DevMedia - asp.net, Java, Delphi, SQL e web Design, tudo em um só lugar!
Bem vindo a DevMedia!
LOGIN:     SENHA:
 
 

  Este é um post disponível para assinantes MVP
Este post também está disponível para assinantes da .net Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia.  Clique aqui para saber mais!


Boas Práticas com C# e .NET Framework - Revista .Net Magazine 90 - Parte 1

O artigo demonstra padrões e práticas que, quando bem utilizados, ajudam o desenvolvedor da plataforma .NET a ter um melhor resultado em seus projetos podendo aumentar a produtividade. Estas práticas envolvem conceitos da programação orientada a






O .NET Framework e a linguagem C# oferecem recursos para aumentar a produtividade no processo de criação de aplicações e facilitar a sua manutenção. Por outro lado, tantos recursos podem tirar o foco do desenvolvedor quer seja pela quantidade e incapacidade em gerenciar tanta informação, quer seja pela facilidade em distrair do real objetivo.

As boas práticas envolvem a correta aplicação dos conceitos das linguagens de orientação a objeto linguagens estas que incluem o C#. Não raro é muito comum usar a ferramenta certa para fazer as coisas da maneira errada. Um exemplo bem claro é quando um código começa a ficar muito extenso e uma classe começa a perder sua clareza tentando prover mais funcionalidades do que é realmente necessário.

Não estão envolvidas apenas mudanças na maneira que se escreve o código, tais como a nomenclatura dos elementos envolvidos e que também serão tratados, mas mudança de atitudes e da maneira como se pensa no código.

Entre os princípios que podem ajudar o programador estão aqueles conhecidos pelo acrônimo de S.O.L.I.D. e que serão revistos brevemente no artigo. Estes conceitos têm sido vastamente explorados e devem constar obrigatoriamente em qualquer texto que fale sobre boas práticas.

Revendo conceitos da orientação a objetos

Durante a evolução das linguagens de programação o fato mais importante foi o surgimento das linguagens orientadas a objetos. Inicialmente representadas por linguagens como Smalltalk e C++, novas linguagens foram sendo criadas aderindo ao padrão.

Mesmo linguagens tradicionalmente estruturadas como o Pascal aderiram à novidade o que fez com que muitos programadores mais experientes dessem os seus primeiros passos no mundo da orientação a objetos (ou Object-Oriented Programming, ou ainda apenas OOP).

Logo apareceram linguagens como o Java e o C#, herdeiras das primeiras que popularizaram mais ainda a OOP principalmente pelo grande número de recursos que possuem e pela facilidade com que podem ser estendidas.

De início, o ponto principal de uma linguagem orientada a objetos é a estruturação dos dados e das funções do programa em torno de classes, que, como sabemos são os modelos para representações de objetos. Os objetos são entendidos como modelos de elementos do mundo real e expressos nas linguagens de forma a facilitar a manipulação dos dados, entretanto, de uma maneira direta, são variáveis que instanciam endereços de memória onde são armazenados, de forma organizada, dados como números e texto e que possuem código relacionado com os mesmos (métodos) para manipular estes dados.

O uso de linguagens de programação baseia-se em ir dividindo o problema em partes cada vez menores até atingir um ponto em que se possa, se possível, usar uma simples operação para começar a resolvê-lo. Praticamente quase tudo pode ser desmembrado em partes mais simples e as classes são um exemplo. Podemos definir o mínimo de estruturas de uma classe através de interfaces.

Interfaces são modelos para classes que são modelos para objetos. Então, dessa forma, as interfaces são uma maneira simplificada de expressar as classes. O uso de interfaces como boas práticas de programação auxilia o programador a poder usar códigos mais flexíveis já que dependendo da forma como se implementa a interface, objetos que tem interfaces em comum, podem compartilhar métodos que operam com a interface em vez da classe.

Relembrando, para implementar interfaces usando o C# o que é necessário fazer é usar a palavra “interface” na frente da declaração e declarar suas propriedades (sem especificar seu acesso com public, protected ou private). Considerando uma interface como a seguinte:

 

  public interface IAccount

  {

    string IdNumber { get; set; }

    string Owner { get; set; }

    DateTime StartDate { get; set; }

 

    double ReturnBalance(double credit, "



ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.


  Este é um post disponível para assinantes MVP
Este post também está disponível para assinantes da .net Magazine DIGITAL ou para quem possui Créditos DevMedia.  Clique aqui para saber mais!






    0 COMENTÁRIO

[Fechar]

Este post é fechado - você precisa ter acesso ao post para incluir um comentário.


Nenhum comentário foi postado - seja o primeiro a comentar!



[Este post ainda não foi associado a uma sequência]
Publicidade
Autor
Vladimir Rech

Tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas pelo CEFET-PR, palestrante; trabalha com desenvolvimento de sistemas em .NET destacando-se aplicações Windows, ASP e Web Services.


Space do autor
Estatísticas
Favorito:
Comentários:
Feedback:
Utilidade:
0   0
[Fechar]

Você precisa estar logado para dar um feedback.

Clique aqui para efetuar o login
[Fechar]


Este post está fechado. Saiba mais sobre a assinatura MVP!
web-03
DevMedia  |  Anuncie  |  Fale conosco
Hospedagem web por Porta 80 Web Hosting
2012 - Todos os Direitos Reservados a web-03