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Grails – Muito além do CRUD - Artigo Java Magazine 91
O artigo apresenta diversos recursos do Grails através do desenvolvimento de uma aplicação de exemplo, ilustrando assim o potencial do framework.
Java Magazine 91
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Grails – Muito além do CRUD
Utilizando Grails no desenvolvimento de aplicações web
Aprenda com um exemplo prático a desenvolver aplicações web com alta produtividade utilizando esse framework que vai muito além do CRUD
De que se trata o artigo:
O artigo apresenta diversos recursos do Grails através do desenvolvimento de uma aplicação de exemplo, ilustrando assim o potencial do framework.
Para que serve:
Este artigo serve para demonstrar a implementação de diversas funcionalidades de uma aplicação web, realizada de maneira simples e produtiva utilizando o framework Grails.
Em que situação o tema é útil:
O framework Grails provê um ambiente já pré-configurado e integrado, permitindo ao desenvolvedor não perder tempo com configurações iniciais. Além disso, oferece diversos recursos que são comumente utilizados nas aplicações, de forma ágil e fácil, como a geração de CRUDs, acesso a dados, configuração de logs, filtros de segurança, Ajax etc.
Resumo DevMan:
O Grails é um framework MVC que utiliza a linguagem dinâmica Groovy e que roda sobre a máquina virtual Java (JVM). Sua arquitetura foi construída em cima de frameworks consolidados de mercado, como o Hibernate, Spring, Log4J e Sitemesh.
Além do CRUD, que é gerado facilmente pelo framework, outros recursos habitualmente usados em aplicações web são disponibilizados por este de forma bastante simples e produtiva, tais como criação de filtros de pesquisa, segurança, criação de taglibs, Ajax, gráficos e relatórios. Dessa forma o desenvolvedor pode manter o foco no domínio da aplicação, deixando de gastar tempo com arquiteturas complexas e questões de infraestrutura.
O desenvolvimento de aplicações web utilizando a plataforma Java EE tem crescido demasiadamente nos últimos anos, e para atender a essa demanda são oferecidas diversas opções de frameworks e bibliotecas. Neste contexto, a arquitetura proposta pela plataforma Java para aplicações web é bastante rica, porém muito complexa, dado que foi construída para atender a diferentes situações e propósitos.
Essa complexidade, aliada ao leque enorme de opções de frameworks, trazem alguns problemas à plataforma Java que a tornam pouco produtiva comparada a outras tecnologias web. Seguem alguns dos problemas percebidos pelo mercado na prática:
• Leva-se muito tempo para configurar uma aplicação e deixá-la pronta para iniciar o desenvolvimento. Para isso, é necessário configurar frameworks, bibliotecas externas, arquivos XML, properties, etc.;
• O processo de integrar os diversos frameworks na maioria das vezes não é trivial, pois existem versões que são incompatíveis umas com as outras;
• Algumas funcionalidades, que existem em qualquer aplicação, são implementadas toda vez que uma nova aplicação é criada. Dentre estas podemos citar: desenvolvimento de CRUDs, configuração de logs, internacionalização, acesso a dados, relatórios, etc.;
• Com certa frequência, muitos softwares são construídos com arquiteturas mais complexas do que realmente necessitam.
Para resolver tais problemas, surgiram no mercado frameworks como Ruby on Rails e Grails (Groovy on Rails). Ambos possuem os mesmos princípios, entretanto o diferencial do Grails é ser executado em cima da máquina virtual Java (JVM), aproveitando toda a maturidade e robustez da plataforma. Seguem suas principais características:
• Utiliza os conceitos:
o Convention over Configuration: Convenção ao invés de configuração significa obter mais produtividade através de convenções previamente definidas, aumentando a padronização e evitando configurações trabalhosas de XML, arquivos de propriedades, logs etc.;
o Don't Repeat Yourself: O framework já oferece tarefas padrões do desenvolvimento de aplicações, como a geração de CRUDs, log pré-configurado etc.;
• Utiliza a linguagem dinâmica Groovy, que estende a linguagem Java oferecendo suporte a closures, duck typing, facilidade na manipulação de listas, hashes, tipos primitivos, invocação de métodos dinamicamente etc.;
• Fornece um ambiente de desenvolvimento completo pré-configurado e integrado, permitindo o foco no domínio da aplicação;
• Sua arquitetura foi construída em cima de frameworks consolidados no mercado, tais como Hibernate, Spring, Sitemesh e Log4j.
A proposta desse artigo não é ensinar o básico do framework, e sim mostrar, através de um exemplo prático, a produtividade do Grails para outros aspectos comuns no desenvolvimento de uma aplicação. Filtros de busca, segurança, Ajax, gráficos e relatórios são alguns desses aspectos abordados pelo artigo. Os artigos Grails: do Groovy à Web – Partes 1 a 5 (Edições 75-79 da Java Magazine) são uma excelente opção para iniciar o aprendizado com o framework.
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Utilizando Grails no desenvolvimento de aplicações web
Aprenda com um exemplo prático a desenvolver aplicações web com alta produtividade utilizando esse framework que vai muito além do CRUD
De que se trata o artigo:
O artigo apresenta diversos recursos do Grails através do desenvolvimento de uma aplicação de exemplo, ilustrando assim o potencial do framework.
Para que serve:
Este artigo serve para demonstrar a implementação de diversas funcionalidades de uma aplicação web, realizada de maneira simples e produtiva utilizando o framework Grails.
