Ironias sobre o sim
Texto sem autor definido:
Antes, eu tinha certeza de que ia votar no NÃO e ninguém ia me convencer do contrário. Mas o tempo foi passando, entrei nas comunidades do SIM e do NAO no Orkut, ouvi propagandas no rádio e na TV e os argumentos do SIM me convenceram. Vou votar SIM. Sabe por que?
Vou dar 18 motivos:
1. Descobri que a chance de se sair bem ao reagir a um assalto é de uma em 288.345.774.324.500. As estatísticas provam que nos outros 288.345.774.324.499 casos, a vítima que reagiu morreu.
2. Descobri que a arma legal alimenta os bandidos. Todas aquelas AR-15, AK-47, granadas e bazucas que os traficantes do Rio usam foram roubadas de cidadãos honestos que compraram as armas legalmente. Da minha casa mesmo, por exemplo. Ano passado me roubaram quatro mísseis Stinger
3. Descobri que todos os pais que têm armas de fogo costumam deixá-las carregadas e engatilhadas em cima do sofá da sala. Por isso que 94 milhões de crianças brasileiras morrem brincando com armas de fogo todos os anos.
4. Descobri que todos os assaltantes de casa têm superpoderes. Eles atravessam portas e paredes e se materializam imediatamente na sua frente e apontam uma arma para a sua cabeça enquanto você ainda está deitado, tornando impossível qualquer reação. Eles não perdem tempo e fazem barulho arrombando portas.
5. Descobri que se eu vir ou ouvir algum bandido pulando a cerca e entrando no meu quintal, eu não vou conseguir afugentá-lo com um tiro para cima ou para o chão. Se ele ouvir o tiro, aí sim, é que ele vai ficar excitado e vai querer de toda forma entrar em casa e trocar tiros comigo. Eles adoram fazer isso.
6. Descobri que se o NAO ganhar, as armas de fogo vão imediatamente ficar 90¬ mais baratas e vai acabar a burocracia para a compra de uma. No dia seguinte à vitória do NÃO, qualquer pessoa (bandido ou não) vai poder ir numa loja de armas, comprar um 44 e oito caixas de munição, já vai sair armado e vai para o bar mais próximo para arrumar briga e me matar.
7. Descobri que delegados e policiais civis, militares e federais - que são em quase totalidade favoráveis ao NAO - não entendem N-A-D-A de violência e criminalidade. Quem manja mesmo do assunto são atores, sociólogos e dirigentes de ONG´s internacionais.
8. Descobri que estrangeiros que lideram ONG´s como a Viva-Rio têm muita experiência no assunto. Afinal, todo mundo sabe que a situação social, econômica e de criminalidade da França, Inglaterra e Estados Unidos (que é de onde eles vêm) é IGUALZINHA à realidade do Brasil. Não tenho a menor dúvida de que as teorias que eles têm vão funcionar direitinho aqui.
9. Descobri que 90¬ dos casos de homicídios são cometidos pelos chamados cidadãos de bem. Claro que isso é só dos homicídios ESCLARECIDOS, que são menos de 5¬ dos casos. Mas pela lógica, os outros 95¬ dos homicídios, que não são esclarecidos, também deve ser causados pelos cidadãos de bem.
10. Descobri que o governo quer que a gente vote sim. E o governo sempre pensa no nosso bem. Afinal, todo mundo sabe que a qualidade da saúde pública, ensino público, segurança pública, e etc vem melhorando cada vez mais, dia a dia.
11. Descobri que se o SIM ganhar, não vão mais acontecer mortes banais. Maridos ciumentos só vão agredir as mulheres com travesseiros, torcidas organizadas vão se dar as mãos, facas e canivetes vão perder o fio, tijolos e paus vão ficar macios e os pitboys vão todos se converter ao budismo.
12. Descobri que até agora, o desarmamento voluntário já deu resultados. É claro que a queda nos atendimentos dos postos do SUS em São Paulo nos últimos 12 meses foi devido à diminuição do número de armas, e não devido a maiores investimentos em segurança e educação.
13. Descobri que o jovem é a principal vítima da arma de fogo. Claro que isso não tem nada a ver com o fato de o jovem ser o maior usuário de drogas, e nem o fato de que quase 100¬ dos envolvidos no tráfico de drogas têm menos de 30 anos (porque morrem ou são presos antes). Isso é só coincidência.
14. Descobri que todo mundo que tem arma de fogo é um suicida em potencial. E a única causa do suicídio é a arma de fogo, e não a falta de perspectivas, falta de um ideal, falta de um sonho a buscar ou então distúrbios mentais como a depressão.
15. Descobri que se algum bandido invadir a minha casa, basta eu ligar para o 190. A polícia sempre tem homens e viaturas sobrando e levará menos de 3 minutos para me atender.
16. Caso isso não aconteça, basta eu fazer o sinalzinho do ´sou da paz´ com as mãos e o ladrão vai saber que eu sou um sujeito legal, e então ele vai embora em paz sem levar nada e sem violência nenhuma. Eles sempre agem assim quando descobrem que você é da paz, e não um daqueles psicopatas malvados que são a favor do NÃO.
