Vamos nos unir!!!
Phfdelphi
Respostas
4_olho
27/07/2003
Para que isso fose possível seria necessário que todos tivessem um mesmo nível - ou seja ter cursado alguma Faculdade do ramo. Sabemos que isto não acontece, pois muitos tem o Curso Técnico Superior ou nem isso, é auto-didata (e às vezes é muito melhor do quem fez bilhões de cursos e aperfeiçoamentos). Então a Associação só previlegiaria alguns.
Preço é uma questão de necessidade e nossos produtos são artesanais. Além disso, cada região do país pode pagar um valor diferente. Vejamos um exemplo. Um sisteminha de cadastro para uma grande multinacional e para uma pequena lojinha do interior do fim do mundo. O sistema pode ser até igual, com as mesmas possibilidades, mas você vai cobrar igual ?
Só concordo que seria uma maneira de nos qualificar, porque o que tem de programadorzinho ruim no mercado, não está escrito (não me considero melhor de um deles). Basta dar uma lida em algumas mensagens do fórum para perceber que tem gente mais perdida que cachorro caido da mudança. Algumas como ´Vou perder meu emprego se não achar ....´ e lá vem uma pergunta super simples.
Desculpe se não fui muito incentivador ... e meu voto não foi o que esperava (a última opção)
Moonlight
27/07/2003
Agora, os pontos que o colega citou são muito válidos. Mas acho que para a idéia dar certo, seria necessário ser muito bem elaborada e ter de onde tirar recursos pra começar.
Aroldo Zanela
27/07/2003
Organização nos já possuímos: www.sbc.org.br
Padronização de preços: Não acredito que isso venha a existir, pois apesar de existerem as métricas de engenharia de software, o preço de um produto/serviço está ligado na percepção do cliente e em sua capacidade de pagamento.
Não podemos sequer nos comparar com a OAB, pois nossa profissão nem é regulamentada e se um dia for, tenho a convicção que será um movimento retrogrado.
Zoom
27/07/2003
Qualquer um que saiba difgitar e salvar um texto no word é considerado, pelos menos favorecidos, como um expert em informática. Existe então uma falta de conhecimento generalizada por parte de nossos clientes na hora de contratar um profissional. Quando vc apresenta um orçamento formal e cobrando o preço justo o cara pensa : ´Mas o filho do vizinho que ´mexe´ com computador faz isto por 10¬ do valor , que absurdo este cara está me cobrando´ .
Dái fica difícil, se formos processar todo mundo que se diz técnico por exercício legal da profissão não existirão juízes suficientes em todo o judiciário nacional (com exagero por favor, hehe).
Ainda outra coisa, não usem a OAB como parâmetro, pois duas coisas chamam a atenção. Advogados formam a classe menos corporativa que existe (vivem furando os olhos uns dos outros) e a instituição existe à décadas. Infelizmente o pessoal da informática também não é corporativo e por um cliente fazemos a caveira do colega.
Penso que não rola por isso.
Zoom
Anjo Azul
27/07/2003
Entretanto não posso deixar de concordar com o colega que diz que com isso seriam privilegiados apenas os possuidores de título de nível superior.
Existe no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) a possibilidade de inscrever-se como Contabilista (nível superior) o Técnico em Contabilidade (Nível Médio) mas vejam mesmo assim os autodidatas continuariam de fora.
Motta
27/07/2003
Qts desevolvedores conhecem a norma técnica ? (ABNT)
Qts a usam ? (não estou na lista ...)
Rodrigo_rcp
27/07/2003
Aqui no RS eu sei que o CRA/RS quer abocanhar anuidades do pessoal de informática, mas acho que deveríamos ter o próprio Conselho Federal de Informática
Okama
27/07/2003
Carnette
27/07/2003
Espero que os outros moderadores não se importem ...
Obrigado....
Alesabino
27/07/2003
Que normas são essas????
Aroldo Zanela
27/07/2003
Acredito que ele tenha se referido a ISO/IEC 9126 traduzida para a NBR 13596 (ABNT) que descreve as características que devem ser verificadas em um software para que ele seja considerado um ´Software de Qualidade´ (Funcionalidade, Confiabilidade, Usabilidade, Eficiência, Manutebilidade e Portabilidade).
