Vamos nos unir!!!

Delphi

27/07/2003

Nós programadores deveríamos criar uma instituição que estabelecesse padrões e preços para o desenvolvimento de sistemas, tal como existe a OAB para os advogados, uma instituição que pudesse nos proteger e de fato instituir padrões, que é um dos principais problemas que a tecnologia enfrenta, para o real desenvolvimento tecnológico da sociedade de modo geral. Uma instituição que pudesse enxergar bem a frente o futuro e convocar a todos os seus associados para que façam isso acontecer.


Phfdelphi

Phfdelphi

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Respostas

4_olho

4_olho

27/07/2003

A idéia é ótima, mas pouco prática. Pelo menos a curto prazo.

Para que isso fose possível seria necessário que todos tivessem um mesmo nível - ou seja ter cursado alguma Faculdade do ramo. Sabemos que isto não acontece, pois muitos tem o Curso Técnico Superior ou nem isso, é auto-didata (e às vezes é muito melhor do quem fez bilhões de cursos e aperfeiçoamentos). Então a Associação só previlegiaria alguns.

Preço é uma questão de necessidade e nossos produtos são artesanais. Além disso, cada região do país pode pagar um valor diferente. Vejamos um exemplo. Um sisteminha de cadastro para uma grande multinacional e para uma pequena lojinha do interior do fim do mundo. O sistema pode ser até igual, com as mesmas possibilidades, mas você vai cobrar igual ?

Só concordo que seria uma maneira de nos qualificar, porque o que tem de programadorzinho ruim no mercado, não está escrito (não me considero melhor de um deles). Basta dar uma lida em algumas mensagens do fórum para perceber que tem gente mais perdida que cachorro caido da mudança. Algumas como ´Vou perder meu emprego se não achar ....´ e lá vem uma pergunta super simples.

Desculpe se não fui muito incentivador ... e meu voto não foi o que esperava (a última opção)


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Moonlight

Moonlight

27/07/2003

Bom, seria interessante se tivesse algo assim. Quem conhece a OAB sabe como ela beneficia os associados dela - realmente é muito útil.
Agora, os pontos que o colega citou são muito válidos. Mas acho que para a idéia dar certo, seria necessário ser muito bem elaborada e ter de onde tirar recursos pra começar.


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Aroldo Zanela

Aroldo Zanela

27/07/2003

Colegas,

Organização nos já possuímos: www.sbc.org.br
Padronização de preços: Não acredito que isso venha a existir, pois apesar de existerem as métricas de engenharia de software, o preço de um produto/serviço está ligado na percepção do cliente e em sua capacidade de pagamento.
Não podemos sequer nos comparar com a OAB, pois nossa profissão nem é regulamentada e se um dia for, tenho a convicção que será um movimento retrogrado.


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Zoom

Zoom

27/07/2003

Sou contra pelos motivos apresentados pelo 4_olho , e por outro ainda :
Qualquer um que saiba difgitar e salvar um texto no word é considerado, pelos menos favorecidos, como um expert em informática. Existe então uma falta de conhecimento generalizada por parte de nossos clientes na hora de contratar um profissional. Quando vc apresenta um orçamento formal e cobrando o preço justo o cara pensa : ´Mas o filho do vizinho que ´mexe´ com computador faz isto por 10¬ do valor , que absurdo este cara está me cobrando´ .
Dái fica difícil, se formos processar todo mundo que se diz técnico por exercício legal da profissão não existirão juízes suficientes em todo o judiciário nacional (com exagero por favor, hehe).
Ainda outra coisa, não usem a OAB como parâmetro, pois duas coisas chamam a atenção. Advogados formam a classe menos corporativa que existe (vivem furando os olhos uns dos outros) e a instituição existe à décadas. Infelizmente o pessoal da informática também não é corporativo e por um cliente fazemos a caveira do colega.
Penso que não rola por isso.
Zoom


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Anjo Azul

Anjo Azul

27/07/2003

Senhores, não sei se acontece no Brasil todo, mas pelo menos aqui em MS tanto o CREA quanto o conselho dos administradores discutem a tempo a quem pertenceria os profissionais da áreas de Tecnologia em Processamento de Dados (nível superior), Analistas de Sistema, Engenheiros da Computação, da Informação.....pelo que sei até hoje não chegou-se a um resultado.
Entretanto não posso deixar de concordar com o colega que diz que com isso seriam privilegiados apenas os possuidores de título de nível superior.
Existe no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) a possibilidade de inscrever-se como Contabilista (nível superior) o Técnico em Contabilidade (Nível Médio) mas vejam mesmo assim os autodidatas continuariam de fora.


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Motta

Motta

27/07/2003

Impraticavel.

Qts desevolvedores conhecem a norma técnica ? (ABNT)

Qts a usam ? (não estou na lista ...)


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Rodrigo_rcp

Rodrigo_rcp

27/07/2003

Senhores, não sei se acontece no Brasil todo, mas pelo menos aqui em MS tanto o CREA quanto o conselho dos administradores discutem a tempo a quem pertenceria os profissionais da áreas de Tecnologia em Processamento de Dados (nível superior), Analistas de Sistema, Engenheiros da Computação, da Informação.....pelo que sei até hoje não chegou-se a um resultado. Entretanto não posso deixar de concordar com o colega que diz que com isso seriam privilegiados apenas os possuidores de título de nível superior. Existe no CRC (Conselho Regional de Contabilidade) a possibilidade de inscrever-se como Contabilista (nível superior) o Técnico em Contabilidade (Nível Médio) mas vejam mesmo assim os autodidatas continuariam de fora.


Aqui no RS eu sei que o CRA/RS quer abocanhar anuidades do pessoal de informática, mas acho que deveríamos ter o próprio Conselho Federal de Informática


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Okama

Okama

27/07/2003

É uma idéia interessante, mas pouco viável, principalmente sobre os preços. Já vi produtos serem vendidos a $120.000 para uma empresa e doado para outra.


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Carnette

Carnette

27/07/2003

Achei interessante as colocções dos colegas...Por isto estou deixando este tópico como fixo por uma semana...Para ver o que pode sair de idéias...E, até quem sabe um ´embrião´ de um conselho ou algo parecido.

Espero que os outros moderadores não se importem ...


Obrigado....


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Alesabino

Alesabino

27/07/2003

Impraticavel. Qts desevolvedores conhecem a norma técnica ? (ABNT) Qts a usam ? (não estou na lista ...)


Que normas são essas????


