Este é um post disponível para assinantes MVPIntrodução ao Eclipse RCP - Revista Easy Java Magazine 12 - Parte 2
Nesta segunda parte do artigo sobre o Eclipse RCP, passaremos à implementação do autômato celular Jogo da Vida. Para isso, descreveremos todas as etapas da construção desse programa-exemplo, e a partir dos passos mostrados aqui, o leitor será ca
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Na Easy Java Magazine de número 11, onde publicamos a primeira parte deste artigo, apresentamos alguns conceitos a respeito das ferramentas de desenvolvimento RCP. Naquele texto, mostramos ao leitor um pouco do histórico e das características desse tipo de plataforma, tendo como foco o mais poderoso deles, o Eclipse RCP. Assim, procuramos descrever todos os aspectos relacionados à estrutura e criação de um plugin através dessa plataforma.
Nesta segunda parte prosseguiremos o desenvolvimento de nossa aplicação exemplo, o autômato celular Jogo da Vida, cujas características também foram abordadas no primeiro artigo. Agora, trataremos de sua construção propriamente dita.
Neste contexto, vamos orientar o leitor em cada etapa da criação de seu primeiro programa gerado a partir do Eclipse RCP. Analisaremos desde as listagens de código até as configurações finais, que permitirão ao autômato celular ser executado dentro e fora do ambiente de desenvolvimento.
A Construção
Para construirmos o nosso autômato celular, precisamos
incluir o arquivo AutomatoView.java,
apresentado na Listagem 1. Esse arquivo implementa a interface org.eclipse.ui.IViewPart, responsável por definir qualquer visualizador (view)
que viermos a criar no Eclipse RCP. Além da implementação da interface,
usamos o ponto de extensão org.eclipse.ui.views. Assim procedemos para fazer o registro (no arquivo plugin.xml) da implementação da view, para que ela possa estar integrada
ao ambiente de execução da aplicação RCP. Se esse registro não for
feito, o visualizador criado não estará disponível na execução da
aplicação. Esse visualizador mostrará, graficamente (ou seja, em uma janela de
exibição), o autômato celular sendo simulado.
Ponto de extensão: O ponto de extensão consiste de uma base, uma
espécie de molde, do qual dependerá a incorporação (encaixe) de novos plugins.
Na situação abordada, o plugin org.eclipse.ui.views será o molde para os visualizadores.
Assim, nos novos plugins, os visualizadores seguirão o padrão estabelecido pelo
ponto de extensão.
Ambiente de execução: Ambiente no qual o programa executa em tempo real, também chamado de “runtime”.
Visualizador: Assim como os editores, os visualizadores são
recursos gráficos que o framework disponibiliza ao desenvolvedor a partir do
sistema operacional em uso.
Na Listagem 2, temos o arquivo SimulateHandler.java, que estende a classe org.eclipse.core.commands.AbstractHandler do plugin org.eclipse.core.runtime. Esta, por sua vez, define um comando (de acordo com o padrão de projeto “"
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