Arquiteturas de sistemas Web 3.0

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Este artigo é relevante para aqueles que necessitam estruturar uma aplicação preparada para funcionar sobre as condições diversas que a Internet moderna pode ofertar. Na verdade, a utilidade é nortear os desenvolvedores para boas práticas.

Artigo do tipo Teórico
Porque esse artigo é útil
Este artigo é relevante para aqueles que necessitam estruturar uma aplicação preparada para funcionar sobre as condições diversas que a Internet moderna pode ofertar. Na verdade, a utilidade é nortear os desenvolvedores para boas práticas de concepção arquitetural, ao passo que auxilia no entendimento de uma engenharia de software cada vez mais voltada para novos padrões de negócios e tecnologias.

Em tempos longínquos, a arquitetura de software era basicamente voltada para os sistemas cliente-servidor, onde uma máquina exercia o papel de cliente requisitante e a outra máquina o papel de servidor com a responsabilidade de atender as requisições. Deste modo, a arquitetura cliente-servidor tornou-se padrão na engenharia de software. Atualmente tal arquitetura ainda é muito utilizada e, sobretudo, mesclada a outras arquiteturas para atender ao objetivo de um software.

A mistura de estilos arquiteturais possibilita a existência de arquiteturas cada vez mais heterogêneas, onde estilos e tecnologias diferenciadas formam novas versões de representações arquiteturais. Contudo, por que as arquiteturas estão tão heterogêneas? Ao que se baseia essa afirmação? Tais questionamentos poderão ser inexistentes ao final da leitura, contudo cabe um simples raciocínio no próximo parágrafo que auxiliará no entendimento futuro.

A construção de sistemas está cada vez mais imersa nas inovações tecnológicas, inovações causadas pelo surgimento de novos negócios, novos frameworks, novas linguagens e novos protocolos que surgem em um intervalo cada vez menor de tempo. A tendência também é em projetar sistemas que são mais dependentes da Internet, a fim de atender aos modelos de negócio mais exigentes, com regras mais complexas.

Neste aspecto o que parece é haver um cenário muito favorável à existência de uma engenharia de software, onde a arquitetura de software está imersa, e ambas focadas em acompanhar tais exigências e inovações, bem como a trabalhar com uma Internet programável, caracterizada como uma moderna rede de computadores sociáveis e interoperáveis.

A Internet como máquina propulsora

A Internet vem alcançando números gigantescos. Como exemplo, a quantidade de usuários apenas na América Latina chega a aproximadamente 143 (cento e quarenta e três) milhões, segundo dados do site INTERNET WORLD STATS especializado em pesquisas estatísticas sobre a internet. Os meios de acesso são variados, desde conexão banda larga até telefones celulares com tecnologia 3G. Os serviços também são diversos: ferramentas de buscas, blogs, sites empresariais, e-mail, ferramentas de comunicação instantânea, comércio eletrônico, abreviadores de URL, ferramentas de programação e etc.

Na Internet as empresas públicas, privadas e governamentais trocam informações importantes, vários paradigmas e tecnologias surgem em prol da Internet, além das transações bilionárias como, por exemplo, a compra de sites e serviços. Assim, a Internet se caracteriza como um rico instrumento de comunicação, negócios, transações, propagandas e ensino. Sobre o aspecto tecnológico, o grande feito da Internet foi sua evolução.

A Internet evoluiu de uma rede anteriormente classificada como Web 1.0, onde as informações somente poderiam ser visualizadas, para a rede programável, a Web 3.0. A Web 3.0 é classificada por meio de dois conceitos distintos. Um deles considera a Web 3.0 como uma plataforma de desenvolvimento de softwares independentes de infraestrutura física local, conceito aplicado por Marc Benioff. A outra ideia classifica a Web 3.0 como a Web Semântica, segundo BERNERS-LEE em 2001. Independente da conceituação, a Web 3.0 mudou definitivamente o aspecto da Internet, transformando a mesma em algo mais interativo, inteligente e independente.

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