Este é um post disponível para assinantes MVPArtigo Engenharia de Software 24 - Gerência de Configuração
Artigo da Revista Engenharia de Software edição 24.

Projeto
Gerência de Configuração
Definições Iniciais, Ferramentas e Processo
De que se trata o artigo:
Neste artigo serão mostrados inicialmente aspectos relevantes da gerência de configuração. Na segunda parte do artigo, será apresentada a aplicação da gerência de configuração dentro dos principais modelos de maturidade e as vantagens de se utilizar tais ferramentas, através de um estudo de caso de implementação em uma empresa hipotética.
Para que serve:
Este trabalho tem como intuito servir como um material de apoio para aqueles que desejam implementar gerência de configuração em uma organização desenvolvedora de software, usando como ferramentas de controle de mudanças e controle de versões, o Mantis e o Subversion respectivamente.
Em que situação o tema é útil:
Para qualquer empresa de desenvolvimento de software que tenham interesse em aumentar o controle e confiabilidade nos artefatos gerados pela equipe de desenvolvimento ao longo de um processo de desenvolvimento de software.
Com um mercado cada vez mais exigente, as empresas que fabricam software tem revisto seus processos de construção com o intuito de aumentar a qualidade de seus produtos e também sua produtividade. Diversas metodologias de desenvolvimento de software voltadas para o controle tem sido elaboradas uma vez que um projeto de software, ao longo do seu ciclo de vida, tem uma grande quantidade de itens de informação tais como documentos, código-fonte, dados, manuais e outros, produzidos e até modificados, pelos mais diversos motivos.
Para que a qualidade do software seja garantida, em função destas modificações, é necessário que se faça uso da Gerência de Configuração de Software (GCS). A Gerência de Configuração de Software tem como objetivo gerenciar e controlar a evolução de um software através do controle formal de versão e solicitação de mudanças. É uma forma sistemática e organizada de controlar as modificações de um software tornando possível manter sua integridade ao longo do tempo. A quantidade de itens que podem estar sob controle da GCS e os níveis de controle exigidos sobre estes itens irá variar de empresa para empresa ou mesmo de projeto para projeto. Sendo assim, o uso desta prática em conformidade com modelos de maturidade mantidos por entidades que possuam credibilidade nacional e internacional, e também o uso de ferramentas adequadas que garantam a qualidade deste processo, é fundamental para que uma empresa obtenha êxito e reconhecimento.
Para empresas de grande porte, isto não chega a ser um grande problema pois normalmente se dispõem de capital e pessoal qualificado para manter tais práticas. Entretanto, quando voltamos a olhar para as pequenas empresas, o cenário é exatamente o oposto. As dificuldades e o custo envolvidos para se adotar um modelo de gestão, treinar pessoal, adquirir ferramentas que apóiem"
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