Java Embarcado Desenvolvendo sua primeira aplicação com Java ME para Blu-ray – Parte 05
Neste quinta parte deste artigo trataremos o Blu-ray profiles e o ciclo de vida dos Xlets.
Java Embarcado Desenvolvendo sua primeira aplicação com Java ME para Blu-ray – Parte 05
Por:
Carlos Fernando
Gonçalves
Thiago Galbiatti Vespa
Cássio Alexandre Sousa
Blu-ray Profiles
Existem três
versões de profiles para player Blu-Ray:
-profile 1.0,
versão inicial;
-profile 1.1,
tem como diferença o Bonus View, especificação Picture-in-Picture (PiP), sistema de arquivos virtuais para
capacidade de armazenar pelo menos 256 MB de dados.
-profile 2.0,
também conhecido como BD-Live contem todo o profile 1.1 e acrescenta a conexão
com a internet. Perfil 2.0 também possibilita sistema de arquivos para loja
virtual, com um gigabyte de dados. Uma camada simples do Blu-Ray Disc é capaz
de armazenar vinte e cinco gigabytes de dados, você pode ver que o sistema de
arquivos virtual no perfil 2.0 dispositivos não poderia executar um filme
completo. Aplicações podem utilizar a conexão à Internet e armazenar vídeos no
disco rígido para reprodução posterior.
Ciclo de vida dos Xlets
Para os
programando em Java, que tiveram oportunidade de observarem já algum tempo os
*lets, como os Applets, Servlets e MIDlets, não parecer estranho os Xlets, são
aplicações que recebem este nome na plataforma CDC.
Para construir
uma aplicação BD-J é necessário implementar uma interface javax.tv.xlet.Xlet
que esta presente na API Java TV.
Os Xlets estão
definidos no Base Personal Profile localizada no pacote javax.microedition.Xlet.
Para construção
de aplicações BD-J, deve-se assegurar que as classes Xlet importadas devem ser
do pacote Java TV.
O ciclo de vida
dos BD-J Xlets é bem simples. Após a chamada do construtor, o Xlet passa para o
estado Carregado. O método initXlet () também será chamado, fazendo com que o
Xlet passe para estado pausado até o momento que o método startXlet () seja
chamado.
Observando a
Figura 2, o Xlet pode eventualmente estar no estado de pausa ou ativo várias
vezes antes de ser destruído. Portanto, o startXlet () método é um bom local
para colocar o código que permita, por exemplo, verificar conexões de rede e
outros importantes recursos antes de começar (ou retomar) a fazer o trabalho
real.
Figura 2 - Diagrama de estados de um Xlet
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