17. Caso o ladrão seja muito, mas muito malvadão, eu só preciso gritar por socorro. Em cinco segundos vão aparecer a Fernanda Montenegro, a Maitê Proença e o Felipe Dylon para me salvar e prender o bandido. Sem usar armas. Êêêêêêêêêêê!!!
18. Se o SIM ganhar, o Brasil vai ser um país mais feliz. Que nem na novela! Obaaaaaaa!
Antes, eu tinha certeza de que ia votar no NÃO e ninguém ia me convencer do contrário. Mas o tempo foi passando, entrei nas comunidades do SIM e do NAO no Orkut, ouvi propagandas no rádio e na TV e os argumentos do SIM me convenceram. Vou votar SIM. Sabe por que?
Vou dar 18 motivos:
1. Descobri que a chance de se sair bem ao reagir a um assalto é de uma em 288.345.774.324.500. As estatísticas provam que nos outros 288.345.774.324.499 casos, a vítima que reagiu morreu.
2. Descobri que a arma legal alimenta os bandidos. Todas aquelas AR-15, AK-47, granadas e bazucas que os traficantes do Rio usam foram roubadas de cidadãos honestos que compraram as armas legalmente. Da minha casa mesmo, por exemplo. Ano passado me roubaram quatro mísseis Stinger
3. Descobri que todos os pais que têm armas de fogo costumam deixá-las carregadas e engatilhadas em cima do sofá da sala. Por isso que 94 milhões de crianças brasileiras morrem brincando com armas de fogo todos os anos.
4. Descobri que todos os assaltantes de casa têm superpoderes. Eles atravessam portas e paredes e se materializam imediatamente na sua frente e apontam uma arma para a sua cabeça enquanto você ainda está deitado, tornando impossível qualquer reação. Eles não perdem tempo e fazem barulho arrombando portas.
5. Descobri que se eu vir ou ouvir algum bandido pulando a cerca e entrando no meu quintal, eu não vou conseguir afugentá-lo com um tiro para cima ou para o chão. Se ele ouvir o tiro, aí sim, é que ele vai ficar excitado e vai querer de toda forma entrar em casa e trocar tiros comigo. Eles adoram fazer isso.
6. Descobri que se o NAO ganhar, as armas de fogo vão imediatamente ficar 90¬ mais baratas e vai acabar a burocracia para a compra de uma. No dia seguinte à vitória do NÃO, qualquer pessoa (bandido ou não) vai poder ir numa loja de armas, comprar um 44 e oito caixas de munição, já vai sair armado e vai para o bar mais próximo para arrumar briga e me matar.
7. Descobri que delegados e policiais civis, militares e federais - que são em quase totalidade favoráveis ao NAO - não entendem N-A-D-A de violência e criminalidade. Quem manja mesmo do assunto são atores, sociólogos e dirigentes de ONG´s internacionais.
8. Descobri que estrangeiros que lideram ONG´s como a Viva-Rio têm muita experiência no assunto. Afinal, todo mundo sabe que a situação social, econômica e de criminalidade da França, Inglaterra e Estados Unidos (que é de onde eles vêm) é IGUALZINHA à realidade do Brasil. Não tenho a menor dúvida de que as teorias que eles têm vão funcionar direitinho aqui.
9. Descobri que 90¬ dos casos de homicídios são cometidos pelos chamados cidadãos de bem. Claro que isso é só dos homicídios ESCLARECIDOS, que são menos de 5¬ dos casos. Mas pela lógica, os outros 95¬ dos homicídios, que não são esclarecidos, também deve ser causados pelos cidadãos de bem.
10. Descobri que o governo quer que a gente vote sim. E o governo sempre pensa no nosso bem. Afinal, todo mundo sabe que a qualidade da saúde pública, ensino público, segurança pública, e etc vem melhorando cada vez mais, dia a dia.
11. Descobri que se o SIM ganhar, não vão mais acontecer mortes banais. Maridos ciumentos só vão agredir as mulheres com travesseiros, torcidas organizadas vão se dar as mãos, facas e canivetes vão perder o fio, tijolos e paus vão ficar macios e os pitboys vão todos se converter ao budismo.
12. Descobri que até agora, o desarmamento voluntário já deu resultados. É claro que a queda nos atendimentos dos postos do SUS em São Paulo nos últimos 12 meses foi devido à diminuição do número de armas, e não devido a maiores investimentos em segurança e educação.
13. Descobri que o jovem é a principal vítima da arma de fogo. Claro que isso não tem nada a ver com o fato de o jovem ser o maior usuário de drogas, e nem o fato de que quase 100¬ dos envolvidos no tráfico de drogas têm menos de 30 anos (porque morrem ou são presos antes). Isso é só coincidência.
14. Descobri que todo mundo que tem arma de fogo é um suicida em potencial. E a única causa do suicídio é a arma de fogo, e não a falta de perspectivas, falta de um ideal, falta de um sonho a buscar ou então distúrbios mentais como a depressão.
