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Arrays na linguagem SQL - Revista SQL Magazine 99
Este artigo apresenta algumas alternativas para se trabalhar com arrays em SQL. Apresentamos também alguns exemplos de consulta acessando o array que simulamos em nossas tabelas.
SQL Magazine 99
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É possível simular arrays na linguagem SQL (ler Nota DevMan 1). Entretanto, são poucas as ocasiões em que seu uso é realmente a melhor opção na prática. Na maioria das vezes, a necessidade em simular o uso de arrays decorre de dados normalizados de forma incorreta.
Nota DevMan 1. SQL
Em 1986 o American National Standard Institute (ANSI) publicou a SQL como linguagem padrão para os bancos de dados relacionais, chamando-o de SQL-86. Assim, a partir de 1986, os sistemas gerenciadores de bancos de dados relacionais passaram a adotar a SQL como linguagem padrão. A SQL é subdividida em três sub-linguagens, que são:
• DDL (Data Definition Language): que apresenta uma série de comandos que permitem a definição dos dados. Dentre os principais comandos, podemos destacar o CREATE, que é destinado à criação do banco de dados e das tabelas que o compõe, além das relações existentes entre as tabelas. Outros exemplos de comandos DDL que podemos citar neste momento são: ALTER e DROP;
• DML (Data Manipulation Language): que apresenta uma série de comandos destinados à manipulação de dados, tais como: consultas, inserções, exclusões e alterações, para um ou mais registros de uma ou mais tabelas de maneira simultânea. Dentre alguns exemplos de comandos DML destacam-se: SELECT, INSERT, UPDATE e DELETE;
• DCL (Data Control Language): que apresenta uma série de comandos para controlar o acesso aos dados, usuários e grupos. Dentre alguns exemplos de comandos DCL, destaca-se o comando GRANT.
Após a primeira versão do padrão SQL-86, tivemos algumas variações que originaram a SQL-92 e atualmente várias características foram incorporadas à linguagem, tendo já sido publicado o SQL-3. Foram adicionados recursos relacionados à orientação a objetos, dentre várias outras características.
Além do padrão SQL, cada fabricante de SGBD pode acrescentar funcionalidades exclusivas ao SGBD. Isto ocorre freqüentemente, principalmente com alguns dos principais fabricantes, como Microsoft (SQL Server), Oracle (atualmente com o Oracle11g) e IBM (DB2).
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Nota DevMan 1. SQL
Em 1986 o American National Standard Institute (ANSI) publicou a SQL como linguagem padrão para os bancos de dados relacionais, chamando-o de SQL-86. Assim, a partir de 1986, os sistemas gerenciadores de bancos de dados relacionais passaram a adotar a SQL como linguagem padrão. A SQL é subdividida em três sub-linguagens, que são:
• DDL (Data Definition Language): que apresenta uma série de comandos que permitem a definição dos dados. Dentre os principais comandos, podemos destacar o CREATE, que é destinado à criação do banco de dados e das tabelas que o compõe, além das relações existentes entre as tabelas. Outros exemplos de comandos DDL que podemos citar neste momento são: ALTER e DROP;
• DML (Data Manipulation Language): que apresenta uma série de comandos destinados à manipulação de dados, tais como: consultas, inserções, exclusões e alterações, para um ou mais registros de uma ou mais tabelas de maneira simultânea. Dentre alguns exemplos de comandos DML destacam-se: SELECT, INSERT, UPDATE e DELETE;
• DCL (Data Control Language): que apresenta uma série de comandos para controlar o acesso aos dados, usuários e grupos. Dentre alguns exemplos de comandos DCL, destaca-se o comando GRANT.
Após a primeira versão do padrão SQL-86, tivemos algumas variações que originaram a SQL-92 e atualmente várias características foram incorporadas à linguagem, tendo já sido publicado o SQL-3. Foram adicionados recursos relacionados à orientação a objetos, dentre várias outras características.
Além do padrão SQL, cada fabricante de SGBD pode acrescentar funcionalidades exclusivas ao SGBD. Isto ocorre freqüentemente, principalmente com alguns dos principais fabricantes, como Microsoft (SQL Server), Oracle (atualmente com o Oracle11g) e IBM (DB2).
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Rodrigo Oliveira Spinola
Doutor e Mestre em Engenharia de Sistemas e Computação (COPPE/UFRJ). Diretor de Operações da Kali Software (www.kalisoftware.com). Editor Chefe das revistas Engenharia de Software Magazine, SQL Magazine e Web Mobile.
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