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Diagrama de Classes na Prática - SQL Magazine 79
De que se trata o artigo: O objetivo desta matéria é trazer ao leitor algumas boas práticas para elaboração de diagramas de classes, através de sua aplicação prática em um estudo de caso.
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Diagrama
de Classes na Prática
Existem
diversos pontos críticos causadores de inserção de defeitos durante o
desenvolvimento de um software. Podemos citar requisitos, projeto e codificação
como alguns exemplos. Somados a estes pontos críticos, tem-se um outro momento
do desenvolvimento que merece uma atenção especial: a elaboração da solução
para o problema através do diagrama de classes. Elaborar de forma criteriosa
diagramas de classes é um fator de sucesso de projetos de software por que,
além do fato de ser um momento propenso à inserção de defeitos no software, são
neles em que são transformados os problemas do usuário em uma solução
computacional, servindo como uma ponte entre requisitos e codificação.
A UML (Unified
Modeling Language) apresenta uma série de diagramas para a modelagem de
sistemas orientados a objetos. Os diagramas mais comuns são o diagrama de casos
de uso (representa as funcionalidades de um sistema), o diagrama de classes
(descreve as classes do modelo numa visão estática), o diagrama de seqüência,
ou seu substituto na UML 2.0, o diagrama de comunicação (descrevem as
funcionalidades através de uma visão dinâmica) e o diagrama de estados
(apresenta o comportamento dinâmico de um objeto).
O
objetivo desta matéria é trazer ao leitor algumas boas práticas para elaboração
de diagramas de classes, através de sua aplicação prática em um estudo de caso.
Modelagem de classes
Existem
diferentes caminhos para se chegar ao diagrama de classes. Dois dos mais
utilizados são:
-
Especificar os casos de uso e, então, partir para o diagrama de classes: neste
caso, as classes, seus atributos, relacionamentos e métodos são identificados
diretamente a partir dos requisitos de software definidos. Pode-se utilizar, em
seguida, o diagrama de seqüência para verificar se os relacionamentos e métodos
definidos fazem sentido.
-
Especificar os casos de uso, elaborar o diagrama de seqüência e, então, partir
para a construção do diagrama de classes: neste caso, a construção do diagrama
de seqüência ajudará na identificação das classes, relacionamentos e métodos a
partir da especificação de requisitos. É uma abordagem muito interessante
também.
Não
existe um caminho mais correto que o outro, devendo o desenvolvedor utilizar aquele
que se sentir mais a vontade
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Rodrigo Oliveira Spínola
Doutor e Mestre em Engenharia de Sistemas e Computação (COPPE/UFRJ). Diretor de Operações da Kali Software (www.kalisoftware.com). Editor Chefe das revistas Engenharia de Software Magazine, SQL Magazine e Web Mobile.
6 COMENTÁRIOS
para ver as figuras maiores, basta clicar em cima de cada uma para ver em qualidade melhor.
Dou razão ao Leandro. Mesmo ampliando algumas figuras, como o caso da figura 2, fica difícil a avaliação e impressão da mesma
senhor,
não conseguimos novamente identificar o problema. Para ver as figuras maiores, basta clicar na referência a figura.
Obs: Clique na mesma para poder ampliar, caso você já saiba, ignore esta observação por favor, ok ?
Obrigado e um abraço



