TV DIGITAL no Brasil – Parte 06

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Neste artigo começaremos a falar sobre a arquitetura do Ginga.

TV DIGITAL no Brasil – Parte 06

 

Por: Rodrigo Junqueira de Oliveira

Arquitetura

 

O Ginga oferece uma série de facilidades para o desenvolvimento de conteúdo e aplicativos para TV Digital, entre elas a possibilidade desses conteúdos serem exibidos nos mais diferentes sistemas de recepção, independente do fabricante e tipo de receptor (TV, celular, PDAs etc.).

 

No modelo de referência do Sistema Brasileiro, Ginga é uma camada de software interposta entre as aplicações e os outros módulos que compõem o Sistema Brasileiro, que são, usualmente, implementados por hardware (Figura 6).

 

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Figura 6: Camada de aplicações [12].

 

Quando se busca os requisitos de um middleware, tendo por base as aplicações a serem desenvolvidas em um sistema de TV digital, quatro pontos chamam a atenção: o sincronismo de mídia, o suporte a múltiplos dispositivos, a adaptabilidade e o suporte ao desenvolvimento de programas ao vivo.

 

Com esses requisitos em foco, o universo das aplicações para TV digital pode ser particionado em dois conjuntos: o das aplicações declarativas e o das aplicações procedurais. As linguagens declarativas são mais intuitivas (de mais alto nível) e, por isso, mais fáceis de usar, normalmente não exigindo um perito programador. Contudo, as linguagens declarativas têm de ser definidas com um foco específico. Quando o foco da aplicação não casa com o da linguagem, o uso de uma linguagem procedural não é apenas vantajoso, mas se faz necessário. O uso de linguagens procedurais usualmente requer um perito em programação.

Uma aplicação não precisa ser, entretanto puramente declarativa ou puramente procedural. Sem erro pode-se afirmar que, nos sistemas de TV digital, os dois tipos de aplicação coexistirão, sendo então conveniente que o dispositivo receptor integre o suporte aos dois tipos em seu middleware. Isso ocorre nos middlewares de todos os sistemas, incluindo o middleware Ginga.

 

No caso especial do Brasil, o middleware deve também oferecer um bom suporte ao desenvolvimento de aplicações visando à inclusão social, como aplicações para ensino, saúde etc (Figura 7).


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Figura 7: Importância da TV na Inclusão Social [12].

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 [12] Fórum do Sistema Brasileiro TV Digital Terrestre - http://www.forumsbtvd.org.br/;


 
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