Engenharia de Software: Metodologias ágeis XP, FDD, MSF e SCRUM - Parte 1 - Artigo .Net Magazine 48
Artigo da Revista .NET Magazine - Edição 48.
Engenharia de Software
Um cardápio de metodologias ágeis
XP, FDD, MSF e SCRUM – Parte 1
Um projeto de software está com sérios problemas e quando acordei percebi que não era um pesadelo. Peguei um livro e li: O mau gerenciamento pode incrementar os custos de um projeto de software mais rapidamente que qualquer outro fator, escreveu Barry Boehm em 1981. Temi pelo meu emprego e pensei: antes de desistir vou contratar muitos desenvolvedores. Peguei outro livro e li: Adicionar pessoas faz um atrasado projeto atrasar ainda mais, escreveu Frederick Brooks em 1995.
Neste cenário assustador questionei-me: o que vou fazer diferente se preciso de resultados diferentes? Como compreender os verdadeiros obstáculos do gerenciamento de um projeto de software?
Procurei por muitos caminhos, mas a resposta que mais gostei me foi ensinada pelos métodos ágeis. Entre muitos aprendizados que tive li que o pensamento ágil reconhece cinco obstáculos no gerenciamento de projetos de software. São eles: pessoas, tempo, funcionalidades, orçamento e recursos (excluindo pessoas). Com isto em mente, coloquei em prática um pouco de quatro propostas ágeis que estudei.
Vamos conhecer um pouco destas propostas ágeis. São elas XP, MSF, SCRUM e FDD. Nesta primeira parte do artigo conheceremos XP e FDD.
Extreme Programming
Métodos ágeis são propostas incomuns de técnicas para projetos de software. XP, como o nome sugere, é algo um pouco mais radical. Propostas estranhas de técnicas esquisitas fazem os gerentes de projetos temerem utilizá-las em grandes projetos. Para atrapalhar ainda mais as poucas iniciativas de se quebrar paradigmas, o radicalismo de alguns pensadores de XP afastam a compreensão sobre as reais vantagens e os benefícios para o negócio que podemos alcançar com estes métodos.
A programação em pares, um dos mais diferentes e originais métodos do XP, traz para o gerente do projeto a necessidade de uma posição sem hipocrisia. Ou você ama, ou você odeia. Até hoje não encontrei um gestor “em cima do muro” sobre esta técnica."
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