Revista .net Magazine- Edição 35 - Nas bancas de todo Brasil
[size=18:295ab037c8][b:295ab037c8]Revista .net Magazine - Edição 35 - Nas bancas de todo Brasil
Confira aqui o resumo desta Edição[/b:295ab037c8][/size:295ab037c8]
[b:295ab037c8]Encarando o Desenvolvedor - A lenta volta do MDI
MAURO SANT’ANNA[/b:295ab037c8]
Nesta coluna, Mauro comenta sobre os difeferentes tipos de aplicações existentes (SDI, MDI e TDI) e sobre a ampla aceitação do modelo MDI frente a novos modelos como o TDI (adotado em browsers como o Firefox, por exemplo).
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Criptografia no ASP.NET.
Luciano Pimenta[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como trabalhar com criptografia de strings em aplicação ASP.NET.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0 e C#.
Exemplos construídos: Projeto Web onde são mostradas strings criptografadas.
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[b:295ab037c8].NET Brasil - O Vista está chegando e as aplicações para ele já estão aqui
MIGUEL FERREIRA[/b:295ab037c8]
Talvez você já tenha lido sobre o New York Times Reader em Abril/2006, quando foi apresentado na convenção da Sociedade Americana de Editores de Jornais (American Society of Newspaper Editors). Para o deleite dos amantes das novas tecnologias, ele está disponível no site do NY Times: www.nytimes.com/gst/readerg. Esse aplicativo realça a experiência de leitura, na tela do seu computador, por meio do WPF, Windows Presentation Foundation, tecnologia avançada de interação e exibição de conteúdo disponível no Windows Vista
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula – Data Access Application Block - Parte IV.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Enterprise Library 2.0 Data Access Application Block(DAAB).
Neste vídeo examinaremos um dos Application Blocks mais utilizados nas aplicações .NET.
DAAB simplifica as tarefas de desenvolvimento que executam acesso a dados. Em suas aplicações você pode utilizar nas tarefas mais comuns como Insert, Select, Update e Delete.
DAAB fornece acesso às características mais utilizadas no ADO.NET, com isso o programador ganha em produtividade.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0, C# e Data Access Application Block.
Exemplos construídos: Criado os exemplos de alteração e listagem completa da notícia.
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[b:295ab037c8]Ferramentas - Controle de Qualidade e Auditoria com FxCop
RODRIGO SENDIN[/b:295ab037c8]
Quantas vezes você já ouviu falar em controle de qualidade? E auditoria? Esses são termos comuns nas empresas, praticamente todos os produtos que temos disponíveis no mercado passam por setores de controle de qualidade e auditoria. E com o desenvolvimento de software? Não existe isso? Com certeza sim! Recentemente tive a oportunidade de assistir a uma palestra do Mauro Sant’Anna, MVP e colunista aqui da .NET Magazine. Nessa palestra, Mauro falou sobre como manter e garantir a qualidade nos códigos. Uma coisa que chamou muito a minha atenção foi a demonstração de algumas ferramentas de análise de código. Foi então que tive a idéia de abordar esse assunto. Neste artigo conheceremos uma ferramenta de análise de código, chamada FxCop, que é utilizada pela própria Microsoft para analisar assemblys .NET.
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[b:295ab037c8]Vídeo – aula - Data Access Application Block - Parte III.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Neste vídeo nós examinaremos um dos Application Blocks mais utilizados nas aplicações .NET. DAAB simplifica as tarefas de desenvolvimento que executam acesso a dados. Em suas aplicações você pode utilizar nas tarefas mais comuns como Insert, Select, Update e Delete. DAAB fornece acesso às características mais utilizadas no ADO.NET, com isso o programador ganha em produtividade.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0, C# e Data Access Application Block.
Exemplos construídos: Página de cadastro utilizando FormView e ObjectDataSource.