15. Descobri que se algum bandido invadir a minha casa, basta eu ligar para o 190. A polícia sempre tem homens e viaturas sobrando e levará menos de 3 minutos para me atender.
16. Caso isso não aconteça, basta eu fazer o sinalzinho do ´sou da paz´ com as mãos e o ladrão vai saber que eu sou um sujeito legal, e então ele vai embora em paz sem levar nada e sem violência nenhuma. Eles sempre agem assim quando descobrem que você é da paz, e não um daqueles psicopatas malvados que são a favor do NÃO.
17. Caso o ladrão seja muito, mas muito malvadão, eu só preciso gritar por socorro. Em cinco segundos vão aparecer a Fernanda Montenegro, a Maitê Proença e o Felipe Dylon para me salvar e prender o bandido. Sem usar armas. Êêêêêêêêêêê!!!
18. Se o SIM ganhar, o Brasil vai ser um país mais feliz. Que nem na novela! Obaaaaaaa!
Rm
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Motta
12/10/2005
Uma estatistica americana provou que morrem mais crianças afogadas na piscina do quintal do que vítimas de disparo acidental.
Eu não vejo problemas em um cidadão sem problemas com a lei ter uma arma de baixa calibre em casa, e não gosto que me taxem de skinhead por causa disto.Sinto alguma coisa por baixo dos panos nesta história e desconfio mais do SIM do que do NÃO.
Eu não vejo problemas em um cidadão sem problemas com a lei ter uma arma de baixa calibre em casa, e não gosto que me taxem de skinhead por causa disto.Sinto alguma coisa por baixo dos panos nesta história e desconfio mais do SIM do que do NÃO.
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Edilcimar
12/10/2005
O governo não está preocupado com a proibição de venda de armas no país pois isto gera imposto e de imposto ele não abre mão. A grande preocupação é com a população armada, pois povo armado pode se revoltar contra determinadas roubalheiras, o resto fica por conta da imaginação
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Misael
12/10/2005
Eu sou o autor desse texto e nem imagino como ele foi parar na net.... :shock: :shock:
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Rm
12/10/2005
Recebi por email e ,pelo tom achei interessante por aí no boteco.
Só na ironia para tratar este assunto (referendo)que viola até a declaração universal dos direitos humanos:
Artigo III - Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo VII - Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo XII - Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar .... Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Viola também a cosntituição brasileira e o direito natural de defesa.O que estão planejando de fato, em todo o alcance e desdobramentos,poucos devem saber.
Até...
Só na ironia para tratar este assunto (referendo)que viola até a declaração universal dos direitos humanos:
Artigo III - Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo VII - Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo XII - Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar .... Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Viola também a cosntituição brasileira e o direito natural de defesa.O que estão planejando de fato, em todo o alcance e desdobramentos,poucos devem saber.
Até...
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Bruno Belchior
12/10/2005
1. Descobri que a chance de se sair bem ao reagir a um assalto é de uma em 288.345.774.324.500. As estatísticas provam que nos outros [b:b8a11fbde9]288.345.774.324.499[/b:b8a11fbde9] casos, a vítima que reagiu morreu.
Eu voto sim, mas pra tanta morte a população mundial deveria morrer toda por umas 100 gerações... :shock:GOSTEI 0
Repa
12/10/2005
Acho que o direito à vida é algo tão importante que se as pessoas não são capazes de respeitá-lo sem restrições é preciso que a lei as obrigue. Se nós soubéssemos valorizar a vida as drogas tbém não precisariam ser proibidas, as pessoas sabendo do mal que fazem simplesmente não iriam consumir. Isso é um problema de educação e não de se ironizar. Eu voto pelo sim. Não querendo acabar c/ direitos de alguns mas p/ garantir o direito de todos. Acho ridículo o rapaz do programa do não comparar uma arma c/ facas e remédios, afinal a faca e o remédio têm outra utilidade mas a única função de uma arma de fogo em casa é o de matar. Pq num momento de raiva, se vc tem uma arma, duvido que seja tão evoluído p/ não fazer uso dela...Ou existe outra função p/ arma de fogo que eu não sei? :roll:
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Schneider
12/10/2005
Voto não
por que é a comercializacao que ta em jogo
e nos vendemos muitas armas para o esterior o que nos traz giro de dinheiro e assim como ira ficar o nosso exercito? Sendo que nao poderam mais desenvolver armas para nossa defesa...
e de que vai adiantar quem ja possui uma ira poder ficar com ela da mesma forma
por que é a comercializacao que ta em jogo
e nos vendemos muitas armas para o esterior o que nos traz giro de dinheiro e assim como ira ficar o nosso exercito? Sendo que nao poderam mais desenvolver armas para nossa defesa...
e de que vai adiantar quem ja possui uma ira poder ficar com ela da mesma forma
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Edilcimar
12/10/2005
quem vota SIM está alimentando o paraguai, pois todas as armas e munição que deixarão de ser fabricadas e compradas aqui virão via contrabando, e a quantidade de produção que diminuir terá igual aumento na produção americana
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Rm
12/10/2005
Uma arma não é boa nem má.Depende do uso que se faça dela ,assim como uma faca (vejam o assassinato na USP).Outo dia um bando invadiu uma casa em um sitio (chacará ou roça depende onde voce mora) aqui nas redondezas entraram já atirando mas foram recebidos a bala pelo chefe de familia (com esposa e filhas no local).Embora baleado o cidadão conseguiu rechaçar o ataque dos bandidos que se dirigiram a outra propriedade (em um carro roubado) a 5 km do local.Este é o dever de um chefe de familia:defender os seus custe o que custe.Não sou a favor da violencia mas se abaixar em um cantinho e pedir paz não salva a vida do coelhinho em meio aos lobos.
