Este é um post disponível para assinantes MVPEste post também está disponível para assinantes da Java Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!
Artigo Java Magazine 78 - JSF 2.0
Um resumo das novidades da versão 2.0 do JSF, que simplificou e aprimorou diversos itens como o desenvolvimento de páginas, componentes e controladores de página.
Java Magazine 78
[Artigo já está disponível no Leitor Digital DevMedia®. Clique aqui para acessá-lo]
> Clique aqui para ler todos os artigos da Java Magazine 78
[Artigo já está disponível no Leitor Digital DevMedia®. Clique aqui para acessá-lo]
> Clique aqui para ler todos os artigos da Java Magazine 78
JSF 2.0
Aprendendo JSF 2.0 com ScrumToys
As novidades da nova versão da especificação padrão para desenvolvimento de interfaces de usuário web com Java
JavaServer Faces (JSF) é uma especificação técnica do Java Community Process (JCP), publicada em 2004, com o objetivo de padronizar um framework para desenvolvimento da camada de apresentação em aplicações web.
Esta especificação busca maximizar a produtividade no desenvolvimento de aplicações web, minimizar a complexidade de manutenção, evoluir a experiência do usuário com uso de técnicas AJAX, proporcionar melhor integração com outras tecnologias web, dentre outros objetivos. Além disto, também oferece uma infraestrutura para criação de componentes interativos integrados a todas as soluções oferecidas pela especificação, por exemplo: conversores, validadores, eventos, vínculo a dados e a métodos (ou data binding e method binding).
A versão 1.x trouxe novos conceitos ao desenvolvimento web tais como árvore de componentes, fases do ciclo requisição e resposta, conversores e validadores. Foi também uma versão para amadurecimento. De fato, entre 2004 e 2009, vários projetos open source estenderam a JSF trazendo soluções para necessidades ainda não contempladas como validação de campos de formulário sem a necessidade de acessar o servidor, tecnologia mais simples e com melhor desempenho para descrever páginas JSF, novos conversores, novos validadores, novos escopos para controladores de página e principalmente novos componentes interativos: tabelas com ordenação e filtro simples, caixas de sugestão, menus e gráficos. Dentre os projetos podemos citar JSFTemplating, Woodstock, Richfaces, MyFaces, Seam, IceFaces, Primefaces e ADF Faces.
A versão 2.0 teve no grupo de especialistas da especificação desenvolvedores da Apache, Oracle, Redhat, IceSoft entre outras empresas bastante envolvidas com JSF, facilitando a introdução na especificação das soluções criadas por estas empresas. Gerenciamento de recursos, Facelets, suporte a Ajax e novos escopos são exemplos.
Vale a pena aprender JSF?
JSF já é o framework Java mais usado para desenvolvimento de aplicações web com Java. Seu excelente conjunto de funcionalidades faz com que esta tecnologia seja favorita no cenário de desenvolvimento em que está inserida. Isto se deve a vários motivos:
• É uma especificação que faz parte da Enterprise Edition desde a versão 5;
• É um framework cuja API também foi pensada para os desenvolvedores de IDEs (Eclipse, NetBeans, JDeveloper, ...), não somente para os desenvolvedores de aplicação;
• Tem soluções para necessidades comuns do desenvolvimento web, propostas e consolidadas a partir da experiência de outros frameworks MVC de mercado, tais como Struts, Tapestry e Spring Web Flow;
• Faz parte da certificação SCWCD 6 junto com Servlets e JSP;
• Possui uma comunidade bastante ativa em fóruns e no IRC;
• Possui bons materiais de estudo no formato de livros, documentos digitais e sites;
• Exige pouco conhecimento inicial para construção de interfaces de usuário tradicionais, como consultas baseadas em lista e cadastros;
• Preparada para ser estendida, possui ótimas bibliotecas de componentes livres ou pagas desenvolvidas por terceiros. Estas bibliotecas oferecem recursos interativos similares aos encontrados na interface de usuário para desktop, evitando assim a necessidade da equipe de desenvolvimento dominar tecnologias cliente como HTML, Javascript e CSS;
• Oferece capacidades interativas integradas com AJAX. Isto com mínima necessidade de escrever Javascript.
Aplicações web precisam: converter e validar dados, integrar com o banco de dados ou outra forma de persistência, oferecer mecanismos de segurança, internacionalização, localização, acessibilidade, suporte a css, suporte a criação e uso de templates, entre muitas outras funcionalidades. Frameworks que oferecem estas soluções tornam as tarefas do desenvolvedor mais simples e as tarefas do usuário mais fáceis de realizar. O JSF oferece todas estas soluções.
ScrumToys
O projeto ScrumToys nasceu no evento The Developer Conference Floripa 2008 para apresentar em uma aplicação exemplo as novidades vindouras da versão 2.0 do JSF. Em 2009, Ed Burns convidou a comunidade a desenvolver uma aplicação real world para exemplificar as novidades da JSF 2.0. Em seguida Yara Senger aceitou o convite e convidou Vinicius Senger, Vinny Nunes, Alberto Lemos (Spock), André Frota e Éder Magalhães para adaptar a aplicação apresentada no evento em Florianópolis. Esta adaptação foi necessária para a aplicação ser aceita pelo grupo de especialistas da especificação e basicamente compreendeu trocar tecnologias de mercado por tecnologias padrão da JCP. Onde a aplicação usava Tomcat 6, JPA com Hibernate e MySQL adaptamos para Maven 2, Glassfish 3, JPA com EclipseLink, Java DB e Bean Validation.
