Delphi multiplataforma?!

Delphi

21/10/2005

Ola, a todos.
Sou programador delphi à uns anitos, e acompanho aqui o forum.
O que que quero saber, apesar de ser um assunto já muito discutido, é o seguinte:

1º O delphi será no futuro uma linguagem multiplataforma (windows e linux)?

2º Se sim, que tecnologia usar para ser multiplataforma, .NET (mono), kylix+delphi ou outra?

3º Em relação aos relatorio, qual a ferramente a apostar? pois no delphi 5 era o Quick report, no delphi 6 o Rave Report, no Delphi 2005 o Cristal Report, a borland tem alguma estratégia?

4º Outra questão é: partindo do o princípio que o delphi será multiplataforma qual o gestor de relatórios a usar para ser multiplataforma?

5º Depois de todas estas mudanças na escolha do gestor de relatórios,
e como parece não saber qual o rumo a seguir, não seria interessante
por o gestor de relatórios como opcional? Pois apesar de pagar o gestor de relatórios incluído a partir da versão profissional, não o uso, uso um gestor de outra empresa, pago também é claro.

6º Será por estas e por outras, que o delphi está tão caro em relação à concorrencia?

7ª Os componentes para ligação ADO, para quem usa o profissional tambem tem que se comprar à parte?

8ª Não seria interessante, o delphi trazer suporte a Postgresql, como traz para outras base de dados? pois também aqui a borland parece um tanto perdida, abre o código do Interbase na versão 6, depois fecha!!!!!!!!!!!!

9ª Como posso fazer para este email chegar a alguém na borland e ter respostas? nota: posso traduzir para ingklês antes de mandar.

Pergunta: O que é que eu pertendo com este conjunto de perguntas e outras que ficaram por fazer?
Resposta: Mostrar a minha profunda desilusão em relação à borland e a sua falta de estratégia.
Outra Resposta: Desabafar.
Outra ainda: Saber se alguém me pode esclarecer.

Bem, obrigado pela atenção, agradeço que comentem isto que disse, para ficar a saber se sou o único com estas dúvidas, para tentar perceber se o problema é da borland ou meu(será que eu sou muito exigente).

JF


Jf

Jf

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Respostas

Massuda

Massuda

21/10/2005

1º O delphi será no futuro uma linguagem multiplataforma (windows e linux)? 2º Se sim, que tecnologia usar para ser multiplataforma, .NET (mono), kylix+delphi ou outra?
Eu particularmente sou fã do .NET e não gosto muito do Linux... então eu apostaria no .NET e não em CLX.

3º Em relação aos relatorio, qual a ferramente a apostar? pois no delphi 5 era o Quick report, no delphi 6 o Rave Report, no Delphi 2005 o Cristal Report, a borland tem alguma estratégia?
Acho que você não deve encarar isso como uma recomendação/estratégia por parte da Borland. O Crystal Reports sempre foi mais popular. Eu acho que o correto é encarar esses pacotes que vem com o Delphi como sendo uma amostra grátis, uma estratégia de venda por parte da empresa que está gentilmente cedendo o produto de ´graça´. Lembre que o Quick Reports da QUSoft ainda existe, só que agora é só versão comercial; o risco para essas empresas é não conseguir clientes pagos (o que aconteceu com a NetMasters e os componentes FastNet) e acabar fechando.

6º Será por estas e por outras, que o delphi está tão caro em relação à concorrencia?
A política de preços da MS e da Borland são consideravelmente diferentes e a Borland não tem uma fatia de mercado comparável à da MS... sem contar com o fato de que a MS pode subsidiar os desenvolvedores já que ela tem cacife para isso.

Mostrar a minha profunda desilusão em relação à borland e a sua falta de estratégia.
Durante um período recente parecia que a galinha dos ovos de ouro da Borland era o JBuilder, de modo que outros produtos (CBuilder, Delphi) sofreram muito com isso. Li recentemente que os vendedores da Borland (nos USA) não recebiam comissão por venda do Delphi, de modo que nenhum deles tinha interesse em oferecer Delphi às empresas. Felizmente o pessoal de marketing/vendas que tinha adotado essa postura foi afastado. Mas aí surgiu o ALM.