Talvez a ironia não seja uma forma de tratar o assunto,mas o texto faz refletir sem amolar e achei que estava dentro do espirito daqui do forum.
Porem se desejam uma abordagem mais ´séria´ vejam o texto que segue.Vale a pena os poucos minutos de leitura.
A Quem Interessa o Desarmamento?
Dezembro de 1999
Este artigo reflete a evolução do pensamento do ARMARIA, fruto do intercâmbio de informações com outras associações patrióticas (brasileiras e internacionais) engajadas na luta contra o projeto de governo mundial da ONU.
Recomendamos a leitura dos artigos precedentes, ´Preparem-se para o confisco!´, ´Horizonte Nebuloso´ e ´A Volta a Guarda Nacional.´
É óbvio, para qualquer pessoa mais ou menos esclarecida, que essa campanha de desarmamento nada tem a ver com a criminalidade ou a tal “violência”. No entanto, para a maioria das pessoas não são evidentes os motivos de tal campanha. Tentaremos, nessas poucas linhas, explicar o que está acontecendo.
Imagine o leitor que você colocou todas as suas economias em ações de uma determinada empresa. Um belo dia você recebe a informação que a empresa está a beira da falência. O que você faria? Bem, em primeiro lugar trataria de manter segredo total sobre a situação da empresa e diria para todo mundo que a empresa vai muito bem, obrigado. Enquanto isso, tentaria vender os papéis o mais rapidamente possível, para recuperar o dinheiro aplicado, e cuidaria de aplicá-lo em ativos reais, tipo uma casa ou um terreno. Não é assim que todos agem?
Agora imagine que grandes grupos econômicos descobriram que existe uma “bolha especulativa” de alguns trilhões de dólares no sistema financeiro mundial. Essa montanha de dinheiro não corresponde a nenhuma riqueza, isto é: não passa de papel pintado, sem lastro.
Tal como você faria, esses grupos tentam manter segredo sobre o assunto enquanto tratam de converter esse papel em ativos reais. O problema é que converter essa incrível quantidade de dinheiro em ativos não é fácil. É preciso transformar esse papel em bens que mantenham seu valor no caso do sistema financeiro mundial entrar em colapso. O ideal é comprar coisas que sempre terão valor enquanto existir a humanidade, por exemplo: minérios, petróleo, terra fértil, empresas de energia elétrica, grandes redes de telecomunicações, etc.
Mas para adquirir essas riquezas alguns obstáculos precisam ser removidos. O maior deles são os estados nacionais. Fora dos EUA, a regra geral é esses bens estarem sob controle dos estados, na maioria das vezes sob o manto de grandes empresas estatais. Diversas estratégias foram adotadas por esses grupos para acabar com as barreiras que os diversos países criaram para proteger suas riquezas (reserva constitucional, barreiras alfandegárias, tarifas preferenciais, monopólios, leis excludentes, etc.).
Para não precisar empregar força militar (até porque os interesses desses grupos nem sempre coincidem com o interesse nacional de algum país poderoso), foram adotadas as seguintes estratégias:
1) Controlar as agências internacionais de fomento (Banco Mundial, BID, FMI, etc., além, é claro, da ONU)
2) Aumentar os juros de forma a endividar os países mais pobres e força-los a vender seus ativos;
3) Financiar pessoas e instituições contrárias a presença do estado na economia, favoráveis ao conceito de soberania limitada e a livre movimentação de capitais;
4) Acabar com toda legislação que fomente empresas nacionais;
5) Adquirir os meios de comunicação (ou subornar seus proprietários) de forma que apenas pessoas e idéias favoráveis a seus interesses tenham divulgação;
6) Promover campanhas de descrédito contra pessoas e instituições que oponham resistência a seus interesses;
7) Subornar políticos para aprovarem as mudanças adequadas;
8) Premiar e condecorar pessoas e instituições que apoiam as teses anteriores;
9) Difamar e enfraquecer os grupos nacionalistas e as forças armadas;
10) Enfraquecer o estado fomentando radicalismos e desavenças internas;
11) Promover mudanças políticas que consolidem as conquistas obtidas;
12) Desarmar a população de forma a não haver riscos de uma revolta popular armada.
