Guia Delphi

Iniciando a construção de apps Android no Delphi

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Veja nesse artigo os detalhes iniciais que envolvem a construção de aplicações Android, através do uso do IDE do Delphi XE5.

Fique por dentro
A mais nova versão do Delphi, a XE5, apresentou como grande atrativo o suporte nativo ao desenvolvimento móvel para Android. Esta novidade veio a atender um desejo antigo da comunidade, que enxerga a referida plataforma como sendo uma ótima opção comercial. Isso pode ser justificado pelo fato do Android ser atualmente o SO mais difundido e utilizado em meio ao contexto dos dispositivos móveis (tablets e smartphones). Em vista disso, o presente artigo irá mostrar os detalhes iniciais que envolvem a construção de aplicações deste tipo, através do uso do IDE do Delphi XE5.

O suporte ao desenvolvimento móvel no Delphi surgiu ainda em sua versão XE2, até então direcionado exclusivamente à construção de aplicativos para a plataforma iOS, contemplando dispositivos Apple, tais como iPhone, iPad e iPodTouch. Adicionalmente, ainda nesta época já se ventilava os primeiros rumores sobre o eventual suporte nativo da ferramenta ao desenvolvimento móvel para Android, num futuro próximo. Isto porque, apesar da clara e reconhecida evolução para a época, o suporte a iOS atendia apenas parcialmente o nicho de mercado ao qual a grande maioria dos desenvolvedores Delphi estavam inseridos.

Sua realidade Mobile envolvia, além dos dispositivos iOS, um grande mercado em expansão e abrangente de dispositivos Android, vide smartphones e tablets dos mais variados tipos e marcas. Logo, surgiram os primeiros pedidos sobre o mencionado suporte e, passadas algumas versões da ferramenta, tal promessa veio a ser finalmente atendida com o recém-lançado Delphi XE5. Sendo assim, esta versão da ferramenta conta com o novo suporte nativo ao desenvolvimento de aplicações para a plataforma Android.

Além disso, o grande diferencial neste ponto fica por conta da forma de desenvolvimento aplicada à construção deste novo tipo de aplicação, que se mostra essencialmente a mesma da já utilizada para o desenvolvimento clássico para Win32. Em outras palavras, isso reflete o envolvimento de uma mesma linguagem, uma mesma sintaxe e os mesmos componentes já conhecidos.

Ao final das contas, todo este cenário vem ilustrar a pretensão maior da Embarcadero, que é a de prover a construção de aplicações para múltiplas plataformas (Windows, Mac OS X, iOS e Android), atendendo múltiplos dispositivos (PCs, Smartphones e Tablets) a partir de uma mesma base de código e de conhecimento.

De forma natural, o desenvolvimento de aplicações móveis por si só envolve uma série de fatores extras que extrapolam os recursos providos internamente pela ferramenta de desenvolvimento. Com o Delphi não é diferente e, sendo assim, a pretensão deste artigo é a de justamente prover o maior número de informações e detalhes que norteiam o início do desenvolvimento para Android no Delphi, servindo assim como ponto de partida para a construção das primeiras aplicações deste tipo.

Preparação do ambiente

Logo de início é possível estabelecer que o desenvolvimento para Android no XE5 requer uma preparação pontual do ambiente de trabalho. Diferente do que acontecia em sua abordagem mais tradicional, de desenvolvimento de aplicações para Windows, este novo processo construtivo no Delphi exige uma série de fatores “extras”, que vão além dos recursos providos internamente pelo IDE. Em vista desse diferencial, a seguir são discorridos cada um dos itens necessários ao desenvolvimento para Android nesta nova versão do Delphi.

Android Tools

Dentre os recursos externos ao IDE do Delphi, necessários ao desenvolvimento de aplicações para a Android, três são tidos como fundamentais: JDK, NDK e SDK. Tais siglas representam elementos os quais podem ser traduzidos como sendo ferramentas de desenvolvimento para a referida plataforma, essenciais a qualquer ambiente voltado à criação de aplicações móveis deste segmento.

Os dois primeiros podem ser considerados recursos estáticos, uma vez que a instalação/atualização de ambos se dá com pouca frequência no ambiente de desenvolvimento. Num processo oposto, o SDK pode ser considerado variável a cada versão da plataforma.

De início, a presença do JDK (Java Development Kit) é justificada pelo fato do Android estar diretamente atrelado à plataforma Java, tornando-se necessária a presença de seu kit de desenvolvimento oficial, que habilita a criação de softwares para esta tecnologia. No contexto do Delphi XE5, a versão requerida e recomendada do JDK é a 1.6 ou 1.7

. Em vista disso, a fim de prevenir eventuais transtornos, caso o ambiente não contemple nenhuma dessas versões, a própria instalação do XE5 se encarrega de instalar o JDK adequado.

Já NDK (Android NDK) é o acrônimo para Native Development Kit e pode ser brevemente definido como sendo um conjunto de recursos que permite a implementação de partes da aplicação usando linguagens de código nativo, tais como C e C++. Sua finalidade de uso destina-se essencialmente à geração de aplicações autossufici" [...]

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