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[b:295ab037c8]Windows Forms - SmartClient com Visual Studio 2005
CARLOS DOS SANTOS [/b:295ab037c8]
Hoje em dia é muito comum termos intranets nas empresas, seja para publicar sites e portais corporativos, seja para simplesmente compartilhar arquivos e tarefas. Mas será que podemos usar essas intranets de maneira ainda mais eficaz, como por exemplo, para distribuir nossas aplicações internas ou quem sabe disponibilizar aplicações para nossos clientes através de nosso site corporativo? Você deve estar pensando que estamos falando de alguma aplicação web, já que essas aplicações são amplamente difundidas nas intranets e extranets corporativas. Mas e seu precisar ter uma aplicação mais rica, com uma interface mais rápida e eficiente do que uma aplicação web? Eu teria que criar essa aplicação Windows e também um eficiente mecanismo de instalação e distribuição, colocar links para os usuários baixarem e instalarem em seus micros, ou seja, seria um grande trabalho. Nesse cenário entra o conceito de SmartClient e ClickOnce, ou clientes inteligentes, que como costumamos dizer: “é o melhor dos dois mundos”, ou seja, você tem a riqueza de uma aplicação Windows e a facilidade de distribuição de uma aplicação web. Então imagine poder criar sua aplicação corporativa e colocá-la na sua intranet, onde o usuário irá simplesmente clicar em uma página HTML e a aplicação será automaticamente instalada no micro dele. E também qualquer alteração que ocorra na aplicação, na próxima chamada que o usuário fizer, a aplicação será automaticamente atualizada. É isso que vamos ver agora!
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Aprenda a criar um blog com ASP.NET - Parte I.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Veja nesta vídeo aula como criar um Blog com ASP.NET 2.0 no Visual Studio 2005.
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[b:295ab037c8]POO - Boas práticas no desenvolvimento de aplicações com POO
RODRIGO SENDIN[/b:295ab037c8]
Desculpem-me a indiscrição, mas como anda a saúde do seu código? Entenda código saudável como sendo um código limpo, que possa ser facilmente compreendido por qualquer membro da sua equipe de desenvolvimento, que respeite algumas boas práticas de padronização, siga as regras básicas da programação estruturada, e que principalmente, faça um bom uso da Orientação a Objetos. E aí? Como anda a saúde do seu código? Neste artigo veremos como transformar uma aplicação ASP.NET mal escrita, em um projeto com código claro, reutilizável e Orientado a Objeto. Veremos em exemplos simples e práticos como por em prática algumas das Design Guidelines for Class Library Developers, que a Microsoft propõe para uma boa codificação de classes. A dinâmica deste artigo será um pouco diferente da que estamos acostumados. Apresentaremos uma aplicação Web feita em C# e que tem as quatro operações básicas que qualquer aplicação comercial realiza: Select, Insert, Update e Delete. Analisaremos cada problema dessa aplicação e tentaremos implementar uma solução mais saudável. E então, vamos ao trabalho!
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[b:295ab037c8]Vídeo – aula - Serialização em XML - Parte II.
Pedro Filho[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como criar uma aplicação Client-Server usando serialização XML.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, C# e XML.
Exemplos construídos: Aplicação Winform (Client) e Web service (Server).
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[b:295ab037c8]Mini-Curso - C 2.0 - Tipos anuláveis
ROGÉRIO MORAES DE CARVALHO[/b:295ab037c8]
A versão 2.0 da linguagem de programação C introduziu uma série de extensões, como: tipos parciais, classes estáticas, métodos anônimos, tipos e métodos genéricos (generics), iterators e tipos anuláveis. Este artigo tem como objetivo explicar o novo recurso dos tipos anuláveis. Em muitos casos, a necessidade de fornecer suporte a valores nulos em todos os tipos de dados é essencial. Em bancos de dados, um valor nulo em um registro, serve para indicar um dado desconhecido ou, simplesmente, omitido. Os tipos por referência suportam o valor nulo (null) para indicar que não estão referenciando nenhum objeto na memória heap. Porém, os tipos por valor não suportam valores nulos. A versão 2.0 da linguagem de programação C introduziu o recurso dos tipos anuláveis (nullable types) para resolver esse problema de forma elegante e imune de todas as desvantagens citadas anteriormente. Os tipos anuláveis fornecem suporte para valores nulos em todos os tipos por valor. Este artigo discutirá detalhadamente o funcionamento dos tipos anuláveis.
