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Injeção de dependência com Unity - Artigo .net Magazine 85
Neste artigo abordaremos o padrão de projeto chamado injeção de dependência (Dependency Injection) e o apresentamos com base no projeto Unity, uma excelente ferramenta oferecida pela comunidade open source da Microsoft.
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Injeção de dependência com Unity
Desenvolvendo com baixo acoplamento
“Nada é permanente, salvo a mudança”, esta é uma frase muita antiga do filósofo Heráclito e é bem verdade que temos que lidar com mudanças nas atividades cotidianas, por exemplo, hoje o .Net Framework 4.0 é utilizado, entretanto em algum tempo atrás eram C++,VB6, Delphi e outras tecnologias, e com certeza no futuro novas tecnologias serão descobertas e isso exigirá mudança. Dentro deste contexto, muda-se para melhorar.
Quem já programou um dia em uma linguagem dita “procedural” baseada em funções e procedimentos e que hoje desfrute do paradigma da orientação a objetos consegue perfeitamente enxergar as vantagens desta mudança de conceito. Desta forma acontece também com as definições e com o escopo dos projetos de sistemas construídos, os requerimentos mudam e a necessidade de reengenharia é constante, isto porque novas tecnologias promovem melhores resultados ou porque a realidade representada através de uma lógica de programação precisa ser aperfeiçoada para trazer maiores benefícios aos seus utilizadores.
Com base neste pensamento inicial pode-se facilitar muito a vida se houver programação preparada para mudanças, trabalhando de forma mais modular e flexibilizando a construção de sistemas. Para atingir este objetivo podem-se empregar algumas técnicas e conceitos bem amadurecidos na indústria do software, que promovem inúmeros benefícios no sentido de favorecer a mudança na elaboração de projetos de sistemas.
O fato de utilizar uma linguagem dita orientada a objetos por si só não garante efetivamente o trabalho orientado a objetos, pois esta está associada a princípios e conceitos, e não a uma tecnologia ou linguagem. Dito isto, para que se obtenha um projeto orientado a objetos de qualidade é preciso submetê-lo a alguns princípios importantes, o que remete ao baixo acoplamento e a alta coesão.
Baixo acoplamento
O conceito de acoplamento dentro da programação diz respeito ao grau de conhecimento que um componente possui a respeito de outro componente ao qual este se integra, componente neste contexto se refere a uma classe, procedimento, função, método ou qualquer bloco de código reutilizável dentro de um sistema computacional. Quanto menor for o grau de acoplamento que um componente tiver em relação a outro é melhor. Isto ocorre em virtude de haver menor dependência e maior autonomia e controle, pois do ponto de vista externo, quem consome o componente o visualiza como uma caixa preta, somente atribuindo valores a sua entrada e esperando pela sua saída.
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Desenvolvendo com baixo acoplamento
“Nada é permanente, salvo a mudança”, esta é uma frase muita antiga do filósofo Heráclito e é bem verdade que temos que lidar com mudanças nas atividades cotidianas, por exemplo, hoje o .Net Framework 4.0 é utilizado, entretanto em algum tempo atrás eram C++,VB6, Delphi e outras tecnologias, e com certeza no futuro novas tecnologias serão descobertas e isso exigirá mudança. Dentro deste contexto, muda-se para melhorar.
Quem já programou um dia em uma linguagem dita “procedural” baseada em funções e procedimentos e que hoje desfrute do paradigma da orientação a objetos consegue perfeitamente enxergar as vantagens desta mudança de conceito. Desta forma acontece também com as definições e com o escopo dos projetos de sistemas construídos, os requerimentos mudam e a necessidade de reengenharia é constante, isto porque novas tecnologias promovem melhores resultados ou porque a realidade representada através de uma lógica de programação precisa ser aperfeiçoada para trazer maiores benefícios aos seus utilizadores.
Com base neste pensamento inicial pode-se facilitar muito a vida se houver programação preparada para mudanças, trabalhando de forma mais modular e flexibilizando a construção de sistemas. Para atingir este objetivo podem-se empregar algumas técnicas e conceitos bem amadurecidos na indústria do software, que promovem inúmeros benefícios no sentido de favorecer a mudança na elaboração de projetos de sistemas.
O fato de utilizar uma linguagem dita orientada a objetos por si só não garante efetivamente o trabalho orientado a objetos, pois esta está associada a princípios e conceitos, e não a uma tecnologia ou linguagem. Dito isto, para que se obtenha um projeto orientado a objetos de qualidade é preciso submetê-lo a alguns princípios importantes, o que remete ao baixo acoplamento e a alta coesão.
Baixo acoplamento
O conceito de acoplamento dentro da programação diz respeito ao grau de conhecimento que um componente possui a respeito de outro componente ao qual este se integra, componente neste contexto se refere a uma classe, procedimento, função, método ou qualquer bloco de código reutilizável dentro de um sistema computacional. Quanto menor for o grau de acoplamento que um componente tiver em relação a outro é melhor. Isto ocorre em virtude de haver menor dependência e maior autonomia e controle, pois do ponto de vista externo, quem consome o componente o visualiza como uma caixa preta, somente atribuindo valores a sua entrada e esperando pela sua saída.
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Anderson Santos Gusmão
Space do autor
É analista de sistemas com mais de 10 anos de experiência em desenvolvimento de software. Formado em técnologia da informação no Instituto de Educação Santo André, possui o título MCPD e trabalha na IT Group.
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