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Artigo Web Mobile 28 - Tecnodiversidade - Versões estratégicas de aplicações móveis
Apresenta o conceito de Linha de Produtos de Software (LPS) para solução de problemas comumente enfrentados por desenvolvedores de aplicações móveis. Descrevemos alguns problemas clássicos, os motivos que os fazem surgir e os mecanismos que podemos utilizar para solucioná-los.
Mobile magazine 28
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Mobilidade
Tecnoersidade - Versões estratégicas de aplicações móveis
Sua aplicação móvel para todo e qualquer dispositivo
De que trata o artigo:
Apresenta o conceito de Linha de Produtos de Software (LPS) para solução de problemas comumente enfrentados por desenvolvedores de aplicações móveis. Descrevemos alguns problemas clássicos, os motivos que os fazem surgir e os mecanismos que podemos utilizar para solucioná-los.
Para que serve:
Quando tratamos de desenvolvimento de aplicações móveis, fazem-se necessários cuidados extremos quanto às características dos dispositivos de destino. A LPS nos auxilia a manter o aumento da produtividade, qualidade e coesão de projeto de software para dispositivos móveis evitando que estas características não sejam extrapoladas.
Em que situação o tema é útil:
Na necessidade de disponibilizar uma aplicação móvel para fabricantes de dispositivos móveis distintos com códigos coesos e consistentes. Muitos destes fabricantes implementam funcionalidades de maneiras distintas e por isso faz-se necessária a criação de ersas versões do projeto com codificações diferenciadas. Neste artigo apresentamos os mecanismos básicos para gerenciar esta necessidade.
A tecnologia evolui, avanços substanciais são realizados na indústria eletrônica, nos processos de concepção e desenvolvimento de software e nas comunicações. A difusão da informação através da internet, sobretudo pela necessidade de acesso a conteúdo em qualquer lugar, possibilita o aumento da “audiência” sobre os dispositivos móveis. Como consequência, surgem os mais variados tipos de equipamentos com capacidades de armazenamento e processamento distintas.
A difusão desses equipamentos ocasiona um grande impacto social. Nesse sentido, as empresas procuram fazer cada vez mais investimentos nos setores de marketing a fim de agregar cada vez mais valor aos seus produtos e, assim, tentar atender às exigências dos seus consumidores. Muito desse valor agregado, por sua vez, recai sobre o software que se encontra instalado no dispositivo vendido; trata-se de funções que um aparelho pode realizar para satisfazer os mais ersos públicos.
O software deve aderir a padrões de qualidade, como disponibilidade, confiabilidade, segurança, usabilidade, dentre outros. Desta forma, ele tem que se adequar satisfatoriamente a um conjunto cada vez mais ersificado de requisitos funcionais e não-funcionais. Estes últimos podem estar inseridos completamente, parcialmente ou de forma híbrida (ou seja, parte de um requisito funcional ou não-funcional A, complementada por parte de outro requisito funcional ou não-funcional B) em cada dispositivo, considerando cada modelo específico, ou em séries de um mesmo modelo de dispositivo.
Diante de tantas implicações, é importante recorrer às abordagens voltadas a Linhas de Produto de Software (LPS) (ler Nota DevMan 1) e, assim, poder tratar de maneira mais adequada a variabilidade de uma solução de software em ersos dispositivos, respeitando as características limitantes e particulares de cada equipamento. Por isso, neste artigo, serão apresentados os conceitos relacionados à abordagem de LPS e demonstrados alguns mecanismos utilizados para possibilitar a implementação de LPS em dispositivos móveis.
Nota DevMan 1. Linha de Produto de Software
O conceito tradicional das linhas de produtos foi criado na indústria automobilística para substituir o modelo de fabricação existente na época no qual um produto era inteiramente produzido por uma única pessoa ou por um pequeno grupo delas. As linhas de produção introduziram o conceito de modularização, já que o trabalho poderia ser feito em “pedaços”, e possibilitava que os produtos fossem desenvolvidos em um tempo menor devido ao paralelismo das tarefas.
Este modelo de fabricação permitiu que mais clientes fossem atendidos, mas teve que ser adaptado para permitir a diferenciação dos produtos, já que até então, todos os carros tinham a mesma aparência e serviam a um determinado propósito. Era preciso adequar o modelo de fabricação para que fosse possível oferecer produtos diferenciados com a mesma rapidez de produção. O conceito de customização em massa representou a possibilidade de atender a produção de bens em larga escala com base em perfis de consumidores. As fábricas passaram a projetar automóveis levando em consideração os segmentos de clientes e suas necessidades, o que ocasionou versões diferentes de um mesmo modelo de carro. Surge, então, a idéia das famílias de produtos.
