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Guia de Referência Orientação a Objetos em C#

Neste Guia de Referência você encontrará todo o conteúdo que precisa para aprender a programar Orientado a Objetos na linguagem C#.

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Introdução

Normalmente, quando começamos a programar, o primeiro paradigma que conhecemos é o estruturado. Ele facilita o aprendizado por não trazer consigo tantos conceitos, como os que fazem parte da Orientação a Objetos. Imagine começar a criar algoritmos e, ao mesmo tempo, conciliar conceitos abstratos para poder programar as primeiras soluções? Não seria fácil.

Portanto, é natural percorrer esse caminho: Programação Estruturada -> Programação Orientada a Objetos. O único porém desse processo é que algumas vezes acabamos levando algumas características da primeira para a segunda, características essas que podem prejudicar um pouco o nosso código (Figura 1). Pensando nessa etapa de transição, preparamos o seguinte artigo:

Programação Estruturada x Orientação a Objetos
Figura 1. Programação Estruturada x Orientação a Objetos

Após o primeiro contato com a Orientação a Objetos, você deve ter observado termos como abstração, encapsulamento, herança e polimorfismo. Estes são os fundamentos, os quatro pilares da POO. Para aprender sobre eles, algo fundamental para programar corretamente com esse paradigma, acesse:

É válido ressaltar que a Orientação a Objetos também não é uma “bala de prata”, não é a solução ideal para tudo. Ela possui vantagens e desvantagens. Para conhecer esses pontos, assim como alguns mitos que foram criados em torno dela, acesse os artigos:

Orientação a Objetos em C#

Agora que você já conhece os conceitos, que tal colocá-los em prática programando com a linguagem C#? Os posts a seguir lhe ensinarão como aplicar os conceitos da Orientação a Objetos com os recursos do C#:

Coesão e acoplamento

E agora, como saber se estou programando orientado a objetos, se estou aplicando corretamente seus conceitos? Uma maneira de sanar essa dúvida é observar se seu código está coeso e com baixo acoplamento.

Um código coeso é aquele que implementa apenas o que de fato é de sua responsabilidade, por exemplo: um método responsável por imprimir um relatório não deve saber como acessar o banco de dados. Se ele sabe como fazer isso, dizemos que ele tem baixa coesão, o que deve ser evitado.

Já um código fortemente acoplado é aquele que depende de muitos pacotes, classes e/ou métodos para prover uma funcionalidade. Quando se deparar com situações assim, cuidado. O post a seguir expõe como melhorar a qualidade do seu código, o ajudando a reduzir o acoplamento entre classes.

Princípios SOLID

Ao avançar seus estudos nesse tema, logo você se deparará com algo conhecido como Princípios SOLID. Este termo representa a junção dos princípios que são classificados por muitos programadores como base das boas práticas da POO. Aprenda sobre esse assunto nos posts a seguir:

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