Mais detalhes no site da ABNT.
4_olho
27/07/2003
Rabitz
27/07/2003
Acredito também, ser esta a melhor forma da democratização da informática no país.
Sou de todo a favor deste projeto.
Fica aqui registrada minha opinião
Rabitz
Machado
27/07/2003
Untrap
27/07/2003
divididindo programadores,analistas e outros de outra categoria em
trainer
junior
senior
master
com regras bastante definidas, rigidas e disciplinares, dando vantagens a quem esta dentro, pois senao qual a vantagem de se ter uma organizacao?
Roger_malk
27/07/2003
junior
senior
master
Talvez funcionasse se tivesse uma classe auto-didata.
Concordo q nao tem como comparar preço e serviço quando comparado com alguem com um diploma de nível superior, q gastou tempo e dinheiro em conhecimento.
Mais lembre-se q principalmente com a internet, o conhecimento esta muito difundido e não se pode impedir isso (projeto de lei blá blá blá.... é totalmente verdade).
O q deveria ser feito é uma varredura em pirataria. isto sim acaba com a categoria. Quam compra Windows/Delphi original e quem não compra.
Lembre-se q até na aviação já ha espaço para auto-didata
Faustão
27/07/2003
Tenho softwers em algumas prefeituras...por enquanto ainda em cobol... e os preços variam muito, Aqui em Mato Grosso temos prefeituras no valor ex: de R$1000,00 (mil reais) ao mes e prefeitura semelhante em Mato Grosso do Sul o camarada forneceu sistema semelhantes por 10¬ do valor de mercado R$100,00 (cem reais) ao mes...assim fica dificil.
É com certeza um programa piratiado ou o camarada esta disposto a disvalorizar a classe.
abraços
Wanx
27/07/2003
Bacalhau
27/07/2003
Uma hipótese seria a de aferir a capacidade de formação num certificado nacional ou internacional, o que resolve a questão dos autodidatas.
Para um preço justo na programação há que considerar:
- o tamanho do mercado
- o valor do mercado
- o histórico do programador (e da empresa onde trabalha)
- as garantias
- assistência pós-venda
Tudo variaveis complexas que dificultam a fixação de preço único, mas não me parece irreal a criação de tabelas de preços.
abraço do bacalhau
Phfdelphi
27/07/2003
O que estou propondo na realidade é uma união para garantir a LEGIBILIDADE, SEGURANÇA e DESENVOLVIMENTO do setor de TI que é hoje um dos mais importantes na nossa sociedade, e temos que demonstrar isso a todos imparcialmente.
Para botar a mão na massa vou inicialmente fazer um cadastro das pessoas e seus endereços, para que a gente defina os responsáveis por região, sendo assim, peço a todos os interessados que me enviem seu endereço por e-mail para paulo@imetahost.com.br
Zoom
27/07/2003
Seguir as idéias que são implementadas em Portugal tem uma série de dificuldades que com certeza servirão apenas para burocratizar uma coisa que não tem complicação, pq no Brasil (que eu amo muito) parece que as coisas são desenvolvidas para dificultar ao invés de facilitar.
seria mais uma forma de se criar corruptos e atrapalhar a vida de quem é honesto . A aquisição deste certificado seria mais uma burocracia terrível, controlada por um órgão não funcional e que favoreceria por exemplo a quem tivesse granan para comprar tal certificado. Repilo esta idéia. Chega a me arrepiar.
Aroldo Zanela
27/07/2003
Concordo com você, pois certificação é o que a gente mais tem e a cada dia temos que tirar uma nova por exigência do mercado. Cursos superiores na área de TI, bem como, pós-graduação ´lato-sensu´, certificações de fabricantes (Microsoft, Oracle, Novell, CA, CISCO), instituições como o PMI interessam muito mais aos certificadores que aos certificados.
Quanto a organização da classe, tenho certeza que estamos bem representados pela SBC (Socidade Brasileira de Computação) que defende uma regulamentação semelhante ao projeto de lei mencionado pelo 4_olho.
