BelJungle - Java com Açaí

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Manoel Pimentel apresenta, em detalhes, o evento II BelJungle, seminário sobre Java organizado pelo SOU-Java Belém.

Cobertura do evento sobre Java em Belém do Pará

Por Manoel Pimentel

Belém do Pará, essa cidade linda conhecida por muitos como "cidade das mangueiras", "terra do açaí", "do tacacá", "da maniçoba", e por aí vai, muitos também conhecem nossa extraordinária biodiversidade animal e vegetal, também nossas desejadas reservas minerais e também muitos admiram nossa democrática produção cultural e artística gerando um enorme potencial turístico em nossa região.

"Égua!", você deve estar se perguntando, o que esse doido do Manoel ta pensando? Será que agora a SQL Magazine se transformou em uma revista de turismo? Portanto eu digo a você meu amigo "se acalme!", tudo isso foi para mostrar que no estado do Pará, que é famoso por sua cultura e atrativos turísticos, também vem ganhando muita força na produção e disseminação de tecnologias, principalmente como ferramenta para o desenvolvimento regional.

Prova disso foi a realização nos dias 21 e 23 de setembro de 2005, do II BelJungle, seminário sobre Java organizado pelo SOU-Java Belém, que aconteceu como evento satélite da XIX SEPAI(Semana Paraense de Informática) coordenado pela SUCESU-PA.

Foram vários os temas abordados sobre Java nas palestras no II BelJungle, conforme você pode ver na grade abaixo:

Quarta 21\09

Técnicas de Java Swing para Desenvolvedores Windows (Jefferson Ankiewsky – Hp Consultores Associados)

Java3D na Prática

(Renato Simões – SouJava-Belém

Denis Neves - Cesupa)

Hibernate 3 em Ação, simplicidade com Annotations

(Helder Klemp - A&C Consulting)

JUnit - Implementando testes unitários

(Manoel Pimentel Medeiros – Grupo XPNorte)

Qualidade de Software

(Keuller Magalhães – Versatiliti Technologies)

Java e a revolução de interoperabilidade dos Web Services

(Adailton Magalhães Lima – UFPA)

Persistência em Aplicativos para Dispositivos Móveis

(Antonio Eloi de Sousa Júnior – Eloi Software)

GreenBox - Habilite hoje mesmo seu Ultra-RAD

(David Farias – Versatiliti Technologies)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Sexta 23\09

Desenvolvendo Portais Utilizando Portlets

(Gilmar Souza – Kaffa)

Discussão sobre Grupo de Usuários

(Regionais SouJava - Campinas, Brasília e Belém)

Usando Bluetooth para Colocar sua Aplicação J2ME
na Personal Area Network

(Alexandre Gomes – Sea Tecnologia)

Propostas de Arquiteturas J2EE que Promovem Produtividade, Testabilidade e Simplicidade

(Edgar Silva – Summa Technologies)

 

 

 

 

 

 

 


O público marcou presença em peso tanto nas palestras do BelJungle como nas palestras centrais da própria SEPAI, fazendo com que muitos palestrantes tivessem suas salas lotadas(Veja nas figuras 01 e 02).


ManoelPimentel_CoberturaBelJungle_Fig01.jpg

Figura 01 – Público marcante nas palestras

 

 ManoelPimentel_CoberturaBelJungle_Fig02.jpg

Figura 02 – Palestras de alto nível despertou o interesse dos participantes

Como de costume, agora em sua segunda realização, o evento contou com a presença de nomes de expressão do cenário Java regional e nacional, além de ter momentos muitos interativos de conversas com público sobre a tecnologia a evolução e o futuro da tecnologia.

 

Este evento a cada ano vem surpreendendo à todos, devido sua seriedade e qualidade técnica dos temas apresentados, veja abaixo uma rápida entrevista com o Renato Simões, coordenador local do SOU-Java Belém e do II BelJungle, que fala sobre o evento e o futuro do SOU-Java:

 

Manoel Pimentel: Um pouco do histórico do BelJug(SOU-Java Belém)?

 

Renato Simões: O SouJava-Belém, antigo Beljug (Belém Java Users Group) existe desde Setembro de 2001, foi fundado por Edgar Silva, um dos ícones nacionais na tecnologia Java.

A motivação inicial foi principalmente trazer a tecnologia para nossa região, motivando profissionais e estudantes através do grupo de discussão.

