Este é um post disponível para assinantes MVPArtigo SQL Magazine 53 - Modelagem Relacional
Artigo da Revista SQL Magazine 53.
Quick Update
Modelo Relacional
O modelo relacional representa um modelo de dados utilizado
O conceito foi criado por Edgar Frank Codd em 1970, sendo descrito no artigo "Relational Model of Data for Large Shared Data Banks". Na verdade, o modelo relacional foi o primeiro modelo de dados descrito teoricamente.
Historicamente, o modelo relacional é o sucessor do modelo hierárquico e do modelo
Baseado nos conceitos definidos por Edgar Frank Codd em 1970, o modelo relacional foi inventado por Dr. Ted Codd e subseqüentemente mantido e aprimorado por Chris Date e Hugh Darwen. No Terceiro Manifesto (1995) eles mostraram como o modelo relacional pode ser estendido com características de orientação a objetos sem comprometer seus princípios fundamentais.
A linguagem padrão para os bancos de dados relacionais é o SQL, do inglês structured query language. Atualmente ela é adotada, apesar de suas restrições, porque ela é antiga e muito mais popular que qualquer outra linguagem de banco de dados.
A principal proposição do modelo relacional é que todos os dados são representados como relações matemáticas, isto é, um subconjunto do produto cartesiano de n conjuntos. No modelo matemático (diferentemente da SQL), a análise dos dados é feita em uma lógica de predicados de dois valores (ou seja, sem o valor nulo). Isto significa que existem dois possíveis valores para uma proposição: verdadeira ou falsa. Os dados são tratados pelo cálculo relacional ou álgebra relacional.
O modelo relacional permite ao projetista criar um modelo lógico consistente da informação a ser armazenada. Este modelo lógico pode ser refinado através de um processo de normalização. Um banco de dados construído puramente baseado no modelo relacional estará inteiramente normalizado. O plano de acesso, outras implementações e detalhes de operação são tratados pelo SGBD, e não devem, idealmente, ser refletidos no modelo lógico. Isto se contrapõe à prática adotada no dia a dia nas quais o ajuste de desempenho freqüentemente requer mudanças no modelo lógico.
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