Maxadens
27/07/2003
Bacalhau
27/07/2003
Talvez a solução o problema esteja no futebol: ninguém ´certifica´ um Ronaldo ou Ronaldinho. Já mostraram o que valem; logo cobram o que querem.
Abraço do bacalhau
Vafjr
27/07/2003
Slayer
27/07/2003
ex: Tela de Cadastro de Fornecedores: R$ xxx,xx. Se utilizar banco de dados, cobramos o banco a parte entendem. Não baixamos nem levantamos absurdamente os valores dependendo do tamanho do cliente ou de nossa necessidade de sobrevivência, também não depreciamos o produto final. O que fazemos é tabalhamos com descontos de porcentagem de no máximo 10¬ e parcelamento... que hoje em dia, acredito ser a melhor opção...
Espero ter ajudado, e concordo com a criação de uma base de preços sim.
Phfdelphi
27/07/2003
Rabitz
27/07/2003
De qualquer forma, é interessante refletirmos sobre este tipo de discussão.
Rabitz
Alves
27/07/2003
Uma solução a curto prazo seria cada região se unir, formandos grupos pequenos, mais tarde junta tudo num só.
Midas
27/07/2003
Fhpita
27/07/2003
Bacalhau
27/07/2003
E onde é que fica a livre iniciativa?
Rik3500
27/07/2003
Fhpita
27/07/2003
Bacalhau
27/07/2003
Fhpita
27/07/2003
Estou falando que para acabar com pessoas fazem um sistema e vendem por 30 reais, tem que acabar com isso. 8)
Fhpita
27/07/2003
Bacalhau
27/07/2003
fhpita, sugito que faças uma pequena pesquisa das empresas compradas recentemente pela Microsoft e vejas nalguns casos quem estava à frante dessas empresas. Vais ter algumas surpresas quanto à formação.
O que me parece que falas é de um sistema de certificação de qualidade dos produtos criados. Aí já estou de acordo. No entanto, como certificar software?
Por exemplo, como declarar que ´Este programa termina normalmente?´. Ou ´Este programa vai continuar a trabalhar mesmo se eu pregar um prego no processador´. É que há programas que têm de trabalhar nestas condições. É o caso do software que está na ponta dos mísseis por exemplo... Ou pensas que só lanchonete é que tem software?? :lol:
Miranda
27/07/2003
Por isso acho que temos que nos unir para compartilhar conhecimento, discutir questoes tecnicas, e com experiencia, podemos valorizar mais nosso trabalho, cada um possui um perfil diferenciado mesmo discutindo questoes tecnicas e ate mesmo concorrendo no mesmo seguimento, ha um diferencia que é basicamente a criatividade.
Tenho certeza que se essa uniao for para discutir tecnicas, compartilhar conhecimentos teremos sucesso.
Almir Miranda
Graph Systems
Extrema/MG
Nigro
27/07/2003
Será que um advogado custa R$ 400,00 anualmente?
Quem não pode pagar, porque está no início de carreira simplesmente perde a carteirinha.
Citei a OAB porque vários colegas o fizeram.
Comparar programadores a advogados, é uma afronta conosco, pois a OAB é corporativista, assim como o CRM.
Tentem representar um advogado na OAB ou reclamar de um médico no CRM.
Voltando a questão original...
Sou a favor sim de uma organização, tanto por preços quanto por ética...
O que me deixa mais triste em uma profissão não regulamentada é que qualquer um pode fazer um curso, comprar livros, comprar um micro e sair ganhando dinheiro com software, mas... vai um de nós rélis programadores, dar um de médico, advogado, engenheiro... que seremos presos por exercício ilegal da profissão, por isso sou a favor de uma organização e regulamentação, como já existe um projeto de lei, citado pelo nosso colega, mas... muitas coisas precisam ser esclarecidas, como por exemplo o que será feito com a contribuição que será dada, para que não ocorra a mesma coisa que a OAB faz? Quem irá regulamentar? Quem irá fiscalizar? Que será punido? Quais serão as punições? Quem poderá ter direitos a esse tipo de credenciamento?