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Aroldo Zanela

Aroldo Zanela

27/07/2003

Colega,

Acredito que ele tenha se referido a ISO/IEC 9126 traduzida para a NBR 13596 (ABNT) que descreve as características que devem ser verificadas em um software para que ele seja considerado um ´Software de Qualidade´ (Funcionalidade, Confiabilidade, Usabilidade, Eficiência, Manutebilidade e Portabilidade).

Mais detalhes no site da ABNT.


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4_olho

4_olho

27/07/2003

[url]http://conjur.uol.com.br/textos/20516/[/url]


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Rabitz

Rabitz

27/07/2003

Acredito que da forma que o ´PROJETO DE LEI Nº 1.561 DE 2003´ foi escrito, não restam mais dúvidas quanto a esta enquete.


Acredito também, ser esta a melhor forma da democratização da informática no país.
Sou de todo a favor deste projeto.

Fica aqui registrada minha opinião

Rabitz


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Machado

Machado

27/07/2003

A idéia é ótima se a categoria fosse unida, o que não acontece em parte alguma do nosso Brasil, e esse negocio de programadorzinho é besteira, ou o cara é programador ou não. Acho que poderia ser colocado em pratica um modelo onde os associados deveriam, sim, provar que podem desenvolver um programa. Poderiamos criar um instituição de apoio que acho seria o primeiro passo para o desenvolvimento da idéia.


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Untrap

Untrap

27/07/2003

Cada programador comprovado de sua profissionalidade deveria receber uma especie de codigo, tipo CREA, que tornaria responsavel pelos seus projetos e suas consequencias.

divididindo programadores,analistas e outros de outra categoria em
trainer
junior
senior
master

com regras bastante definidas, rigidas e disciplinares, dando vantagens a quem esta dentro, pois senao qual a vantagem de se ter uma organizacao?


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Roger_malk

Roger_malk

27/07/2003

trainer
junior
senior
master

Talvez funcionasse se tivesse uma classe auto-didata.

Concordo q nao tem como comparar preço e serviço quando comparado com alguem com um diploma de nível superior, q gastou tempo e dinheiro em conhecimento.

Mais lembre-se q principalmente com a internet, o conhecimento esta muito difundido e não se pode impedir isso (projeto de lei blá blá blá.... é totalmente verdade).

O q deveria ser feito é uma varredura em pirataria. isto sim acaba com a categoria. Quam compra Windows/Delphi original e quem não compra.

Lembre-se q até na aviação já ha espaço para auto-didata


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Faustão

Faustão

27/07/2003

Esse negócio de preço é interessante que houvesse uma padronização, isso até valorizaria mais a classe.

Tenho softwers em algumas prefeituras...por enquanto ainda em cobol... e os preços variam muito, Aqui em Mato Grosso temos prefeituras no valor ex: de R$1000,00 (mil reais) ao mes e prefeitura semelhante em Mato Grosso do Sul o camarada forneceu sistema semelhantes por 10¬ do valor de mercado R$100,00 (cem reais) ao mes...assim fica dificil.

É com certeza um programa piratiado ou o camarada esta disposto a disvalorizar a classe.

abraços


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Wanx

Wanx

27/07/2003

Sou totalmente contra. Afinal, a profissão de Programador é uma profissão singular. Em hipótese alguma podemos comparar com qualquer outra profissão existente no mercado. Criar um CR para programadores é uma idéia interessante, desde que não se pratique o absurdo de exigir um diploma, pq o q está em jogo é o talento, a capacidade e o conhecimento, e não se o indivíduo foi beneficiado pela oportunidade de cursar uma faculdade. Deveria sim, existir uma avaliação qualificativa para o associado.


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Bacalhau

Bacalhau

27/07/2003

Talvez possa lançar umas ideias daqui de Portugal, onde se coloca o mesmo problema. Concordo com a ideia de que se é programador ou não.

Uma hipótese seria a de aferir a capacidade de formação num certificado nacional ou internacional, o que resolve a questão dos autodidatas.

Para um preço justo na programação há que considerar:

- o tamanho do mercado
- o valor do mercado
- o histórico do programador (e da empresa onde trabalha)
- as garantias
- assistência pós-venda

Tudo variaveis complexas que dificultam a fixação de preço único, mas não me parece irreal a criação de tabelas de preços.

abraço do bacalhau


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Phfdelphi

Phfdelphi

27/07/2003

À todos que participaram e estão participando desse fórum muito obrigado, todos forneceram informações importantes. Para aqueles que acharam que não está bem claro, queria salientar que ainda há muito o que se discutir sobre essa questão para definir as regras do jogo, mas é isso que essa união proporcionaria. Àqueles que discorcordoram talvez tivessem discordados justamente por isso.
O que estou propondo na realidade é uma união para garantir a LEGIBILIDADE, SEGURANÇA e DESENVOLVIMENTO do setor de TI que é hoje um dos mais importantes na nossa sociedade, e temos que demonstrar isso a todos imparcialmente.
Para botar a mão na massa vou inicialmente fazer um cadastro das pessoas e seus endereços, para que a gente defina os responsáveis por região, sendo assim, peço a todos os interessados que me enviem seu endereço por e-mail para paulo@imetahost.com.br


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Zoom

Zoom

27/07/2003

Talvez possa lançar umas ideias daqui de Portugal, onde se coloca o mesmo problema. Concordo com a ideia de que se é programador ou não. Uma hipótese seria a de aferir a capacidade de formação num certificado nacional ou internacional, o que resolve a questão dos autodidatas. Para um preço justo na programação há que considerar: - o tamanho do mercado - o valor do mercado - o histórico do programador (e da empresa onde trabalha) - as garantias - assistência pós-venda Tudo variaveis complexas que dificultam a fixação de preço único, mas não me parece irreal a criação de tabelas de preços. abraço do bacalhau


Seguir as idéias que são implementadas em Portugal tem uma série de dificuldades que com certeza servirão apenas para burocratizar uma coisa que não tem complicação, pq no Brasil (que eu amo muito) parece que as coisas são desenvolvidas para dificultar ao invés de facilitar.
seria mais uma forma de se criar corruptos e atrapalhar a vida de quem é honesto . A aquisição deste certificado seria mais uma burocracia terrível, controlada por um órgão não funcional e que favoreceria por exemplo a quem tivesse granan para comprar tal certificado. Repilo esta idéia. Chega a me arrepiar.


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Aroldo Zanela

Aroldo Zanela

27/07/2003

Zoom,

Concordo com você, pois certificação é o que a gente mais tem e a cada dia temos que tirar uma nova por exigência do mercado. Cursos superiores na área de TI, bem como, pós-graduação ´lato-sensu´, certificações de fabricantes (Microsoft, Oracle, Novell, CA, CISCO), instituições como o PMI interessam muito mais aos certificadores que aos certificados.
Quanto a organização da classe, tenho certeza que estamos bem representados pela SBC (Socidade Brasileira de Computação) que defende uma regulamentação semelhante ao projeto de lei mencionado pelo 4_olho.


