Este é um post disponível para assinantes MVPBoas práticas de escrita de código - Revista Engenharia de Software Magazine 45 - Parte 7
Aborda o tema Código Limpo com o objetivo de mostrar como o desenvolvedor pode usá-lo para melhorar a qualidade do código-fonte de suas aplicações.
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Até este momento, a série de artigos sobre código limpo abordou
importantes teorias que envolvem a construção ou modificação do projeto de
código existente com o objetivo de ter estruturas de código cada vez mais
limpas.
No primeiro artigo da série foi abordado o tema nomes significativos,
com objetivo de auxiliar e expor as teorias que serão úteis para a concepção de
nomes que refletem o objetivo de variáveis e objetos. No segundo artigo, o tema
funções foi abordado, provendo ao desenvolvedor importantes informações sobre
como definir métodos, procedimentos e funções limpos. Além disso, também foi
abordado como o desenvolvedor pode implementar tais estruturas seguindo alguns
parâmetros que permitirão que suas estruturas reflitam melhor seus propósitos.
No terceiro artigo da série foi tratado o assunto comentários em código
fonte. O que acontece é que alguns desenvolvedores desconhecem as boas praticas
que devem ser seguidas para a concepção de um comentário, o que leva a criação
desses de forma descontrolada, fazendo com que ao invés de se obter benefícios,
os comentários agreguem valor negativo
ao código.
Quando o assunto foi formatação de código, o quarto artigo da série
mostrou como essa tarefa pode ser realizada seguindo as recomendações de Código
Limpo. Já no quinto artigo da série passou-se a se preocupar com estruturas de
dados e objetos. Nesse momento foram abordadas as técnicas para se construir
estruturas de dados e instanciar objetos que podem ser considerados limpos.
O sexto artigo expôs o tema limites da aplicação, isto é, como manter
limpo o código que está nos limites da aplicação, seja de componentes de
terceiros ou sobre a comunicação com um recurso externo à aplicação. Nesse
mesmo artigo, outro ponto muito interessante foi considerado: como manter o
código de teste da aplicação limpo? Além de abordar a importância do código de
teste, foi mostrado como mantê-lo em algum repositório sem que esse código
perca sua legibilidade. Para isso, técnicas de limpeza de código de teste
unitário foram mostradas.
É chegado o momento de conhecer o conteúdo do último artigo desta série,
que irá tratar da visão macro da aplicação. Primeiramente serão apresentadas
técnicas e teorias fundamentais para a concepção de classes limpas. Isso
envolve conhecer o tamanho que as classes devem possuir, responsabilidades,
como é a relação dela com a aplicação, dentre outras coisas. Na continuação
deste artigo será discutido como implementar sistemas que podem ser mais
facilmente entendidos se analisados em uma visão macro. Esta seção apresentará
formas de se dividir o sistema em partes que, se analisadas, revelam a
organização do sistema e de que partes ele é constituído. Finalizando, tem-se a
seção Emergência que tratará de teorias acerca da concepção de projetos de
código considerados simples.
Muitos desenvolvedores implementam alguns projetos, mas não sabem
classificar se o projeto implementado é simples ou complexo, analisando sob
ponto de vista das manutenções futuras. Sistemas com projeto de código mais
simples tendem a ser mais fáceis de manter, enquanto sistemas com estruturas de
código com muita duplicação, por exemplo, tendem a dificultar o processo de
manutenção. Todos estes pontos serão discutidos nas seções deste artigo.
Esta seção aborda as
características fundamentais para que uma classe possa ser considerada limpa.
Implementar classes limpas é um processo que passa por conceitos importantes
que vão desde a necessidade de se definir nomes que condizem com o que elas
representam até definições do posicionamento dos atributos na classe
relacionados por seus tipos.
ATENÇÃO! A exibição deste artigo foi interrompida.
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