A estratégia atual, ALM (Caliber, Together, etc), eu acho só serve para as empresas médias/grandes. Mas minha explicação em investir nessa estratégia seria: tradicionalmente, a Borland tem um bom mercado de pequenos desenvolvedores mas pouca presença nos outros segmentos; ter uma família de produtos para projetos (não só o compilador) aumenta a chance da Borland aumentar a presença junto a médias/grandes empresas; o resultado é que o pequeno desenvolvedor se sente abandonado. Será um grande erro se a Borland abandonar os pequenos desenvolvedores.

Eu gostaria que o ALM desse certo e a Borland aumentasse sua presença nas médias/grandes empresas, pois assim acho que muitos deixariam de achar que Delphi só serve para fazer ´cadastro de farmácia´ (como escreveram um tempo atrás em um [url=http://forum.clubedelphi.net/viewtopic.php?t=62855]outro tópico[/url]).


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Martins

Martins

21/10/2005

[quote:7a1611ab9f=´JF´]1º O delphi será no futuro uma linguagem multiplataforma (windows e linux)? 2º Se sim, que tecnologia usar para ser multiplataforma, .NET (mono), kylix+delphi ou outra?
Eu particularmente sou fã do .NET e não gosto muito do Linux... então eu apostaria no .NET e não em CLX.

3º Em relação aos relatorio, qual a ferramente a apostar? pois no delphi 5 era o Quick report, no delphi 6 o Rave Report, no Delphi 2005 o Cristal Report, a borland tem alguma estratégia?
Acho que você não deve encarar isso como uma recomendação/estratégia por parte da Borland. O Crystal Reports sempre foi mais popular. Eu acho que o correto é encarar esses pacotes que vem com o Delphi como sendo uma amostra grátis, uma estratégia de venda por parte da empresa que está gentilmente cedendo o produto de ´graça´. Lembre que o Quick Reports da QUSoft ainda existe, só que agora é só versão comercial; o risco para essas empresas é não conseguir clientes pagos (o que aconteceu com a NetMasters e os componentes FastNet) e acabar fechando.

6º Será por estas e por outras, que o delphi está tão caro em relação à concorrencia?
A política de preços da MS e da Borland são consideravelmente diferentes e a Borland não tem uma fatia de mercado comparável à da MS... sem contar com o fato de que a MS pode subsidiar os desenvolvedores já que ela tem cacife para isso.

Mostrar a minha profunda desilusão em relação à borland e a sua falta de estratégia.
Durante um período recente parecia que a galinha dos ovos de ouro da Borland era o JBuilder, de modo que outros produtos (CBuilder, Delphi) sofreram muito com isso. Li recentemente que os vendedores da Borland (nos USA) não recebiam comissão por venda do Delphi, de modo que nenhum deles tinha interesse em oferecer Delphi às empresas. Felizmente o pessoal de marketing/vendas que tinha adotado essa postura foi afastado. Mas aí surgiu o ALM.

A estratégia atual, ALM (Caliber, Together, etc), eu acho só serve para as empresas médias/grandes. Mas minha explicação em investir nessa estratégia seria: tradicionalmente, a Borland tem um bom mercado de pequenos desenvolvedores mas pouca presença nos outros segmentos; ter uma família de produtos para projetos (não só o compilador) aumenta a chance da Borland aumentar a presença junto a médias/grandes empresas; o resultado é que o pequeno desenvolvedor se sente abandonado. Será um grande erro se a Borland abandonar os pequenos desenvolvedores.

Eu gostaria que o ALM desse certo e a Borland aumentasse sua presença nas médias/grandes empresas, pois assim acho que muitos deixariam de achar que Delphi só serve para fazer ´cadastro de farmácia´ (como escreveram um tempo atrás em um [url=http://forum.clubedelphi.net/viewtopic.php?t=62855]outro tópico[/url]).[/quote:7a1611ab9f]

[b:7a1611ab9f]Massuda[/b:7a1611ab9f] concordo plenamente com vc, e a plataforma .NET está aí e não adianta tentar fechar os olhos para ela ou manter aquela má vontade com produtos MS, acredito q com as novas versões do Delphi os desenvolvedores terão ainda mais poder, e quanto a ALM, tb gostaria q decolasse, pra ver se o pessoal do Java, C++, etc... deixem de zuar com os delpheiros...

