Aplicações Client/Server - Como melhorar isso
Olá companheiros, fiz este post a voces, para informar a grande dúvida que permeia a minha vida quando o assunto é SGBD e DELPHI. Fiz uma aplicação, mas não consigo funcionar na rede como gostaria. A aplicaçao usa o SQLSERVER 2000 com DELPHI 7 e ADO. Quando o assunto é SGBD, a coisa muda um pouco. Coloquei o Banco numa máquina(Servidor) e nas outras apenas o cliente do banco de dados(CONNECTIVE ONLY). Mas como fica o programa em si? É necessário configurar um path apontando para a máquina Servidor? Já fiz isso usando arquivos textos(TXT), mas eu os acho muito fáceis de serem manipulados, o que causaria um transtorno enorme. Arquivos TXT não são confiáveis.
Paulo
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Respostas
Thomaz_prg
18/01/2006
Bom, não trabalho com SQL Server, mas no DB2, Postgree e Firebird que são os que uso, tenho sim que indicar o endereço do servidor. Para isso, uso o próprio registro do windows, pois é mais seguro. Com relação ao desenvolvimento, quando uso 3 camadas, procuro manter a maioria dos procesos e lançamentos no aplicação servidora, deixando para o banco (SP´s e Triggers) apenas processos muito pesados. Já com aplicações 2 camadas, as verificações como validação de CPF, CNPJ, verificação de existência de registro (para ver se o mesmo cliente não será cadastrado 2 vezes), etc.. são feitos na aplicação cliente (front), já lançamentos que não precisam de informações muito relativas a aplicação, e processos pesados, deixo pro servidor.
Com o desenvolvimento 3 camadas, procuro deixar o Cliente praticamente com os comando de Insert, POst, etc... ou seja, o mais leve possível, para que seja melhor sua distribuição (mais leve pras máquinas onde irão rodar). Outro recurso que utilizo é o fato de usar 2 aplicações como cliente. A primeira, verifica a versão do software que está instalado na máquina local, e a versão da que está disponível no servidor. Se forem diferentes ele atualiza (a da máquina cliente) e abre a aplicação. Se for a mesma versão simplesmente abre a aplicação (que seria a 2ª aplicação). Essa 2ª aplicação, só abre mediante um código (criptografado). Assim tenho a certeza de que a aplicação que estará executando nas máquinas clientes será sempre a correta, e facilita a distribuição das aplicações, quanto a possíveis atualizações.
Essa é minha forma de trabalhar. Se ficar alguma dúvida,e stamos aí.
Com o desenvolvimento 3 camadas, procuro deixar o Cliente praticamente com os comando de Insert, POst, etc... ou seja, o mais leve possível, para que seja melhor sua distribuição (mais leve pras máquinas onde irão rodar). Outro recurso que utilizo é o fato de usar 2 aplicações como cliente. A primeira, verifica a versão do software que está instalado na máquina local, e a versão da que está disponível no servidor. Se forem diferentes ele atualiza (a da máquina cliente) e abre a aplicação. Se for a mesma versão simplesmente abre a aplicação (que seria a 2ª aplicação). Essa 2ª aplicação, só abre mediante um código (criptografado). Assim tenho a certeza de que a aplicação que estará executando nas máquinas clientes será sempre a correta, e facilita a distribuição das aplicações, quanto a possíveis atualizações.
Essa é minha forma de trabalhar. Se ficar alguma dúvida,e stamos aí.
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Paulo
18/01/2006
Thomaz, vou seguir sim, alguma orientação sua. Essa do registro do windows, já havia pensado, mas nem tentado. Realmente é mais seguro, pois TXT e INI, eu não gostaria de trabalhar com eles não. Valeu cara!!!
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