Esse receituário é válido para todos os países e foi aplicado, com maior ou menor sucesso, no mundo todo e não apenas no Brasil. Não vamos discorrer sobre como essas táticas foram empregadas em nosso país, mas se observarmos a história recente veremos que todos os itens acima foram implementados com grande sucesso e todas as nossas riquezas (sejam estatais ou privadas) foram alienadas para grandes grupos estrangeiros. Não é mera coincidência que o presidente que promoveu essa liquidação do patrimônio nacional seja o mesmo que deseja o desarmamento da população.
O momento atual é de consolidar essas conquistas. O único grande grupo nacionalista que restou no país são as forças armadas e suas auxiliares. É importante, portanto, mantê-los fracos e sob constante ataque. Assim reduzem-se as verbas, o armamento, os salários e qualquer forma de estímulo a carreira militar. Daí a campanha de torná-las forças policiais; Daí a campanha para desacreditá-las - assim como as polícias – principalmente a Polícia Militar; Daí a reabertura de processos arquivados há muito tempo, etc. Notaram o que está acontecendo nesse momento com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul?
Se isso não for suficiente, estimula-se a formação de grupos guerrilheiros locais, tal como estamos vendo no México, Peru, e Colômbia, de forma a dar uma ´ocupação´ aos militares e impedí-los de pensar nos outros tipos de saques que estão acontecendo no país. Outra vantagem dessa tática é que, se tiver sucesso, pode colocar o país de joelhos e forçá-lo a pedir uma “ajuda” militar internacional (tal como estamos vendo acontecer na Colômbia) - excelente forma de colocar tropas estrangeiras dentro do país sem oposição.
É preciso também fazer mudanças políticas de forma a reduzir a possibilidade de um presidente nacionalista assumir o poder. É imperioso reduzir os poderes do presidente e por isso vemos (novamente) a campanha pró-parlamentarismo em ação.
Como dissemos, a forma preferencial de impor as idéias anti-nacionais é através do fomento de pessoas e instituições que comungam com os interesses alienígenas. O papel das Organizações Não Governamentais (ONGs) é importantíssimo nesse aspecto. São elas que, aproveitando-se da boa fé de algumas pessoas, divulgam e implementam as políticas anti-nacionais e enfraquecem o papel das instituições do estado. Notaram como elas estão sempre contra militares e policiais? Notaram que direitos humanos são só para os bandidos e não para os policiais e suas famílias (ou mesmo para as vítimas)? Notaram como não falta dinheiro para suas atividades?
Segundo a revista Veja de 09/fev/94, existem (existiam, na época) 5000 ONGs atuando no Brasil, com orçamento anual de 700 milhões de dólares, dos quais 80¬ provêm de doações do exterior. Nelas trabalham cerca de 80 mil profissionais, dos quais 60 mil em tempo integral e a maioria possui curso superior. Não é interessante vermos como esses grupos estrangeiros são bonzinhos e estão preocupados com nossos problemas?
No caso do desarmamento brasileiro, a ONG intitulada Viva Rio ocupa papel de destaque. O Viva Rio surgiu em 17 de novembro de 1993, alguns dias depois do seminário internacional intitulado “Cidadania Participativa, Responsabilidade Social e Cultural em um Brasil Democrático” onde o maior destaque foi a presença do banqueiro David Rockefeller, ex-presidente do Chase Manhattan Bank, proferindo o discurso inaugural. É curioso notar que o banqueiro, hoje filantropo, foi um dos principais responsáveis pela implantação da política neo-liberal causadora da proletarização da classe média e do agravamento da concentração de renda brasileira. Por coincidência, estava presente no seminário o então chanceler Fernando Henrique Cardoso.
O Viva Rio integra a rede mundial de ONGs anti-armas chamada IANSA – (International Action Network of Small Arms). Os objetivos e estratégias da IANSA estão relacionados em suas diretrizes:
Algumas diretrizes da IANSA
1 – Reduzir a disponibilidade de armas para civis em todas as sociedades;
2 – Estabelecer regulamentações, treinamento e supervisão para assegurar o compromisso com padrões internacionais de direitos humanos por instituições estatais, forças armadas irregulares e cidadãos, no uso de armas leves;
3 – Promoção de programas para incentivar os cidadãos a entregar armas de fogo ilegais, inseguras ou indesejáveis;
4 – Relatórios regulares ao Registro de Armas Convencionais da ONU e apoio à extensão de sua abrangência para incluir algumas categorias de armas leves;
5 – Reforçar o papel da sociedade civil no monitoramento de transferências e do uso de armas leves nas esferas nacional, regional e internacional;
6 – Acompanhamento e monitoramento de transferências e movimentações de armas leves;
7 – Estabelecer sistemas políticos e legais para assegurar um efetivo controle e monitoramento civil das forças militares, polícias e outras instituições de aplicação da lei;
8 – Reduzir os gastos militares ao nível mais baixo possível;
9 – Desenvolver campanhas locais, nacionais e regionais de educação e percepção públicas, destinadas a deslegitimizar a posse de armas como parte de um processo de construção de confiança em instituições de segurança pública imparciais;
10 – Apoiar ONGs e o estabelecimento de capacidade comunitária, particularmente em regiões e localidades onde o uso de armas e a violência sejam mais problemáticos e as ONGs tenham poucos recursos, de modo a facilitar que elas possam desempenhar um papel pleno na IANSA;
11 – Assegurar que as campanhas, a mídia e o trabalho político mantenham o vínculo humano sempre que possível, por exemplo, “dando um rosto às vítimas”;
12 – Engajar, quando apropriado, o apoio de figuras públicas respeitadas e populares para transmitir mensagens de campanha para a mídia e o público;
13 – Estigmatizar ações de atores estatais e não estatais percebidos como contribuintes para o problema das armas leves e desenvolver estratégias para incentivar mudanças positivas e de acordo com os padrões internacionais.
