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Spring.NET - .Net Magazine 78
O artigo fundamenta o paradigma Orientado a Aspecto abordando seus elementos e a implementação deste conceito utilizando o framework Spring.NET.
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Spring.NET
O uso do paradigma Orientado a Objetos (OO) é incontestável pelo fato de termos muitas linguagens que implementam este conceito, em nosso caso C#. Não é fácil abstrair um modelo de objetos capaz de mapear suas operações através de conceitos como: herança, polimorfismo, condições por contrato, mas mesmo assim a orientação a objetos ajuda a expressar melhor o problema a ser resolvido. Existe apenas um ponto que não pode ser mapeado de uma forma simples e fácil com OO, é a modelagem do comportamento dos objetos.
Para modelar o comportamento de objetos utilizamos sempre um padrão de projeto, como Strategy, Command, Factory, enfim, uma série de alternativas nas quais não se consegue extrair a essência a partir de um modelo mais simples. Neste caso, podemos utilizar um complemento ao paradigma de objetos, que é o paradigma Orientado a Aspectos (AOP).
AOP foca na modularização de uma aplicação em aspectos. Isto é, aspectos ficam observando o ciclo de vida e interações entre os objetos de um sistema via troca de mensagens, até que possam agir. A seguir vamos entender melhor o que é um aspecto.
Para realizar uma implementação através da plataforma .NET, utilizaremos o framework Spring.NET.
Fundamentos de AOP
Todo paradigma de programação novo traz novos fundamentos e definições. Portanto, AOP traz elementos importantes para o seu entendimento, são eles:
Aspect - unidade de programação criada para capturar uma funcionalidade que corta (cross-cut) a aplicação. Alguns exemplos de possíveis aspectos são: Controle de Log, Controle de Exceção, Persistência, Segurança, Transação. Os exemplos citados são aplicações simples em relação à arquitetura da aplicação, porém, deve-se modelar uma aplicação levando em consideração os comportamentos que interagem com várias classes de diferentes módulos da aplicação;
Joinpoints - é um ponto de controle onde um ou mais aspectos realizarão interações com a aplicação. Um exemplo simples de Joinpoint é o Controle de Log. Este controle pode ser realizado através da invocação de qualquer método de negócio. Assim, os joinpoints serão identificados por todos os métodos públicos das classes de serviço;
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O uso do paradigma Orientado a Objetos (OO) é incontestável pelo fato de termos muitas linguagens que implementam este conceito, em nosso caso C#. Não é fácil abstrair um modelo de objetos capaz de mapear suas operações através de conceitos como: herança, polimorfismo, condições por contrato, mas mesmo assim a orientação a objetos ajuda a expressar melhor o problema a ser resolvido. Existe apenas um ponto que não pode ser mapeado de uma forma simples e fácil com OO, é a modelagem do comportamento dos objetos.
Para modelar o comportamento de objetos utilizamos sempre um padrão de projeto, como Strategy, Command, Factory, enfim, uma série de alternativas nas quais não se consegue extrair a essência a partir de um modelo mais simples. Neste caso, podemos utilizar um complemento ao paradigma de objetos, que é o paradigma Orientado a Aspectos (AOP).
AOP foca na modularização de uma aplicação em aspectos. Isto é, aspectos ficam observando o ciclo de vida e interações entre os objetos de um sistema via troca de mensagens, até que possam agir. A seguir vamos entender melhor o que é um aspecto.
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Fundamentos de AOP
Todo paradigma de programação novo traz novos fundamentos e definições. Portanto, AOP traz elementos importantes para o seu entendimento, são eles:
Aspect - unidade de programação criada para capturar uma funcionalidade que corta (cross-cut) a aplicação. Alguns exemplos de possíveis aspectos são: Controle de Log, Controle de Exceção, Persistência, Segurança, Transação. Os exemplos citados são aplicações simples em relação à arquitetura da aplicação, porém, deve-se modelar uma aplicação levando em consideração os comportamentos que interagem com várias classes de diferentes módulos da aplicação;
Joinpoints - é um ponto de controle onde um ou mais aspectos realizarão interações com a aplicação. Um exemplo simples de Joinpoint é o Controle de Log. Este controle pode ser realizado através da invocação de qualquer método de negócio. Assim, os joinpoints serão identificados por todos os métodos públicos das classes de serviço;
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Fábio Augusto Falavinha
Space do autor
Fábio Augusto Falavinha é Arquiteto de Software/Desenvolvedor pela ZBRA Solutions, atuando há mais de 10 anos com Java/Java EE. Bacharel em Ciência da Computação pela Faculdade Sumaré e pós-graduado em Gestão de Qualidade de Software pela faculdade Senac. Torcedor fanático do Corintinhas.
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