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Validação com imagem no ASP.NET.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Captcha é um acrônimo que significa Completely Automated Public Turing-test
to tell Computers and Humans Apart, ou seja, um teste para saber se o usuário em questão é humano ou é um robô, muito utilizado em cadastros e confirmações de usuários, com esta técnica evitamos que sejam criadas centenas de contas em seu site. E o objetivo deste vídeo é explicar como criar Captcha utilizando C# e ASP.NET 2.0.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005 e Diagrama de classes.
Exemplos construídos: Exemplo de um cadastro utilizando Captcha.
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[b:295ab037c8].NET Framework 3.0 – O que vem por aí
EUCLIDES LOURENÇO CHUMA [/b:295ab037c8]
Desenvolvimento orientado a processos de negócios, comunicação e interoperabilidade entre aplicativos, segurança de dados dos usuários e uma interface atraente, amigável e funcional. Esses assuntos podem ser o pesadelo de muitos desenvolvedores, mas o .NET Framework 3.0, que também já foi conhecido como WinFX, já está disponível e vai simplificar e revolucionar com seus novos recursos. O .NET Framework 3.0 é compatível com a versão anterior e acrescenta quatro novas tecnologias: Windows Workflow Foundation (WF), Windows Communication Foundation (WCF), Windows CardSpace (WCS, também conhecido como InfoCard) e Windows Presentation Foundation (WPF). Nesse artigo forneceremos um panorama dessas novas tecnologias.
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[b:295ab037c8] Vídeo-aula - Serialização em XML - Parte I.
Pedro Filho[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como criar uma aplicação Client-Server usando serialização XML.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, C# e XML.
Exemplos construídos: Aplicação Winform (Client) e Web service (Server).
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[b:295ab037c8]ASP.NET - DHTML com ASP.NET
GIOVANNI BASSI[/b:295ab037c8]
A manipulação do HTML de forma dinâmica no cliente, afim de prover maior interatividade entre o usuário e a aplicação e criar animações, é uma prática muito utilizada há alguns anos. São muitos os sites, portais e aplicações web em que podemos movimentar, esconder, trocar fontes e cores de elementos diversos. Com a popularização do AJAX essa prática tem crescido ainda mais. O foco deste artigo é trazer o DHTML às aplicações ASP.NET e entender como fazer a comunicação entre os dados gerados dinamicamente no cliente e o servidor.
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Aprenda a criar um blog com ASP.NET - Parte XVIII.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Na última aula o autor explica como criar um formulário de contato.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0 e C#.
Exemplos construídos: Formulário de contato utilizando as classes MailMessage e SmtpClient.
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[b:295ab037c8]Windows Service - Invocando componentes de forma agendada utilizando Windows Service
LUIZ GONZAGA MENDONÇA E SILVA FILHO[/b:295ab037c8]
Windows Service (serviços do Windows) são processos que rodam independentemente do usuário. O usuário não precisa interagir com o projeto para que o mesmo seja executado. Um serviço Windows é um executável que roda como serviço. Esses tendem a ser mais robustos do que executáveis do tipo Win32, pois serviços não interagem com a interface gráfica do Windows. Windows Services podem ser controlados pelo Service Control Manager (SCM) que é um snap-in do Windows que gerencia os serviços que estão instalados no Sistema Operacional. Um serviço Windows pode ser configurado para rodar assim que o sistema operacional inicia. Uma boa utilização de serviço seria em aplicações que ficam checando em diretórios de arquivos ou aplicações que fazem fechamento de processos bancários.
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[b:295ab037c8]ASP.NET - Exibindo dados relacionais no TreeView[/b:295ab037c8]
É cada vez mais freqüente a necessidade de personalizar nossas páginas Web em função das características dos usuários que as acessam, em função disso, surge a necessidade de construirmos menus que apresentem somente as opções disponíveis para cada grupo de usuários. Este artigo demonstra como o controle TreeView pode exibir registros de tabelas de bancos de dados, sendo preenchido dinamicamente no momento da carga da página. O TreeView do ASP.NET 2.0 foi projetado para apresentar aos usuários, dados em uma estrutura hierárquica. Os usuários podem abrir nós individuais que por sua vez contêm nós filhos. O TreeView é adequado para exibir dados XML, mas pode ser utilizado para quaisquer dados que possam ser representados em uma hierarquia.
