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Artigo SQL Magazine 72 - A Linguagem PL/Java do PostgreSQL
Descrição de algumas características da linguagem procedural PL/Java do PostgreSQL, discutindo como os módulos, classes e toda estrutura do Java trabalha junto com o backend do SGBD para que as funções e triggers utilizem as classes desenvolvidas, aproveitando todo o poder do Java.
SQL Magazine 72
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PostgreSQL
A Linguagem PL/Java do PostgreSQL
Parte 1 – Características e Conceitos
De que trata o artigo?
Descrição de algumas características da linguagem procedural PL/Java do PostgreSQL, discutindo como os módulos, classes e toda estrutura do Java trabalha junto com o backend do SGBD para que as funções e triggers utilizem as classes desenvolvidas, aproveitando todo o poder do Java.
Para que serve?
Fornecer informações que descrevem tanto características da linguagem Java, bem como sua aplicação na linguagem procedural PL/Java, transformando-a em um poderoso artifício no aumento das funcionalidades do SGBD.
Em que situação o tema é útil?
Possibilidade de migração das regras de negócio, escritas em Java, da camada de aplicação para o banco de dados, aumentando os recursos do mesmo, com a utilização e manipulação direta dos dados pelo Java.
Uma das grandes vantagens do uso da linguagem Java é a portabilidade, ou seja, a possibilidade de executar um código em qualquer plataforma que possua um interpretador Java específico. Além desta, existem outras vantagens como robustez, segurança, orientação a objetos, alto desempenho, entre outras.
Pensando nestas vantagens e nas grandes possibilidades que o Java oferece, são criados módulos e interpretadores para implantar esta linguagem nos SGBDs. E o PostgreSQL não foge à regra.
Na primeira parte deste artigo, descreveremos algumas características da linguagem procedural PL/Java do PostgreSQL, onde mostraremos como os módulos, classes e toda estrutura do Java trabalha junto com o backend do SGBD para que as funções e triggers utilizem as classes desenvolvidas aproveitando todo o poder do Java.
A versão do PL/Java aqui discutida é a 1.4.0, com o PostgreSQL na versão 8.3.7, em ambiente Linux (CentOS 5.2).
Características gerais do PL/Java
A linguagem PL/Java é um módulo complementar do backend do PostgreSQL, ou seja, todo o código relacionado é executado no servidor de banco de dados, da mesma forma que as outras linguagens procedurais, como PL/SQL, PL/TCL, PL/Perl, PL/Python e etc.
Quando o PL/Java é instalado, funções e triggers podem utilizar classes Java, desenvolvidas em qualquer ambiente de desenvolvimento Java, como Eclipse ou NetBeans. Estas classes, por sua vez, são instaladas dentro da base de dados e utilizadas como em qualquer outra linguagem procedural. As funções/triggers na linguagem SQL apontam para métodos estáticos nas classes Java.
Na Listagem 1 podemos ver um exemplo de uma função que utiliza o método estático getProperty, da classe java.lang.System, que faz parte da API Java. Este método retorna propriedades da plataforma onde o Java está instalado. Neste exemplo, a função recebe como parâmetro o nome da propriedade user.home, e retorna o path referente ao diretório raiz do usuário logado.
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A Linguagem PL/Java do PostgreSQL
Parte 1 – Características e Conceitos
De que trata o artigo?
Descrição de algumas características da linguagem procedural PL/Java do PostgreSQL, discutindo como os módulos, classes e toda estrutura do Java trabalha junto com o backend do SGBD para que as funções e triggers utilizem as classes desenvolvidas, aproveitando todo o poder do Java.
Para que serve?
Fornecer informações que descrevem tanto características da linguagem Java, bem como sua aplicação na linguagem procedural PL/Java, transformando-a em um poderoso artifício no aumento das funcionalidades do SGBD.
Em que situação o tema é útil?
Possibilidade de migração das regras de negócio, escritas em Java, da camada de aplicação para o banco de dados, aumentando os recursos do mesmo, com a utilização e manipulação direta dos dados pelo Java.
Uma das grandes vantagens do uso da linguagem Java é a portabilidade, ou seja, a possibilidade de executar um código em qualquer plataforma que possua um interpretador Java específico. Além desta, existem outras vantagens como robustez, segurança, orientação a objetos, alto desempenho, entre outras.
Pensando nestas vantagens e nas grandes possibilidades que o Java oferece, são criados módulos e interpretadores para implantar esta linguagem nos SGBDs. E o PostgreSQL não foge à regra.
Na primeira parte deste artigo, descreveremos algumas características da linguagem procedural PL/Java do PostgreSQL, onde mostraremos como os módulos, classes e toda estrutura do Java trabalha junto com o backend do SGBD para que as funções e triggers utilizem as classes desenvolvidas aproveitando todo o poder do Java.
A versão do PL/Java aqui discutida é a 1.4.0, com o PostgreSQL na versão 8.3.7, em ambiente Linux (CentOS 5.2).
Características gerais do PL/Java
A linguagem PL/Java é um módulo complementar do backend do PostgreSQL, ou seja, todo o código relacionado é executado no servidor de banco de dados, da mesma forma que as outras linguagens procedurais, como PL/SQL, PL/TCL, PL/Perl, PL/Python e etc.
Quando o PL/Java é instalado, funções e triggers podem utilizar classes Java, desenvolvidas em qualquer ambiente de desenvolvimento Java, como Eclipse ou NetBeans. Estas classes, por sua vez, são instaladas dentro da base de dados e utilizadas como em qualquer outra linguagem procedural. As funções/triggers na linguagem SQL apontam para métodos estáticos nas classes Java.
Na Listagem 1 podemos ver um exemplo de uma função que utiliza o método estático getProperty, da classe java.lang.System, que faz parte da API Java. Este método retorna propriedades da plataforma onde o Java está instalado. Neste exemplo, a função recebe como parâmetro o nome da propriedade user.home, e retorna o path referente ao diretório raiz do usuário logado.
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Clailson De Almeida
Space do autor
Graduado em Tecnologia em Processamento de Dados e pós-graduado em Administração de Banco de Dados pela Universidade Tiradentes (UNIT), no estado de Sergipe. Já atuou como desenvolvedor WEB, com forte utilização de Java. Já trabalhou 2 anos como Analista de Sistemas e possui experiência no desenvolv...
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