Sou a favor sim, mas desde que seja feita de forma clara!
Abraço a todos os colegas de profissão...
Saviomiranda
27/07/2003
Concordo plenamente! Há 15 anos trabalho na área e presto serviços para uma empresa em Fortaleza (franqueada). Meus serviços são reconhecidos pelo franqueador de tal forma, que é uma das únicas cidades onde é permitido usar outro sistema que não seja o fornecido pelo franqueado, desenvolvido por uma empresa com profissionais formados.
E tenho apenas o curso técnico de computação...
Será que com esse CR eu entraria para o ´mercado negro´?
Rage_against
27/07/2003
Você confiaria a estrutura da sua casa pra uma pessoa que não é formada?.
Ou pior, um prédio de 100 andares mal projetado pode causar muitos danos imagine.
Acho que muitas coisas em software são parecidas...
Mmtsantos
27/07/2003
Estou programando no Delphi 6, isto é, dando os primeiros passos numa linguagem interessante, porém um tanto quanto complexa no sentido de encontrar o caminho mais fácil e correto para criar um programa.
Consegui desenvolver um programinha simples para impressão de relatórios, mas ainda não consegui ainda entender completamente as funções...
Por exemplo preciso criar um codigo de um Banco de Dados DBF com numeração automatica, não sei que função utilizar para ele ir no ultimo registro e adicionar 1, como faço?
[list=] Como faço para num DBChecked, fazer com que não fique marcado com em cinza claro...?
Qual codigo posso utilizar para num Combobox ao selecionar determinada opção ele me oferecer algumas informações e selecionando outra ele me oferecer outras informações?
Se alguém tiver algumas dicas interessantes de comandos e linguagens me enviem, ficarei muito agradecido.
Atenciosamente,
Marcos
Lean.rocha
27/07/2003
ass: Leandro Rocha
Fava
27/07/2003
-Você é livre para desenvolver, não importa se você se formou em Filosofia, Parapscologia, etc... desde que saiba o que está fazendo você terá serviço e clientes até seus últimos dias...
-Você é livre para o cobrar o que acha que deve cobrar....
-Você está livre de ficar pagando conselhos (CRM, CDO, etc...) que não ajuda em absolutamente nadaaaaa....
Winfor
27/07/2003
Concordo plenamente! Há 15 anos trabalho na área e presto serviços para uma empresa em Fortaleza (franqueada). Meus serviços são reconhecidos pelo franqueador de tal forma, que é uma das únicas cidades onde é permitido usar outro sistema que não seja o fornecido pelo franqueado, desenvolvido por uma empresa com profissionais formados.
E tenho apenas o curso técnico de computação...
Será que com esse CR eu entraria para o ´mercado negro´?[/quote:43c13861f3]
Concordo com o argumento do amigo SavioMiranda, e digo que me encontro na mesma situação, prestamos serviços para uma empresa de roupas íntimas com 15 lojas do sudeste até o sul, e a única loja que trabalha com sistema diferente das outras é a que prestamos serviços em nossa cidade. A satisfação chegou a tal ponto que o dono da empresa trouxe o consultor comercial do grupo para analisar o nosso produto e está sendo levada em consideração a posiibilidade de assumirmos toda a rede. Entendo um pouco do que fhpita falou, pois apesar de auto-didata sofro com a concorrência desleal, principalmente por outros ´profissionais´ que desenvolvem cocô com cara de filé mignon. Mas se temos que começar a discutir por algum ponto este fórum já está no caminho certo. Digo também que assim como nós existem vários deste fórum co
Bração.
Winfor
27/07/2003
Untrap
27/07/2003
´O menor caminho entre dois pontos é uma reta...´
Czapelini
27/07/2003
Falo isso, porque estou me formando e (por enquanto) posso me negar a desenvolver se não for por um preço justo.
Não desmereço o trabalho de programadores que não tem curso superior, pois muitas vezes programam melhor do que quem tem, mas acho importante valorizar meu trabalho, e acredito que um cliente que eu perco, pode me retornar mais tarde quando perceber que suas necessidades não foram satisfeitas com um software barato.
