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Artigo Java Magazine 77 - NetBeans 6.8 e JavaFX Composer
Examinamos a versão 6.8 do NetBeans IDE, cujos principais destaques são o suporte à recém-lançada plataforma Java EE 6 (inclusive o application Server Glassfish V3), e o suporte inicial a desenvolvimento RAD para JavaFX com o plugin JavaFX Composer.
Java Magazine 77
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NetBeans 6.8 e JavaFX Composer
Examinando a nova versão do NetBeans, explorando suas novas capacidades para Java EE 6 e JavaFX
De que se trata o artigo:
Examinamos a versão 6.8 do NetBeans IDE, cujos principais destaques são o suporte à recém-lançada plataforma Java EE 6 (inclusive o application Server Glassfish V3), e o suporte inicial a desenvolvimento RAD para JavaFX com o plugin JavaFX Composer.
Para que serve:
O NetBeans é um dos mais poderosos IDEs para Java, sendo tradicionalmente pioneiro no suporte a novas versões da plataforma Java EE; e mais recentemente, também à nova plataforma JavaFX. A versão 6.8 traz novidades importantes em ambas as áreas, que convidamos o leitor a conhecer.
Em que situação o tema é útil:
O artigo é estruturado principalmente como dois tutoriais separados, o primeiro mostrando algumas novidades da Java EE 6 e do Glassfish V3, e o segundo mostrando a criação de uma GUI em JavaFX com estruturação multi-estado e transições de animação (tudo sem escrever praticamente nenhum código). Assim, o artigo será útil para interessados tanto no NetBeans, quanto no Java EE 6, quanto na JavaFX; os leitores que se interessem por apenas alguns desses temas poderão pular sem prejuízo as demais seções.
Este artigo chegará ao leitor apenas meio ano após nossa cobertura do NetBeans 6.7, em “Releases da JavaOne”, Edição 71. Portanto, a versão 6.8 veio bem mais rápido que o normal, e considerando a parcimônia de novidades do 6.7 (exceto pelo suporte ao Kenai – que não é um item de amplo interesse), poderíamos esperar uma atualização ainda menos interessante. Longe disso, porém, o NetBeans 6.8 é um update significativo, merecedor de um artigo mais longo.
O principal destaque é o suporte à plataforma Java EE 6 (JSR-316) e sua implementação no Glassfish V3, lançados junto com o IDE em 10/12/2009. Na verdade a Sun já vinha implementando suporte a ambos de forma incremental; o NetBeans 6.7 já trazia esse suporte para o Glassfish V3 Preview, mas na Edição 71 preferi não cobrir esta funcionalidade ainda muito preliminar. Para compensar, agora faremos uma revisão completa desse item. Outro destaque do último release é o suporte à JavaFX 1.2, com o novo JavaFX Composer.
Como já escrevi vários artigos sobre IDEs, procurei renovar o formato dessa vez: ao invés de um texto estruturado rigidamente com seções e subseções de acordo com os destaques do release, a maior parte do artigo foi elaborada em torno de um minitutorial que explora uma área de funcionalidade, e no qual iremos “tropeçando” em cada recurso e novidade importante do IDE. Espero assim ter conseguido um resultado mais prático e interessante.
Para melhor proveito, o leitor deve começar com uma instalação completa do NetBeans 6.8, inclusive o Glassfish V3 (ou outro container Java EE 6 suportado). Recomendo rodar tudo sobre o JDK 1.6 Update 18 ou superior.
Conheça as novidades do JDK 1.6 Update 18 na apresentação elaborada por Osvaldo como conteúdo exclusivo da revista digital.
Java EE 6 e Glassfish V3
A versão 6 da plataforma Java EE foi muito esperada, pois aprofunda as tendências positivas inauguradas pela versão 5: notavelmente, facilidade de uso (técnicas como injeção de dependência, anotações e outras medidas antiburocráticas, e racionalização de funcionalidades como EJB) e flexibilidade (com destaque, na versão 6, para o Web Profile). Em termos de implementação, o Glassfish V3 também é um release inovador, inaugurando uma arquitetura totalmente renovada com componentização OSGi, suporte a novos frameworks e linguagens, entre outras melhorias.
Vamos examinar tudo isso, então, na prática. Acione Novo Projeto>Java Web>Aplicação Web; avance até a página Servidor e configurações. Na seleção Versão do Java EE, veremos uma opção Java EE 6 Web (Figura 1). Isso é uma novidade; as outras opções são as tradicionais Java EE 5 e J2EE 1.4. Na nova opção, o Web tem a ver com o Java EE Web Profile, que é uma inovação da especificação Java EE 6: esta suporta “perfis” que são subsets oficiais da plataforma completa. No Java EE 6 o único profile especificado é o Web, criado para containers mais simples, orientados a aplicações web mas sem funcionalidades de back-end avançadas como JMS, EJBs remotos ou web services SOAP. É verdade que sempre tivemos estes containers mais simples (como o Tomcat e Jetty), mas estes não eram certificados, e não era possível criar uma aplicação Java Web tendo certeza que qualquer container web teria todas as APIs e serviços necessários.
Figura 1. Configuração de projeto Java EE 6 Web.
A versão do Glassfish que vem embutida no NetBeans é a completa – funcionaria do mesmo jeito com aplicações web, mas queremos dar uma olhadinha nas novidades, não? Se for do seu interesse, ou se você nunca usou o Glassfish, puxe o freio de mão por uns minutos e leia o quadro “Instalando o Glassfish e testando o Web profile”.
ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.
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NetBeans 6.8 e JavaFX Composer
Examinando a nova versão do NetBeans, explorando suas novas capacidades para Java EE 6 e JavaFX
De que se trata o artigo:
Examinamos a versão 6.8 do NetBeans IDE, cujos principais destaques são o suporte à recém-lançada plataforma Java EE 6 (inclusive o application Server Glassfish V3), e o suporte inicial a desenvolvimento RAD para JavaFX com o plugin JavaFX Composer.
Para que serve:
O NetBeans é um dos mais poderosos IDEs para Java, sendo tradicionalmente pioneiro no suporte a novas versões da plataforma Java EE; e mais recentemente, também à nova plataforma JavaFX. A versão 6.8 traz novidades importantes em ambas as áreas, que convidamos o leitor a conhecer.
Em que situação o tema é útil:
O artigo é estruturado principalmente como dois tutoriais separados, o primeiro mostrando algumas novidades da Java EE 6 e do Glassfish V3, e o segundo mostrando a criação de uma GUI em JavaFX com estruturação multi-estado e transições de animação (tudo sem escrever praticamente nenhum código). Assim, o artigo será útil para interessados tanto no NetBeans, quanto no Java EE 6, quanto na JavaFX; os leitores que se interessem por apenas alguns desses temas poderão pular sem prejuízo as demais seções.
Este artigo chegará ao leitor apenas meio ano após nossa cobertura do NetBeans 6.7, em “Releases da JavaOne”, Edição 71. Portanto, a versão 6.8 veio bem mais rápido que o normal, e considerando a parcimônia de novidades do 6.7 (exceto pelo suporte ao Kenai – que não é um item de amplo interesse), poderíamos esperar uma atualização ainda menos interessante. Longe disso, porém, o NetBeans 6.8 é um update significativo, merecedor de um artigo mais longo.
O principal destaque é o suporte à plataforma Java EE 6 (JSR-316) e sua implementação no Glassfish V3, lançados junto com o IDE em 10/12/2009. Na verdade a Sun já vinha implementando suporte a ambos de forma incremental; o NetBeans 6.7 já trazia esse suporte para o Glassfish V3 Preview, mas na Edição 71 preferi não cobrir esta funcionalidade ainda muito preliminar. Para compensar, agora faremos uma revisão completa desse item. Outro destaque do último release é o suporte à JavaFX 1.2, com o novo JavaFX Composer.
Como já escrevi vários artigos sobre IDEs, procurei renovar o formato dessa vez: ao invés de um texto estruturado rigidamente com seções e subseções de acordo com os destaques do release, a maior parte do artigo foi elaborada em torno de um minitutorial que explora uma área de funcionalidade, e no qual iremos “tropeçando” em cada recurso e novidade importante do IDE. Espero assim ter conseguido um resultado mais prático e interessante.
Para melhor proveito, o leitor deve começar com uma instalação completa do NetBeans 6.8, inclusive o Glassfish V3 (ou outro container Java EE 6 suportado). Recomendo rodar tudo sobre o JDK 1.6 Update 18 ou superior.
Conheça as novidades do JDK 1.6 Update 18 na apresentação elaborada por Osvaldo como conteúdo exclusivo da revista digital.
Java EE 6 e Glassfish V3
A versão 6 da plataforma Java EE foi muito esperada, pois aprofunda as tendências positivas inauguradas pela versão 5: notavelmente, facilidade de uso (técnicas como injeção de dependência, anotações e outras medidas antiburocráticas, e racionalização de funcionalidades como EJB) e flexibilidade (com destaque, na versão 6, para o Web Profile). Em termos de implementação, o Glassfish V3 também é um release inovador, inaugurando uma arquitetura totalmente renovada com componentização OSGi, suporte a novos frameworks e linguagens, entre outras melhorias.
Vamos examinar tudo isso, então, na prática. Acione Novo Projeto>Java Web>Aplicação Web; avance até a página Servidor e configurações. Na seleção Versão do Java EE, veremos uma opção Java EE 6 Web (Figura 1). Isso é uma novidade; as outras opções são as tradicionais Java EE 5 e J2EE 1.4. Na nova opção, o Web tem a ver com o Java EE Web Profile, que é uma inovação da especificação Java EE 6: esta suporta “perfis” que são subsets oficiais da plataforma completa. No Java EE 6 o único profile especificado é o Web, criado para containers mais simples, orientados a aplicações web mas sem funcionalidades de back-end avançadas como JMS, EJBs remotos ou web services SOAP. É verdade que sempre tivemos estes containers mais simples (como o Tomcat e Jetty), mas estes não eram certificados, e não era possível criar uma aplicação Java Web tendo certeza que qualquer container web teria todas as APIs e serviços necessários.
Figura 1. Configuração de projeto Java EE 6 Web.
A versão do Glassfish que vem embutida no NetBeans é a completa – funcionaria do mesmo jeito com aplicações web, mas queremos dar uma olhadinha nas novidades, não? Se for do seu interesse, ou se você nunca usou o Glassfish, puxe o freio de mão por uns minutos e leia o quadro “Instalando o Glassfish e testando o Web profile”.
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Osvaldo Pinali Doederlein
Space do autor
é Mestre em Engenharia de Software Orientado a Objetos e Arquiteto de Tecnologia da Visionnaire Informática, trabalhando em projetos de software e prospecção tecnológica.
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Estudo comparativo entre banco de dados IBM Informix e Microsoft SQL

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