"
ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.
Este é um post disponível para assinantes MVP
Aprendendo JSF 2.0 com ScrumToys
As novidades da nova versão da especificação padrão para desenvolvimento de interfaces de usuário web com Java
JavaServer Faces (JSF) é uma especificação técnica do Java Community Process (JCP), publicada em 2004, com o objetivo de padronizar um framework para desenvolvimento da camada de apresentação em aplicações web.
Esta especificação busca maximizar a produtividade no desenvolvimento de aplicações web, minimizar a complexidade de manutenção, evoluir a experiência do usuário com uso de técnicas AJAX, proporcionar melhor integração com outras tecnologias web, dentre outros objetivos. Além disto, também oferece uma infraestrutura para criação de componentes interativos integrados a todas as soluções oferecidas pela especificação, por exemplo: conversores, validadores, eventos, vínculo a dados e a métodos (ou data binding e method binding).
A versão 1.x trouxe novos conceitos ao desenvolvimento web tais como árvore de componentes, fases do ciclo requisição e resposta, conversores e validadores. Foi também uma versão para amadurecimento. De fato, entre 2004 e 2009, vários projetos open source estenderam a JSF trazendo soluções para necessidades ainda não contempladas como validação de campos de formulário sem a necessidade de acessar o servidor, tecnologia mais simples e com melhor desempenho para descrever páginas JSF, novos conversores, novos validadores, novos escopos para controladores de página e principalmente novos componentes interativos: tabelas com ordenação e filtro simples, caixas de sugestão, menus e gráficos. Dentre os projetos podemos citar JSFTemplating, Woodstock, Richfaces, MyFaces, Seam, IceFaces, Primefaces e ADF Faces.
A versão 2.0 teve no grupo de especialistas da especificação desenvolvedores da Apache, Oracle, Redhat, IceSoft entre outras empresas bastante envolvidas com JSF, facilitando a introdução na especificação das soluções criadas por estas empresas. Gerenciamento de recursos, Facelets, suporte a Ajax e novos escopos são exemplos.
Vale a pena aprender JSF?
JSF já é o framework Java mais usado para desenvolvimento de aplicações web com Java. Seu excelente conjunto de funcionalidades faz com que esta tecnologia seja favorita no cenário de desenvolvimento em que está inserida. Isto se deve a vários motivos:
• É uma especificação que faz parte da Enterprise Edition desde a versão 5;
• É um framework cuja API também foi pensada para os desenvolvedores de IDEs (Eclipse, NetBeans, JDeveloper, ...), não somente para os desenvolvedores de aplicação;
• Tem soluções para necessidades comuns do desenvolvimento web, propostas e consolidadas a partir da experiência de outros frameworks MVC de mercado, tais como Struts, Tapestry e Spring Web Flow;
• Faz parte da certificação SCWCD 6 junto com Servlets e JSP;
• Possui uma comunidade bastante ativa em fóruns e no IRC;
• Possui bons materiais de estudo no formato de livros, documentos digitais e sites;
• Exige pouco conhecimento inicial para construção de interfaces de usuário tradicionais, como consultas baseadas em lista e cadastros;
• Preparada para ser estendida, possui ótimas bibliotecas de componentes livres ou pagas desenvolvidas por terceiros. Estas bibliotecas oferecem recursos interativos similares aos encontrados na interface de usuário para desktop, evitando assim a necessidade da equipe de desenvolvimento dominar tecnologias cliente como HTML, Javascript e CSS;
• Oferece capacidades interativas integradas com AJAX. Isto com mínima necessidade de escrever Javascript.
Aplicações web precisam: converter e validar dados, integrar com o banco de dados ou outra forma de persistência, oferecer mecanismos de segurança, internacionalização, localização, acessibilidade, suporte a css, suporte a criação e uso de templates, entre muitas outras funcionalidades. Frameworks que oferecem estas soluções tornam as tarefas do desenvolvedor mais simples e as tarefas do usuário mais fáceis de realizar. O JSF oferece todas estas soluções.
ScrumToys
O projeto ScrumToys nasceu no evento The Developer Conference Floripa 2008 para apresentar em uma aplicação exemplo as novidades vindouras da versão 2.0 do JSF. Em 2009, Ed Burns convidou a comunidade a desenvolver uma aplicação real world para exemplificar as novidades da JSF 2.0. Em seguida Yara Senger aceitou o convite e convidou Vinicius Senger, Vinny Nunes, Alberto Lemos (Spock), André Frota e Éder Magalhães para adaptar a aplicação apresentada no evento em Florianópolis. Esta adaptação foi necessária para a aplicação ser aceita pelo grupo de especialistas da especificação e basicamente compreendeu trocar tecnologias de mercado por tecnologias padrão da JCP. Onde a aplicação usava Tomcat 6, JPA com Hibernate e MySQL adaptamos para Maven 2, Glassfish 3, JPA com EclipseLink, Java DB e Bean Validation.
"
ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.
Este é um post disponível para assinantes MVPEste post também está disponível para assinantes da Java Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia. Clique aqui para saber mais!

Você está em:
canal Java




1
0
