Then Palm OS die, so what?

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Um vislumbre do lançamento do Palm Prè, WebOS e o futuro da programação desta plataforma.

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No dia 6 de junho de 2009 a Palm Inc, companhia pioneira no desenvolvimento de PDA’s, Personal Data Assistent, marcou sua virada de página no mundo móvel. De líder do setor dos anos 90, com mais de 90% de market share, a um início do ano 2000 até hoje aterrador, sendo perseguida e ultrapassada por todas as estreantes do setor, Windows Mobile (em todas suas encarnações), Symbian (ex-EPOC), Android e, claro, iPhone.

Na busca de encontrar-se a Palm Inc passou por diversas estripulias, lançou produtos baratos e de má qualidade, como o Zire 72 e algumas versões do Tungsten E, vendeu a área de software para a Access e então incorporou o Windows Mobile, abriu mão da divisão de PDA’s e centrou-se na área de SmartPhones, mas nada disso parecia resolver seus problemas. Seu market share caiu ainda mais e seus programas começaram a serem comparados com UNIX dos anos 70, mono-tarefas lentos e ultrapassados, sem apelo visual e recursos da era moderna da computação moderna (estou falando particularmente do Blazer aqui, seu navegador).

A Palm Inc arriscou ainda um certo pioneirismo na área dos Netbooks e, se não estivesse tão sem confiança em sí própria, poderia ter vivido a glória da ASUS neste setor, ao invés da derrota de US$ 10mi, com o lançamento e cancelamento do Foleo.

Mas finalmente a Palm reagiu, criou comunidades on-line, Twitter, FaceBook, ouviu as reclamações dos usuários de iPhone ao redor do mundo e se fortaleceu sobre uma promessa, uma virada de página em sistemas operacionais e hardware que marcaria o mundo, e esta promeça é o WebOS através do Palm Pré.

Seu lançamento causou furor e euforia, valorizou as ações da companhia com seu telefone revolucionário, sistema de recarga de bateria por indulção (touchStone), telefone touchscreen com teclado QWERTY deslizante, câmera de 3MPx. Revolucionou com as promessas de liberdade no hardware e no software, com o sistema multi-tarefas baseado na metáfora das cartas e programação baseada em JAVAScript e HTML, entre outras linguagens WEB, para aproximar diversos programadores experientes neste meio e multiplicar, exponencialmente, seus próprios programas na nova base.

E finalmente, entramos nós, programadores, nesta questão. Como a Palm operará mundialmente com a venda de programas ainda é um mistério, será somente pela AppStore ou programadores independentes poderão também vender do seu próprio Blog? Haverá sensura prévia nos programas? E o que fazer com os programas baseados em Palm OS na nova linguagem? Como migrá-los?

Enquanto a maioria destas respostas não vierem, já podemos ao menos ir programando. Se ficarem ruins, sempre poderão virar WebApp para iPhone, after all…

Eis alguns livros que discutem o assunto:

palmwebOS_cover     iphone_ipod_cover

Sobre os programs desenvolvidos para PalmOS, uma outra companhia, a StyleTap promete e já vende uma solução interessante: um emulador de PalmOS cross-plataforma. Hoje disponível para Nokias E e N, rodando Symbian série 60. O site promete ainda o aplicativo para iPhone, Blackberry e WinMo, claro. Uma coisa: o Pré já vem com um emulador de PalmOS pré instalado, mas ainda não lí nada à respeito dele pela Web.

Algumas telas do StyleTap rodando em um Nokia E61i, S60:

Screenshot0001

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Àqueles mais observadores, verão que meus aplicativos já estão aí rodando emulador. Para substituir a Styles, um mini mouse controlado pelas teclas direcionais.

Para saber mais:

http://www.styletap.com

http://blog.palm.com

http://pdbblog.palm.com

 
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