Dicas para o desenvolvimento eficaz no iOS

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Neste artigo iremos apresentar algumas dicas e boas práticas durante o desenvolvimento de seu App para iOS para evitar leaks de memória e gargalos na execução para garantir melhor experiência possível ao usuário final.

Artigo do tipo Exemplos Práticos
Recursos especiais neste artigo:
Conteúdo sobre boas práticas.
Dicas para o desenvolvimento eficaz no iOS
Nos dispositivos móveis, a resposta que o sistema dá ao usuário quando ele faz algo é extremamente importante. É totalmente indesejável, por exemplo, que seus usuários fiquem sem saber o que está acontecendo enquanto o sistema vai buscar algo na internet. Além disso, você também não irá querer que o sistema, como um todo, deixe de responder, por exemplo, aos movimentos de scroll enquanto algo é realizado.

Desenvolver uma app que permita uma experiência de uso agradável para o usuário é algo que envolve muitas variáveis. Desde a escolha certa de imagens até o uso eficiente dos recursos do dispositivo móvel no qual a aplicação irá funcionar. Conhecer conceitos como blocks, memory leaks, Activity Monitor, Time Profiler e GCD passa a ser então de extrema importância, pois eles, em conjunto, permitem que você construa apps efetivamente responsivos para os usuários.

Por exemplo, o Activity Monitor permite que você verifique a alocação dos recursos, principalmente memória livre. Já com o Time Profiler é possível identificar onde seu App está ficando mais tempo, quais funções estão fazendo o App “parar” e fazer seu usuário esperar.

Neste artigo iremos apresentar algumas dicas e boas práticas durante o desenvolvimento de seu App para iOS para evitar leaks de memória e gargalos na execução para garantir melhor experiência possível ao usuário final.


Em que situação o tema é útil
Qualquer aplicativo deve ser feito levando-se em consideração a atenção do usuário e sua vontade em permanecer ou regressar ao aplicativo. Um aplicativo mal feito ou deficiente no seu projeto não irá cativar o usuário e ele irá buscar uma alternativa.

Com o uso das boas práticas apresentadas neste artigo seus Apps ficarão mais estáveis, menores e responsivos ao usuário.

O desenvolvimento de software considera uma série de práticas que tem por objetivo um resultado final: um produto bem acabado que será usado por um usuário. Fácil. Vamos pegar uma ideia e começar a fazer nosso software. Mas não é bem assim.

Com a chegada do iPhone em 2007, e da AppStore em 2008, a comercialização de aplicativos tornou-se muito mais simples, pois já não é mais necessário custear caixas, mídias e logística de transporte (sem mencionar a negociação com cadeias de distribuição). Além disso, abriram-se portas para a venda internacional, antes possível somente para grandes empresas desenvolvedoras de software e, para pequenas empresas de desenvolvimento ou mesmo para profissionais autônomos. E, como tudo na vida, tudo tem um lado bom e um lado ruim. O lado ruim é que o número de pessoas desenvolvendo aplicativos, mais especificamente Apps, aumentou incrivelmente. Isso não é ruim pelo fato de existir mais concorrência, é ruim porque muitas dessas pessoas não são capacitadas no desenvolvimento de Apps.

O objetivo deste artigo não é discutir diferenças, possivelmente ideológicas, de plataformas e linguagens, mas Apps não são aplicações. Apps são produtos desenvolvidos para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Aplicações são produtos para desktop e servidores e, WebApps são produtos para a Web.

A diferença entre esses três conceitos é grande e eles não podem ser misturados. Um desktop é quase ilimitado em suas capacidades de processamento e configurações. Um servidor é mais flexível ainda, principalmente agora, com o Cloud Computing (computação na nuvem), onde é possível ter várias máquinas trabalhando em conjunto para a realização de uma tarefa e, os dispositivos móveis são, por natureza, fechados nas suas configurações iniciais.

No caso do iPhone e do iPad, estamos falando de uma memória de 512 MBytes (ou 1 GByte nos modelos mais atuais) e espaço de armazenamento máximo de 128 GBytes, sendo que a média deve ser de 32 GB. Em comparação simplificada, no computador que utilizo diariamente para trabalhar, tenho 16 GB de memória e 5TB de armazenamento espalhados em vários discos. E, ainda por cima, um sistema operacional que faz swap (utiliza parte do disco como memória, para permitir a utilização de mais aplicativos ao mesmo tempo, sem degradação da performance). Isso significa, no mínimo, 16 vezes mais poder de processamento que os smartphones.

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