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Spring Security 3 – Parte 2- Java Magazine 88
Este artigo apresenta as novidades da versão 3 do Spring Security e descreve as principais modificações necessárias para realizar a migração da versão 2.x do framework.
Java Magazine 88
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Spring Security 3 – Parte 2
Na Edição 87 da Java Magazine publicamos a primeira parte de uma minissérie de dois artigos que tem como objetivo apresentar as novidades da versão 3 do framework de segurança Spring Security, assim como ensinar a utilizar e migrar para esta nova versão.
Na primeira parte abordamos os seguintes tópicos:
• Apresentação e diferenciação de dois conceitos básicos relacionados à segurança das aplicações: autenticação e autorização. A autenticação é uma maneira de tornar possível o acesso de um usuário a uma área restrita de uma aplicação. A autorização define permissões de acesso para as funcionalidades presentes nesta área restrita da aplicação;
• Criação de um aplicativo seguro utilizando a nova versão do Spring Security. Descrevemos como são realizadas as configurações necessárias no arquivo XML de segurança, responsáveis pelo funcionamento correto do framework. Entre elas, descrições sobre o banco de dados e as consultas necessárias para obter os usuários com permissão de acesso e suas autorizações;
• Evolução da aplicação construída utilizando uma tecnologia suportada pelo framework chamada OpenID. Esta tecnologia foi criada para permitir aos usuários um login único e seguro que possa ser usado em diversos sites da internet. Sua integração na aplicação exigiu novas configurações no arquivo XML de segurança, a inclusão de três bibliotecas específicas e algumas mudanças na página de login, tendo como objetivo criar um campo específico de login para os usuários que forem logar utilizando-o.
Nesta segunda parte, continuaremos a apresentar o Spring Security 3, focando nas principais novidades e nas alterações necessárias para migrar as aplicações que já utilizavam o Spring Security 2.x.
Entre as novidades, algumas que fazem parte do escopo deste artigo são: o uso da Spring Expression Language (SpEL) para auxiliar na definição de regras de acesso, novas maneiras de utilizar a tag <authorize> para permitir a renderização do conteúdo das páginas, melhorias para o uso do OpenID e modificações nas extensões suportadas.
A aplicação web com Spring Security 3, desenvolvida na primeira parte, será utilizada em certos momentos para exemplificar o uso de algumas novidades.
Novidades do Spring Security 3
A nova versão do framework trouxe diversas mudanças e melhorias para apoiar o desenvolvedor na garantia da segurança de suas aplicações. Conheceremos a seguir quais foram estas melhorias para que você possa decidir se já é o momento de utilizá-las.
Configuração de acesso utilizando SpEL
O SpEL é uma linguagem de expressão introduzida pelo Spring 3 que trouxe vários benefícios para o Spring Security. O seu principal objetivo é auxiliar na construção de novas regras para autorização de acesso a páginas e funcionalidades da aplicação.
O leitor pode utilizar o SpEL para obter uma maneira de acesso criteriosa nas suas aplicações. Podemos, por exemplo, realizar o controle de acesso através de um dos seus métodos, o hasAnyRole(), que é capaz de permitir acesso a usuários com autorizações distintas. Caso o objetivo seja que determinada página possa ser acessada por usuários com as permissões ROLE_ADMIN e ROLE_USER, poderíamos utilizá-lo assim: hasAnyRole(‘ROLE_ADMIN’,’ROLE_USER’).
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Na Edição 87 da Java Magazine publicamos a primeira parte de uma minissérie de dois artigos que tem como objetivo apresentar as novidades da versão 3 do framework de segurança Spring Security, assim como ensinar a utilizar e migrar para esta nova versão.
Na primeira parte abordamos os seguintes tópicos:
• Apresentação e diferenciação de dois conceitos básicos relacionados à segurança das aplicações: autenticação e autorização. A autenticação é uma maneira de tornar possível o acesso de um usuário a uma área restrita de uma aplicação. A autorização define permissões de acesso para as funcionalidades presentes nesta área restrita da aplicação;
• Criação de um aplicativo seguro utilizando a nova versão do Spring Security. Descrevemos como são realizadas as configurações necessárias no arquivo XML de segurança, responsáveis pelo funcionamento correto do framework. Entre elas, descrições sobre o banco de dados e as consultas necessárias para obter os usuários com permissão de acesso e suas autorizações;
• Evolução da aplicação construída utilizando uma tecnologia suportada pelo framework chamada OpenID. Esta tecnologia foi criada para permitir aos usuários um login único e seguro que possa ser usado em diversos sites da internet. Sua integração na aplicação exigiu novas configurações no arquivo XML de segurança, a inclusão de três bibliotecas específicas e algumas mudanças na página de login, tendo como objetivo criar um campo específico de login para os usuários que forem logar utilizando-o.
Nesta segunda parte, continuaremos a apresentar o Spring Security 3, focando nas principais novidades e nas alterações necessárias para migrar as aplicações que já utilizavam o Spring Security 2.x.
Entre as novidades, algumas que fazem parte do escopo deste artigo são: o uso da Spring Expression Language (SpEL) para auxiliar na definição de regras de acesso, novas maneiras de utilizar a tag <authorize> para permitir a renderização do conteúdo das páginas, melhorias para o uso do OpenID e modificações nas extensões suportadas.
A aplicação web com Spring Security 3, desenvolvida na primeira parte, será utilizada em certos momentos para exemplificar o uso de algumas novidades.
Novidades do Spring Security 3
A nova versão do framework trouxe diversas mudanças e melhorias para apoiar o desenvolvedor na garantia da segurança de suas aplicações. Conheceremos a seguir quais foram estas melhorias para que você possa decidir se já é o momento de utilizá-las.
Configuração de acesso utilizando SpEL
O SpEL é uma linguagem de expressão introduzida pelo Spring 3 que trouxe vários benefícios para o Spring Security. O seu principal objetivo é auxiliar na construção de novas regras para autorização de acesso a páginas e funcionalidades da aplicação.
O leitor pode utilizar o SpEL para obter uma maneira de acesso criteriosa nas suas aplicações. Podemos, por exemplo, realizar o controle de acesso através de um dos seus métodos, o hasAnyRole(), que é capaz de permitir acesso a usuários com autorizações distintas. Caso o objetivo seja que determinada página possa ser acessada por usuários com as permissões ROLE_ADMIN e ROLE_USER, poderíamos utilizá-lo assim: hasAnyRole(‘ROLE_ADMIN’,’ROLE_USER’).
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José Alexandre Macedo
Space do autor
é Mestrando em Informática na Universidade Federal do Espírito Santo. Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Alfenas.
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