BLOCO VII - TESTES HOMOLOGAÇÃO
Olá a todos,
Não sei o que tenho que fazer nesses testes.
O que achei até agora foi isso:
Esse teste parte do principio de que mais nenhuma aplicação ou sistema irá acessar o seu banco de dados, apenas o seu paf-ecf...partindo desse principio, todo e qualquer software que alterar seu programa deve então gerar uma alteração no seu banco de dados, alteração essa que deve então ficar visivel no banco ao consultar os dados.
Alguém que homologou saberia me informar o que deve ser feito? Uso banco Sql Server.
Fabiano Franco
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Respostas
Thiago Nunes
17/11/2010
Olá Fabiano,
Nesta rotina você deve informar se alguém ou algum software (ferramentas de banco de dados) que não seja o seu PAF-ECF fez alguma alteração no banco de dados.
Por exemplo: alteração na quantidade de estoque ou outros.
Sendo assim, você deverá implementar algum método que seja capaz de identificar estas alterações. Quando o fiscal solicitar este relatório no menu fiscal ele deverá emitir o registro alterado assinalado com o caracter "?".
No ato do teste, será solicitado que você acesse o banco de dados com outra aplicação que não seja o PAF-ECF, e depois você deverá emitir os arquivos do Anexo VI, neste relatório deverá constar a alteração no registro "?".Mais detalhes no Manual de Requisitos e Roteiro de Analise.
Isso é o que nós interpretamos e estamos implementando. Caso você tenha mais dúvidas ou tenha algo pra complementar continue postando aqui. Vamos compartilhar informação.
Grande abraço,
Nesta rotina você deve informar se alguém ou algum software (ferramentas de banco de dados) que não seja o seu PAF-ECF fez alguma alteração no banco de dados.
Por exemplo: alteração na quantidade de estoque ou outros.
Sendo assim, você deverá implementar algum método que seja capaz de identificar estas alterações. Quando o fiscal solicitar este relatório no menu fiscal ele deverá emitir o registro alterado assinalado com o caracter "?".
No ato do teste, será solicitado que você acesse o banco de dados com outra aplicação que não seja o PAF-ECF, e depois você deverá emitir os arquivos do Anexo VI, neste relatório deverá constar a alteração no registro "?".Mais detalhes no Manual de Requisitos e Roteiro de Analise.
Isso é o que nós interpretamos e estamos implementando. Caso você tenha mais dúvidas ou tenha algo pra complementar continue postando aqui. Vamos compartilhar informação.
Grande abraço,
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Educasoft Ltda.
17/11/2010
sao basicamente 2 rotinas implementar.
uma vc tera que verificar a nivel e linha se alguma coluna da sua tabela foi alterada.
vc pode ter uma colun MD5, gerar uma string de todas as colunas concatenando os campos, calcular o md5 dessa string
e o resultado gravar na coluna MD5, ao imprimir vc refaz o processo e so compara, se for diferente alguma coluna
foi alterada. nesse caso a vantagem e que se vc voltar os dados da coluna que foi alterada seu md5 volta a funcionar
e no arquivo texto vai sumir os ????
ou vc pode ter uma coluna com um flag X, e ter uma trigger q so vai gravar algo nesse campo se o app_name() for diferente
do seu sistema, qdo vc for entar no seu sistema vc seta o APP_NAME() atrigger vai ignorar o update.
se a alteracao for por fora, e executado update na coluna flag
ao gerar o arquivo vc so verifica se o flag=x se for e pq foi mexido
a desvantagem e que alguem pode ir la e excluir a trigger (a sua existencia e de sua responsabilidade) e vai ta no laudo
que vc usa trigger para fazer esse controle. outra desvantagem e que se vc voltar a informacao como era antes via banco
o flag vai continuar com X e vai continuar saindo o ??? do arquivo, mas isso o homologador aceita.
a vantagem e que o sistema fica mais rapido, pois vc nao vai ter q controlar isso no sistema e sim via banco.
o segundo controle e se a linha foi excluida ou incluida.
nesse caso tenho outra tabela que grava as chaves primarias de cada tabela do paf e uma coluna q indica o nome da tabela
origem, (uma so tabela de log para todas as tabelas do paf que precisam ser testadas).
a inclusao no log so vem a partir do sistema (ou poderia ser via trigger tbem)
se nao tem o registro no log e pq foi incluido via banco
se tem o registro no log e nao tem na tabela principal e pq foi excluido via banco.
quando o registro e excluido, vc tem q imprimir o ???? la no cabecalho na primeira linha do arquivo em questao.
se foi incluido via banco vai sair no cabecalho, e no item em questao que foi incluido.
com isso se o fiscal gerar o relatorio e tem somente interrogacao no cabecalho, indica que ta faltando linha
se tem no cabecalho e em algum item, indica que foi incluido algo no banco por fora
se tem so em alguma linha indica se houve alteracao no registro.
pode ocorrer as 2 situacoes, ai nesse caso nao vai da para saber se alinha tem interrogacao pq foi incluida,
pode te sido alterada e outro registro incluido.
uma vc tera que verificar a nivel e linha se alguma coluna da sua tabela foi alterada.
vc pode ter uma colun MD5, gerar uma string de todas as colunas concatenando os campos, calcular o md5 dessa string
e o resultado gravar na coluna MD5, ao imprimir vc refaz o processo e so compara, se for diferente alguma coluna
foi alterada. nesse caso a vantagem e que se vc voltar os dados da coluna que foi alterada seu md5 volta a funcionar
e no arquivo texto vai sumir os ????
ou vc pode ter uma coluna com um flag X, e ter uma trigger q so vai gravar algo nesse campo se o app_name() for diferente
do seu sistema, qdo vc for entar no seu sistema vc seta o APP_NAME() atrigger vai ignorar o update.
se a alteracao for por fora, e executado update na coluna flag
ao gerar o arquivo vc so verifica se o flag=x se for e pq foi mexido
a desvantagem e que alguem pode ir la e excluir a trigger (a sua existencia e de sua responsabilidade) e vai ta no laudo
que vc usa trigger para fazer esse controle. outra desvantagem e que se vc voltar a informacao como era antes via banco
o flag vai continuar com X e vai continuar saindo o ??? do arquivo, mas isso o homologador aceita.
a vantagem e que o sistema fica mais rapido, pois vc nao vai ter q controlar isso no sistema e sim via banco.
o segundo controle e se a linha foi excluida ou incluida.
nesse caso tenho outra tabela que grava as chaves primarias de cada tabela do paf e uma coluna q indica o nome da tabela
origem, (uma so tabela de log para todas as tabelas do paf que precisam ser testadas).
a inclusao no log so vem a partir do sistema (ou poderia ser via trigger tbem)
se nao tem o registro no log e pq foi incluido via banco
se tem o registro no log e nao tem na tabela principal e pq foi excluido via banco.
quando o registro e excluido, vc tem q imprimir o ???? la no cabecalho na primeira linha do arquivo em questao.
se foi incluido via banco vai sair no cabecalho, e no item em questao que foi incluido.
com isso se o fiscal gerar o relatorio e tem somente interrogacao no cabecalho, indica que ta faltando linha
se tem no cabecalho e em algum item, indica que foi incluido algo no banco por fora
se tem so em alguma linha indica se houve alteracao no registro.
pode ocorrer as 2 situacoes, ai nesse caso nao vai da para saber se alinha tem interrogacao pq foi incluida,
pode te sido alterada e outro registro incluido.
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