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[b:295ab037c8]DevMedia Group - Marketing
www.devmedia.com.br
21-22205375
21-22205435[/b:295ab037c8]
Confira aqui o resumo desta Edição[/b:295ab037c8][/size:295ab037c8]
[b:295ab037c8]Encarando o Desenvolvedor - A lenta volta do MDI
MAURO SANT’ANNA[/b:295ab037c8]
Nesta coluna, Mauro comenta sobre os difeferentes tipos de aplicações existentes (SDI, MDI e TDI) e sobre a ampla aceitação do modelo MDI frente a novos modelos como o TDI (adotado em browsers como o Firefox, por exemplo).
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Criptografia no ASP.NET.
Luciano Pimenta[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como trabalhar com criptografia de strings em aplicação ASP.NET.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0 e C#.
Exemplos construídos: Projeto Web onde são mostradas strings criptografadas.
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[b:295ab037c8].NET Brasil - O Vista está chegando e as aplicações para ele já estão aqui
MIGUEL FERREIRA[/b:295ab037c8]
Talvez você já tenha lido sobre o New York Times Reader em Abril/2006, quando foi apresentado na convenção da Sociedade Americana de Editores de Jornais (American Society of Newspaper Editors). Para o deleite dos amantes das novas tecnologias, ele está disponível no site do NY Times: www.nytimes.com/gst/readerg. Esse aplicativo realça a experiência de leitura, na tela do seu computador, por meio do WPF, Windows Presentation Foundation, tecnologia avançada de interação e exibição de conteúdo disponível no Windows Vista
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula – Data Access Application Block - Parte IV.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Enterprise Library 2.0 Data Access Application Block(DAAB).
Neste vídeo examinaremos um dos Application Blocks mais utilizados nas aplicações .NET.
DAAB simplifica as tarefas de desenvolvimento que executam acesso a dados. Em suas aplicações você pode utilizar nas tarefas mais comuns como Insert, Select, Update e Delete.
DAAB fornece acesso às características mais utilizadas no ADO.NET, com isso o programador ganha em produtividade.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0, C# e Data Access Application Block.
Exemplos construídos: Criado os exemplos de alteração e listagem completa da notícia.
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[b:295ab037c8]Ferramentas - Controle de Qualidade e Auditoria com FxCop
RODRIGO SENDIN[/b:295ab037c8]
Quantas vezes você já ouviu falar em controle de qualidade? E auditoria? Esses são termos comuns nas empresas, praticamente todos os produtos que temos disponíveis no mercado passam por setores de controle de qualidade e auditoria. E com o desenvolvimento de software? Não existe isso? Com certeza sim! Recentemente tive a oportunidade de assistir a uma palestra do Mauro Sant’Anna, MVP e colunista aqui da .NET Magazine. Nessa palestra, Mauro falou sobre como manter e garantir a qualidade nos códigos. Uma coisa que chamou muito a minha atenção foi a demonstração de algumas ferramentas de análise de código. Foi então que tive a idéia de abordar esse assunto. Neste artigo conheceremos uma ferramenta de análise de código, chamada FxCop, que é utilizada pela própria Microsoft para analisar assemblys .NET.
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[b:295ab037c8]Vídeo – aula - Data Access Application Block - Parte III.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Neste vídeo nós examinaremos um dos Application Blocks mais utilizados nas aplicações .NET. DAAB simplifica as tarefas de desenvolvimento que executam acesso a dados. Em suas aplicações você pode utilizar nas tarefas mais comuns como Insert, Select, Update e Delete. DAAB fornece acesso às características mais utilizadas no ADO.NET, com isso o programador ganha em produtividade.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0, C# e Data Access Application Block.
Exemplos construídos: Página de cadastro utilizando FormView e ObjectDataSource.