O item número 4 revela-nos que as ONGs querem um registro universal das armas de fogo no âmbito da ONU, o que faz parte da política de governo mundial desta entidade.
Vejam os itens 5 e 6 - por eles percebemos porque o Viva Rio está tão interessado em assumir o controle dos arquivos da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do SINARM da Polícia Federal. Eles querem substituir Exército e Polícias no controle das armas civis.
Os itens 2 e 7 mostram claramente a intenção de controlar as Forças Armadas e as Polícias.
O item 8 confirma o que já dissemos quanto ao enfraquecimento das Forças Armadas.
Os itens 9 e 13 mostram-nos porque a Sra. Elizabeth Sussekind, do Viva Rio, nomeada Secretária Nacional de Justiça pelo ministro José Carlos Dias, defende a divulgação na Internet do número das armas e da lista de seus revendedores.
Finalmente, lendo os itens 11, 12 e 13, percebe-se de onde vem a “inspiração” para as campanhas anti-armas do Viva Rio, do SBT e das organizações Globo.
Mas o desarmamento é mais que mera providência contra-revolucionária. A arma é um ícone da independência do cidadão diante do estado e o esteio da propriedade privada. É por isso que vemos alguns políticos ´de esquerda´ apoiando o desarmamento. O cidadão armado é insubmisso. Assim como ele está disposto a confrontar um bandido, ele também se dispõe a enfrentar a tirania. É por isso que, para a implantação do chamado “controle social” da população, é imperioso desarmar os cidadãos.
Colega proprietário de arma:
Não é preciso se envergonhar de ter arma. É seu direito como cidadão e sua obrigação como patriota. A defesa própria é um direito e a arma de fogo seu instrumento. Não abra mão deste direito. Como disse Jean Jaques Rousseau, “Direito tirado nunca mais retorna”.
Filie-se à Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas - ANPCA.
É com seu esforço que contamos.
L.A.
Talvez a ironia não seja uma forma de tratar o assunto,mas o texto faz refletir sem amolar e achei que estava dentro do espirito daqui do forum.
Porem se desejam uma abordagem mais ´séria´ vejam o texto que segue.Vale a pena os poucos minutos de leitura.
A Quem Interessa o Desarmamento?
Dezembro de 1999
Este artigo reflete a evolução do pensamento do ARMARIA, fruto do intercâmbio de informações com outras associações patrióticas (brasileiras e internacionais) engajadas na luta contra o projeto de governo mundial da ONU.
Recomendamos a leitura dos artigos precedentes, ´Preparem-se para o confisco!´, ´Horizonte Nebuloso´ e ´A Volta a Guarda Nacional.´
É óbvio, para qualquer pessoa mais ou menos esclarecida, que essa campanha de desarmamento nada tem a ver com a criminalidade ou a tal “violência”. No entanto, para a maioria das pessoas não são evidentes os motivos de tal campanha. Tentaremos, nessas poucas linhas, explicar o que está acontecendo.
Imagine o leitor que você colocou todas as suas economias em ações de uma determinada empresa. Um belo dia você recebe a informação que a empresa está a beira da falência. O que você faria? Bem, em primeiro lugar trataria de manter segredo total sobre a situação da empresa e diria para todo mundo que a empresa vai muito bem, obrigado. Enquanto isso, tentaria vender os papéis o mais rapidamente possível, para recuperar o dinheiro aplicado, e cuidaria de aplicá-lo em ativos reais, tipo uma casa ou um terreno. Não é assim que todos agem?
Agora imagine que grandes grupos econômicos descobriram que existe uma “bolha especulativa” de alguns trilhões de dólares no sistema financeiro mundial. Essa montanha de dinheiro não corresponde a nenhuma riqueza, isto é: não passa de papel pintado, sem lastro.
Tal como você faria, esses grupos tentam manter segredo sobre o assunto enquanto tratam de converter esse papel em ativos reais. O problema é que converter essa incrível quantidade de dinheiro em ativos não é fácil. É preciso transformar esse papel em bens que mantenham seu valor no caso do sistema financeiro mundial entrar em colapso. O ideal é comprar coisas que sempre terão valor enquanto existir a humanidade, por exemplo: minérios, petróleo, terra fértil, empresas de energia elétrica, grandes redes de telecomunicações, etc.