Essa é minha primeira mensagem neste fórum. Muito bom esse tipo de discussão!
Abraços!
Czapelini
Webraptor
27/07/2003
Sou da área de informática a mais de 10 anos e sou autodidata, e sou contra se instituição só beneficiar os que tem o famoso CARTUCHO, pois geralmente essas entidades só querem incentivar a vinda de mais pessoas para as universidades, se é que não levam alguma vantagem das mesmas para isso, agora se a instituição estabelecer testes para aprovação e credenciamento para isso sou totalmente a favor.
P. Motta
Rafaelgm
27/07/2003
Concordo plenamente. Eu acho importante a formação acadêmica, pois muitos conceitos e técnicas são adquiridos nesse meio. Por outro lado, temos os autodidatas, que conseguem realizar trabalhos excelentes também. Acho importante a criação de um conselho, para nossa própria proteção, pois do jeito que a coisa está, ficamos ´sem pai e nem mãe´.
Por exemplo, imaginem se não existisse o Conselho de Medicina? Você se submeteria a ser operado por um médico que não fosse formado? Eu acho que não. É claro que as consequências de uma cirurgia de cérebro e de um desenvolvimento de software não podem ser comparadas né. Mas, esperem um pouco, e se software do computador que monitora o paciente foi desenvolvido por um mau programador? Entendem o que quero dizer?
Um conselho nos protegeria, pois assim como na medicina, se o Zezinho da Esquina resolver sair operando pessoas SEM POSSUIR CRM, ele é preso. Até mesmo médicos com o registro do CRM cassado são presos se exercerem a profissão, pois o Conselho fiscaliza isso. Olhem a importância.
Agora e quando nós, programadores, nos dedicamos, estudamos, fazemos curso superior (alguns), e quando vamos para o mercado de trabalho corremos o risco de perder uma vaga em uma empresa para um cara qualquer que fez um cursinho de programação e se acha o máximo! Quem vai nos proteger?
O problema é que se ´qualquer um´ puder ser programador o profissional de informática continuará a ser desacreditado, banalizado. Teve um caso de um amigo meu que foi fazer uma consultoria para uma empresa, daí o gerente (que nem conhece esse meu amigo) disse pra ele: ´Você é um pilantra!´. Ele se assustou! O gerente explicou que ele não confia mais em ´pessoas de informática´, pois já teve experiências horríveis com alguns profissionais, então ele já toma os profissionais como pilantras, e fica na defensiva, como se nós fossemos os errados. Sempre.
Voto pela criação do conselho, mas para organizar a bagunça existente, e não para burocratizar a bagunça e perpetuá-la. Ainda mais no mundo de hoje, é deprimente saber que nós não temos um apoio, a quem recorrer. A SBC não pode fazer nada. É cada um por si. Espero que as coisas melhorem.
Rafael Monteiro
Beppe
27/07/2003
Ataliba.
Zap40
27/07/2003
texto acima do amigo responde em cima....
Alexandremarcondes
27/07/2003
O que não acho justo é ter tanto profissional que não entende nada e ainda se diz programador ... porque não se faz como o pessoal de Jornalismo fez? Até a decada de 40/50 +- qualquer um podia ser jornalista, não importa no que o cara tinha se formado, então eles se associaram pra se proteger ... lá pela década de 70/80 +- eles conseguiram aprovar uma lei que exigia que os novos profisionais da área só pudessem atuar se fossem formados na área e os que não tinham diploma e podiam comprovar que trabalharam na área por 5 anos ou mais ganharam o mesmo status do pessoal que tinha curso superior .. à partir desta data só com ´canudo´ ...