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Maxadens

Maxadens

27/07/2003

Acho que fazer um conselho pra fornecer licenças. Mais ou menos como certificação de que o programador e bom ou não. para que sirva de referencia para outras pessoas contratarem nossos serviços. No entanto, preço é algo que discordo! Se eu cobro R$ 1000,00 pra fazer um software, não significa que outro vai cobrar o mesmo preço. E assim é que finciona a lei da oferta e da procura!


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Bacalhau

Bacalhau

27/07/2003

Caros colegas o panorama em Portugal não é muito melhor: somos conhecidos como um país de burocratas - arranjamos um problema para cada solução!!

Talvez a solução o problema esteja no futebol: ninguém ´certifica´ um Ronaldo ou Ronaldinho. Já mostraram o que valem; logo cobram o que querem.

Abraço do bacalhau


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Vafjr

Vafjr

27/07/2003

O profissional (realmente) capacitado a desenvolver sistemas, está habituado a se organizar, logo, pode-se desenvolver um estatuto, regras e normas para se criar algo do tipo. Devemos nos unir, até mesmo para que sejamos realmente reconhecidos como profissionais. Qualquer desenvolvedor, seja com ou sem curso superior ou técnico, estaria apto a se filiar, mediante a uma prévia avaliação de sua capacidade. Dessa forma seriamos democráticos e ninguém ficaria excluído por motivo algum, exceto por sua própria inapetencia.


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Slayer

Slayer

27/07/2003

Concordo plenamente com a posição. Antes de trabalhar com programação, fui publicitário, trabalhando na área de criação. Nós temos nosso sindicato, a SINAPRO, ela tem uma tabela de materiais/preço, onde utilizamos como ´base´. O que acontece muito com programadores (isso eu ví acontecer, antes de me interessar ppor programação) é de o programador cobrar por um sistema, o quanto ele precisa pra pagar as suas contas, ou o dinheiro do mês. Isto é errado, não tendo uma base de preço, o mercado sofre uma alternância de preços muito grande. Essa alternância gera com certeza uma depreciação do mercado. Não que todos devamos ´enfiar a faca´ por um software para uma padaria. Eu acho que deveria ser estipulado uma tabela, mais ou menos como trabalhamos em minha empresa, ela funciona mais ou menos assim:
ex: Tela de Cadastro de Fornecedores: R$ xxx,xx. Se utilizar banco de dados, cobramos o banco a parte entendem. Não baixamos nem levantamos absurdamente os valores dependendo do tamanho do cliente ou de nossa necessidade de sobrevivência, também não depreciamos o produto final. O que fazemos é tabalhamos com descontos de porcentagem de no máximo 10¬ e parcelamento... que hoje em dia, acredito ser a melhor opção...
Espero ter ajudado, e concordo com a criação de uma base de preços sim.


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Phfdelphi

Phfdelphi

27/07/2003

Será que o amigo aí não poderia nos disponilizar essa tabela de preços?


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Rabitz

Rabitz

27/07/2003

Quanta idéia junta... algumas boas, outras más... mas, minha opinião continua sendo contra...

De qualquer forma, é interessante refletirmos sobre este tipo de discussão.

Rabitz


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Alves

Alves

27/07/2003

Bom para quem tem a programação como meio de vida, seria ótimo, mas como nosso colega falou, a curto prazo fica difícil de por em prática.
Uma solução a curto prazo seria cada região se unir, formandos grupos pequenos, mais tarde junta tudo num só.


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Midas

Midas

27/07/2003

Acredito que organização e união, seria um bela, e ótima idéia... questão de preços .. o colega foi infeliz em citar... não tem como ! mas a organização é interessante..


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Fhpita

Fhpita

27/07/2003

Na minha opinião a organização teria que cadastrar todas as empresas de desenvolvimento fazendo com que todas tivessem pelo menos uma pessoa formada na área, e proibir quem não é formada em desenvolver qualquer tipo de sistema. Com isso não precisaria organizar um preço padrão.


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Bacalhau

Bacalhau

27/07/2003

fhpita, o que entendes por pessoa ´não formada´? Um autodidata é não-formado? Se quiseres posso dar-te uma lista de autodidatas que põem muito diplomado no canto.

E onde é que fica a livre iniciativa?


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Rik3500

Rik3500

27/07/2003

Concordo com a ideia. Mas há outros fatores importantes a tratar neste grupo de trabalhadores, como a Ética e Moral.


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Fhpita

Fhpita

27/07/2003

Bacalhau, infelizmente se queremos ter uma organização dentro da profissão temos que fazer da maneira certa. Não estou falando que pessoas não formadas não tem capacidade. Mas vamos dar um exemplo. Para um Advogado trabalhar, ele é obrigado a ser formado, e aposto que se não fosse teria várias pessoas que iriam estudar em casa sem se formar cobrando menos da metade do preço que ele cobra para fazer o mesmo trabalho, e é isso que acontece com a informatica, existe crianças de 13 anos que tbem faz programas cobrando praticamente nada. É minha opinião...


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Bacalhau

Bacalhau

27/07/2003

Estou aqui na conversa com o Bill Gates e ele (que não concluiu Harvard) não está concordando contigo!!! :lol:


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Fhpita

Fhpita

27/07/2003

Então é por isso que todos falam mal do Windows...
Estou falando que para acabar com pessoas fazem um sistema e vendem por 30 reais, tem que acabar com isso. 8)


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Fhpita

Fhpita

27/07/2003

E além do mais, tenho certeza que o seu Bill agora não programa nada, e os programadores de lá só entram se forem formados, e muito bem formados...


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Bacalhau

Bacalhau

27/07/2003

A Microsoft não faz tudo o que vende.

fhpita, sugito que faças uma pequena pesquisa das empresas compradas recentemente pela Microsoft e vejas nalguns casos quem estava à frante dessas empresas. Vais ter algumas surpresas quanto à formação.

O que me parece que falas é de um sistema de certificação de qualidade dos produtos criados. Aí já estou de acordo. No entanto, como certificar software?