Mas para adquirir essas riquezas alguns obstáculos precisam ser removidos. O maior deles são os estados nacionais. Fora dos EUA, a regra geral é esses bens estarem sob controle dos estados, na maioria das vezes sob o manto de grandes empresas estatais. Diversas estratégias foram adotadas por esses grupos para acabar com as barreiras que os diversos países criaram para proteger suas riquezas (reserva constitucional, barreiras alfandegárias, tarifas preferenciais, monopólios, leis excludentes, etc.).
Para não precisar empregar força militar (até porque os interesses desses grupos nem sempre coincidem com o interesse nacional de algum país poderoso), foram adotadas as seguintes estratégias:
1) Controlar as agências internacionais de fomento (Banco Mundial, BID, FMI, etc., além, é claro, da ONU)
2) Aumentar os juros de forma a endividar os países mais pobres e força-los a vender seus ativos;
3) Financiar pessoas e instituições contrárias a presença do estado na economia, favoráveis ao conceito de soberania limitada e a livre movimentação de capitais;
4) Acabar com toda legislação que fomente empresas nacionais;
5) Adquirir os meios de comunicação (ou subornar seus proprietários) de forma que apenas pessoas e idéias favoráveis a seus interesses tenham divulgação;
6) Promover campanhas de descrédito contra pessoas e instituições que oponham resistência a seus interesses;
7) Subornar políticos para aprovarem as mudanças adequadas;
8) Premiar e condecorar pessoas e instituições que apoiam as teses anteriores;
9) Difamar e enfraquecer os grupos nacionalistas e as forças armadas;
10) Enfraquecer o estado fomentando radicalismos e desavenças internas;
11) Promover mudanças políticas que consolidem as conquistas obtidas;
12) Desarmar a população de forma a não haver riscos de uma revolta popular armada.
Esse receituário é válido para todos os países e foi aplicado, com maior ou menor sucesso, no mundo todo e não apenas no Brasil. Não vamos discorrer sobre como essas táticas foram empregadas em nosso país, mas se observarmos a história recente veremos que todos os itens acima foram implementados com grande sucesso e todas as nossas riquezas (sejam estatais ou privadas) foram alienadas para grandes grupos estrangeiros. Não é mera coincidência que o presidente que promoveu essa liquidação do patrimônio nacional seja o mesmo que deseja o desarmamento da população.
O momento atual é de consolidar essas conquistas. O único grande grupo nacionalista que restou no país são as forças armadas e suas auxiliares. É importante, portanto, mantê-los fracos e sob constante ataque. Assim reduzem-se as verbas, o armamento, os salários e qualquer forma de estímulo a carreira militar. Daí a campanha de torná-las forças policiais; Daí a campanha para desacreditá-las - assim como as polícias – principalmente a Polícia Militar; Daí a reabertura de processos arquivados há muito tempo, etc. Notaram o que está acontecendo nesse momento com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul?
Se isso não for suficiente, estimula-se a formação de grupos guerrilheiros locais, tal como estamos vendo no México, Peru, e Colômbia, de forma a dar uma ´ocupação´ aos militares e impedí-los de pensar nos outros tipos de saques que estão acontecendo no país. Outra vantagem dessa tática é que, se tiver sucesso, pode colocar o país de joelhos e forçá-lo a pedir uma “ajuda” militar internacional (tal como estamos vendo acontecer na Colômbia) - excelente forma de colocar tropas estrangeiras dentro do país sem oposição.
É preciso também fazer mudanças políticas de forma a reduzir a possibilidade de um presidente nacionalista assumir o poder. É imperioso reduzir os poderes do presidente e por isso vemos (novamente) a campanha pró-parlamentarismo em ação.
Como dissemos, a forma preferencial de impor as idéias anti-nacionais é através do fomento de pessoas e instituições que comungam com os interesses alienígenas. O papel das Organizações Não Governamentais (ONGs) é importantíssimo nesse aspecto. São elas que, aproveitando-se da boa fé de algumas pessoas, divulgam e implementam as políticas anti-nacionais e enfraquecem o papel das instituições do estado. Notaram como elas estão sempre contra militares e policiais? Notaram que direitos humanos são só para os bandidos e não para os policiais e suas famílias (ou mesmo para as vítimas)? Notaram como não falta dinheiro para suas atividades?
Segundo a revista Veja de 09/fev/94, existem (existiam, na época) 5000 ONGs atuando no Brasil, com orçamento anual de 700 milhões de dólares, dos quais 80¬ provêm de doações do exterior. Nelas trabalham cerca de 80 mil profissionais, dos quais 60 mil em tempo integral e a maioria possui curso superior. Não é interessante vermos como esses grupos estrangeiros são bonzinhos e estão preocupados com nossos problemas?
No caso do desarmamento brasileiro, a ONG intitulada Viva Rio ocupa papel de destaque. O Viva Rio surgiu em 17 de novembro de 1993, alguns dias depois do seminário internacional intitulado “Cidadania Participativa, Responsabilidade Social e Cultural em um Brasil Democrático” onde o maior destaque foi a presença do banqueiro David Rockefeller, ex-presidente do Chase Manhattan Bank, proferindo o discurso inaugural. É curioso notar que o banqueiro, hoje filantropo, foi um dos principais responsáveis pela implantação da política neo-liberal causadora da proletarização da classe média e do agravamento da concentração de renda brasileira. Por coincidência, estava presente no seminário o então chanceler Fernando Henrique Cardoso.
