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Automatic Storage Management - SQL Magazine 83
Este artigo trata da definição de conceitos e utilização do ASM – Automatic Storage Management, ferramenta da Oracle para gerenciamento do armazenamento de dados.
SQL Magazine 83
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Automatic Storage Management
Desvendando o ASM – Parte 8
Na primeira parte deste artigo vimos todos os conceitos referentes ao ASM – Automatic Storage Management e já iniciamos uma sessão “Mão na Massa” em que criamos arquivos no sistema operacional para simular raw devices que serão utilizados como discos. Na segunda parte, criamos manualmente uma instância ASM, inclusive verificando se a instância conseguiu “enxergar” os “discos” existentes.
Na terceira parte começamos a, efetivamente, utilizar o ASM. Já sabemos como criar e gerenciar disk groups. Vimos como trabalhar com templates e com diretórios na quarta parte da série.
Na quinta parte aprendemos como trabalhar com aliases. Na sequência, a sexta parte abordou os arquivos no ASM e demos os primeiros passos para a conversão de um banco de dados para o ASM.
Na edição passada, a sétima parte desta série, abordamos a conversão do banco de dados para usar o ASM, mas de maneira parcial, ou seja, convertendo apenas um datafile e convertendo apenas uma tablespace para o ASM.
Nesta edição, executaremos a conversão total de um banco de dados para usar o ASM. Dependendo do tamanho de seu banco de dados e do tamanho (em horas) da sua janela de manutenção, esta é a metodologia ideal para esta conversão.
Convertendo todo o banco de dados para o ASM
Inicialmente, precisamos nos assegurar de que o banco de dados foi iniciado através do Server Parameter File, ou simplesmente SPFILE (Nota DevMan 1)(Listagem 1).
Como já iniciamos alguns passos dessa conversão nos artigos anteriores, onde fizemos conversões parciais, esses parâmetros já estão definidos de maneira correta, mas vamos repassar todos eles, pois agora faremos uma conversão completa do banco de dados para o ASM.
Nota DevMan 1. O spfile – Server Parameter File
O Server Parameter File é um arquivo binário localizado no servidor de banco de dados que contém todos os parâmetros de inicialização do banco de dados e é gerenciado diretamente pelo banco de dados. Suas principais características são:
- Cada banco de dados possui apenas um spfile e o mesmo deve estar no servidor de banco de dados;
- O spfile é lido e escrito apenas pelo banco de dados, nunca pelo cliente ou;
- É um arquivo binário e não pode ser modificado manualmente em um editor de textos;
- Os parâmetros de inicialização do banco de dados são armazenados no spfile de maneira persistente, ou seja, qualquer alteração feita em um parâmetro enquanto o banco de dados está em operação será persistente mesmo quando a instância do banco de dados é reiniciada.
Listagem 1. .Verificando se o banco de dados está usando spfile
1. rr11g@OEL64Node01 [/home/oracle] $ sqlplus /nolog
2.
3. SQL*Plus: Release 11.1.0.6.0 - Production on Thu Nov 11 09:17:54 2010
4.
5. Copyright (c) 1982, 2007, Oracle. All rights reserved.
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Desvendando o ASM – Parte 8
Na primeira parte deste artigo vimos todos os conceitos referentes ao ASM – Automatic Storage Management e já iniciamos uma sessão “Mão na Massa” em que criamos arquivos no sistema operacional para simular raw devices que serão utilizados como discos. Na segunda parte, criamos manualmente uma instância ASM, inclusive verificando se a instância conseguiu “enxergar” os “discos” existentes.
Na terceira parte começamos a, efetivamente, utilizar o ASM. Já sabemos como criar e gerenciar disk groups. Vimos como trabalhar com templates e com diretórios na quarta parte da série.
Na quinta parte aprendemos como trabalhar com aliases. Na sequência, a sexta parte abordou os arquivos no ASM e demos os primeiros passos para a conversão de um banco de dados para o ASM.
Na edição passada, a sétima parte desta série, abordamos a conversão do banco de dados para usar o ASM, mas de maneira parcial, ou seja, convertendo apenas um datafile e convertendo apenas uma tablespace para o ASM.
Nesta edição, executaremos a conversão total de um banco de dados para usar o ASM. Dependendo do tamanho de seu banco de dados e do tamanho (em horas) da sua janela de manutenção, esta é a metodologia ideal para esta conversão.
Convertendo todo o banco de dados para o ASM
Inicialmente, precisamos nos assegurar de que o banco de dados foi iniciado através do Server Parameter File, ou simplesmente SPFILE (Nota DevMan 1)(Listagem 1).
Como já iniciamos alguns passos dessa conversão nos artigos anteriores, onde fizemos conversões parciais, esses parâmetros já estão definidos de maneira correta, mas vamos repassar todos eles, pois agora faremos uma conversão completa do banco de dados para o ASM.
Nota DevMan 1. O spfile – Server Parameter File
O Server Parameter File é um arquivo binário localizado no servidor de banco de dados que contém todos os parâmetros de inicialização do banco de dados e é gerenciado diretamente pelo banco de dados. Suas principais características são:
- Cada banco de dados possui apenas um spfile e o mesmo deve estar no servidor de banco de dados;
- O spfile é lido e escrito apenas pelo banco de dados, nunca pelo cliente ou;
- É um arquivo binário e não pode ser modificado manualmente em um editor de textos;
- Os parâmetros de inicialização do banco de dados são armazenados no spfile de maneira persistente, ou seja, qualquer alteração feita em um parâmetro enquanto o banco de dados está em operação será persistente mesmo quando a instância do banco de dados é reiniciada.
Listagem 1. .Verificando se o banco de dados está usando spfile
1. rr11g@OEL64Node01 [/home/oracle] $ sqlplus /nolog
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3. SQL*Plus: Release 11.1.0.6.0 - Production on Thu Nov 11 09:17:54 2010
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Ricardo Rezende
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Ricardo Rezende
ricardo@devmedia.com.br / ricarezende@gmail.com
http://twitter.com/ricarezende
DBA Oracle certificado pela Oracle University (DBA 9i track e DBA OCP 10g).
IBM Certified Associated em DB2 V9.
DBA Oracle na IBM do Brasil em projeto internacional administrando ambiente de produção....
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