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[b:295ab037c8]Windows Forms - SmartClient com Visual Studio 2005
CARLOS DOS SANTOS [/b:295ab037c8]
Hoje em dia é muito comum termos intranets nas empresas, seja para publicar sites e portais corporativos, seja para simplesmente compartilhar arquivos e tarefas. Mas será que podemos usar essas intranets de maneira ainda mais eficaz, como por exemplo, para distribuir nossas aplicações internas ou quem sabe disponibilizar aplicações para nossos clientes através de nosso site corporativo? Você deve estar pensando que estamos falando de alguma aplicação web, já que essas aplicações são amplamente difundidas nas intranets e extranets corporativas. Mas e seu precisar ter uma aplicação mais rica, com uma interface mais rápida e eficiente do que uma aplicação web? Eu teria que criar essa aplicação Windows e também um eficiente mecanismo de instalação e distribuição, colocar links para os usuários baixarem e instalarem em seus micros, ou seja, seria um grande trabalho. Nesse cenário entra o conceito de SmartClient e ClickOnce, ou clientes inteligentes, que como costumamos dizer: “é o melhor dos dois mundos”, ou seja, você tem a riqueza de uma aplicação Windows e a facilidade de distribuição de uma aplicação web. Então imagine poder criar sua aplicação corporativa e colocá-la na sua intranet, onde o usuário irá simplesmente clicar em uma página HTML e a aplicação será automaticamente instalada no micro dele. E também qualquer alteração que ocorra na aplicação, na próxima chamada que o usuário fizer, a aplicação será automaticamente atualizada. É isso que vamos ver agora!
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Aprenda a criar um blog com ASP.NET - Parte I.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Veja nesta vídeo aula como criar um Blog com ASP.NET 2.0 no Visual Studio 2005.
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[b:295ab037c8]POO - Boas práticas no desenvolvimento de aplicações com POO
RODRIGO SENDIN[/b:295ab037c8]
Desculpem-me a indiscrição, mas como anda a saúde do seu código? Entenda código saudável como sendo um código limpo, que possa ser facilmente compreendido por qualquer membro da sua equipe de desenvolvimento, que respeite algumas boas práticas de padronização, siga as regras básicas da programação estruturada, e que principalmente, faça um bom uso da Orientação a Objetos. E aí? Como anda a saúde do seu código? Neste artigo veremos como transformar uma aplicação ASP.NET mal escrita, em um projeto com código claro, reutilizável e Orientado a Objeto. Veremos em exemplos simples e práticos como por em prática algumas das Design Guidelines for Class Library Developers, que a Microsoft propõe para uma boa codificação de classes. A dinâmica deste artigo será um pouco diferente da que estamos acostumados. Apresentaremos uma aplicação Web feita em C# e que tem as quatro operações básicas que qualquer aplicação comercial realiza: Select, Insert, Update e Delete. Analisaremos cada problema dessa aplicação e tentaremos implementar uma solução mais saudável. E então, vamos ao trabalho!
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[b:295ab037c8]Vídeo – aula - Serialização em XML - Parte II.
Pedro Filho[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como criar uma aplicação Client-Server usando serialização XML.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, C# e XML.
Exemplos construídos: Aplicação Winform (Client) e Web service (Server).
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[b:295ab037c8]Mini-Curso - C 2.0 - Tipos anuláveis
ROGÉRIO MORAES DE CARVALHO[/b:295ab037c8]
A versão 2.0 da linguagem de programação C introduziu uma série de extensões, como: tipos parciais, classes estáticas, métodos anônimos, tipos e métodos genéricos (generics), iterators e tipos anuláveis. Este artigo tem como objetivo explicar o novo recurso dos tipos anuláveis. Em muitos casos, a necessidade de fornecer suporte a valores nulos em todos os tipos de dados é essencial. Em bancos de dados, um valor nulo em um registro, serve para indicar um dado desconhecido ou, simplesmente, omitido. Os tipos por referência suportam o valor nulo (null) para indicar que não estão referenciando nenhum objeto na memória heap. Porém, os tipos por valor não suportam valores nulos. A versão 2.0 da linguagem de programação C introduziu o recurso dos tipos anuláveis (nullable types) para resolver esse problema de forma elegante e imune de todas as desvantagens citadas anteriormente. Os tipos anuláveis fornecem suporte para valores nulos em todos os tipos por valor. Este artigo discutirá detalhadamente o funcionamento dos tipos anuláveis.
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Validação com imagem no ASP.NET.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Captcha é um acrônimo que significa Completely Automated Public Turing-test
to tell Computers and Humans Apart, ou seja, um teste para saber se o usuário em questão é humano ou é um robô, muito utilizado em cadastros e confirmações de usuários, com esta técnica evitamos que sejam criadas centenas de contas em seu site. E o objetivo deste vídeo é explicar como criar Captcha utilizando C# e ASP.NET 2.0.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005 e Diagrama de classes.