A transição para o SouJava ocorre desde o início do ano, onde Bruno Souza, presidente do SouJava nacional, nos convidou a fazer parte do grupo por termos certa afinidade. A junção oficial ocorreu durante um almoço no evento Café Brasil, que ocorreu em Brasília. Assim alguns grupos formam hoje o SouJava em termos de regionais no Brasil: Belém, Brasília, Campinas e Niterói. Este fato é de extrema importância, pois, colocou Belém em cenário internacional da tecnologia, o que é um grande salto para nossa região, deixamos de ser somente uma lista de discussão, para fazer parte da maior comunidade java do mundo.

 

MP: Qual o público estimado que prestigiou o evento?

 

RS: O Beljungle 2005 foi evento Satélite da SEPAI/CTIC, mesmo pela estrutura escassa, teve aproximadamente 200 visitantes, intercalados entre uma palestra e outra, com o pico de 120 pessoas em algumas palestras, o que é muito bom, pois, começamos a ganhar espaço e notoriedade.

 

 

MP: Qual a importância do evento, para aplicação de Java no mercado e no meio acadêmico?

 

RS: Sem dúvida alguma é um grande avanço na nossa comunidade poder proporcionar aos estudantes e profissionais um evento técnico deste porte, a cada ano que passa a tecnologia vem sendo cada vez mais utilizada e essa difusão vem sendo fruto não só do mercado e sim também da comunidade em geral. Tanto para os estudantes quanto para os profissionais foi super importante o evento por conhecerem pessoas expressivas no cenário internacional, nacional e regional bem como proporcionar e tecnologias que antes eram pouco conhecidas como o j2me, java3d, etc. Isto traz confiança o que é super importante e é um grande passo para o crescimento de todos: ter um voto de confiança.

 

 

MP: Quais os outros eventos programados para ainda esse ano?

 

RS: Ainda este ano teremos o Sou+Java e o Maratona4J. O Sou+Java é um evento internacional que terá em São Paulo que também conta com a nossa parcela de participação, em Belém no mesmo período teremos o Maratona4J que também é um evento internacional (contando este ano com a presença de JUG's do Texas e Noruega) e mais voltado para o meio acadêmico, consiste num torneio de programação onde equipes com 4 pessoas se revezam de 15 em 15 minutos para realização de determinada tarefa, é um trabalho totalmente técnico onde as equipes devem formular bem suas estratégias, pois o desenvolvedor do momento não pode falar com ninguém, só sentar pegar o código anterior e continuar a tarefa. Após concluída a tarefa, vários critérios serão utilizados na definição dos pontos da equipe como, modelagem, tecnologias utilizadas, etc.

Ano passado as equipes só contavam com um editor de texto, este ano um dos patrocinadores é o NetBeans, então para a felicidade de muitos o ambiente de desenvolvimento já vai ajudar bastante, e claro, o desafio será maior, senão perde a graça.

 

 

MP: Qual expectativa para futuro do grupo SOU-Java Belém?

 

RS: A nossa expectativa é principalmente conseguir consolidar um grupo forte e que o mesmo seja ponte entre empresas, universidades e usuários juntando forças para a comunidade crescer e as pessoas saibam onde conseguir ajuda sem recorrer primeiramente fora, já que temos excelentes fontes de informação dentro do nosso grupo.

 

Esse foi um resumo da entrevista com Renato Simões do SOU-Java Belém, que gentilmente respondeu as essas perguntas, a ele meus sinceros agradecimentos.

 

Conclusões

De maneira geral o evento veio homologar a fase em ascensão do desenvolvimento tecnológico em que o estado vem passando, pois o nível das palestras foi excelente, e mostrou também que o público, composto na maioria das vezes por estudantes e profissionais da área de informática, tem se interessando cada vez em acompanhar a evolução das atuais tecnologias, claro que ainda temos muito a melhorar ainda e para próximo ano, com certeza teremos um evento ainda maior e melhor e você meu amigo leitor, está convidado a prestigiar o evento e as belezas turísticas de nosso estado.

 

 

Links

Site oficial do II BejJungle

http://www.soujava.com.br/beljungle2005/

 

Site Oficial da SEPAI(Semana Paraense de Informática)

www.sepai.com.br

 

Glossário Paraense

 

Égua - Dentro universo regional Paranse, a palavra égua expressa algo inusitado, fora do normal, semelhante ao "tchê" do Gaúcho e "UAI" do Mineiro.

 

Açaí, Maniçoba e Tacacá – são comidas regionais típicas, muitos populares e bem apreciadas pelos turistas que visitam nossa região.

Até logo!

 
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