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Stored functions do PostgreSQL - Revista SQL Magazine 100
Neste artigo, vamos abordar a criação e uso de stored functions em PostgreSQL que retorna um conjunto de registros, uma prática que pode ser muito útil, porém pouco utilizada
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SQL Magazine 100
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Stored functions são métodos de banco de dados contendo um código-fonte programado por alguém, geralmente um programador ou DBA, que ficam guardados no banco de dados e que podem ser chamados, executados e/ou acessados diretamente a partir do banco de dados. Esta funcionalidade está presente em praticamente todos os SGBDs e possui aplicabilidades diversas, como: fazer cálculos específicos, codificar, formatar e decodificar textos, retornar um conjunto de registros, etc.
Tais funções podem retornar vários tipos de dados, simples ou complexos, ou até mesmo podendo retornar um conjunto de registros, como mencionado anteriormente. O conjunto de registros é visualizado em forma de listas de dados, exatamente como é mostrado no resultado de uma consulta SQL, porém também podem ser mostrados dados que não precisam ser derivados de tabelas, como acontece nas consultas SQL.
Neste artigo, vamos abordar a criação e uso de stored functions em PostgreSQL que retorna um conjunto de registros, uma prática que pode ser muito útil, porém pouco utilizada, seja por falta de conhecimento ou experiência ou ainda por ser nativa do banco de dados. Neste artigo iremos demonstrar alguns exemplos que irão facilitar o entendimento das Stored Functions que retornam um conjunto de registros, mas antes é preciso entender como é o escopo de uma stored function no PostgreSQL.
Uma função é formada por um cabeçalho, um escopo principal e um rodapé. Estas partes contêm informações específicas, como: nome, tipo de retorno, declarações de variáveis, o código propriamente dito, o tipo de linguagem utilizada, etc.
O cabeçalho é a parte onde definimos o nome da função, os parâmetros de entrada e o tipo de retorno/saída da função. O nome da função é dado de acordo com a preferência do criador ou desenvolvedor da função. Os parâmetros de entrada, que podem ser: nenhum, um ou vários, e de tipos definidos pelo desenvolvedor, que podem ser utilizadas dentro do escopo principal como constantes (variáveis que possuem um valor definido e que não podem ser alterados). Já o retorno/saída da função delimita que tipo de dado será retornado ao ser executada. Esses tipos podem variar desde tipos primitivos – número, lógico, texto, etc. – a tipos complexos de dados – conjunto de registros, tipos criados, vetores, etc.
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Tais funções podem retornar vários tipos de dados, simples ou complexos, ou até mesmo podendo retornar um conjunto de registros, como mencionado anteriormente. O conjunto de registros é visualizado em forma de listas de dados, exatamente como é mostrado no resultado de uma consulta SQL, porém também podem ser mostrados dados que não precisam ser derivados de tabelas, como acontece nas consultas SQL.
Neste artigo, vamos abordar a criação e uso de stored functions em PostgreSQL que retorna um conjunto de registros, uma prática que pode ser muito útil, porém pouco utilizada, seja por falta de conhecimento ou experiência ou ainda por ser nativa do banco de dados. Neste artigo iremos demonstrar alguns exemplos que irão facilitar o entendimento das Stored Functions que retornam um conjunto de registros, mas antes é preciso entender como é o escopo de uma stored function no PostgreSQL.
Uma função é formada por um cabeçalho, um escopo principal e um rodapé. Estas partes contêm informações específicas, como: nome, tipo de retorno, declarações de variáveis, o código propriamente dito, o tipo de linguagem utilizada, etc.
O cabeçalho é a parte onde definimos o nome da função, os parâmetros de entrada e o tipo de retorno/saída da função. O nome da função é dado de acordo com a preferência do criador ou desenvolvedor da função. Os parâmetros de entrada, que podem ser: nenhum, um ou vários, e de tipos definidos pelo desenvolvedor, que podem ser utilizadas dentro do escopo principal como constantes (variáveis que possuem um valor definido e que não podem ser alterados). Já o retorno/saída da função delimita que tipo de dado será retornado ao ser executada. Esses tipos podem variar desde tipos primitivos – número, lógico, texto, etc. – a tipos complexos de dados – conjunto de registros, tipos criados, vetores, etc.
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Pedro De Hollanda Do Rego Barros Neto
Atua no ramo da informática há mais de 10 anos, é Bacharel em Ciências da Computação e Especialista em Banco de dados, programador Delphi, PHP, Java e C#, trabalha como DBA e programador Web em uma empresa de soluções de tecnologia voltada à educação e possui um blog sobre Android.
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