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Artigo Java Magazine 76 - WebApps com Struts2 – Parte 3
O artigo continua a apresentar o Struts2, um framework que facilita o desenvolvimento de aplicações web ao aplicar o padrão MVC à arquitetura da aplicação.
Java Magazine 76
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WebApps com Struts2 – Parte 3
Conheça na prática um dos mais populares frameworks MVC
Na última parte da série de artigos sobre o Struts2 veremos configuração por convenção, componentes gráficos, depuração e relatórios com JasperReports
Esta é a terceira e última parte de uma série de artigos sobre o Struts2, iniciada na Edição 74 da Java Magazine. Já apresentamos na primeira parte a instalação do framework, o uso de suas funções básicas e algumas funcionalidades oferecidas pelo mesmo, como a abordagem dirigida ao modelo, uso de interceptadores, definição de resultados, validação de formulários, internacionalização de mensagens e integração com o framework SiteMesh para aplicação de leiaute gráfico a todas as páginas. Na segunda parte, publicada na Edição 75, mostramos outras características do Struts2, como a injeção de dependências, upload de arquivo e resultados binários, e sua integração com outros frameworks como FreeMarker e Spring. Tudo isso com a ajuda de uma aplicação web (WebApp) simples, mas com utilidade real: uma aplicação para gerência de pequenas bibliotecas chamada Bookshelf.
Nesta edição, continuaremos a desenvolver o Bookshelf (se você não seguiu a primeira e a segunda partes, pode obter o código-fonte no site da Java Magazine) e mostraremos:
• Como criar ações sem precisar configurá-las no arquivo struts.xml, seguindo convenções de código e utilizando anotações diretamente nas classes;
• Como criar componentes gráficos usando FreeMarker e reutilizá-los em diversas páginas web com a tag;
• Quais ferramentas de depuração (debugging) e profiling são oferecidas pelo Struts2 para encontrar falhas e causas de baixo desempenho;
• Como integrar o Struts2 com o JasperReports para mostrar relatórios em PDF gerados dinamicamente a partir dos dados de nossa WebApp;
• Dicas para aumentar o desempenho de aplicações que utilizam Struts2.
Configuração por convenção
Os leitores que vêm acompanhando esta série de artigos já podem ter percebido uma desvantagem do Struts2: toda ação deve ser configurada no arquivo struts.xml para que o framework saiba o que fazer quando o usuário faz uma requisição a uma determinada URL. A quantidade de código XML que deve ser escrito pode acabar sobrecarregando o desenvolvedor. Felizmente, existe uma alternativa: a configuração por convenção.
Para que você não precise dizer ao framework onde encontrar as classes de ação e páginas de resultado, é preciso seguir convenções (padrões) para que o Struts2 os encontre automaticamente. Para começarmos, no entanto, precisamos incluir em nossa aplicação web o JAR struts2-convention-plugin-2.1.8.1.jar, que pode ser encontrado na pasta lib da distribuição do Struts2. Isso basta para instalar o plug-in de convenção no Struts2.
O plug-in de convenção procura por classes cujo nome termina em Action ou que implementem a interface com.opensymphony.xwork2.Action (subclasses de com.opensymphony.xwork2.ActionSupport implementam esta interface por herança), em pacotes chamados struts, struts2, action ou actions. As páginas web ele procura em /WEB-INF/content/ com o nome da ação executada e a string de resultado (o retorno do método), como veremos nos exemplos. No caso do Bookshelf, colocamos nossas classes de ação dentro do pacote controle e as páginas web em /WEB-INF/pages/. Se quisermos usar estes locais, devemos configurar as constantes struts.convention.package.locators com o nome do pacote que contém as ações e struts.convention.result.path com o caminho (path) para a raiz das páginas web.
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Esta é a terceira e última parte de uma série de artigos sobre o Struts2, iniciada na Edição 74 da Java Magazine. Já apresentamos na primeira parte a instalação do framework, o uso de suas funções básicas e algumas funcionalidades oferecidas pelo mesmo, como a abordagem dirigida ao modelo, uso de interceptadores, definição de resultados, validação de formulários, internacionalização de mensagens e integração com o framework SiteMesh para aplicação de leiaute gráfico a todas as páginas. Na segunda parte, publicada na Edição 75, mostramos outras características do Struts2, como a injeção de dependências, upload de arquivo e resultados binários, e sua integração com outros frameworks como FreeMarker e Spring. Tudo isso com a ajuda de uma aplicação web (WebApp) simples, mas com utilidade real: uma aplicação para gerência de pequenas bibliotecas chamada Bookshelf.
