Trabalhando com microdata no HTML 5 - Revista Mobile Magazine 42

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Neste artigo apresentaremos como trabalhar com microdata no HTML5. Este conhecimento poderá ser utilizado no desenvolvimento de aplicações multiplataforma para dispositivos móveis.

De que se trata o artigo:

Neste artigo apresentaremos como trabalhar com microdata no HTML5. Este conhecimento poderá ser utilizado no desenvolvimento de aplicações multiplataforma para dispositivos móveis.

Em que situação o tema útil:

As informações representadas através de microdata utilizam elementos pertencentes a um vocabulário específico que deve ser referenciado no documento HTML. O vocabulário é a especificação das propriedades utilizadas e qual tipo de informação elas representam.

Ao utilizar este tipo de padrão para descrição de dados, você possibilita que mecanismos de busca entendam estas informações dentro do contexto semântico definido e facilita a outras aplicações reconhecer e importar estes dados de seu site.

Resumo DevMan

O HTML5 é a mais nova versão da linguagem para estruturação e apresentação de conteúdo para a World Wide Web e certamente é uma tecnologia chave da Internet. Em particular, o HTML5 adiciona várias novas funções sintáticas.

Neste cenário, algo bem interessante que podemos utilizar agora é o microdata. Ao utilizar este tipo de padrão para descrição de dados, você possibilita que mecanismos de busca entendam estas informações dentro do contexto semântico definido e facilita a outras aplicações reconhecer e importar estes dados de seu site.

Neste contexto, este artigo apresentará como criar um mapa interativo utilizando jQuey e microdata.

Este artigo foi baseado no texto “Make HTML5 microdata useful, Part 1: Using jQuery on top of microdata” de autoria de Lin Clark.

O HTML5 é a mais nova versão da linguagem para estruturação e apresentação de conteúdo para a World Wide Web e certamente é uma tecnologia chave da Internet. Esta nova versão traz consigo importantes mudanças quanto ao papel do HTML no mundo da Web através de novas funcionalidades como semântica e acessibilidade, contendo assim novos recursos, antes só possíveis por meio de outras tecnologias. Sua essência tem sido melhorar a linguagem com o suporte para as mais recentes multimídias, enquanto a mantém facilmente legível por seres humanos e consistentemente compreendida por computadores e outros dispositivos (navegadores, parsers, etc). O HTML5 será o novo padrão para HTML, XHTML, e HTML DOM.

Após seus predecessores imediatos HTML 4.01 e XHTML 1.1, o HTML5 é uma resposta à observação de que o HTML e o XHTML, de uso comum na web, são uma mistura de características introduzidas por várias especificações, juntamente com aquelas introduzidas por software, tais como os navegadores, aqueles estabelecidos pela prática comum, e os muitos erros de sintaxe em documentos existentes na web. É, também, uma tentativa de definir uma única linguagem simples de marcação que possa ser escrita em HTML ou em sintaxe XHTML. Isso inclui modelos de processamento detalhados para incentivar implementações mais interoperáveis; isso estende, melhora e racionaliza a marcação disponível para documentos, e introduz marcações e interfaces de programação de aplicativos (APIs) para aplicações web complexas. Pelas mesmas razões, o HTML5 também é um candidato em potencial para aplicações multi-plataforma móveis. Muitos recursos do HTML5 têm sido construídos com a preocupação de serem capazes de executar em dispositivos de “baixo” poder de processamento como smartphones e tablets.

Em particular, o HTML5 adiciona várias novas funções sintáticas. Elas incluem as tags de <video>, <audio>, <header> e elementos <canvas>, assim como a integração de conteúdos SVG que substituem o uso de tags <object> genéricas. Estas funções são projetadas para tornar mais fácil a inclusão e a manipulação de conteúdo gráfico e multimídia na web sem ter de recorrer a plugins proprietários e APIs.

Outros novos elementos, como <section>, <article>, <header> e <nav>, são projetados para enriquecer o conteúdo semântico dos documentos. Novos atributos têm sido introduzidos com o mesmo propósito, enquanto alguns elementos e atributos têm sido removidos. Alguns elementos, como <a>, e <menu> têm sido mudados, redefinidos ou padronizados. O HTML5 também define com algum detalhe o processamento necessário para que erros de sintaxe de documentos inválidos sejam tratados uniformemente por todos os browsers em conformidade com o HTML5.

Neste cenário, algo bem interessante que podemos utilizar agora é o microdata. Provavelmente você já ouviu falar de microformats, um padrão que permite representar informações de modo mais semântico no XHTML, como, por exemplo, informações de contato (hCard) ou dados de um evento (hCalendar). No HTML5, temos o microdata, conceito semelhante aos microformats e RDFa, um padrão de representação de informações que estende as potencialidades semânticas do HTML5.

As informações representadas através de microdata utilizam elementos pertencentes a um vocabulário específico que deve ser referenciado no documento HTML. O vocabulário é a especificação das propriedades utilizadas e qual tipo de informação elas representam.

Atualmente, vocabulários de microdata podem ser encontrados no site http://www.data-vocabulary.org/, contendo especificações para descrever eventos, empresas, pessoa, produto e até caminhos de navegação de um site. No site podem ser encontradas as propriedades referentes a cada especificação e uma descrição de finalidade e utilização.

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