Este é um post disponível para assinantes MVPArtigo Java Magazine 13 - Raio x do Tiger
Artigo publicado pela Java Magazine 13.

Raio x do Tiger
Diversos
itens da especificação já foram explorados em artigos anteriores –
novidades da linguagem na Edição 12, e nova API de concorrência na
Edição 11 – portanto, vou apenas focar no que ainda não foi visto.
Também agrupei itens relacionados e reordenei alguns tópicos de acordo
com suas interdependências para estruturar melhor a explicação.
Confiabilidade e gerenciamento
Alguns
itens nesta seção podem parecer grego para muitos desenvolvedores.
Certas APIs, como a JPDA, são usadas apenas por quem faz ferramentas de
baixo nível, como depuradores e profilers. A maioria dos
desenvolvedores jamais precisará lidar com essas coisas – mas veremos
os resultados nas ferramentas. Mesmo a API java.util.concurrent é mais útil para quem implementa infra-estrutura.
Os
tipos genéricos estão neste grupo porque a robustez adicional é o
principal argumento a favor dessa melhoria, que elimina a possibilidade
da maioria das ClassCastException.
Veremos também que diversas interfaces da JVM precisaram ser
atualizadas para contemplar mudanças na linguagem, até em casos de
alterações aparentemente superficiais (“açúcar sintático”), como enums.
A maior novidade neste grupo: o Tiger inaugura uma nova era em qualidade de serviço
para Java. Teremos incluídos na JVM um grande número de recursos
avançados – de monitoração, gerenciamento, profiling, depuração etc. –
possibilitando analisar aplicações Java de forma tão fácil e
não-intrusiva (sem impacto em desempenho, segurança ou deployment),
que é bem possível que qualquer servidor em produção possa manter esses
recursos sempre ativados, agilizando a resolução de
"
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