Um abraço!


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Jf

Jf

21/10/2005

Pois, toda a sua argumentação partiu de um principio ´...eu não gosto do linux...´, e eu digo mas eu gosto e foi exactamente por esse motivo que ao decidir por uma linguagem escolhi delphi, porque se não teria optado pelo Visual Studio (C++). A questão fundamental aqui é se o delphi será ou não multiplataforma (Sim ou Não).
E não me parece que a borland deva incluir gestores de relatorios se eles não respondem aos problemas dos seus clientes, porque ao fazer isso a imagem da borland fica associada a ferramentas de baixa qualidade.

Obrigado por responder, mas a questão fundamental fica ainda por responder (delphi será ou não multiplataforma (Sim ou Não)?)

Abraço, JF


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Massuda

Massuda

21/10/2005

delphi será ou não multiplataforma (Sim ou Não)?
Delphi já é multiplataforma... tanto Delphi.NET (Windows, Mono) e CLX (Windows, Linux) são a prova disso. A questão é qual dos dois irá ter futuro. Infelizmente, não tem como a Borland dizer ´este é o caminho´... não é ela quem define isso, nem sempre a melhor alternativa é a que vence.

E não me parece que a borland deva incluir gestores de relatorios...
A própria Borland já tentou ter seu próprio produto (Borland ReportSmith, 10 anos atrás), mas acabou desistindo. A impressão que tenho é que todos querem um bom gerador de relatórios, mas poucos estão dispostos a pagar. Nenhuma empresa sobrevive dando de graça seus produtos.

Quanto ao contato na Borland, tem o Andreano que costuma postar aqui de vez em quando para anunciar eventos, como [url=http://forum.clubedelphi.net/viewtopic.php?t=66169]neste tópico[/url].


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Jf

Jf

21/10/2005

Mais uma pergunta, já alguém testou a tenologia .NET + Mono? Já esta funcional, ou temos que esperar?
Obrigado Massuda,
cordialmente, JF.


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Alexandremarcondes

Alexandremarcondes

21/10/2005

Mais uma pergunta, já alguém testou a tenologia .NET + Mono? Já esta funcional, ou temos que esperar? Obrigado Massuda, cordialmente, JF.


Sim, eu uso a tecnologia do Mono com .NET, tanto programando em Delphi 2005 quanto no MonoDevelop e SharpDeveop. Está funcionando perfeitamente com ASP.NET 1.1 e o WindowsForms funciona quase tudo ... mas logo deve sair a versão final estável do WindowsForms no Mono


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Kitsystem

Kitsystem

21/10/2005

Acredito que a Microsoft achar que nao devera mais deixar a documentacao em aberto do .Net ele acaba com o andar do projeto Mono, ou seja, sem nenhuma seguranca disto.
De momento para ela é interesante, pois o Java estava ganhando mercado e ainda continua.
Acredito que para um programador trabalhar com uma ferramenta em aberto seria a melhor opçao, mas como grande maioria deste forum, como eu tem melhor conhecimento no Delphi, vamos continuar dependendo do Borland, ou melhor na Microsoft que praticamente esta mandando nos caminhos da Borland.


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Alexandremarcondes

Alexandremarcondes

21/10/2005

Caramba, acho que estou meio dormindo ou sei lá mas não consegui acompanhar seu raciocínio ...

Acredito que a Microsoft achar que nao devera mais deixar a documentacao em aberto do .Net ele acaba com o andar do projeto Mono, ou seja, sem nenhuma seguranca disto.


Como assim? Tuas frases estão muito estranhas pra mim ... Veja, deixa eu esclarescer o pouco que entendi:

1 - O .NET é um padrão aberto (pela própria Microsoft) e hoje faz parte de normas do ECMA e da ISO (instituições de padrão européia e americana, respectivamente), portanto a Microsoft não tem como não deixar mais ´em aberto´ a documentação do .NET, se é que por ´em aberto´ você quiz dizer pública.