O Viva Rio integra a rede mundial de ONGs anti-armas chamada IANSA – (International Action Network of Small Arms). Os objetivos e estratégias da IANSA estão relacionados em suas diretrizes:
Algumas diretrizes da IANSA
1 – Reduzir a disponibilidade de armas para civis em todas as sociedades;
2 – Estabelecer regulamentações, treinamento e supervisão para assegurar o compromisso com padrões internacionais de direitos humanos por instituições estatais, forças armadas irregulares e cidadãos, no uso de armas leves;
3 – Promoção de programas para incentivar os cidadãos a entregar armas de fogo ilegais, inseguras ou indesejáveis;
4 – Relatórios regulares ao Registro de Armas Convencionais da ONU e apoio à extensão de sua abrangência para incluir algumas categorias de armas leves;
5 – Reforçar o papel da sociedade civil no monitoramento de transferências e do uso de armas leves nas esferas nacional, regional e internacional;
6 – Acompanhamento e monitoramento de transferências e movimentações de armas leves;
7 – Estabelecer sistemas políticos e legais para assegurar um efetivo controle e monitoramento civil das forças militares, polícias e outras instituições de aplicação da lei;
8 – Reduzir os gastos militares ao nível mais baixo possível;
9 – Desenvolver campanhas locais, nacionais e regionais de educação e percepção públicas, destinadas a deslegitimizar a posse de armas como parte de um processo de construção de confiança em instituições de segurança pública imparciais;
10 – Apoiar ONGs e o estabelecimento de capacidade comunitária, particularmente em regiões e localidades onde o uso de armas e a violência sejam mais problemáticos e as ONGs tenham poucos recursos, de modo a facilitar que elas possam desempenhar um papel pleno na IANSA;
11 – Assegurar que as campanhas, a mídia e o trabalho político mantenham o vínculo humano sempre que possível, por exemplo, “dando um rosto às vítimas”;
12 – Engajar, quando apropriado, o apoio de figuras públicas respeitadas e populares para transmitir mensagens de campanha para a mídia e o público;
13 – Estigmatizar ações de atores estatais e não estatais percebidos como contribuintes para o problema das armas leves e desenvolver estratégias para incentivar mudanças positivas e de acordo com os padrões internacionais.
O item número 4 revela-nos que as ONGs querem um registro universal das armas de fogo no âmbito da ONU, o que faz parte da política de governo mundial desta entidade.
Vejam os itens 5 e 6 - por eles percebemos porque o Viva Rio está tão interessado em assumir o controle dos arquivos da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do SINARM da Polícia Federal. Eles querem substituir Exército e Polícias no controle das armas civis.
Os itens 2 e 7 mostram claramente a intenção de controlar as Forças Armadas e as Polícias.
O item 8 confirma o que já dissemos quanto ao enfraquecimento das Forças Armadas.
Os itens 9 e 13 mostram-nos porque a Sra. Elizabeth Sussekind, do Viva Rio, nomeada Secretária Nacional de Justiça pelo ministro José Carlos Dias, defende a divulgação na Internet do número das armas e da lista de seus revendedores.
Finalmente, lendo os itens 11, 12 e 13, percebe-se de onde vem a “inspiração” para as campanhas anti-armas do Viva Rio, do SBT e das organizações Globo.
Mas o desarmamento é mais que mera providência contra-revolucionária. A arma é um ícone da independência do cidadão diante do estado e o esteio da propriedade privada. É por isso que vemos alguns políticos ´de esquerda´ apoiando o desarmamento. O cidadão armado é insubmisso. Assim como ele está disposto a confrontar um bandido, ele também se dispõe a enfrentar a tirania. É por isso que, para a implantação do chamado “controle social” da população, é imperioso desarmar os cidadãos.
Colega proprietário de arma:
Não é preciso se envergonhar de ter arma. É seu direito como cidadão e sua obrigação como patriota. A defesa própria é um direito e a arma de fogo seu instrumento. Não abra mão deste direito. Como disse Jean Jaques Rousseau, “Direito tirado nunca mais retorna”.
Filie-se à Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas - ANPCA.
É com seu esforço que contamos.
L.A.
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12/10/2005
Fala serio, vcs acreditam que ganhar o SIM ou o NAO ou o TALVEZ ou o NAOSEI, faz alguma diferenca?
O objetivo desta palhacada é desviar a atencao pras CPI´s que com certeza vao acabar em pizza.
Tanta coisa importante pra fazer....
Deixa eu voltar pro desenvolvimento do meu programa, pelo menos me distrai.......
[]s
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O objetivo desta palhacada é desviar a atencao pras CPI´s que com certeza vao acabar em pizza.
Tanta coisa importante pra fazer....
Deixa eu voltar pro desenvolvimento do meu programa, pelo menos me distrai.......
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12/10/2005
De qqer forma voto NAO.
[]s
Xisto.
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