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Google App Engine - Revista easy Java Magazine 18
O artigo traz uma rápida introdução à computação em nuvem (Cloud Computing) e as possibilidades de desenvolvimento neste modelo utilizando o Google App Engine.
Easy Java Magazine 18
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Muito tem sido comentado recentemente sobre a computação em nuvem, ou “cloud computing”. Uma de suas principais características é fazer com que um software, ou recurso, seja disponibilizado pela Internet e utilizado como um serviço, e não simplesmente como um produto (no sentido tradicional – o de comprar um software em uma “caixinha” e utilizá-lo por tempo indeterminado). Dentro deste modelo, se encaixam aplicativos tradicionais e outros tipos de serviços, como armazenamento de dados, fornecimento de conteúdo, mídia, ferramentas de colaboração e comunicação, entre outros.
A forma de acesso a estes aplicativos e recursos é geralmente feita por meio do navegador, mas também pode envolver o uso de uma aplicação cliente simplificada, criada para esta finalidade. Os softwares e dados são armazenados em servidores remotos, e a conexão a estes é feita pela Internet. Dessa maneira, o usuário tem a sensação de estar utilizando estes softwares e recursos localmente, sem ter necessariamente que conhecer detalhes sobre a localização e forma de acesso a eles.
Na Figura 1 pode ser observado que, aquilo que é chamado de “nuvem”, nada mais é que um conjunto de recursos disponibilizados por servidores espalhados pela Internet. Aliás, o termo nuvem é empregado como uma referência simbólica à Internet antes mesmo do estabelecimento do conceito de “Cloud Computing”.
O usuário, de posse de um computador desktop, notebook, tablet ou smartphone, terá de forma transparente o acesso a uma variedade de aplicações e dados compartilhados. A “nuvem” esconde a origem da aplicação ou informação; para o utilizador, é como se estes estivessem disponíveis localmente no dispositivo.
Outra característica importante da computação em nuvem é que uma informação adicionada ou alterada em um dos dispositivos será, de forma transparente, compartilhada pelos demais. Ou seja, qualquer que seja a forma de acesso, as aplicações e os dados disponíveis ao usuário serão os mesmos.
A computação em nuvem é utilizada hoje em três modelos:
• SaaS (Software as a Service): ou software como um serviço, neste esquema, os fornecedores do recurso em nuvem disponibilizam o acesso a aplicações completas aos clientes. É geralmente cobrada uma taxa de assinatura para o uso do serviço;
• IaaS (Infrastructure as a Service): neste caso, as empresas fornecedoras disponibilizam infraestrutura física para o serviço em nuvem, como servidores dedicados ou virtuais, segurança por meio de firewalls e até mesmo redes de acesso completas;
• PaaS (Platform as a Service): aqui, é fornecida uma plataforma para criação de aplicações em nuvem, que fica a disposição do desenvolvedor para criar seu aplicativo. Engloba geralmente uma linguagem de programação a ser utilizada para o desenvolvimento, APIs, acesso a banco de dados e um servidor Web. Este é o modelo adotado pelo Google App Engine, um serviço de aplicações em nuvem recentemente disponibilizado pelo Google.
Para o desenvolvimento de aplicações Java na nuvem, o Google App Engine é uma excelente opção: gratuito (desde que a aplicação seja mantida dentro de um limite máximo de acessos), eficiente e fácil de ser utilizado, com suporte a frameworks e tecnologias Java amplamente conhecidas como JSP, Servlets e JPA.
Conhecendo melhor e se inscrevendo no Google App Engine
O Google App Engine, ou somente GAE, é uma plataforma de desenvolvimento de aplicações em nuvem criada e disponibilizada pelo Google. É uma PaaS completa, que oferece não apenas uma, mas três linguagens de programação para criação dos aplicativos: Java, Python e Go.
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A forma de acesso a estes aplicativos e recursos é geralmente feita por meio do navegador, mas também pode envolver o uso de uma aplicação cliente simplificada, criada para esta finalidade. Os softwares e dados são armazenados em servidores remotos, e a conexão a estes é feita pela Internet. Dessa maneira, o usuário tem a sensação de estar utilizando estes softwares e recursos localmente, sem ter necessariamente que conhecer detalhes sobre a localização e forma de acesso a eles.
Na Figura 1 pode ser observado que, aquilo que é chamado de “nuvem”, nada mais é que um conjunto de recursos disponibilizados por servidores espalhados pela Internet. Aliás, o termo nuvem é empregado como uma referência simbólica à Internet antes mesmo do estabelecimento do conceito de “Cloud Computing”.
O usuário, de posse de um computador desktop, notebook, tablet ou smartphone, terá de forma transparente o acesso a uma variedade de aplicações e dados compartilhados. A “nuvem” esconde a origem da aplicação ou informação; para o utilizador, é como se estes estivessem disponíveis localmente no dispositivo.
Outra característica importante da computação em nuvem é que uma informação adicionada ou alterada em um dos dispositivos será, de forma transparente, compartilhada pelos demais. Ou seja, qualquer que seja a forma de acesso, as aplicações e os dados disponíveis ao usuário serão os mesmos.
A computação em nuvem é utilizada hoje em três modelos:
• SaaS (Software as a Service): ou software como um serviço, neste esquema, os fornecedores do recurso em nuvem disponibilizam o acesso a aplicações completas aos clientes. É geralmente cobrada uma taxa de assinatura para o uso do serviço;
• IaaS (Infrastructure as a Service): neste caso, as empresas fornecedoras disponibilizam infraestrutura física para o serviço em nuvem, como servidores dedicados ou virtuais, segurança por meio de firewalls e até mesmo redes de acesso completas;
• PaaS (Platform as a Service): aqui, é fornecida uma plataforma para criação de aplicações em nuvem, que fica a disposição do desenvolvedor para criar seu aplicativo. Engloba geralmente uma linguagem de programação a ser utilizada para o desenvolvimento, APIs, acesso a banco de dados e um servidor Web. Este é o modelo adotado pelo Google App Engine, um serviço de aplicações em nuvem recentemente disponibilizado pelo Google.
Para o desenvolvimento de aplicações Java na nuvem, o Google App Engine é uma excelente opção: gratuito (desde que a aplicação seja mantida dentro de um limite máximo de acessos), eficiente e fácil de ser utilizado, com suporte a frameworks e tecnologias Java amplamente conhecidas como JSP, Servlets e JPA.
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O Google App Engine, ou somente GAE, é uma plataforma de desenvolvimento de aplicações em nuvem criada e disponibilizada pelo Google. É uma PaaS completa, que oferece não apenas uma, mas três linguagens de programação para criação dos aplicativos: Java, Python e Go.
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Luiz Carlos Querino Filho
Luiz Carlos Querino Filho (querino@me.com) possui graduação e mestrado em Ciência da Computação. É Professor Associado e Pesquisador da Fatec, no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da unidade de Garça,SP. Desenvolve aplicações web há mais de dez anos, utilizando Java, PHP e ASP. Também é...
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1 COMENTÁRIO
Instituto Nokia De Tecnologia*
Tenho um projeto feito usando o appengine com o sdk python, é o www.orbis.net.br, tivemos alguns problemas no começo, mas agora, com a experiência nesa "plataforma" vimos que ganhamos muito em escalabilidade e produtividade.
[há +1 mês] -
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