Artigo .net Magazine 37 - Acessibilidade

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Este artigo discute sobre acessibilidade, padrão WCAG e acessibilidade no .NET 2.0.

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Acessibilidade

Este artigo discute

Este artigo utilize as seguintes tecnologias:

·         Acessibilidade;

·         Padrão WCAG;

·         Acessibilidade no .NET 2.0.

Visual Studio 2005 e ASP.NET 2.0

 

 

Você já ouviu falar em acessibilidade? Se ainda não ouviu falar, saiba que muitos esperam que você aprenda e rápido sobre isso. Acessibilidade é a possibilidade de uma pessoa ter acesso a qualquer ambiente, seja ele físico ou virtual.

No Brasil, onde a renda per capita é reduzida, grande parte da população não tem acesso a um computador, o governo tem realizado diversas ações de Inclusão Digital para pessoas de baixa renda. Porém existem usuários com necessidade especiais, com extrema dificuldade e que são impedidos de utilizar um computador, esses usuários são os portadores de deficiências visuais, auditivas ou motoras.

O governo regulamentou a matéria através do Decreto-Lei 5296 de 2 de dezembro de 2004, estabelecendo obrigatoriedade de acessibilidade aos sites e portais eletrônicos da administração pública, para pessoas portadoras de deficiência visual. A lei também estabelece que deve ser informado ao usuário que o site ou portal possui recursos de acessibilidade.

 

WCAG

O órgão regulamentador para os padrões da internet, Word Wide Web Consortium (www.w3c.org), através da iniciativa Web Accessibility Initiative (WAI), definiu o padrão mundial para acessibilidade, esse padrão é o Web Content Accessibility Guidelines (WCAG), que especifica como desenvolver uma aplicação acessível.

O governo brasileiro também possui um modelo chamado eMag, que são Recomendações de Acessibilidade para a construção e adaptação de conteúdos do Governo Brasileiro na Internet. Esse modelo e a especificação técnica podem ser encontrados no link www.governoeletronico.gov.br.

A especificação WCAG envolve diversos contextos, entre eles as dificuldades visuais, auditivas, locomotoras, deficiência em leitura e compreensão de textos, incapacidade de utilização de mouse ou teclado, dificuldade de falar ou compreender outro idioma, entre outros.

Durante o desenvolvimento precisamos considerar essas diferentes situações. Esses padrões definidos pelo WCAG devem ser utilizados com navegadores ou ferramentas multimídias que suportam as novas funcionalidades dos formatos HTML 4.0 e CSS 1 e 2.

As recomendações do WCAG estão divididas em três níveis de prioridades, que definem itens que devem ser seguidos para tornar a aplicação mais acessível:

·         Prioridade 1 (Alta): São prioridades básicas e que sem elas, alguns usuários não conseguiram navegar na Internet;

·         Prioridade 2 (Média): Não são prioridades básicas, porém alguns usuários terão dificuldades em navegar na Internet;

·         Prioridade 3 (Baixa): Não são prioridades básicas e que alguns usuários poderão ter dificuldades em navegar na Internet.

A seguir, temos recomendações e suas prioridades.

 

Prioridade Alta

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