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Artigo Java Magazine 72 - Desenvolvendo com JavaServer Faces – Parte 1
Aprenda os fundamentos e os principais componentes para criar aplicações robustas para Web
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Desenvolvendo com JavaServer Faces – Parte 1
Conheça o framework web padrão Java EE
Aprenda os fundamentos e os principais componentes para criar aplicações robustas para Web
De que se trata o artigo:
Apresentação dos principais fundamentos do JSF de maneira simples e prática. O JavaServer Faces é um framework que estabelece um padrão para criação de componentes web. Veremos ao longo do artigo o ciclo de vida, a criação de validadores, conversores e conhecer as principais tags que o framework nos oferece por padrão.
Para que serve:
Este artigo serve para desenvolvedores que desejam conhecer os conceitos básicos necessários para iniciar o desenvolvimento web com JSF. Ele fornece toda a infra-estrutura básica para criar aplicações de maneira ágil.
Em que situação o tema é útil:
As pessoas que estão iniciando com desenvolvimento JSF encontrarão neste artigo uma abordagem simples e direta dos fundamentos essenciais para desenvolver aplicações robustas voltadas à web. O desenvolvedor irá conhecer como criar uma aplicação e como configurá-la.
Desenvolvendo com JavaServer Faces – Parte 1:
O JavaServer Faces é um framework web baseado em componentes de interface gráfica. Mais do que componentes, o Faces fornece uma série de mecanismos para conversão, validação, execução de lógica de negócios e controle de navegação.
Por ser baseado em componentes, o framework possui um workflow diferenciado do modelo tradicional de aplicações web, e conhecer o ciclo de vida JSF passa a ser essencial para páginas com interfaces gráficas mais complexas.
Temos ainda ersos outros frameworks complementares que auxiliam o desenvolvedor para propósitos variados, como é o caso do RichFaces para construção de aplicações em AJAX, do Facelets para criação de templates, ou do JBoss Seam para integração de camadas.
O JavaServer Faces é o framework para desenvolvimento de aplicações web padrão da Java EE. Ele é mantido pela Java Community Process JSR-314, que define o padrão para desenvolvimento de interfaces dentro do modelo orientado a componentes. Essa característica é, na maioria das vezes, o maior obstáculo para o aprendizado da maioria dos desenvolvedores, principalmente os que conhecem algum framework baseado em ações, como por exemplo, Struts.
A arquitetura JSF favorece o surgimento de ferramentas RAD (desenvolvimento rápido de aplicações) através da arquitetura de componentes, da infra-estrutura da aplicação e do conjunto de componentes padrões. Para a IDE Eclipse, há ersos plugins, como o WTP, o JBoss Tools e MyEclipse. Já o NetBeans oferece um suporte avançado com recursos de drag-and-drop para montagem de páginas, além de oferecer componentes mais avançados que os padrões, cabe ressaltar que estes recursos estão atrelados a um modelo de desenvolvimento que o usuário deve seguir, caso contrário os recursos são bem limitados.
Os componentes JSF são orientados a eventos, ou seja, é possível processar eventos gerados pelo cliente, como um clique no botão ou alteração do valor de campo texto. Por padrão, há um conjunto de componentes básicos para manipulação de formulários, mas o Faces oferece uma infra-estrutura para criação de novos componentes. Dentre os componentes de terceiros, os mais conhecidos são o JBoss RichFaces e Apache Tomahawk.
O presente artigo objetiva mostrar uma visão geral sobre as principais características do JSF, as quais ajudarão o leitor que está iniciando o trabalho com o framework e também aquele que já trabalha com ele. Todos os conceitos abordados serão baseados na versão 1.2, a versão oficial na data em que o artigo foi escrito. Vamos iniciar analisando o ciclo de vida do Faces, que é essencial para desenvolver interfaces mais complexas e resolver problemas que são comuns durante o desenvolvimento de uma aplicação.
Como é o ciclo de vida?
Toda requisição realizada dentro do contexto JSF passa por um processo de seis fases, conhecido como ciclo de vida JSF. Em suma, durante esse processo é restaurada a árvore de componentes, os valores são lidos, convertidos e validados; eventos são executados e uma resposta é gerada para o usuário. Os eventos são executados, na grande maioria, após uma dessas seis fases.
A Figura 1 mostra o fluxo de execução de uma requisição gerada pelo cliente pelo ciclo de vida JSF. O processo inicia-se assim que a requisição é recebida pelo servlet do JSF. É importante lembrar que o JSF é construído em cima da API do Servlet.
Figura 1. Ciclo de vida JSF
Restore View
A requisição é recebida pelo FacesController, que extrai a View ID usada para identificar a página JSP associada a ela. Uma View é a representação de todos os componentes que compõem uma determinada página. Uma vez que a página está em mãos, é realizada uma tentativa de restauração desta View que, geralmente, é restaurada com base em um campo oculto, ou baseada na sessão de usuário. A árvore de componentes da View é obtida através de duas formas: Initial View e Postback, que são executados de maneiras distintas.
A Initial View ocorre quando a página é acessada pela primeira vez ou quando a página é acessada via HTTP GET. O contexto JSF cria a árvore de componentes, com base na
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em 19/9/2009 14:48 - Responder


em 21/10/2009 14:22 - Responder
Marcos SousaOs arquivos estão disponíveis em: http://github.com/marcossousa/LivrosOnline
Abraços,
Marcos Sousa
em 21/10/2009 16:19 - Responder
Devmedia - Equipe De Moderaçãoem 26/10/2009 18:41 - Responder
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