Artigo SQL Magazine 57 - Introdução à Construção de Diagrama de Classes Um Estudo de Caso

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Artigo publicado Revista SQL Magazine 57.

Esse artigo faz parte da revista SQL Magazine edição 57. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

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Projeto

Introdução à Construção de Diagrama de Classes

Um estudo de caso

 

 

A Unified Modeling Language (UML) é uma linguagem de modelagem (ler Nota DevMan 1). É importante deixar claro que ela não se trata de uma metodologia de desenvolvimento, o que significa que ela não diz para você o que fazer primeiro e em seguida ou como projetar seu sistema, mas ela lhe auxilia a visualizar seu desenho e a comunicação entre objetos.

Ou seja, ela nos diz o que podemos modelar, mas não como. Modelos servem para possibilitar o entendimento do ambiente no qual o sistema irá operar, a comunicação entre as pessoas envolvidas em um projeto, promover a melhor compreensão dos requisitos do projeto, promover a difusão deste conhecimento entre os envolvidos e, avaliar diferentes soluções através da modelagem da solução.

 

Nota DevMan 1. A história da UML

A UML tem origem na compilação das "melhores práticas de engenharia" que provaram ter sucesso na modelagem de sistemas grandes e complexos. Sucedeu aos conceitos de Booch, OMT (Rumbaugh) e OOSE (Jacobson) fundindo-os numa única linguagem de modelagem comum e largamente utilizada. A UML pretende ser a linguagem de modelagem padrão para modelar sistemas concorrentes e distribuídos.

 

Os esforços para a criação da UML tiveram início em outubro de 1994, quando Rumbaugh se juntou a Booch na Rational. Com o objetivo de unificar os métodos Booch e OMT, decorrido um ano de trabalho, foi lançado, em outubro de 1995, o esboço da versão 0.8 do Unified Process - Processo Unificado (como era conhecido). Nesta mesma época, Jacobson se associou à Rational e o escopo do projeto da UML foi expandido para incorporar o método OOSE. Nasceu então, em junho de 1996, a versão 0.9 da UML.

 

A UML possui dois grandes conjuntos de diagramas:

·         Estrutural: modelam aspectos estáticos do software focando nas entidades participantes e seus relacionamentos. Os diagramas deste conjunto são: diagrama de classes, objetos, componentes, instalação, pacotes e estrutura.

·         Comportamental: modelam aspectos dinâmicos do software focando, na maioria das vezes, como as entidades interagem para prover uma determinada funcionalidade para o usuário. Os diagramas deste conjunto são: diagrama de casos de uso, transição de estados, atividades, interação, seqüência, colaboração e de tempo.

 

Neste contexto, o diagrama de classes não é somente amplamente usado, mas também pode ser considerado o elemento central nas metodologias orientadas a objetos. Ele descreve os tipos de objetos no sistema e os vários tipos de relacionamento estático que existem entre eles.

Existem dois tipos básicos de relacionamentos:

·         Associações: por exemplo, um cliente pode alugar vários vídeos;

·         Subtipos: uma enfermeira é um tipo de pessoa;

 

Veremos rapidamente agora algumas das formas em que podemos utilizar cada um desses tipos de relacionamentos:

·         Associação - Representa uma ligação entre dois elementos. Ainda podem expressar a cardinalidade (ou multiplicidade) e a navegação (sentido) da associação. Na Figura 1 temos uma associação simples entre duas entidades, cliente e conta corrente indicando que um cliente está associado a uma conta corrente.

 

                                                                                             

Figura 1. Associação Simples

 

·         Associação Recursiva – Acontece quando um elemento se conecta a ele mesmo, e a associação tem alguma semântica no modelo. Na Figura 2 mostramos como é possível conectar uma entidade a ela mesma através de uma associação recursiva e que ainda representa semanticamente a conexão entre dois objetos (neste caso, uma relação conjugal entre pessoas).

 

  
 Figura 2. Associação Recursiva    

                                      

·         Associação Exclusiva – Quando algumas combinações de associações não são compatíveis no domínio do problema. É uma restrição entre duas ou mais associações. Na Figura 3 podemos notar que objetos de uma entidade podem participar de no máximo uma das associações em um dado momento. Uma associação exclusiva é representada por uma linha tracejada entre as associações que são partes da associação exclusiva, com a especificação "{ou}" sobre a linha tracejada.

 

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