...
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12/07/2012 18:27:00





 

é programador Java há quase 10 anos e possui a certificação SCJP 6. Atualmente trabalha como desenvolvedor Java na Petrobras com JSF, Spring, Struts, etc. Formado pelo IFRN no curso de Tecnologia em Desenvolvimento de Software, trabalhou na maioria do tempo como desenvolvedor Web. Entusiasta de Web Standards e engenharia de front-end, tem como área de interesse J2EE, Vert.x, Node.js, noSQL, jQuery, Backbone.js, HTML5/CSS3, JavaScript, TDD e métodos ágeis.
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