Por exemplo, como declarar que ´Este programa termina normalmente?´. Ou ´Este programa vai continuar a trabalhar mesmo se eu pregar um prego no processador´. É que há programas que têm de trabalhar nestas condições. É o caso do software que está na ponta dos mísseis por exemplo... Ou pensas que só lanchonete é que tem software?? :lol:


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Miranda

Miranda

27/07/2003

Conheco esse assunto muito bem, tentar padronizar precos, nao é o caminho, temos que observar que sempre evoluimos e outros esta a evoluir, com isso valorizamos mais nosso trabalho, e no inicio sempre precisamos de um motivo para atuar no mercado, o principal sempre sera o preco, com o tempo procuramos melhor nossa tecnica e conhecimentos, por questoes da propria evolucao temos que dar espaco para os que estao vindo.
Por isso acho que temos que nos unir para compartilhar conhecimento, discutir questoes tecnicas, e com experiencia, podemos valorizar mais nosso trabalho, cada um possui um perfil diferenciado mesmo discutindo questoes tecnicas e ate mesmo concorrendo no mesmo seguimento, ha um diferencia que é basicamente a criatividade.
Tenho certeza que se essa uniao for para discutir tecnicas, compartilhar conhecimentos teremos sucesso.

Almir Miranda
Graph Systems
Extrema/MG


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Nigro

Nigro

27/07/2003

A OAB cobra R$ 400,00 de anuidade de seus associados e se quer fornecec algum benefício social, como por exemplo um plano de assistência médica ou previdência.
Será que um advogado custa R$ 400,00 anualmente?
Quem não pode pagar, porque está no início de carreira simplesmente perde a carteirinha.
Citei a OAB porque vários colegas o fizeram.
Comparar programadores a advogados, é uma afronta conosco, pois a OAB é corporativista, assim como o CRM.
Tentem representar um advogado na OAB ou reclamar de um médico no CRM.
Voltando a questão original...
Sou a favor sim de uma organização, tanto por preços quanto por ética...
O que me deixa mais triste em uma profissão não regulamentada é que qualquer um pode fazer um curso, comprar livros, comprar um micro e sair ganhando dinheiro com software, mas... vai um de nós rélis programadores, dar um de médico, advogado, engenheiro... que seremos presos por exercício ilegal da profissão, por isso sou a favor de uma organização e regulamentação, como já existe um projeto de lei, citado pelo nosso colega, mas... muitas coisas precisam ser esclarecidas, como por exemplo o que será feito com a contribuição que será dada, para que não ocorra a mesma coisa que a OAB faz? Quem irá regulamentar? Quem irá fiscalizar? Que será punido? Quais serão as punições? Quem poderá ter direitos a esse tipo de credenciamento?
Sou a favor sim, mas desde que seja feita de forma clara!
Abraço a todos os colegas de profissão...


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Saviomiranda

Saviomiranda

27/07/2003

fhpita, o que entendes por pessoa ´não formada´? Um autodidata é não-formado? Se quiseres posso dar-te uma lista de autodidatas que põem muito diplomado no canto. E onde é que fica a livre iniciativa?


Concordo plenamente! Há 15 anos trabalho na área e presto serviços para uma empresa em Fortaleza (franqueada). Meus serviços são reconhecidos pelo franqueador de tal forma, que é uma das únicas cidades onde é permitido usar outro sistema que não seja o fornecido pelo franqueado, desenvolvido por uma empresa com profissionais formados.

E tenho apenas o curso técnico de computação...

Será que com esse CR eu entraria para o ´mercado negro´?


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Rage_against

Rage_against

27/07/2003

Pra se penar, em outras profissões como engenharia onde tambem existem várias pessoas que dominam o Auto-Cad por exemplo, nem por isso são consideradas Engenheiras. Mais se a estrutura construida é ruim quem responde por isso é o cara que assino a planta.
Você confiaria a estrutura da sua casa pra uma pessoa que não é formada?.
Ou pior, um prédio de 100 andares mal projetado pode causar muitos danos imagine.

Acho que muitas coisas em software são parecidas...


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Mmtsantos

Mmtsantos

27/07/2003

Prezados colegas:

Estou programando no Delphi 6, isto é, dando os primeiros passos numa linguagem interessante, porém um tanto quanto complexa no sentido de encontrar o caminho mais fácil e correto para criar um programa.
Consegui desenvolver um programinha simples para impressão de relatórios, mas ainda não consegui ainda entender completamente as funções...
Por exemplo preciso criar um codigo de um Banco de Dados DBF com numeração automatica, não sei que função utilizar para ele ir no ultimo registro e adicionar 1, como faço?

[list=] Como faço para num DBChecked, fazer com que não fique marcado com em cinza claro...?

Qual codigo posso utilizar para num Combobox ao selecionar determinada opção ele me oferecer algumas informações e selecionando outra ele me oferecer outras informações?

Se alguém tiver algumas dicas interessantes de comandos e linguagens me enviem, ficarei muito agradecido.

Atenciosamente,

Marcos


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Lean.rocha

Lean.rocha

27/07/2003

Eu tambem concordo, nos ainda nao somos bem reconhecido pela sociedade, so vamos ser qdo nos invetarmos a greve dai, senhores, eles vao implorar, por nos. falo ou nao a verdade ?
ass: Leandro Rocha


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Fava

Fava

27/07/2003

Deixa como está que tá bom demais.....

-Você é livre para desenvolver, não importa se você se formou em Filosofia, Parapscologia, etc... desde que saiba o que está fazendo você terá serviço e clientes até seus últimos dias...
-Você é livre para o cobrar o que acha que deve cobrar....
-Você está livre de ficar pagando conselhos (CRM, CDO, etc...) que não ajuda em absolutamente nadaaaaa....


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Winfor

Winfor

27/07/2003

[quote:43c13861f3=´bacalhau´]fhpita, o que entendes por pessoa ´não formada´? Um autodidata é não-formado? Se quiseres posso dar-te uma lista de autodidatas que põem muito diplomado no canto. E onde é que fica a livre iniciativa?


Concordo plenamente! Há 15 anos trabalho na área e presto serviços para uma empresa em Fortaleza (franqueada). Meus serviços são reconhecidos pelo franqueador de tal forma, que é uma das únicas cidades onde é permitido usar outro sistema que não seja o fornecido pelo franqueado, desenvolvido por uma empresa com profissionais formados.

E tenho apenas o curso técnico de computação...

Será que com esse CR eu entraria para o ´mercado negro´?[/quote:43c13861f3]

Concordo com o argumento do amigo SavioMiranda, e digo que me encontro na mesma situação, prestamos serviços para uma empresa de roupas íntimas com 15 lojas do sudeste até o sul, e a única loja que trabalha com sistema diferente das outras é a que prestamos serviços em nossa cidade. A satisfação chegou a tal ponto que o dono da empresa trouxe o consultor comercial do grupo para analisar o nosso produto e está sendo levada em consideração a posiibilidade de assumirmos toda a rede. Entendo um pouco do que fhpita falou, pois apesar de auto-didata sofro com a concorrência desleal, principalmente por outros ´profissionais´ que desenvolvem cocô com cara de filé mignon. Mas se temos que começar a discutir por algum ponto este fórum já está no caminho certo. Digo também que assim como nós existem vários deste fórum co

Bração.


