Artigo Java Magazine 68 - Desenvolvimento para desktop com Java – Parte 3

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Artigo da Revista Java Magazine Edição 68.

Esse artigo faz parte da revista Java Magazine edição 68. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

 

Desenvolvimento para desktop com Java – Parte 3

Desenvolvendo a camada de Apresentação

Um guia com os primeiros passos no desenvolvimento de aplicativos Java para desktop

 

De que se trata o artigo:

Desenvolvimento de aplicações Java SE utilizando divisão em camadas e padrões de projeto. Nesse artigo são tratados o desenvolvimento da camada de Apresentação e a integração entre essa camada e a Lógica de Domínio, através dos padrões MVC e Observer.

 

Para que serve:

Apresentar os primeiros passos para quem está iniciando no desenvolvimento de aplicações em Java. Nesse artigo são abordados temas como: escolha de uma API de componentes gráficos (com comparações entre Swing e SWT), alguns componentes visuais e listeners de eventos da SWT e a aplicação dos padrões MVC e Observer no ambiente desktop.

 

Em que situação o tema é útil:

Os conceitos apresentados no artigo são úteis e facilmente aplicáveis no desenvolvimento de aplicativos empresariais desenvolvidos em Java, que se propõem a automatizar processos de negócio e precisam de interface gráfica com o usuário.

 

Desenvolvimento para desktop com Java – Parte 3:

O desenvolvimento de aplicações para desktop em Java é menos frequente do que para web ou dispositivos móveis. Hoje é possível implantar sistemas escritos em Java em ambientes antes dominados por linguagens nativas, mas, além da concorrência com ambientes RAD e linguagens nativas, o universo Java com suas APIs e jargões muitas vezes espantam quem quer trabalhar com Java nesse segmento.

Nesse artigo a série introdutória é concluída, com o desenvolvimento da camada de Apresentação e da integração entre ela e a Lógica de Domínio, através do padrão MVC. São apresentados também parâmetros para uma decisão que muitas vezes precisa ser tomada no início do desenvolvimento de uma aplicação desktop em Java: qual API de componentes gráficos será usada: Swing ou SWT.

 

 

Chegamos ao último artigo da nossa série, e nele será abordado o desenvolvimento da camada de Apresentação. Além do desenvolvimento de uma tela, com aplicação do padrão MVC, veremos também uma sugestão para enriquecer a interação entre o sistema e o usuário, através a criação de um listener de eventos.

No segundo artigo foi explicado detalhadamente o processo de criação do projeto no Eclipse, logo, os passos não serão repetidos aqui. Para o leitor interessado em obter o código fonte da aplicação exemplo com o que foi implementado até agora, o download está disponível no site da Java Magazine, com o projeto configurado para o Eclipse 3.4. O quadro “Importando o projeto no Eclipse” mostra o que deve ser feito para baixar e importar o projeto.

O clássico Swing x SWT

A camada de Apresentação é responsável pela interação entre sistema e usuário. Como exemplo dos componentes dessa camada, podemos citar: menus de seleção, telas para entrada e apresentação de dados, caixas de diálogo e componentes que indicam a ocorrência de algum processamento, como cursores de mouse em forma de ampulheta e barras indicadoras de progresso.

Em Java, existem duas bibliotecas de componentes gráficos que disputam a preferência dos desenvolvedores de sistemas desktop: Swing e SWT (Standard Widget Toolkit).

Em comum, ambas têm a característica de serem gratuitas para uso comercial. Mas têm muitas diferenças, como pode ser visto na Tabela 1.

 

Swing

SWT

API oficial da plataforma Java desktop, está disponível nos JDKs e JREs e não precisa de nenhum download adicional para ser usada tanto em desenvolvimento quanto em produção.

Foi desenvolvida pela IBM, e em seguida doada para a Fundação Eclipse, que atualmente é responsável por sua manutenção e evolução. Para que seja utilizada, é preciso realizar o download de um ou mais jars, dependendo das características da aplicação.

Seus componentes visuais são renderizados pela própria JVM, o que pode acarretar perda de performance da aplicação.

Seus componentes são renderizados de forma nativa, pelo Sistema Operacional em que a JVM está sendo executada. Geralmente tem melhor desempenho com menor esforço de programação.

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