V&V nos modelos CMMI, MPS.Br e ISO/IEC

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Este artigo apresenta a análise dos processos de verificação e validação, realizada numa instituição de pesquisa, desenvolvimento e inovação da região de Florianópolis.

Artigo do tipo Teórico
Recursos especiais neste artigo:
Conteúdo sobre Engenharia.
Autores: Fernanda Thiesen Matos e Alessandra Zoucas

V&V nos modelos CMMI, MPS.BR e ISO/IEC
Este artigo apresenta a análise dos processos de verificação e validação, realizada numa instituição de pesquisa, desenvolvimento e inovação da região de Florianópolis, utilizando-se o mapeamento proposto pelo modelo de referência de processo de verificação e validação alinhado ao CMMI, MPS.BR e à norma ISO/IEC 15504. O resultado dessa análise é apresentado e melhorias no processo são propostas para implementação de V&V (verificação e validação) na instituição.

Em que situação o tema útil
Este artigo visa auxiliar as empresas a analisarem seus processos com vista a melhorias das práticas de verificação e validação que estejam em consonância com as normas e modelos de melhoria atualmente exigidos pelo mercado (CMMI, MPS.BR e à norma ISO/IEC 15504).

Um dos principais motivos para que empresas e organizações que desenvolvem softwares adotem uma visão de melhoria contínua de seus processos é o fato da qualidade do produto final depender diretamente da qualidade do processo de software adotado. É por esta razão que elas estão procurando investir na melhoria de seus processos de desenvolvimento. A melhoria deste processo traz grandes benefícios, aumentando a qualidade de seus produtos e diminuindo os esforços para produzi-los e mantê-los. Porém, a aplicação de um programa de melhoria de processos não é simples, pois não existe um método padronizado para a sua execução e existem diversos padrões, referências e modelos internacionalmente reconhecidos que podem ser aplicados na empresa ou instituição, como por exemplo, o Capability Maturity Model for Development (CMMI-DEVI-DEV), o MPS.BR-SW (Melhoria de Processo do Software Brasileiro) e a norma ISO/IEC 15504.

De um modo geral, esses modelos apresentam apenas metas ou estruturas necessárias para que um processo de desenvolvimento tenha excelência na qualidade de seus produtos, mas não determinam como implantar as melhorias necessárias no processo de desenvolvimento, devido às características intrínsecas de cada projeto. O CMMI-DEV foi criado no final da década de 1980 pelo SEI (Software Engineering Institute) dos Estados Unidos, para a avaliação da capacidade dos seus fornecedores de software. Já o MPS.BR-SW, foi elaborado por pesquisadores brasileiros em 2003, visando à melhoria dos processos de desenvolvimento de software de empresas de micro, pequeno e médio porte brasileiras. E a norma ISO/IEC 15504 possui uma estreita relação com o modelo CMMI, pois apresenta uma estrutura para a realização de avaliações de processos semelhante ao modelo.

O objetivo principal desses modelos é que as organizações conheçam e melhorem seus processos de desenvolvimento de software auxiliando na implementação de práticas definidas. Uma parte importante da melhoria de processos é a avaliação de processos. A avaliação sistemática da qualidade de um processo (as atividades realizadas, as ferramentas, procedimentos utilizados e seus produtos resultantes) é essencial para apoiar a implementação de estratégias de melhoria.

Em Florianópolis há um instituto de pesquisa e desenvolvimento em inovação onde é realizado o desenvolvimento sob medida de softwares para gestão do conhecimento. Apesar de possuírem um modelo de ciclo de desenvolvimento de software, nem todos os processos relativos à validação e verificação são efetivados. Neste sentido, esta pesquisa visa analisar de que forma o núcleo de qualidade desta instituição, que é responsável pelos processos de verificação e validação dentro do processo de desenvolvimento de software utilizado na instituição, consegue executar as práticas sugeridas para estes processos. Este artigo apresenta uma análise dos processos de verificação e validação utilizados na instituição pesquisada com base na tabulação proposta por Mussio (2011), que analisa os três modelos citados no que tange estes processos especificamente, e propõe melhorias para cada prática analisada.

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