[OT] Borland cortará 20¬ dos seus postos

Delphi

03/05/2006

[b:495b2eaa3b]Borland cortará 20¬ de seus postos[/b:495b2eaa3b]

Por André Borges para o Computerworld*
Publicada em 03 de maio de 2006 às 15h13

São Paulo - Com 160 funcionários, subsidiária brasileira ainda não sabe se sofrerá com os cortes.

A Borland Software divulgou comunicado informando que demitirá 20¬ de sua força de trabalho. Com a decisão, que faz parte de um plano de reestruturação da empresa, cerca de 300 funcionários devem ser dispensados.

Procurada pela reportagem, a subsidiária brasileira informou que ainda não sabe se a reestruturação afetará as operações no País. A Borland tem cerca de 160 funcionários no Brasil, com escritório local desde 1999.

Segundo a companhia, a maior parte dos cortes deve ocorrer na matriz da empresa, na Califórnia. Com as mudanças, a empresa pretende gerar uma economia de 60 milhões de dólares. O processo de reestruturação da companhia também inclui a combinação de áreas de vendas e prestação de serviços profissionais.

A curto prazo, o mercado de capitais não demonstrou forte preocupação com as mudanças da empresa. Na Nasdaq, os papéis da Borland seguem com ligeira queda de 1¬, cotados há pouco em 4,95 dólares.

Fundada em 1983, a Borland é especializada em soluções para a criação otimizada de software. Atualmente, a companhia está presente em cerca de 60 países.

Fonte: [url=http://idgnow.uol.com.br/carreira/2006/05/03/idgnoticia.2006-05-03.7394433716]IDG Now[/url]


Adriano Santos

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Adriano Santos

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03/05/2006

[b:8e71728486]Borland Brasil escapa das demissões[/b:8e71728486]
Quinta-feira, 04 de maio de 2006 - 16h59

SÃO PAULO – A Borland anunciou nos Estados Unidos que vai eliminar 300 postos de trabalho, num corte que abrangerá todas as suas unidades ao redor do mundo. Mas a subsidiária brasileira tende a escapar desse facão.

As demissões representam 23¬ do quadro atual da Borland, que possui 1 300 funcionários no planeta. Elas fazem parte de um processo de reestruturação, que visa acomodar na estrutura da companhia as dez empresas adquiridas nos últimos dois anos, quatro delas só em 2006.

As fusões, como era de esperar, geraram sobreposição de funções, e as que estiverem nessa condição serão eliminadas. “Como nenhuma das empresas recém-adquiridas tinha escritório no Brasil, não devemos sofrer cortes”, diz José Eugênio Braga, diretor comercial e de marketing da Borland no país.

Além disso, segundo Braga, deve colaborar na preservação dos 160 empregos locais o fato de a subsidiária brasileira ser a que mais tem vendido serviços, a menina dos olhos do novo CEO da Borland, Tod Nielsen.


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