2 - Não entendi a parte do Mono, mas se você quiz dizer que a Microsoft poderá atrapalhar o desenvolvimento do Mono, aí há um grande equívoco, pois você não está levando em conta um grande fator. O Mono (com o .NET), atualmente figura entre a linguagem que mais cresceu no mundo Linux/Unix e no MacOS, pois o Framework .NET é muito produtivo e foi extremamente bem projetado. Dos 200 projetos melhor qualificados em Gnome hoje ( [url]http://www.gnomefiles.org/ranks.php[/url] ), 13 eu sei que são feito em Mono e a maioria deles está nos 50 primeiros lugares. Isto representa um número muito grande de usuários Linux, assim como de desenvolvedores Mono na comunidade Linux. Assim, mesmo que a Microsoft decida não fazer mais nenhuma versão do .NET e exterminar o projeto .NET, o Mono tem inércia suficiente para continuar existindo e crescendo.

3 - Atualmente o projeto Mono é um dos maiores projetos de Software Livre criado nos últimos 5 anos. O projeto conta com +- 700 commiters, cada um respondendo por pelo menos 2 ou 3 outros colaboradores frequentes (o que perfaz um total de aproximadamente 1500 a 2000 desenvolvedores ativos). Conta com mais de 25.000 - Isso mesmo: VINTE E CINCO MIL - testes automatizados - o que o torna, até onde sei, o projeto de Software Livre com o maior número de testes unitários da atualidade. E por dia, durante a semana, tem uma média de 50 patches sendo aplicados no repositório. Isto é um volume muito grande de correções e novas implementações para ser ignorado ou morrer simplesmente porque a Microsoft não quis liberar o padrão dela (coisa que dificilmente vai acontecer, pois é público na ISO e no ECMA). Este índice de atividade agrega a segurança necessária ao projeto Mono para qualquer aplicação de pequena, média e grande escala que alguém possa querer fazer com o Mono. Para ter uma idéia, a prefeitura de Munique (Alemanha) migrou 300 de seus servidores para Mono, estes servidores provêem ASP.NET para 14.000 estações Linux. ([url]http://www.infoworld.com/article/04/05/06/HNnovellmono_1.html[/url]) Como você pode ver, há segurança no uso do Mono ou uma migração tão grande nunca teria acontecido.

De momento para ela é interesante, pois o Java estava ganhando mercado e ainda continua.


No ambiente desktop eu realmente não acredito que o Java esteja ganhando mercado ... quantas aplicações Java os usuários Linux ou Windows usam com frequência ? Sò o eclipse ou o netbeans que eu sabia ... aí não conta applets ... estou falando de aplicações desktop. Já Mono e .NET há diversas, no Linux mesmo tem o Beagle, Muine, Banshee, Tomboy, Blam, OpenVPN Manager, MonoDevelop, e diversas outras ...

Acredito que para um programador trabalhar com uma ferramenta em aberto seria a melhor opçao, mas como grande maioria deste forum, como eu tem melhor conhecimento no Delphi, vamos continuar dependendo do Borland, ou melhor na Microsoft que praticamente esta mandando nos caminhos da Borland.


O que seria uma ´trabalhar com uma ferramenta em aberto´, seria isso código aberto, software livre? Ou deixar a opção em aberto pra escolher depois, eu não entendi ...

Nada impede de você usar Borland Delphi 2005/2006 e rodar sua aplicação no Mono ... e no Windows tb ... ahhh e com o mono você pode rodar sem precisar recompilar, no Linux, no FreeBSD, no Solaris, no MacOS ...


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Kitsystem

Kitsystem

21/10/2005

Que o Java ganhou mercado, isto é incontestavel, e por estas e outra que a MS teve que mudar a sua estrategia.
Em resumo não esta mais sozinha e isto é bom para o mercado.
E ref a CLX abandonada pela Borland, quem sabe o Lazarus atinga nos proximos tempos mais recursos.

