Artigo Clube Delphi Edição 20 - CRIANDO UM LANÇADOR DE APLICATIVOS

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Artigo da Revista Clube Delphi Edição 20.

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CRIANDO UM LANÇADOR DE APLICATIVOS


Quando temos um aplicativo funcionando em rede, alguns detalhes de instalação e manutenção nos passam desapercebidos. Em alguns casos, eles não são realmente tão importantes assim, mas quando o aplicativo está em constante atualização ou temos muitas estações funcionando em rede, cuidar desses pequenos detalhes pode significar ganhar várias horas ao final do nosso projeto.

A solução mais comumente adotada é a criação um atalho apontando para o servidor em cada uma das máquinas que estiver funcionando em rede. Esta solução é ótima na maioria das situações, mas se temos de fazer atualizações no executável, esbarramos na primeira limitação deste método, que é ter este arquivo executável bloqueado por estar em uso pelo Windows.

Creio que grande parte dos desenvolvedores que estão lendo este artigo já esbarrou nesse problema. Com isso, começa a novela: pede-se para todo mundo sair da rede, mas... Fulano está terminando um pedido, Sicrano tem de terminar uma nota porque o caminhão está esperando, Beltrano está gerando um relatório que tem de sair agora, ou ainda, o gerente de informática (seu chefe) foi tomar um café e deixou o aplicativo aberto... E por aí vai.

Pensando nestes problemas, desenvolvemos, há algum tempo, um lançador de aplicativos. Com ele, o usuário não chama diretamente o aplicativo a ser executado: é criada uma camada de controle intermediária. Muito simples e prático!

Situações que teremos de controlar

Vejamos agora algumas situações que devemos considerar para a implementação do lançador de aplicativos:

1 - O aplicativo deverá ficar temporariamente não disponível – geralmente quando temos de fazer alguma manutenção na base de dados. Nesses casos, o aplicativo em si não representa o problema, e sim o acesso à base de dados que poderá estar em manutenção, não podendo ser acessada. Para resolver esse problema, existe, dentro do arquivo INI, um parâmetro que indica se o aplicativo pode ou não ser acessado. Dessa forma, nenhum usuário “apressadinho” pode estragar o nosso trabalho.

2 - O aplicativo deverá ser atualizado – se o aplicativo estiver em desenvolvimento ou passando por uma fase de testes, é comum termos constantes atualizações de versão. Bem, como o usuário não chamou diretamente o executável – e determinamos isso em nossa camada de controle – alteramos o nome do executável, inclusive mantendo um histórico. Por exemplo, mudamos o nome de "FAT2001-05-10.exe" para a nova versão "FAT2001-05-18.exe". Localmente na maquina do usuário, isso não afeta em nada o trabalho, já que podemos definir dentro do arquivo INI que o aplicativo local pode ter um nome diferente do aplicativo remoto.

Arquivo INI

Pois bem, vamos ao que interessa. Primeiramente, os pontos a serem cuidados devem ter soluções simples. Eu gosto de manter isso em mente: a solução simples, geralmente, é a melhor solução.

A tecnologia escolhida utiliza um arquivo INI. Como é possível que queiramos migrar esse aplicativo para outras plataformas, o fato de usarmos um mecanismo simples de leitura de um arquivo TXT e a interpretação de alguns parâmetros lá escritos pode facilitar muito nossa vida no futuro.

Estes são os parâmetros armazenados dentro do arquivo INI:

 

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