Firebird: Poderoso, leve, gratuito e Open-Source - Revista ClubeDelphi 135 - Parte 1

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O artigo mostrará o Firebird, começando desde seu início, através da liberação do código-fonte da Interbase 6.0 pela Borland, mostrando os recursos que este poderoso e leve banco de dados possui e o porquê de usar o Firebird ao invés de outros bancos de dados não comerciais.

Artigo no estilo Curso

De que se trata o artigo

O artigo mostrará o Firebird, começando desde seu início, através da liberação do código-fonte da Interbase 6.0 pela Borland, mostrando os recursos que este poderoso e leve banco de dados possui e o porquê de usar o Firebird ao invés de outros bancos de dados não comerciais.

Em que situação o tema é útil

Infelizmente, muitas pessoas têm uma visão errônea do Firebird! Muitos acham que o Firebird não possui recursos de banco de dados, como controle de integridade referencial, triggers, stored procedures, tabelas derivadas; outros acham que ele serve apenas para programas e clientes pequenos e que o banco de dados não suporta tantas transações; há ainda aqueles que acreditam que o Firebird só pode ser usado para guardar dados, como se fosse arquivos DBF; outros que acham que o Firebird só consegue armazenar dados de poucos gigabytes. A ideia o artigo é mostrar que estes mitos são errôneos e sem fundamentos, mostrando a evolução do Firebird através dos anos e mostrar os principais recursos deste banco de dados.

Firebird: Poderoso, leve, gratuito e Open-Source

Este artigo mostrará como o Firebird pode ajudar no dia a dia, através de recursos que o banco traz e quebrar muitos preconceitos que formaram deste banco de dados. O leitor conseguirá ver que o Firebird é tão poderoso como os demais bancos de dados do mercado, como Oracle, DB2, SQL Server, PostgreSQL, MySQL. Você leitor, verá e sentirá confiança em trabalhar com um banco de dados total free e open-source, onde a premissa do mesmo é não precisar de um DBA. Será uma série de artigos, começando com a história e um breve resumo dos principais recursos e funções. Ao final da série de artigos, espero que você leitor, possa ter a plena confiança em usar este banco e poder fazer parte desta enorme comunidade, que é presente em todo mundo.

Este primeiro artigo abordará a história do Firebird, um resumo dos principais recursos e veremos as diferenças das versões do servidor. A ideia é quebrar pré-conceitos existentes em torno do Firebird e mostrar que este banco de dados é capaz de gerenciar os dados em qualquer situação, como sistemas de missão crítica (24x7 por exemplo), sistemas com múltiplas conexões simultâneas, entre outras e iremos aprender como isso pode nos beneficiar, sabendo utilizar cada recurso.

Possui uma comunidade bem ativa, onde todos cooperam com a criação e tradução de documentos oficiais, além no desenvolvimento, testes e melhorias deste sistema gerenciador de banco de dados. E o melhor de tudo, sem custo para aquisição de licenças, sem custo para suporte e sem custos para atualizações de versões, pois o Firebird é free e possui o código-fonte open source. É um banco de dados leve, mas poderoso e que não necessitade um profissional DBA para ficar monitorando o banco de dados.

História

O Firebird é descendente “direto” (filho) do Interbase 6.0 da Borland. A Borland decidiu abrir o código-fonte em 25 de julho de 2000 sob a licença IPL, Interbase Public License. O lançamento do Interbase 6.0 como fonte aberto, foi muito bem recebido pela comunidade, pois o Interbase era reconhecido mundialmente como sendo um banco de dados eficiente e que possuía uma simplicidade na instalação e manutenção do banco de dados.

Através da iniciativa de alguns ex-funcionários da Borland que tinham feito parte do desenvolvimento do Interbase, decidiram criar uma árvore dos fontes no SourceForge, em paralelo, nascendo assim o Firebird.

A partir daí, muitos usuários que apenas conhecia o Interbase, começaram a estudar o código- fonte, corrigindo diversos erros e fazendo diversas melhorias no fonte. Chegaram encontrar uma falha de segurança grave, backdoor, aonde qualquer pessoa que conhecia o usuário e senha do backdoor, tinha acesso total a máquina aonde estava instalado o Interbase.

Após algum tempo do código-fonte ser liberado pela Borland, a mesma anunciou que continuaria a vender o Interbase com algumas melhorias e recursos a mais que o código-fonte aberto tinha. Através desta medida, a diferença entre os fontes do Interbase e Firebird começou a acontecer e a dificuldade entre troca de informações entre a equipe do Firebird e a equipe do Interbase (Borland). O Firebird 1.0,trouxe várias melhorias que a comunidade do Interbase pedia a anos, como: implementação de páginas de 16 K; porta padrão passou a ser 3050; descriptors em UDFs (permitia passar e receber valor NULL das UDFs); UDFs e Generators monitorados; suporte a arquivos maiores; Group by UDF; Recreate Procedure/ Table; maior suporte ao ANSI SQL; entre outros. Mesmo assim, ambos ainda eram compatíveis até a versão 1.5 do Firebird. Somente a partir da versão 2.0 que, Firebird e Interbase tornaram-se totalmente incompatíveis.

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