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Winfor

Winfor

27/07/2003

m situações semelhantes.
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Untrap

Untrap

27/07/2003

Acredito que todo o Conselho ou Organização criado no Brasil será corruptivel, e que se fosse feito um para a Informática, não seria diferente. O que acontece é que desde 1988 que está travado a lei que regulamenta a Informática como uma profissão separada da Administração, então preferem ficar discuntindo sobre quem deve e quem não deve entrar ou ter uma profissão reconhecida....

´O menor caminho entre dois pontos é uma reta...´


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Czapelini

Czapelini

27/07/2003

O que falta para que tenhamos uma profissão regulamentada é a conscientização por parte de nós profissionais e conhecimento por parte dos clientes. Fica difícil, um programador que possui um conhecimento de engenaria de software, banco de dados, estrutura de dados entre tantos outros conceitos, que sabe o trabalho que vai ter para desenvolver com qualidade, concorrer com um outro programador, que irá desenvolver sem qualidade e que aos olhos do cliente (a primeira vista) terá o mesmo desempenho do que um programa de qualidade.
Falo isso, porque estou me formando e (por enquanto) posso me negar a desenvolver se não for por um preço justo.
Não desmereço o trabalho de programadores que não tem curso superior, pois muitas vezes programam melhor do que quem tem, mas acho importante valorizar meu trabalho, e acredito que um cliente que eu perco, pode me retornar mais tarde quando perceber que suas necessidades não foram satisfeitas com um software barato.

Essa é minha primeira mensagem neste fórum. Muito bom esse tipo de discussão!
Abraços!

Czapelini


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Webraptor

Webraptor

27/07/2003

Saudações Senhores,

Sou da área de informática a mais de 10 anos e sou autodidata, e sou contra se instituição só beneficiar os que tem o famoso CARTUCHO, pois geralmente essas entidades só querem incentivar a vinda de mais pessoas para as universidades, se é que não levam alguma vantagem das mesmas para isso, agora se a instituição estabelecer testes para aprovação e credenciamento para isso sou totalmente a favor.

P. Motta


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Rafaelgm

Rafaelgm

27/07/2003

O que falta para que tenhamos uma profissão regulamentada é a conscientização por parte de nós profissionais e conhecimento por parte dos clientes. Fica difícil, um programador que possui um conhecimento de engenaria de software, banco de dados, estrutura de dados entre tantos outros conceitos, que sabe o trabalho que vai ter para desenvolver com qualidade, concorrer com um outro programador, que irá desenvolver sem qualidade e que aos olhos do cliente (a primeira vista) terá o mesmo desempenho do que um programa de qualidade. Falo isso, porque estou me formando e (por enquanto) posso me negar a desenvolver se não for por um preço justo. Não desmereço o trabalho de programadores que não tem curso superior, pois muitas vezes programam melhor do que quem tem, mas acho importante valorizar meu trabalho, e acredito que um cliente que eu perco, pode me retornar mais tarde quando perceber que suas necessidades não foram satisfeitas com um software barato. Essa é minha primeira mensagem neste fórum. Muito bom esse tipo de discussão! Abraços! Czapelini


Concordo plenamente. Eu acho importante a formação acadêmica, pois muitos conceitos e técnicas são adquiridos nesse meio. Por outro lado, temos os autodidatas, que conseguem realizar trabalhos excelentes também. Acho importante a criação de um conselho, para nossa própria proteção, pois do jeito que a coisa está, ficamos ´sem pai e nem mãe´.

Por exemplo, imaginem se não existisse o Conselho de Medicina? Você se submeteria a ser operado por um médico que não fosse formado? Eu acho que não. É claro que as consequências de uma cirurgia de cérebro e de um desenvolvimento de software não podem ser comparadas né. Mas, esperem um pouco, e se software do computador que monitora o paciente foi desenvolvido por um mau programador? Entendem o que quero dizer?

Um conselho nos protegeria, pois assim como na medicina, se o Zezinho da Esquina resolver sair operando pessoas SEM POSSUIR CRM, ele é preso. Até mesmo médicos com o registro do CRM cassado são presos se exercerem a profissão, pois o Conselho fiscaliza isso. Olhem a importância.

Agora e quando nós, programadores, nos dedicamos, estudamos, fazemos curso superior (alguns), e quando vamos para o mercado de trabalho corremos o risco de perder uma vaga em uma empresa para um cara qualquer que fez um cursinho de programação e se acha o máximo! Quem vai nos proteger?

O problema é que se ´qualquer um´ puder ser programador o profissional de informática continuará a ser desacreditado, banalizado. Teve um caso de um amigo meu que foi fazer uma consultoria para uma empresa, daí o gerente (que nem conhece esse meu amigo) disse pra ele: ´Você é um pilantra!´. Ele se assustou! O gerente explicou que ele não confia mais em ´pessoas de informática´, pois já teve experiências horríveis com alguns profissionais, então ele já toma os profissionais como pilantras, e fica na defensiva, como se nós fossemos os errados. Sempre.

Voto pela criação do conselho, mas para organizar a bagunça existente, e não para burocratizar a bagunça e perpetuá-la. Ainda mais no mundo de hoje, é deprimente saber que nós não temos um apoio, a quem recorrer. A SBC não pode fazer nada. É cada um por si. Espero que as coisas melhorem.

Rafael Monteiro


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Beppe

Beppe

27/07/2003

Eu acho que se existir um conselho ele não pode privilégiar apenas aqueles que tem um canudo na mão. Deve haver liberdade para os proficionais que desejam exercer a profissão. De alguns anos pra cá, o computador ficou muito mais acessível, então eu acho que espaço há. O bom de um conselho é que os maus e não éticos proficionais(com certeza em maior número) terão seu devido trato.

Ataliba.


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Zap40

Zap40

27/07/2003

A idéia é ótima, mas pouco prática. Pelo menos a curto prazo. Para que isso fose possível seria necessário que todos tivessem um mesmo nível - ou seja ter cursado alguma Faculdade do ramo. Sabemos que isto não acontece, pois muitos tem o Curso Técnico Superior ou nem isso, é auto-didata (e às vezes é muito melhor do quem fez bilhões de cursos e aperfeiçoamentos). Então a Associação só previlegiaria alguns.


texto acima do amigo responde em cima....


