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Manipulando o MySQL via linha de comando

Este artigo trata da utilização do MySQL no terminal. Com alguns exemplos práticos, são abordadas rotinas básicas de gerenciamento de usuários e de gerenciamento de bases de dados e tabelas (criação, remoção e alteração).

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O artigo apresenta como interagir com um servidor MySQL através da linha de comando, utilizando o cliente MySQL. Com alguns exemplos práticos, aborda rotinas básicas de gerenciamento de bases de dados e tabelas (criação, remoção e alteração) e de gerenciamento de usuários. Também apresenta a criação do my.cnf e discorre sobre alguns outros clientes MySQL, como o mysqldump e o mysqladmin. Durante o texto, são apresentados aspectos básicos que serão úteis em ambientes onde não há qualquer tipo de interface gráfica (web ou não) para o gerenciamento da base de dados.

O MySQL é um sistema gerenciador de basede dados relacional amplamente utilizado por grandes empresas, como Facebook e Verizon. O projeto foi criado em 1995 pela MySQL AB, tornou-se open source cinco anos depois, em 2000, e foi adquirido pela Sun Microsystems em 2008, que atualmente gerencia e direciona seu desenvolvimento e inovação. Hoje, pouco mais de 20 anos após seu surgimento, o MySQL aparece em segundo lugar no ranking geral de SGBDs, atrás somente do Oracle, estando, assim, em primeiro lugar no ranking open source. Oferece suporte aos principais sistemas operacionais e às linguagens mais populares, sendo, talvez, um dos maiores casos de sucesso entre os projetos open source (os endereços para saber mais sobre a história do MySQL e visualizar o ranking se encontram na seção Links).

No dia a dia, acessamos nossas bases de dados de diversas maneiras, sendo as mais comuns através do uso de linguagens de programação ou algum outro tipo de interface, web por exemplo. Usando linguagens de programação, interagimos de uma maneira mais direta com os dados, adicionamos, atualizamos ou removemos alguma entrada, criamos usuários, atualizamos seus perfis ou executamos qualquer outra rotina que seu sistema necessite.

A interface web representa um perfil de uso um pouco diferente. Através dela observamos a estrutura da base, adicionamos ou removemos tabelas, criamos usuários e damos a eles privilégios. Apesar de ser possível criar, remover e atualizar dados através desse tipo de interface, faz mais sentido que essa tarefa seja executada utilizando uma linguagem de programação, afinal esse é um dos motivos pelos quais desenvolvemos uma aplicação, para que ela interaja com a base de dados.

Este artigo trata de uma das várias formas de interação com o MySQL. Usaremos a interface de linha de comando para resolver alguns problemas básicos na administração de bases de dados, como criação, remoção e modificação de usuários e tabelas. Através de exemplos do dia a dia, exploraremos as diversas possibilidades que os clientes MySQL nos proporcionam e apresentaremos alguns dos principais utilitários disponíveis. Nosso objetivo aqui é abordar aspectos relacionados ao gerenciamento de usuários e de tabelas/bases usando o cliente MySQL, entretanto, iremos ao final fornecer uma visão geral e discutir alguns pontos relevantes acerca dos outros comandos disponíveis.

GUI x CLI

Interfaces gráficas, como o phpMyAdmin, cPanel, e tantas outras, têm assumido um papel essencial no dia a dia da administração de sistemas. Utilizamos interfaces web para gerenciamento de usuários, projetos, testes, backups e bases de dados. Elas cumprem um papel importante, auxiliam na visualização dos dados, na execução de tarefas e na comunicação entre o pessoal técnico e o não técnico.

Em tempos assim, acabamos deixando de lado algumas ferramentas importantes. Mesmo que o phpMyAdmin seja capaz de resolver diversos problemas, há momentos em que ele pode não estar acessível. Imagine o seguinte cenário: ocorre algum problema com o Apache e você precisa modificar uma tabela no banco imediatamente. O phpMyAdmin não está acessível por causa da falha do servidor web, o sistema web utilizado também não está acessível, e você não tem tempo suficiente para corrigir a falha do Apache para só então modificar os dados. O que fazer? Esse cenário seria complicado se você não tivesse em mãos o MySQL no terminal.

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