eu acho justo .. se puder comprovar é porque o cara sabe e faz ... se não .. é porque o cara nunca realmente trabalhou na área, pode até entender do assunto, mas provavelmente não tem experiência profissional
Koringa
27/07/2003
Sem perder o foco minha opiniao é que sou a favor de uma grande uniao de pessoas totalmente interessadas em levar a sério a profissão e criar ideias que nos ajudem não digo de primeira tudo ir dando certo como padronização de preços mas vamos nos unir e montar como eu disse um site de alguma instituição particular onde iriamos nos organizar aos poucos fazendo uma base de dados de acontecimento
Pessoal, eu tenho 25 anos sempre trabalhei na area de infoormatica mas na area de programação sou novato, porem estou tirando minha faculdade e fazendo cursos de delphi. Depois que descubri essa ferramenta fiquei completamente apaixonado por programação e sou extremamente vidrado no que faço e irei ate o fim de minha vida sempre apoioando meus colegas de profissão e é isso que precismos as vezes quem nem disse o colega ´fazer a caveira do colega´ te ajuda em um cliente ou outro mas a sua imagem pode ter certeza estara sendo desvalorizada. Precisamos de união dos que queiram e os que não queiram que sigam outro caminho ou nos mesmos o faremos para preservar nossa imagem e a do colega ao lado seja ele iniciante, assim como eu ou não, pois como disse não precisamos discriminar iniciantes e sim discriminar pessoas que não estao afim de ajudar o colega ao lado ou desenvolver a profissão e sim so atrapalhar, ao contrario de um iniciante que pretende se formar, se atualizar e fazer crescer para um dia se tornar da mesma categoria de um que um dia o discriminava, um nivel avançado.
Pessoal fico a disposição para debates ou opiniões no que for para fazer com que seja feita uma união positiva sem preconceitos eu estou dentro e apoio.
brdelphi@terra.com.br
Um grande abraço e sucesso a todos vocês !!
´Se você não esta ativamente envolvido naquilo que você quer, você não quer´
Koringa
27/07/2003
André Silva
27/07/2003
Acho se fosse criado algo parecido, não que exigisse um curso superior ou alguma certificação, mas a propria associação poderia fazer um teste e apartir daí aceitar ou não.
Essa idéia deve ser trabalhada.
Phenomenom
27/07/2003
Pereira
27/07/2003
A idéia para unir os programdores é válida, mas como vc citou, eu tabém acho, pois exeiste cada programa na internet vendido de uma maneira quase de graça
Wesley001
27/07/2003
Excelente idéia e topo se existir aqui no Brasil.
Érico.vinicius
27/07/2003
[b:a88cd810c0]Acho que isso já deiva ter acontecido a muito tempo, estamo perdendo tempo, terreno e dinheiro, qualquer pessoa pode programar e até estão desenvolvendo programas que geram programas.[/b:a88cd810c0]
Efelipe
27/07/2003
O objevito é realmente nos qualificar e nos diferenciar dos pe-rapado que leem um livro, diz que sabe programar e sequer fez uma faculdade ou curso superior do assunto. Tomam o lugar daquele que estudo, gastou dinheiro e muito tempo para este investimento. Disseram-me para pagar o CRA. Para que? Os caras nao fazem NADA por nossa profissao!! Nao nos defendem!! Agora poe um livro de direito em baixo do braco e diz que vai advogar, pendure um estetoscopio no pescoco e vai realizar atendimento, obtura um dente.... Voce nao vai fazer e se fizer será preso!! Pq isso acontece, pq existe um orgao que os defende!! E nos o que temos?!! E isso é um toda profissao!!
Acho que deveria ter uma tabela sim!! Antigamente ganhava-se muito dinheiro com programacao e hoje é troco se comparar. Acredito que foi o numero de pe-rapado que apareceu.
Um forte abraco para todos!!
eFelipe.
www.ClassificadoBR.com
Maxymus
27/07/2003
Só para se ter uma idéia, aqui em Fortaleza, uma visita técnica custo em torno de R$ 30,00. Um técnico-montador, trabalhando em uma assistência técnica, granha em torno de R$300,00, isso é um absurdo!!
Claro que isso traria consequencias, como o aumento do preço dos computadores, já que os donos de lojas de informática teria que ter um teto para o sálário dos técnicos que gostariamos que fosse em torno de R$ 500,00 no mínimo.
Rfpsatin
27/07/2003
Já temos uma ´organização´, a SBC, como colocado pelo Zanela, quem quiser se filiar, fique avontade, contudo acredito que eles tem algumas restrições, tipo, ter curso superior reconhecido pelo mec.