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Alexandremarcondes

Alexandremarcondes

27/07/2003

Eu acho que se existir um conselho ele não pode privilégiar apenas aqueles que tem um canudo na mão. Deve haver liberdade para os proficionais que desejam exercer a profissão. De alguns anos pra cá, o computador ficou muito mais acessível, então eu acho que espaço há. O bom de um conselho é que os maus e não éticos proficionais(com certeza em maior número) terão seu devido trato. Ataliba.


O que não acho justo é ter tanto profissional que não entende nada e ainda se diz programador ... porque não se faz como o pessoal de Jornalismo fez? Até a decada de 40/50 +- qualquer um podia ser jornalista, não importa no que o cara tinha se formado, então eles se associaram pra se proteger ... lá pela década de 70/80 +- eles conseguiram aprovar uma lei que exigia que os novos profisionais da área só pudessem atuar se fossem formados na área e os que não tinham diploma e podiam comprovar que trabalharam na área por 5 anos ou mais ganharam o mesmo status do pessoal que tinha curso superior .. à partir desta data só com ´canudo´ ...

eu acho justo .. se puder comprovar é porque o cara sabe e faz ... se não .. é porque o cara nunca realmente trabalhou na área, pode até entender do assunto, mas provavelmente não tem experiência profissional


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Koringa

Koringa

27/07/2003

Olá pessoal, bem na minha opinião não deveriamos discutir quem é formado quem não é, ou quem é melhor ou quem não é, e sim poderiamos nos unirmos como uma organização particular digamos onde ao inves de discriminarmos o colega ao lado e achar defeitos nos iriamos apoiar uns aos outros formando um grupo de diferentes estados de nosso pais onde teriamos conhecimentos desde basicos a avançados. Iriamos criar uma base de conhecimento e amizade tão forte que ao longo do tempo as coisas iriam se encaminhando criando-se uma barreira forte de todas as pessoas que se unirão contra os que tentam nos ´boicotar´. Pessoal essa ideia a principio é para ajudar a todos nos programadores e desenvolvedores de forma que tenhamos um reconhecimento e retorno fincanceiro real e digno ao nossos trabalhos. A mesma coisa aos webmasters poxa a um tempo atras fazer sites era uauuu !! show de bola hoje em dia tem cara que faz site a R$ 40,00 se bobiar ate menos !! Então é claro tem casos que são pessoas que entram não para se especializar ou se formar a cada vez progredir tem pessoas que digamos que atrapalham o mercado fazendo preços baixos e propagandas muito boas mas na verdade sabemos que nao valem nada.
Sem perder o foco minha opiniao é que sou a favor de uma grande uniao de pessoas totalmente interessadas em levar a sério a profissão e criar ideias que nos ajudem não digo de primeira tudo ir dando certo como padronização de preços mas vamos nos unir e montar como eu disse um site de alguma instituição particular onde iriamos nos organizar aos poucos fazendo uma base de dados de acontecimento
Pessoal, eu tenho 25 anos sempre trabalhei na area de infoormatica mas na area de programação sou novato, porem estou tirando minha faculdade e fazendo cursos de delphi. Depois que descubri essa ferramenta fiquei completamente apaixonado por programação e sou extremamente vidrado no que faço e irei ate o fim de minha vida sempre apoioando meus colegas de profissão e é isso que precismos as vezes quem nem disse o colega ´fazer a caveira do colega´ te ajuda em um cliente ou outro mas a sua imagem pode ter certeza estara sendo desvalorizada. Precisamos de união dos que queiram e os que não queiram que sigam outro caminho ou nos mesmos o faremos para preservar nossa imagem e a do colega ao lado seja ele iniciante, assim como eu ou não, pois como disse não precisamos discriminar iniciantes e sim discriminar pessoas que não estao afim de ajudar o colega ao lado ou desenvolver a profissão e sim so atrapalhar, ao contrario de um iniciante que pretende se formar, se atualizar e fazer crescer para um dia se tornar da mesma categoria de um que um dia o discriminava, um nivel avançado.


Pessoal fico a disposição para debates ou opiniões no que for para fazer com que seja feita uma união positiva sem preconceitos eu estou dentro e apoio.

brdelphi@terra.com.br


Um grande abraço e sucesso a todos vocês !!

´Se você não esta ativamente envolvido naquilo que você quer, você não quer´


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Koringa

Koringa

27/07/2003

s, debates, pressionar aos poucos para que um dia tenhamos um resultado.
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André Silva

André Silva

27/07/2003

Na minha opinião, já existem algumas associações assim, mas muitas vezes são somente regionais.

Acho se fosse criado algo parecido, não que exigisse um curso superior ou alguma certificação, mas a propria associação poderia fazer um teste e apartir daí aceitar ou não.

Essa idéia deve ser trabalhada.


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Phenomenom

Phenomenom

27/07/2003

Na minha opinião, um curso superior é uma forma de comprovar que o cara aprendeu a base da coisa, o que não é difícil de se aprender sozinho também... é mais uma questão burocrática mesmo. Devemos lembrar que nem tudo que sai de uma faculdade possa ser um bom profissional, muita gente entra nesses cursos por falta de opção mesmo e como consequencia acabam se formando, então seria uma injustiça tremenda deixar o cara que se esforça e aprende sozinho sem o lugar dele e ao invez disso dar o lugar para alguém que tem o canudinho do 3º grau, e é isso que acontecem com muitas empresas que contratam apenas pessoal com 3º grau, que erro, depois investem uma nota para fazer essas pessoas aprenderem a trabalhar da maneira certa. Também não podemos comparar a profissão com um médico, materiais de informática e máquinas temos de monte e sempre metemos a cara pra aprender alguma coisa, eu acredito que uma pessoa bem dedicada se tivesse os livros em mão e um presunto pra mexer também aprenderia medicina, afinal, quem nasceu antes, o médico ou o conhecimento p/ele exercer a profissão? É a mesma coisa com informática, porém a área não expõe o profissional as mesmas responsabilidades. Concordo plenamente que existem muitas pessoas que não sabem nada de programação e estão atrapalhando o nosso mercado, mas devemos ter conciência que estas pessoas não são apenas os auto-didatas mas uma grande porção de universitários fazendo cagada por aí, então eu sou a favor de se criar uma organização deste tipo, mas filtrando quem é programador e quem não é, independente de formação.


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Pereira

Pereira

27/07/2003

É uma idéia interessante, mas pouco viável, principalmente sobre os preços. Já vi produtos serem vendidos a $120.000 para uma empresa e doado para outra.