Nesta edição, continuaremos a desenvolver o Bookshelf (se você não seguiu a primeira e a segunda partes, pode obter o código-fonte no site da Java Magazine) e mostraremos:
• Como criar ações sem precisar configurá-las no arquivo struts.xml, seguindo convenções de código e utilizando anotações diretamente nas classes;
• Como criar componentes gráficos usando FreeMarker e reutilizá-los em diversas páginas web com a tag
• Quais ferramentas de depuração (debugging) e profiling são oferecidas pelo Struts2 para encontrar falhas e causas de baixo desempenho;
• Como integrar o Struts2 com o JasperReports para mostrar relatórios em PDF gerados dinamicamente a partir dos dados de nossa WebApp;
• Dicas para aumentar o desempenho de aplicações que utilizam Struts2.
Configuração por convenção
Os leitores que vêm acompanhando esta série de artigos já podem ter percebido uma desvantagem do Struts2: toda ação deve ser configurada no arquivo struts.xml para que o framework saiba o que fazer quando o usuário faz uma requisição a uma determinada URL. A quantidade de código XML que deve ser escrito pode acabar sobrecarregando o desenvolvedor. Felizmente, existe uma alternativa: a configuração por convenção.
Para que você não precise dizer ao framework onde encontrar as classes de ação e páginas de resultado, é preciso seguir convenções (padrões) para que o Struts2 os encontre automaticamente. Para começarmos, no entanto, precisamos incluir em nossa aplicação web o JAR struts2-convention-plugin-2.1.8.1.jar, que pode ser encontrado na pasta lib da distribuição do Struts2. Isso basta para instalar o plug-in de convenção no Struts2.
O plug-in de convenção procura por classes cujo nome termina em Action ou que implementem a interface com.opensymphony.xwork2.Action (subclasses de com.opensymphony.xwork2.ActionSupport implementam esta interface por herança), em pacotes chamados struts, struts2, action ou actions. As páginas web ele procura em /WEB-INF/content/ com o nome da ação executada e a string de resultado (o retorno do método), como veremos nos exemplos. No caso do Bookshelf, colocamos nossas classes de ação dentro do pacote controle e as páginas web em /WEB-INF/pages/. Se quisermos usar estes locais, devemos configurar as constantes struts.convention.package.locators com o nome do pacote que contém as ações e struts.convention.result.path com o caminho (path) para a raiz das páginas web.
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2 COMENTÁRIOS
Casa Publicadora Brasileira
Deve haver algum engano na informação sobre artigos do jasper reports na edição 53.
Acabo de acessar a mesma nã há nenhum tópico sobre o mesmo. Veja os artigos:
- Uma nova plataforma wireless [Leia Agora] - Relatórios na web com Java Persistence API [Leia Agora]
- Caching na web usando o projeto Ehcache [Leia Agora]
- Eclipse x NetBeans: Comparando os grandes IDEs livres [Leia Agora]
- Perspectivas do Java: A linguagem e a plataforma [Leia Agora]
- Drools: Aplicando regras no mundo real [Leia Agora]
- Spring remoting: Organizando o acesso remoto
Gostaria de saber qual é a edição correta, além da 37 e 38.
Obrigado!
[há +1 ano] -
Responder
Devmedia - Equipe De Moderação
Na edição 53 não tem artigos sobre o assunto citado. Verifique se o artigo mencionado encontra-se entre esses resultados:http://www.devmedia.com.br/articles/listcomp.asp?txtsearch=jasper&tipo=1&vis=-1&site=-1
[há +1 ano] -
Responder
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Vítor Estêvão Silva Souza
Space do autor
Graduação em Ciência da Computação e Mestrado em Informática com ênfase em Engenharia de Software na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde trabalhou também como professor substituto.
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