Exemplos construídos: Exemplo de um cadastro utilizando Captcha.
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[b:295ab037c8].NET Framework 3.0 – O que vem por aí
EUCLIDES LOURENÇO CHUMA [/b:295ab037c8]
Desenvolvimento orientado a processos de negócios, comunicação e interoperabilidade entre aplicativos, segurança de dados dos usuários e uma interface atraente, amigável e funcional. Esses assuntos podem ser o pesadelo de muitos desenvolvedores, mas o .NET Framework 3.0, que também já foi conhecido como WinFX, já está disponível e vai simplificar e revolucionar com seus novos recursos. O .NET Framework 3.0 é compatível com a versão anterior e acrescenta quatro novas tecnologias: Windows Workflow Foundation (WF), Windows Communication Foundation (WCF), Windows CardSpace (WCS, também conhecido como InfoCard) e Windows Presentation Foundation (WPF). Nesse artigo forneceremos um panorama dessas novas tecnologias.
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[b:295ab037c8] Vídeo-aula - Serialização em XML - Parte I.
Pedro Filho[/b:295ab037c8]
O autor mostra nessa vídeo aula como criar uma aplicação Client-Server usando serialização XML.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, C# e XML.
Exemplos construídos: Aplicação Winform (Client) e Web service (Server).
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[b:295ab037c8]ASP.NET - DHTML com ASP.NET
GIOVANNI BASSI[/b:295ab037c8]
A manipulação do HTML de forma dinâmica no cliente, afim de prover maior interatividade entre o usuário e a aplicação e criar animações, é uma prática muito utilizada há alguns anos. São muitos os sites, portais e aplicações web em que podemos movimentar, esconder, trocar fontes e cores de elementos diversos. Com a popularização do AJAX essa prática tem crescido ainda mais. O foco deste artigo é trazer o DHTML às aplicações ASP.NET e entender como fazer a comunicação entre os dados gerados dinamicamente no cliente e o servidor.
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[b:295ab037c8]Vídeo-aula - Aprenda a criar um blog com ASP.NET - Parte XVIII.
Fabio Galante Mans[/b:295ab037c8]
Na última aula o autor explica como criar um formulário de contato.
Tecnologias utilizadas: Visual Studio 2005, ASP.NET 2.0 e C#.
Exemplos construídos: Formulário de contato utilizando as classes MailMessage e SmtpClient.
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[b:295ab037c8]Windows Service - Invocando componentes de forma agendada utilizando Windows Service
LUIZ GONZAGA MENDONÇA E SILVA FILHO[/b:295ab037c8]
Windows Service (serviços do Windows) são processos que rodam independentemente do usuário. O usuário não precisa interagir com o projeto para que o mesmo seja executado. Um serviço Windows é um executável que roda como serviço. Esses tendem a ser mais robustos do que executáveis do tipo Win32, pois serviços não interagem com a interface gráfica do Windows. Windows Services podem ser controlados pelo Service Control Manager (SCM) que é um snap-in do Windows que gerencia os serviços que estão instalados no Sistema Operacional. Um serviço Windows pode ser configurado para rodar assim que o sistema operacional inicia. Uma boa utilização de serviço seria em aplicações que ficam checando em diretórios de arquivos ou aplicações que fazem fechamento de processos bancários.
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[b:295ab037c8]ASP.NET - Exibindo dados relacionais no TreeView[/b:295ab037c8]
É cada vez mais freqüente a necessidade de personalizar nossas páginas Web em função das características dos usuários que as acessam, em função disso, surge a necessidade de construirmos menus que apresentem somente as opções disponíveis para cada grupo de usuários. Este artigo demonstra como o controle TreeView pode exibir registros de tabelas de bancos de dados, sendo preenchido dinamicamente no momento da carga da página. O TreeView do ASP.NET 2.0 foi projetado para apresentar aos usuários, dados em uma estrutura hierárquica. Os usuários podem abrir nós individuais que por sua vez contêm nós filhos. O TreeView é adequado para exibir dados XML, mas pode ser utilizado para quaisquer dados que possam ser representados em uma hierarquia.
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