A idéia para unir os programdores é válida, mas como vc citou, eu tabém acho, pois exeiste cada programa na internet vendido de uma maneira quase de graça


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Wesley001

Wesley001

27/07/2003

Nós, programadores ou simpatizantes por Delphi devemos ter um sociedade em comum e desenvolver soluções...

Excelente idéia e topo se existir aqui no Brasil.


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Érico.vinicius

Érico.vinicius

27/07/2003

:idea:
[b:a88cd810c0]Acho que isso já deiva ter acontecido a muito tempo, estamo perdendo tempo, terreno e dinheiro, qualquer pessoa pode programar e até estão desenvolvendo programas que geram programas.[/b:a88cd810c0]


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Efelipe

Efelipe

27/07/2003

:) Achei otima a atitude.

O objevito é realmente nos qualificar e nos diferenciar dos pe-rapado que leem um livro, diz que sabe programar e sequer fez uma faculdade ou curso superior do assunto. Tomam o lugar daquele que estudo, gastou dinheiro e muito tempo para este investimento. Disseram-me para pagar o CRA. Para que? Os caras nao fazem NADA por nossa profissao!! Nao nos defendem!! Agora poe um livro de direito em baixo do braco e diz que vai advogar, pendure um estetoscopio no pescoco e vai realizar atendimento, obtura um dente.... Voce nao vai fazer e se fizer será preso!! Pq isso acontece, pq existe um orgao que os defende!! E nos o que temos?!! E isso é um toda profissao!!

Acho que deveria ter uma tabela sim!! Antigamente ganhava-se muito dinheiro com programacao e hoje é troco se comparar. Acredito que foi o numero de pe-rapado que apareceu.

Um forte abraco para todos!!
eFelipe.
www.ClassificadoBR.com


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Maxymus

Maxymus

27/07/2003

Claro que criar uma associação para programadores seria de suma importância para nós.. Tenho, inclusive, um projeto para criar o primeiro sindicato dos técnicos em informática do Brasil, onde pudesse se pudesse estabelcer regras para suporte técnico na área de informática.

Só para se ter uma idéia, aqui em Fortaleza, uma visita técnica custo em torno de R$ 30,00. Um técnico-montador, trabalhando em uma assistência técnica, granha em torno de R$300,00, isso é um absurdo!!

Claro que isso traria consequencias, como o aumento do preço dos computadores, já que os donos de lojas de informática teria que ter um teto para o sálário dos técnicos que gostariamos que fosse em torno de R$ 500,00 no mínimo.


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Rfpsatin

Rfpsatin

27/07/2003

Salve pessoal, deixa colocar aqui minha opinião.

Já temos uma ´organização´, a SBC, como colocado pelo Zanela, quem quiser se filiar, fique avontade, contudo acredito que eles tem algumas restrições, tipo, ter curso superior reconhecido pelo mec.

Bem pessoal, deixa expor aqui uma lei que andou sendo votada aqui no paraná.

Ela se refere a farmaceuticos e atendentes de farmacia.

De acorde com ela, um atendenteo com comprovadamente 10 anos de carteira na função poderia assinar como farmaceutico, bem, isso gerou muita polemica e acabou sendo engavetado. Acho que foi infeliz a pessoa que apresentou essa lei ainda mais em se tratando da área de saúde. Um profissional como esse, por mais que se esforce, JAMAIS terá o conhecimento adiquiro por um academico formado.

Mais podemos tirar aqui algumas coisas para nossa área. Como nos moldes de outras profissões, um formado em curso supoeror adentraria direto no sindicato, MAS, programadores com um certo tempo de estrada poderiam pleitear o ingresso ao sindicato, seja ele feito com base na experiencia ou nalguma prova, sei lá, isso eu nao sei.

Uma SBC que preste p/ alguma coisa (além de dar descontos em congressos) poderia realizar estas tarefas. Estipular uma faixa salarial mínima. Pessoal, é triste ver gente que conheço com enorme potencial se sujeitando a ganhar 250,00 de bolsa estágio por 40 horas semanais. Tem gente que conheço muito boa ganhando 1000 formado, enquanto um monte de papudo qye só sabe falar MULTI-CAMADA, MULTI-CAMADA, MILTI-CAMADA q só sabe enrolar os outros, não tem capacidade alguma ganhando (por pouco tempo, pq qdo as coisas se revelam o bicho cai) + q isso.

Não é justo que uma pessoa passe 5 anos numa universidade e saia p/ ganhar o mesmo que um técnico em informática. to falando aqui de unm cara que apenas sabe instalar um Wiondows e olhe lá.

Aqui na região, um técnico um informática que apenas intele e instale mal um windows ganha na faixa de 700 reais. um recem formado p/ trabalhar com delphi e oracle ganha isso e olhe lá.

TEM QUE HAVER QUEM REGULARIZE, QUEM CONTROLE QUEM IMPONHE ORDEM.

JÁ TA NA HORA DA SBC TORNAR-SE ALGO ÚTIL E NÃO APENAS UM VALE DESCONTO EM PALESTRAS E CURSOS.


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Rfpsatin

Rfpsatin

27/07/2003

e tem +, programador bom, + bom mesmo, como temos aqui no forum q já se declararam não ter curso superior, tenho certeza que de uma forma ou de outra (tempo de experiência ou prova) ingressariam no sindicato.


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Phfdelphi

Phfdelphi

27/07/2003

Achei muito interessante a idéia do nosso amigo alexandremarcondes lá da belíssima cidade de Curitiba que deu o exemplo dos jornalistas.
Seria de fato interessante utilizar o tempo de carreira para aqueles que não tem diploma, como eu, a fim de certificar e regularizar a profissão, que já está sendo exercida, mesmo porque se o cara aguentou ficar mais de 5 anos nisso é porque vai morrer programando :lol: .


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Bono

Bono

27/07/2003

O que tá faltando é um sindicato como a CUT ou a Central
a partir daí poderemos estabelecer critérios para preços e níveis de hie-
rarquia dentro da nossa profissão . Atualmente grandes Empresas prefe-
rem trabalhar com terceirizados que por sua vez não dão o devido respe-
ito aos profissionais da informática.Como exemplo para uma vaga de técnico eles exigem logo uma faculdade e vasta experiência na área.
Um Sindicato único atuando em todo territótio Nacional
é o que precisamos têr.
Este sindicato poderia qualificar os profissionais auto-de-data
e exigir das emprêsas ou até mesmo os autonômos, salários , prêços de
serviços de acordo com uma tabela fixada a economia das respectivas
regiões.