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De que trata o artigo:
Apresenta o conceito de Linha de Produtos de Software (LPS) para solução de problemas comumente enfrentados por desenvolvedores de aplicações móveis. Descrevemos alguns problemas clássicos, os motivos que os fazem surgir e os mecanismos que podemos utilizar para solucioná-los.
Para que serve:
Quando tratamos de desenvolvimento de aplicações móveis, fazem-se necessários cuidados extremos quanto às características dos dispositivos de destino. A LPS nos auxilia a manter o aumento da produtividade, qualidade e coesão de projeto de software para dispositivos móveis evitando que estas características não sejam extrapoladas.
Em que situação o tema é útil:
Na necessidade de disponibilizar uma aplicação móvel para fabricantes de dispositivos móveis distintos com códigos coesos e consistentes. Muitos destes fabricantes implementam funcionalidades de maneiras distintas e por isso faz-se necessária a criação de ersas versões do projeto com codificações diferenciadas. Neste artigo apresentamos os mecanismos básicos para gerenciar esta necessidade.
A tecnologia evolui, avanços substanciais são realizados na indústria eletrônica, nos processos de concepção e desenvolvimento de software e nas comunicações. A difusão da informação através da internet, sobretudo pela necessidade de acesso a conteúdo em qualquer lugar, possibilita o aumento da “audiência” sobre os dispositivos móveis. Como consequência, surgem os mais variados tipos de equipamentos com capacidades de armazenamento e processamento distintas.
A difusão desses equipamentos ocasiona um grande impacto social. Nesse sentido, as empresas procuram fazer cada vez mais investimentos nos setores de marketing a fim de agregar cada vez mais valor aos seus produtos e, assim, tentar atender às exigências dos seus consumidores. Muito desse valor agregado, por sua vez, recai sobre o software que se encontra instalado no dispositivo vendido; trata-se de funções que um aparelho pode realizar para satisfazer os mais ersos públicos.
O software deve aderir a padrões de qualidade, como disponibilidade, confiabilidade, segurança, usabilidade, dentre outros. Desta forma, ele tem que se adequar satisfatoriamente a um conjunto cada vez mais ersificado de requisitos funcionais e não-funcionais. Estes últimos podem estar inseridos completamente, parcialmente ou de forma híbrida (ou seja, parte de um requisito funcional ou não-funcional A, complementada por parte de outro requisito funcional ou não-funcional B) em cada dispositivo, considerando cada modelo específico, ou em séries de um mesmo modelo de dispositivo.
Diante de tantas implicações, é importante recorrer às abordagens voltadas a Linhas de Produto de Software (LPS) (ler Nota DevMan 1) e, assim, poder tratar de maneira mais adequada a variabilidade de uma solução de software em ersos dispositivos, respeitando as características limitantes e particulares de cada equipamento. Por isso, neste artigo, serão apresentados os conceitos relacionados à abordagem de LPS e demonstrados alguns mecanismos utilizados para possibilitar a implementação de LPS em dispositivos móveis.
Nota DevMan 1. Linha de Produto de Software
O conceito tradicional das linhas de produtos foi criado na indústria automobilística para substituir o modelo de fabricação existente na época no qual um produto era inteiramente produzido por uma única pessoa ou por um pequeno grupo delas. As linhas de produção introduziram o conceito de modularização, já que o trabalho poderia ser feito em “pedaços”, e possibilitava que os produtos fossem desenvolvidos em um tempo menor devido ao paralelismo das tarefas.
Este modelo de fabricação permitiu que mais clientes fossem atendidos, mas teve que ser adaptado para permitir a diferenciação dos produtos, já que até então, todos os carros tinham a mesma aparência e serviam a um determinado propósito. Era preciso adequar o modelo de fabricação para que fosse possível oferecer produtos diferenciados com a mesma rapidez de produção. O conceito de customização em massa representou a possibilidade de atender a produção de bens em larga escala com base em perfis de consumidores. As fábricas passaram a projetar automóveis levando em consideração os segmentos de clientes e suas necessidades, o que ocasionou versões diferentes de um mesmo modelo de carro. Surge, então, a idéia das famílias de produtos.
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