Dojo Toolkit: Explorando os componentes - Revista Java Magazine 101

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O artigo explora vários componentes do Dojo, mostrando na prática como utilizá-los em uma aplicação. Para isso, são abordados desde menus até componentes para funções específicas, como calendários e campos para horas.

De que se trata o artigo:

O artigo explora vários componentes do Dojo, mostrando na prática como utilizá-los em uma aplicação. Para isso, são abordados desde menus até componentes para funções específicas, como calendários e campos para horas. Além disso, foram discutidos alguns conceitos relacionados à usabilidade em ambientes web.

Em que situação o tema é útil:

Este tema é útil para todos os desenvolvedores que desejam conhecer a simplicidade, facilidade e diversidade da biblioteca JavaScript Dojo numa abordagem prática.

Resumo DevMan:

Este artigo demonstra o comportamento de vários componentes da biblioteca JavaScript Dojo Toolkit, ressaltando o visual claro e intuitivo dos mesmos. Também é abordada, em um exemplo prático, toda a facilidade de integração dos componentes quando utilizados em uma aplicação Java para web.

Atualmente a internet conta com um vasto número de usuários. Número este que tende a ultrapassar o limite do IPv4 em pouco tempo. Isto se deve ao acesso à internet cada vez mais facilitado, atingindo classes e grupos que antes não eram incorporados na grande rede e que trazem consigo diferentes perfis.

Neste ambiente heterogêneo da internet, é fundamental dispor as funcionalidades do sistema de maneira objetiva, atingindo assim esses diferentes perfis. Também é importante considerar que os usuários não gostam de utilizar um sistema cansativo, que dificulta a localização de conteúdo ou a realização de atividades, impondo barreiras ao seu uso. Preocupados com estes aspectos é que devemos começar a pensar na usabilidade do nosso sistema.

A usabilidade é a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica. No contexto do desenvolvimento de aplicações, devemos sempre focar em deixar a interface gráfica mais clara e simples possível, de forma a não existir nenhuma ambiguidade ou dificuldade para o usuário e mantendo o visual mais limpo. Assim, a navegação pelo sistema será simples, removendo possíveis obstáculos para usuários com pouca experiência.

Este assunto tem assumido cada vez mais importância no desenvolvimento de software. De maneira que algumas empresas desenvolvem e mantêm um guia interno para usabilidade. Deste modo, ao implementar um novo sistema, os programadores se orientam pelas práticas descritas no guia. No meio acadêmico não é diferente, e algumas universidades também têm adotado disciplinas voltadas para o tema.

Um exemplo simples de problema de usabilidade seriam os campos de login. Embora este termo seja claro para nós desenvolvedores, pessoas que não estão habituadas ao desenvolvimento de software podem não entender o termo a princípio, e demorar um pouco até descobrirem seu uso. Sendo que neste exemplo, se usarmos usuário e senha como nome para os campos de login, a interface se tornará muito mais intuitiva para um usuário leigo.

Alguns outros exemplos de práticas de usabilidade para a web são:

· Marcar links já visitados pelo usuário;

· Evitar uso indiscriminado de animações;

· Não expor muita informação em uma mesma região da tela;

· Evitar abrir links em uma nova janela;

· Dar título a um formulário condizente com sua função;

· Utilizar campos de texto com um tamanho adequado para o dado que será informado.

Esses pontos são apenas uma amostra de práticas de usabilidade. Partindo destes princípios e visando uma aplicação web mais intuitiva e clara para o usuário, este artigo tem como foco abordar a usabilidade e simplicidade dos componentes para formulário do Dojo Toolkit, demonstrando na prática como aproveitarmos de sua interface simples e amigável.

Estes aspectos serão apresentados em duas seções: uma seção explicando o uso de alguns componentes separadamente; e outra demonstrando um formulário no qual os dados são submetidos para um Servlet Java.

Preparando o ambiente de trabalho

No decorrer do artigo, alguns programas serão construídos com o objetivo de exemplificar o uso dos componentes do Dojo em uma aplicação web, e para o desenvolvimento destes, precisamos antes montar o ambiente de trabalho. Assim, esta seção irá relatar os passos para a configuração deste ambiente.

Dentre as ferramentas que vamos utilizar, estão a IDE Eclipse Indigo para Java EE, o JRE (Java Runtime Environment), o Apache Tomcat versão 7, a biblioteca google-gson e, por fim, a biblioteca JavaScript Dojo Toolkit. Os endereços para baixar estes softwares podem ser encontrados na seção Links.

Configurando o Tomcat

Para iniciarmos o projeto, devemos primeiramente configurar o Tomcat para rodar nossos exemplos. Para isso, no Eclipse, selecione Window > Preferences. Na tela de preferências ilustrada pela Figura 1, clique em Server > Runtime Environments, e então, no botão Add, localizado no canto direito superior da tela.

Figura 1. Tela de preferências do Eclipse.

Na janela seguinte, selecione a versão 7 do Tomcat e clique em Next. Feito isso, na próxima tela clique em Browse para informar o diretório onde o Tomcat foi instalado e depois em Finish. Terminados esses passos, o servidor estará configurado no Eclipse. Agora podemos criar nosso projeto.

Criando o projeto para desenvolver o exemplo

Dentro do Eclipse, crie o projeto onde iremos implementar nosso exemplo. Para isso, dê um clique com o botão direito dentro da visão Project Explorer, acesse a opção New e depois clique em Dynamic Web Project, conforme mostra a Figura 2.

Figura 2. Criando um Dynamic Web Project.

Você pode dar qualquer nome a este projeto, mas é importante que o Target runtime esteja selecionado como Apache Tomcat v7.0, como mostra a Figura 3.

Figura 3. Configurações da criação do projeto.

Após criar o projeto, vamos fazer o download do Dojo Toolkit. Deste modo, na página de download, procure por "

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