Ja percebi que vc devende o .net, mas entre em forum de linux e isto nao é bem assim.


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Alexandremarcondes

Alexandremarcondes

21/10/2005

Que o Java ganhou mercado, isto é incontestavel, e por estas e outra que a MS teve que mudar a sua estrategia. Em resumo não esta mais sozinha e isto é bom para o mercado. E ref a CLX abandonada pela Borland, quem sabe o Lazarus atinga nos proximos tempos mais recursos. Ja percebi que vc devende o .net, mas entre em forum de linux e isto nao é bem assim.


É +- assim sim ... a quantidade de pessoas que usam linux que tem usado programas feitos em Mono é muito maior do que a quantidade de pessoas que usam windows e rodam programas em .NET . Eu citei vários programas que foram desenvolvidos no Mono para o Mono e alguns nem foram portados para o Windows, só conheço o Visual Studio e o Sharp Develop no Windows ... mas isso não é nada que um usuário comum precise.

Quanto ao Java ganhar mercado, claro que ganhou, antes do .NET surgir ... hoje tem crescido ainda, mas na área de servidores ... em desktop quero ver alguém fazer um programa em Java que coloque um ícone no Tray (ao lado do relógio) no Windows e no Linux . Com o Mono isso acontece e de forma fácil pra nós programadores ... é por isso que defendo o .NET ... ele é produtivo ... é o mesmo motivo pelo qual defendo a plataforma de desenvolvimento da Borland ... é produtiva ...


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Kitsystem

Kitsystem

21/10/2005

Desculpe, mas apenas nao entendi uma coisa.

No que eu tinha informacao o Mono é um Framework para sobre o Linux para rodar programas feitos em .Net, seja ele pelo VB.NET etc etc, ou seja seria para rodar programas que ja rodam no Windows com o .net.
Qual é esta ferramenta de programar para Mono?

Outra pergunta o .net varios programadores me falaram que é pesado, como fica o desempenho no Linux? Hoje sem o Mono é possivel rodar programas no Linux em maquinas antigas, como o Mono fica dependende diretamente igual ao Windows de uma maquina pesada?


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Alexandremarcondes

Alexandremarcondes

21/10/2005

Desculpe, mas apenas nao entendi uma coisa. No que eu tinha informacao o Mono é um Framework para sobre o Linux para rodar programas feitos em .Net, seja ele pelo VB.NET etc etc, ou seja seria para rodar programas que ja rodam no Windows com o .net. Qual é esta ferramenta de programar para Mono?


Você está certo, o Mono é um Framework que implementa as especificações ECMA (Runtime .NET, compilador C#, bibliotecas de classe), algumas tecnologias .NET que não estão no ECMA, mas são usadas pela Microsoft (ASP.NET, Remoting, ADO.NET, WindowsForms). Mas há algumas partes do Mono que não estão especificadas no ECMA nem foram implementadas pela Microsoft (Mono.Posix para suporte aos sistemas Linux/Unix, Zip, Ogg, Gtk, Cocoa, qt, evolution, gecko). Temos também uma série de aplicativos feitos em Mono para serem usados em Mono (com gtk principalmente) como o MonoDevelop que é a ferramenta de desenvolvimento oficial do Mono.

Outra pergunta o .net varios programadores me falaram que é pesado, como fica o desempenho no Linux? Hoje sem o Mono é possivel rodar programas no Linux em maquinas antigas, como o Mono fica dependende diretamente igual ao Windows de uma maquina pesada?


O desempenho do Mono no Linux é praticamente igual ao desempenho de uma aplicação nativa. É claro que precisaria ter-se pelo menos 128 ou 256 MiB de RAM para obter-se uma boa performance, mas nestes casos fica igual ao de uma aplicação nativa (o que não acontece com o Java).

No Linux a única dependência é ter-se pelo menos 128 MiB de memória para obter uma performance rasoável, mas uma parte da equipe de deenvolvimento do Mono tem foco em otimizar e minimizar os requisitos mínimos, então a tendência tem sido baixar os requisitos.


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