Bem pessoal, deixa expor aqui uma lei que andou sendo votada aqui no paraná.
Ela se refere a farmaceuticos e atendentes de farmacia.
De acorde com ela, um atendenteo com comprovadamente 10 anos de carteira na função poderia assinar como farmaceutico, bem, isso gerou muita polemica e acabou sendo engavetado. Acho que foi infeliz a pessoa que apresentou essa lei ainda mais em se tratando da área de saúde. Um profissional como esse, por mais que se esforce, JAMAIS terá o conhecimento adiquiro por um academico formado.
Mais podemos tirar aqui algumas coisas para nossa área. Como nos moldes de outras profissões, um formado em curso supoeror adentraria direto no sindicato, MAS, programadores com um certo tempo de estrada poderiam pleitear o ingresso ao sindicato, seja ele feito com base na experiencia ou nalguma prova, sei lá, isso eu nao sei.
Uma SBC que preste p/ alguma coisa (além de dar descontos em congressos) poderia realizar estas tarefas. Estipular uma faixa salarial mínima. Pessoal, é triste ver gente que conheço com enorme potencial se sujeitando a ganhar 250,00 de bolsa estágio por 40 horas semanais. Tem gente que conheço muito boa ganhando 1000 formado, enquanto um monte de papudo qye só sabe falar MULTI-CAMADA, MULTI-CAMADA, MILTI-CAMADA q só sabe enrolar os outros, não tem capacidade alguma ganhando (por pouco tempo, pq qdo as coisas se revelam o bicho cai) + q isso.
Não é justo que uma pessoa passe 5 anos numa universidade e saia p/ ganhar o mesmo que um técnico em informática. to falando aqui de unm cara que apenas sabe instalar um Wiondows e olhe lá.
Aqui na região, um técnico um informática que apenas intele e instale mal um windows ganha na faixa de 700 reais. um recem formado p/ trabalhar com delphi e oracle ganha isso e olhe lá.
TEM QUE HAVER QUEM REGULARIZE, QUEM CONTROLE QUEM IMPONHE ORDEM.
JÁ TA NA HORA DA SBC TORNAR-SE ALGO ÚTIL E NÃO APENAS UM VALE DESCONTO EM PALESTRAS E CURSOS.
Rfpsatin
27/07/2003
Phfdelphi
27/07/2003
Seria de fato interessante utilizar o tempo de carreira para aqueles que não tem diploma, como eu, a fim de certificar e regularizar a profissão, que já está sendo exercida, mesmo porque se o cara aguentou ficar mais de 5 anos nisso é porque vai morrer programando :lol: .
Bono
27/07/2003
a partir daí poderemos estabelecer critérios para preços e níveis de hie-
rarquia dentro da nossa profissão . Atualmente grandes Empresas prefe-
rem trabalhar com terceirizados que por sua vez não dão o devido respe-
ito aos profissionais da informática.Como exemplo para uma vaga de técnico eles exigem logo uma faculdade e vasta experiência na área.
Um Sindicato único atuando em todo territótio Nacional
é o que precisamos têr.
Este sindicato poderia qualificar os profissionais auto-de-data
e exigir das emprêsas ou até mesmo os autonômos, salários , prêços de
serviços de acordo com uma tabela fixada a economia das respectivas
regiões.
Falei! tô Nessa.
Alceste
27/07/2003
Jfalexandre
27/07/2003
Sou contra o 4_olho, existem Confederações como as dos Profissionais de Educação Física, que tem a carterinha de Graduado e Não Graduado, e na informática se o Cidadão não é um bom programador de nada adianta ele associar a um associação ou confederação.
É um idéia muito interessante e que os organizadores do próprio Clube Delphi poderiam correr atrás.
Tnaires
27/07/2003
Gostaria apenas d expor minha opinião sobre o seguinte: não acho q aquele programador q aprende tudo sozinho não tenha valor. A pessoa q fez faculdade ou curso técnico realmente fez seu sacrifício. Mas tb é um sacrifício exercer o auto-didatismo, uma vez q vc é seu único professor. E ainda mais: tanto existem pessoas q passam 4 anos em um curso mas num sabem m... nenhuma, qto tb existem aqueles q estudaram mto e hj se dão mto bem no mercado.