Falei! tô Nessa.


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Alceste

Alceste

27/07/2003

Olá pessoal eu estou dentro dessa organização , mas nos tb programadores podemos nos unir para um desenvolvimento aqui mesmo no forum po que sabe pode sair um LINUX ahah mas podemos unir a galera e fazer algo por ex: componentes seria uma boa nos começarmos a fazer e ai pessoal que topa ... eu estou animado para fazer .


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Jfalexandre

Jfalexandre

27/07/2003

A idéia é muito boa, mas não é nova em algumas prefeituras e se não me engano no Ceará, já existem uma associação, onde os programadores, analistas de sistemas e técnicos que atuam no ramo da informática, pagam uma taxa, onde tem a carteirinha de associado. Mas não funciona muito bem, para tal fato aconteça, seria necessário elaborar uma proposta muito boa e depois enviar a algum deputado, para que apresentasse e defedesse no Congresso para que fosse aprovada...


Sou contra o 4_olho, existem Confederações como as dos Profissionais de Educação Física, que tem a carterinha de Graduado e Não Graduado, e na informática se o Cidadão não é um bom programador de nada adianta ele associar a um associação ou confederação.

É um idéia muito interessante e que os organizadores do próprio Clube Delphi poderiam correr atrás.


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Tnaires

Tnaires

27/07/2003

Olá pessoal
Gostaria apenas d expor minha opinião sobre o seguinte: não acho q aquele programador q aprende tudo sozinho não tenha valor. A pessoa q fez faculdade ou curso técnico realmente fez seu sacrifício. Mas tb é um sacrifício exercer o auto-didatismo, uma vez q vc é seu único professor. E ainda mais: tanto existem pessoas q passam 4 anos em um curso mas num sabem m... nenhuma, qto tb existem aqueles q estudaram mto e hj se dão mto bem no mercado.
Sinceramente... Isso não existe pra mim. Não podemos qualificar o programador pela maneira q ele aprendeu, e sim, pelo que ele aprendeu.
Sucesso
PS - não aprendi Delphi sozinho.


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Silviodelgado

Silviodelgado

27/07/2003

Eu acho que as propostas apresentadas estão muito atreladas a preços e se esquencendo da qualidade do serviço prestado.
Tomemos por base a OAB. Sim! A OAB mesmo, apesar de muitos acharem que não dá pra comparar...
Na OAB existe, sim, uma tabela de preços. Mas é para o advogados se basearem em suas cobranças. Não para tabelar os profissionais (como aconteceu com os produtos do supermercado da esquina na época do Collor e da Zélia Cardoso de Mello).
A OAB atua muito mais verificando a ética dos profissionais do que os preços que eles praticam.
E é assim com todos os outros Conselhos Federais e Regionais.
E é assim que tem que ser com o Conselho de Informática.
Quanto aos diferentes ramos da informática, devemos por a cara na frente e dizer não aos operadores de suporte, não aos montadores de micro e instaladores de Windows, não aos curiosos.
Deve-se criar uma lista de profissões da área e enquadrar o profissional nela.
É cabível que um indivíduo que instale o Windows há 5 anos tenha o mesmo ´status´ que um administrador de redes??? E não estamos falando nem em ter ou não uma faculdade...
Quanto a ter faculdade, ou não, é questão de adaptar nos moldes dos outros Conselhos. O indivíduo que comprove 5 anos na profissão, tem o registro aceito e pode ´operar´ normalmente na área.
Foi assim com todos! Por que deveria ser diferente conosco????

Lembrando: esqueçam de preços, pensem na qualidade!!!


Silvio Delgado


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Phfdelphi

Phfdelphi

27/07/2003

Isso que vc falou que depois de 5 anos na profissão o cara tem o registro aceito já existe???


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Chucky21

Chucky21

27/07/2003

:D Concordo com a regulamentação da profissão, sendo respeitado a formação de cada um autodidáta ou não, através de provas e testes que comprovem sua capacidade, como por exemplo é realizado para um teste de certificação. Desde que seja com um preço acessivel a todos os profissionais da área. Ainda coloco logo a seguir um e-mail que recebi de um professor o sobre Projeto de Lei 6639/02 que cria o Conselho Federal de Informática, aguarda regulamentação.
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:shock: Pauta - 21/10/2002 18h38
Proposta criação do Conselho Federal de Informática
Começou a tramitar na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e
Informática o Projeto de Lei 6639/02, do deputado José Carlos Coutinho
(PFL-RJ), que cria os conselhos Federal e Regionais de Informática e
regulamenta a profissão de analista de sistemas.
O projeto atribui ao Conselho Federal de Informática (Confei) e aos
Conselhos Regionais de Informática a responsabilidade de fiscalizar o
exercício profissional dos analistas de sistemas e profissões correlatas.
Inicialmente, o Conselho Federal será constituído de nove membros efetivos e
nove suplentes, eleitos em escrutínio secreto, em Assembléia dos delegados
regionais. Essa quantidade pode ser aumentada até o limite do número de
estados que tenham conselhos regionais, uma vez que cada órgão regional
deverá ter pelo menos um representante no Confei.
As principais fontes de renda do Conselho Federal serão: 20¬ da arrecadação
de anuidades cobradas dos profissionais inscritos; taxas incidentes sobre
registros ou outros documentos; e doações, legados, juros e subvenções
arrecadados pelos conselhos regionais.

PROFISSÃO ESSENCIAL
Segundo José Carlos Coutinho, a regulamentação da profissão de analista é
necessária porque a disseminação do uso da informática teve como uma de suas
conseqüências a vulnerabilidade do acesso, por pessoas inescrupulosas, às
informações confidenciais das empresas.
´Por outro lado, devem ser desenvolvidas por profissionais especializados os
softwares de grande complexidade, que exigem elevada qualificação técnica de
seus projetistas; e os softwares críticos, que controlam processos onde
segurança e desempenho são fatores essenciais. Esses profissionais devem ser
chamados a assumir a responsabilidade técnica por seu trabalho e, para tal,
terem a oportunidade de investir em formação apropriada e a garantia de
poder associar o seu nome à autoria e à gestão de tais projetos´, afirma o
deputado.

O projeto foi anexado ao PL 815/95. Após análise da Comissão de Informática,
será encaminhado às comissões de Trabalho, de Administração e Serviço
Público; e de Constituição e Justiça e de Redação.

Por Daniela André/ RO

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)

Agência Câmara
Tel. (61) 318.7423
Fax. (61) 318.2390
e-mail: agencia@camara.gov.br

http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=23116


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Tnaires

Tnaires

27/07/2003

20¬?
:shock:


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