Em que situação o tema é útil:
O framework Grails provê um ambiente já pré-configurado e integrado, permitindo ao desenvolvedor não perder tempo com configurações iniciais. Além disso, oferece diversos recursos que são comumente utilizados nas aplicações, de forma ágil e fácil, como a geração de CRUDs, acesso a dados, configuração de logs, filtros de segurança, Ajax etc.
Resumo DevMan:
O Grails é um framework MVC que utiliza a linguagem dinâmica Groovy e que roda sobre a máquina virtual Java (JVM). Sua arquitetura foi construída em cima de frameworks consolidados de mercado, como o Hibernate, Spring, Log4J e Sitemesh.
Além do CRUD, que é gerado facilmente pelo framework, outros recursos habitualmente usados em aplicações web são disponibilizados por este de forma bastante simples e produtiva, tais como criação de filtros de pesquisa, segurança, criação de taglibs, Ajax, gráficos e relatórios. Dessa forma o desenvolvedor pode manter o foco no domínio da aplicação, deixando de gastar tempo com arquiteturas complexas e questões de infraestrutura.
O desenvolvimento de aplicações web utilizando a plataforma Java EE tem crescido demasiadamente nos últimos anos, e para atender a essa demanda são oferecidas diversas opções de frameworks e bibliotecas. Neste contexto, a arquitetura proposta pela plataforma Java para aplicações web é bastante rica, porém muito complexa, dado que foi construída para atender a diferentes situações e propósitos.
Essa complexidade, aliada ao leque enorme de opções de frameworks, trazem alguns problemas à plataforma Java que a tornam pouco produtiva comparada a outras tecnologias web. Seguem alguns dos problemas percebidos pelo mercado na prática:
• Leva-se muito tempo para configurar uma aplicação e deixá-la pronta para iniciar o desenvolvimento. Para isso, é necessário configurar frameworks, bibliotecas externas, arquivos XML, properties, etc.;
• O processo de integrar os diversos frameworks na maioria das vezes não é trivial, pois existem versões que são incompatíveis umas com as outras;
• Algumas funcionalidades, que existem em qualquer aplicação, são implementadas toda vez que uma nova aplicação é criada. Dentre estas podemos citar: desenvolvimento de CRUDs, configuração de logs, internacionalização, acesso a dados, relatórios, etc.;
• Com certa frequência, muitos softwares são construídos com arquiteturas mais complexas do que realmente necessitam.
Para resolver tais problemas, surgiram no mercado frameworks como Ruby on Rails e Grails (Groovy on Rails). Ambos possuem os mesmos princípios, entretanto o diferencial do Grails é ser executado em cima da máquina virtual Java (JVM), aproveitando toda a maturidade e robustez da plataforma. Seguem suas principais características:
• Utiliza os conceitos:
o Convention over Configuration: Convenção ao invés de configuração significa obter mais produtividade através de convenções previamente definidas, aumentando a padronização e evitando configurações trabalhosas de XML, arquivos de propriedades, logs etc.;
o Don't Repeat Yourself: O framework já oferece tarefas padrões do desenvolvimento de aplicações, como a geração de CRUDs, log pré-configurado etc.;
• Utiliza a linguagem dinâmica Groovy, que estende a linguagem Java oferecendo suporte a closures, duck typing, facilidade na manipulação de listas, hashes, tipos primitivos, invocação de métodos dinamicamente etc.;
• Fornece um ambiente de desenvolvimento completo pré-configurado e integrado, permitindo o foco no domínio da aplicação;
• Sua arquitetura foi construída em cima de frameworks consolidados no mercado, tais como Hibernate, Spring, Sitemesh e Log4j.
A proposta desse artigo não é ensinar o básico do framework, e sim mostrar, através de um exemplo prático, a produtividade do Grails para outros aspectos comuns no desenvolvimento de uma aplicação. Filtros de busca, segurança, Ajax, gráficos e relatórios são alguns desses aspectos abordados pelo artigo. Os artigos Grails: do Groovy à Web – Partes 1 a 5 (Edições 75-79 da Java Magazine) são uma excelente opção para iniciar o aprendizado com o framework.
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Samuel Dos Santos Silva
é Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui a certificação SCJP. Desenvolve soluções em Java desde 2000 e atualmente trabalha na TI da Petrobras com aplicações voltadas para exploração e produção de petróleo.
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4 COMENTÁRIOS
Everaldo Gomes
Aparentemente o áudio desse vídeo tutorial está incorreto e pertence a outro vídeo. O artigo trata de Grails, mas o áudio falar em Struts etc.
[há +1 ano] -
Responder
Devmedia - Equipe De Moderacao
Everaldo, já solicitamos ao autor a versão do vídeo com o áudio correto. Assim que estivermos de posse do mesmo, atualizaremos.
Atenciosamente,
Equipe Devmedia.
Atenciosamente,
Equipe Devmedia.
[há +1 ano] -
Responder
Raul Moura Uhlmann
O video continua com o audio falando de Struts. Favor revisar.
[há +1 ano] -
Responder
Devmedia - Equipe De Moderacao
Raul, pedimos desculpa pelo transtorno. Enviei um pedido com a aula para outro autor, equivocadamente.
Agora estamos no aguardo da aula correta que será enviada pelo autor.
Atenciosamente,
Equipe Devmedia.
Agora estamos no aguardo da aula correta que será enviada pelo autor.
Atenciosamente,
Equipe Devmedia.
[há +1 ano] -
Responder
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