Sinceramente... Isso não existe pra mim. Não podemos qualificar o programador pela maneira q ele aprendeu, e sim, pelo que ele aprendeu.
Sucesso
PS - não aprendi Delphi sozinho.
Silviodelgado
27/07/2003
Tomemos por base a OAB. Sim! A OAB mesmo, apesar de muitos acharem que não dá pra comparar...
Na OAB existe, sim, uma tabela de preços. Mas é para o advogados se basearem em suas cobranças. Não para tabelar os profissionais (como aconteceu com os produtos do supermercado da esquina na época do Collor e da Zélia Cardoso de Mello).
A OAB atua muito mais verificando a ética dos profissionais do que os preços que eles praticam.
E é assim com todos os outros Conselhos Federais e Regionais.
E é assim que tem que ser com o Conselho de Informática.
Quanto aos diferentes ramos da informática, devemos por a cara na frente e dizer não aos operadores de suporte, não aos montadores de micro e instaladores de Windows, não aos curiosos.
Deve-se criar uma lista de profissões da área e enquadrar o profissional nela.
É cabível que um indivíduo que instale o Windows há 5 anos tenha o mesmo ´status´ que um administrador de redes??? E não estamos falando nem em ter ou não uma faculdade...
Quanto a ter faculdade, ou não, é questão de adaptar nos moldes dos outros Conselhos. O indivíduo que comprove 5 anos na profissão, tem o registro aceito e pode ´operar´ normalmente na área.
Foi assim com todos! Por que deveria ser diferente conosco????
Lembrando: esqueçam de preços, pensem na qualidade!!!
Silvio Delgado
Phfdelphi
27/07/2003
Chucky21
27/07/2003
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:shock: Pauta - 21/10/2002 18h38
Proposta criação do Conselho Federal de Informática
Começou a tramitar na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e
Informática o Projeto de Lei 6639/02, do deputado José Carlos Coutinho
(PFL-RJ), que cria os conselhos Federal e Regionais de Informática e
regulamenta a profissão de analista de sistemas.
O projeto atribui ao Conselho Federal de Informática (Confei) e aos
Conselhos Regionais de Informática a responsabilidade de fiscalizar o
exercício profissional dos analistas de sistemas e profissões correlatas.
Inicialmente, o Conselho Federal será constituído de nove membros efetivos e
nove suplentes, eleitos em escrutínio secreto, em Assembléia dos delegados
regionais. Essa quantidade pode ser aumentada até o limite do número de
estados que tenham conselhos regionais, uma vez que cada órgão regional
deverá ter pelo menos um representante no Confei.
As principais fontes de renda do Conselho Federal serão: 20¬ da arrecadação
de anuidades cobradas dos profissionais inscritos; taxas incidentes sobre
registros ou outros documentos; e doações, legados, juros e subvenções
arrecadados pelos conselhos regionais.
PROFISSÃO ESSENCIAL
Segundo José Carlos Coutinho, a regulamentação da profissão de analista é
necessária porque a disseminação do uso da informática teve como uma de suas
conseqüências a vulnerabilidade do acesso, por pessoas inescrupulosas, às
informações confidenciais das empresas.
´Por outro lado, devem ser desenvolvidas por profissionais especializados os
softwares de grande complexidade, que exigem elevada qualificação técnica de
seus projetistas; e os softwares críticos, que controlam processos onde
segurança e desempenho são fatores essenciais. Esses profissionais devem ser
chamados a assumir a responsabilidade técnica por seu trabalho e, para tal,
terem a oportunidade de investir em formação apropriada e a garantia de
poder associar o seu nome à autoria e à gestão de tais projetos´, afirma o
deputado.
O projeto foi anexado ao PL 815/95. Após análise da Comissão de Informática,
será encaminhado às comissões de Trabalho, de Administração e Serviço
Público; e de Constituição e Justiça e de Redação.
Por Daniela André/ RO
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)
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Tnaires
27/07/2003
:shock: